BRPI0809937A2 - Métodos de potencialização de tratamento de radioterapia, de intensificação da radiossensibilidade e de diminuição da proliferação de população de células e de tratamento do crescimento de tumor - Google Patents

Métodos de potencialização de tratamento de radioterapia, de intensificação da radiossensibilidade e de diminuição da proliferação de população de células e de tratamento do crescimento de tumor Download PDF

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Description

“Métodos de Potencialização de Tratamento de Radioterapia, de Intensificação da Radiossensibilidade e de Diminuição da Proliferação de População de Células e de Tratamento do Crescimento de Tumor” Relatório Descritivo Campo Técnico
A presente revelação relaciona-se geralmente aos campos de biologia molecular, oncologia de radiação e terapia de câncer. Mais especificamente, a revelação presente relaciona-se à descoberta de que uma combinação de certas quimioterapia molecular e tratamento de radiação realça os efeitos terapêuticos contra o câncer.
Antecedentes
O câncer é um problema mundial que aflige milhões de pessoas todo ano. Como tal, descobrir métodos para seu tratamento é de 15 interesse vital. Ambas as quimioterapia e radiação são usadas no tratamento de câncer. A quimioterapia refere-se ao uso de compostos ou drogas químicas no tratamento de doença, embora o termo quimioterapia seja mais frequentemente associado ao tratamento de câncer. Os agentes quimioterápicos de câncer também são comumente chama20 dos de agentes antineoplásicos. Os efeitos colaterais severos experimentados com a maioria dos quimioterápicos de câncer são um resultado da natureza não específica destas drogas, que não distinguem entre células saudáveis e cancerosas e que, ao invés, destruem ambos. As drogas de ciclo-celular específico tentam diminuir estes efeitos, 25 visando fases do ciclo celular envolvidas na replicação e divisão celular. Estas drogas não distinguem, porém, entre células cancerosas e células saudáveis que estão sofrendo divisão celular normal. A maioria das células em risco a partir destes tipos de quimioterapia são aquelas que sofrem divisão celular com frequência, incluindo células sanguíneas, células do folículo piloso e células dos tratos reprodutivo e digestivo.
Os efeitos colaterais mais comuns de agentes quimioterápicos são náusea e vômito. Uma proporção grande de indivíduos também sofre de mielosupressão ou supressão da medula óssea, que produz glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas. Estes e outros efeitos colaterais também são exacerbados pela supressão do sistema imunológico concomitante com a destruição e falta de produção de glóbulos brancos e o risco associado de infecção oportunista. Outros efeitos colaterais comuns a uma grande variedade de agentes quimioterápicos incluem queda de cabelo (alopecia), perda de apetite, perda de peso, mudanças de paladar, estomatite e esofagite (inflamação e sores), constipação, diarréia, fadiga, dano cardíaco, mudanças de sistema nervoso, dano do pulmão, dano do tecido reprodutivo, dano do fígado e dano do rim e do sistema urinário.
A radiação é outro tratamento comumente usado para o câncer, usado em aproximadamente 60% dos regimes de tratamento. Frequentemente combinada com quimioterapia e/ou cirurgia, a terapia de radiação engloba ambas as administrações local e de corpo total 20 como também vários novos avanços, incluindo radioimunoterapia. O efeito citotóxico da radiação em células neoplásticas surge da habilidade da radiação causar um rompimento num ou em ambas as cadeias da molécula de DNA dentro das células. As células em todas as fases do ciclo celular são suscetíveis a este efeito. Porém, o dano do DNA é mais 25 provável ser letal em células cancerosas porque elas são menos capazes de reparar o dano do DNA. As células saudáveis, com proteínas de ponto de verificação de ciclo celular e enzimas de reparo em funcionamento, são muito mais prováveis de serem capazes de reparar o dano de radiação e de funcionar normalmente depois do tratamento.
Os efeitos colaterais de radiação são semelhantes àqueles da quimioterapia e surgem pela mesma razão, o dano do tecido saudável. A radiação é normalmente mais localizada que a quimioterapia, mas o tratamento é ainda acompanhado por dano do tecido previamente saudável. Muitos dos efeitos colaterais são desagradáveis e a radiação também compartilha com a quimioterapia a desvantagem de ser mutagênica, carcinológica e teratogênica em seu próprio direito. Enquanto as células normais normalmente começam a recuperar-se do tratamento dentro de duas horas de tratamento, mutações podem ser induzidas nos genes das células saudáveis. Estes riscos são elevados em certos tecidos, como aqueles no sistema reprodutivo. Também, foi descoberto que pessoas diferentes toleram a radiação diferentemente. As doses que podem não levar a novos cânceres num indivíduo podem, de fato, gerar cânceres adicionais noutro indivíduo. Isto podia ser devido a mutações pré-existentes em proteínas de ponto de verificação de ciclo celular ou em enzimas de reparo, mas a prática corrente não poderia predizer em que dose um indivíduo particular está em risco. Os efeitos colaterais comuns de radiação incluem irritação da bexiga, fadiga, diarréia, baixo hemograma, irritação de boca, alteração de paladar, perda de apetite, alopecia, irritação de pele, mudança na função pulmonar, enterite, desordens de sono e outros.
O tratamento de quimioterapia e uma terapia de radiação podem ser combinados no tratamento de cânceres, mas frequentemente o paciente sofre risco aumentado devido aos efeitos colaterais e toxicidade cumulativos de cada tratamento. Um efeito sinergético permite 25 menos exposição aos agentes quimioterápicos tóxicos e à terapia de radiação, reduzindo, assim, os efeitos colaterais, enquanto alcança um resultado benéfico melhorado.
Sumário
A revelação relaciona-se geralmente aos métodos para realçar a radiossensibilidade de células e também aos métodos de tratar cânceres com um composto ou compostos da presente revelação em conjunção com a radioterapia.
Uma modalidade da presente revelação é esboçada para um método de conferir sensibilidade de radiação numa célula de tumor compreendendo administrar à dita célula um composto da fórmula (1):
x
na qual
XeY são os mesmos ou diferentes e são hidrogênio, halógeno, OR3, SR3, NR3R4 ou NHAcil;
Zé um halógeno ou CF3;
R3 e R4 sendo os mesmos ou diferentes e sendo hidrogênio, um alquil inferior de 1 a 7 átomos de carbono, um composto aralquil selecionado a partir do grupo que consiste em benzil, benzihidril ou metoxibenzil, ou um composto aril selecionado a partir do grupo que consiste em fenil, clorofenil, toluil, metoxifenil e naftil;
NHAcil sendo alcanoil ou aroil amida, alcanoil sendo um radical alquil carbonil em que o alquil é um radical de hidrocarboneto saturado ou insaturado de cadeia reta ou ramificada tendo de 1 até 20 átomos de carbono; e
Ri e R2 são os mesmos ou diferentes e são hidrogênio, acil
ou aroil, acil sendo um grupo alcanoil de 1 a 20 átomos de carbono e aroil sendo benzoil ou naftoil; e sais, solvatos, derivados e pró-drogas dos mesmos.
Outra modalidade da presente revelação é esboçada para um método de conferir sensibilidade de radiação numa célula de tumor compreendendo administrar à dita célula um composto de fórmula (I-a):
na qual
Y é F, Cl ou Br;
R2 é hidrogênio ou acil; e sais, solvatos, derivados e pródrogas dos mesmos.
Outra modalidade é esboçada para métodos de realçar a radiossensibilidade de populações de célula que compreendem expor as ditas populações de célula à quantidade sensibilizante de um composto de fórmula (I). Também são proporcionados aqui métodos para tratar o 15 crescimento de tumor que compreendem administrar a um paciente necessitado da mesma uma combinação sinergética de radiação e um composto de fórmula (I). Todos os métodos proporcionados aqui também podem, além disso, compreender administrar compostos de fórmula (I) concorrentemente com radiação ao longo do curso do 20 tratamento. Por exemplo, os compostos de fórmula (I) podem ser administrados diariamente por um período antes, depois, ou durante o curso da terapia de radiação. Numa modalidade, um composto de fórmula (1) é administrando depois de dirigir a radioterapia, mas próximo o suficiente no tempo para exibir um efeito de combinação ou sinergético. Igualmente, um composto de fórmula (I) pode ser adminis5 trado antes de dirigir a radioterapia, mas próximo o suficiente no tempo para exibir um efeito de combinação ou sinergético.
Enquanto não limitarem o escopo da revelação, os cânceres tratáveis pelos métodos aqui incluem, mas não são limitados a um câncer do cólon, um câncer coloretal, um câncer pancreático, um 10 câncer do fígado, cânceres de tecido mole, um câncer do cérebro, um câncer de cabeça e pescoço, um câncer gastrointestinal, um câncer de mama, um câncer do ovário, um linfoma, um sarcoma, um câncer melanoma da cérvix ou do endométrio, um câncer da bexiga, um câncer renal ou um câncer ocular.
Breve Descrição dos Desenhos
A Figura 1 é uma fotografia microscópica imunofluorescente que mostra a detecção de foci de γ-Η2ΑΧ induzido por radiação de células tratadas com concentrações diferentes de clofarabina.
A Figura 2 é um gráfico que mostra a média de foci nuclear de γ-Η2ΑΧ por núcleo para células irradiadas tratadas com concentrações diferentes de cloforabina.
A Figura 3 mostra as curvas de sobrevivência para frações de células tratadas com clofarabina só e para frações de células tratadas com ambos os clofarabina e irradiação.
A Figura 4 apresenta gráficos que comparam a atividade de
radiossensibilização de clofarabina, gemcitabina e fluoruracil (“5-FU”).
A Figura 5 ilustra graficamente a mudança média em peso de tumor para tumores in vivo tratados com clofarabina só, radiação só e uma combinação de radiação e clofarabina.
A Figura 6 ilustra graficamente a mudança média em peso de tumor para tumores in vivo tratados com 5-FU só, clofarabina só, radiação só, uma combinação de radiação e de 5-FU e uma combinação de radiação e clofarabina.
A Figura 7 mostra o efeito sinergético de radiação e clofarabina usadas em conjunção uma com a outra e compara os resultados ao efeito aditivo esperado.
A Figura 8 mostra o efeito antitumor de clofarabina em células SKOV-3.
A Figura 9 mostra o efeito antitumor de clofarabina em células IGROV-1.
Descrição Detalhada da Revelação
A revelação relaciona-se geralmente aos métodos de realçar a radiossensibilidade de células e também a métodos para tratar cânceres com um composto ou compostos da presente revelação em conjunção com radioterapia.
Como empregados acima e ao longo da revelação, os termos seguintes, a menos que indicado de outra forma, devem ser entendidos para ter os significados seguintes.
Como usados aqui, os termos “células neoplásticas”, “neoplasia”, “tumor”, “células de tumor”, “câncer” e “células de câncer” são usados de modo intercambiável e referem-se a células que exibem crescimento relativamente autônomo, de forma que elas exibem um 25 fenótipo de crescimento aberrante caracterizado por uma perda significativa de controle de proliferação celular. As células neoplásticas podem ser malignas ou benignas. Os termos “agentes antineoplásicos”, “agente quimioterápico antineoplásico”, “agente quimioterápico”, “antineoplásico” e “quimioterápico” são usados de modo intercambiável e referem-se a compostos ou drogas químicas que são usados no tratamento de câncer, por 5 exemplo, para matar células de câncer e/ou diminuir a propagação da doença.
“Terapia de radiação” é um termo comumente usado na técnica para se referir a múltiplos tipos de terapia de radiação incluindo terapia de radiação interna e externa, radioimunoterapia e o uso de 10 vários tipos de radiação incluindo raios-X, raios gama, partículas alfa, partículas beta, fótons, elétrons, nêutrons, radioisótopos e outras formas de radiação ionizante. Como usados aqui, os termos “terapia de radiação” e “radiação” são inclusivos de todos estes tipos de terapia de radiação, a menos que especificado de outra forma.
Os termos “suprimir o crescimento de tumor”, “tratar o
crescimento de tumor” e “tratar o câncer” e semelhantes referem-se a reduzir a taxa de crescimento de um tumor, deter o crescimento de tumor completamente, causar uma regressão no tamanho de um tumor existente, erradicar um tumor existente e/ou prevenir a ocorrência de 20 tumores adicionais sob tratamento com as composições, kits ou métodos da presente revelação. “Suprimir” o crescimento de tumor indica um estado de crescimento que é reduzido quando comparado ao crescimento sem administração de um composto revelado aqui em conjunção com a radiação. O crescimento celular de tumor pode ser 25 avaliado por qualquer meio conhecido na técnica, incluindo, mas não limitado a, medir o tamanho do tumor, determinar se as células de tumor estão proliferando usando um teste de incorporação 3H-timidina ou contando as células do tumor. “Suprimir” o crescimento celular de tumor significa qualquer ou todos os estados seguintes: desacelerar, 30 retardar e parar o crescimento do tumor, bem como o encolhimento do tumor. “Retardar o desenvolvimento” de um tumor significa protelar, dificultar, desacelerar, retardar, estabilizar e/ou adiar o desenvolvimento da doença. Este retardo pode ser de durações variadas de tempo, dependendo do histórico da doença e/ou do indivíduo sendo tratado.
Como usado aqui, “sinergia” ou “efeito sinergético” quando referindo-se à administração de combinação de um composto da presente revelação junto com radiação significa que o efeito da combinação é mais que aditivo quando comparado à administração do(s) composto(s) e radiação só.
“Um/uma” e “o/a” incluem referências plurais como também referências singulares, a menos que o contexto claramente dite de outra forma.
“Quantidade efetiva” refere-se a uma quantidade de um composto como descrito aqui que pode ser terapeuticamente efetivo para tratar uma doença ou desordem associada com a revelação imediata. A quantidade precisa exigida destes compostos variará com os compostos ou derivados particulares empregados, a idade e a condição do sujeito a ser tratado e a natureza e a severidade da condição. Porém, a quantidade efetiva pode ser determinada por uma pessoa de habilidade ordinária na técnica só com experimentação de rotina. Uma quantidade efetiva de radiação pode ser determinada sem experimentação indevida por uma pessoa de habilidade ordinária na técnica. Parâmetros de radiação, como quantidade de dosagem e frequência são bem conhecidos na técnica.
“Farmaceuticamente aceitável” refere-se àqueles compostos, materiais, composições e/ou formas de dosagem que são, dentro do escopo de julgamento de sonda médica, apropriados para o contato com os tecidos de seres humanos e de animais sem excessiva toxicidade, irritação, resposta alérgica ou outras complicações de problema proporcionais a uma razão de benefício/risco razoável.
“Sais farmaceuticamente aceitáveis” referem-se a derivados dos compostos descobertos nos quais o composto original é modificado fazendo ácido ou sais de base dos mesmos. Os compostos desta 5 revelação formam ácido e sais de adição de base com uma variedade larga de ácidos e bases orgânicos e inorgânicos e incluem os sais flsiologicamente aceitáveis que são frequentemente usados em química farmacêutica. Tais sais também são parte desta revelação. Os ácidos inorgânicos típicos usados para formar tais sais incluem o clorídrico, 10 bromídrico, iódico, nítrico, sulfúrico, fosfórico, hipofosfórico e semelhantes. Sais derivados de ácidos orgânicos, como ácidos mono e dicarboxílico alifáticos, ácidos alcônicos fenil substituídos, ácidos hidroxialcanoicos e hidroxialcandioicos, ácidos aromáticos, ácidos alifáticos e sulfônicos aromáticos podem também ser usados. Tais sais 15 farmaceuticamente aceitáveis, deste modo, incluem acetato, fenilacetato, trifluoracetato, acrilato, ascorbato, benzoato, clorobenzoato, dinitrobenzoato, hidroxibenzoato, metoxibenzoato, metilbenzoato, oacetoxibenzoato, naftaleno-2-benzoato, brometo, isobutirato, fenilbutirato, β-hidroxibutirato, butino-l,4-dioato, hexino-l,4-dioato, cabrato, 20 caprilato, cloreto, cinamato, citrato, formato, fumarato, glicolato, heptanoato, hipurato, Iactato, malato, maleato, hidroximaleato, malonato, mandelato, mesilato, nicotinato, isonicotinato, nitrato, oxalato, ftalato, teraftalato, fosfato, monohidrogenofosfato, dihidrogenofosfato, metafosfato, piro fosfato, propiolato, propionato, fenilpropionato, salicila25 to, sebacato, sucinato, suberato, sulfato, bissulfato, pirossulfato, sulfeto, bissulfito, sulfonato, benzeno-sulfonato, p-bromobenzenos-sulfonato, clorobenzenossulfonato, etanossulfonato, 2-hidroxietanossulfonato, metanossulfonato, naftaleno-1-sulfonato, naftaleno-2-sulfonato, p-toluenossulfonato, xilenossulfonato, tartarato e semelhantes.
As bases comumente usadas para a formação de sais inclu
em hidróxido de amônio e hidróxidos de metal de terra álcalis e alcalinos, carbonatos, como também aminas alifáticas e primárias, secundárias e terciárias, diaminas alifáticas. As bases especialmente úteis na preparação de sais de adição incluem hidróxido de sódio, hidróxido de potássio, hidróxido de amônio, carbonato de potássio, metilamina, dietilamina e diamina de etileno.
“Paciente” refere-se a animais, incluindo os mamíferos, de preferência, os humanos.
“Metabolito” refere-se a qualquer substância resultante de mudanças químicas envolvidas nos processos de crescimento e conserto 10 num organismo vivo, incluindo os processos anabólicos e catabólicos. Uma “pró-droga” é um composto que é convertido dentro do corpo em sua forma ativa que tem um efeito médico. As pró-drogas podem ser úteis quando a droga ativa puder ser muito tóxica para administrar sistematicamente, a droga ativa estiver mal absorvida pelo trato digesti15 vo ou o corpo quebrar a droga ativa antes dela alcançar seu destino. Os métodos de fazer pró-drogas são revelados em Hans Bundgaard, Design of Prodrugs (Elsevier Science Publishers B. V. 1985), que é incorporado aqui por referência em sua totalidade.
“Solvatos” referem-se ao composto formado pela interação 20 de um solvente e um soluto e incluem hidratos. Os solvatos são normalmente adutos sólidos cristalinos contendo moléculas solventes dentro da estrutura de cristal, em quaisquer proporções estequiométricas ou não estequiométricas. O termo “que compreende” (e suas variações gramaticais) como usado aqui é usado no sentido inclusivo de 25 “ter” ou “incluir” e não no sentido exclusivo de “consistindo só de”. O termo “consistindo essencialmente de” como usado aqui é planejado para se referir a incluir que é explicitamente dito junto com o que não afeta materialmente as características básicas e inovativas daquilo dito ou especificado.
Nas fórmulas descritas e reivindicadas aqui, é planejado que quando qualquer símbolo aparece mais de uma vez numa fórmula ou substituinte particular, seu significado em cada instância é independente do outro.
Uma modalidade da presente revelação é esboçada para um método de potencializar o tratamento de radioterapia compreendendo administrar a um paciente necessitado da mesma uma quantidade terapeuticamente efetiva de um composto de fórmula (I):
x
na qual
XeY são os mesmos ou diferentes e são hidrogênio, haló
geno, OR3, SR3, NR3R4 ou NHAcil;
Z é um halógeno ou CF3.
sendo R3 e R4 os mesmos ou diferentes e sendo hidrogênio, um alquil inferior de 1 a 7 átomos de carbono, um composto aralquil selecionado a partir do grupo que consiste em benzil, benzihidril ou metoxibenzil, ou um composto aril selecionado a partir do grupo que consiste em fenil, clorofenil, toluil, metoxifenil e naftil;
sendo NHAcil alcanoil ou aroil amida, sendo alcanoil um radical alquil carbonil em que alquil é um radical de hidrocarboneto saturado ou insaturado de cadeia reta ou ramificada tendo de 1 até 20 átomos de carbono; e Ri e R2 são os mesmos ou diferentes e são hidrogênio, acil ou aroil, acil sendo um grupo alcanoil de 1 a 20 átomos de carbono e aroil sendo benzoíla ou naftoil; e sais, solvatos, derivados e pró-drogas dos mesmos. Outra modalidade da presente revelação é esboçada para um método de conferir sensibilidade de radiação numa célula de tumor compreendendo administrar para dita célula um composto de fórmula (1-a). Noutra modalidade, as células de tumor sendo sensibilizadas para radiação não são qualquer um ou todos dentre as células de próstata, de pulmão ou de tumor glioblastoma.
Os métodos de sintetizar os compostos de fórmula (I) são bem conhecidos na técnica e são revelados na Patente dos Estados Unidos 4.751.221 para Watanabe e colaboradores que é incorporada aqui por referência em sua totalidade.
Outra modalidade da presente revelação é esboçada para um método de potencializar o tratamento de radioterapia compreendendo administrar para um paciente necessitado da mesma uma quantidade terapeuticamente efetiva de um composto de fórmula (I-a):
na qual
Y é F, Cl ou Br;
R2 é hidrogênio ou acil; e sais, solvatos, derivados e pródrogas dos mesmos. Outra modalidade da presente revelação é esboçada para um método de conferir sensibilidade de radiação numa célula de tumor compreendendo administrar para dita célula um composto de fórmula (I-a). Noutra modalidade, as células de tumor sendo sensibilizadas para a radiação não são qualquer uma ou todas dentre as células de próstata, de pulmão ou de tumor glioblastoma.
Os métodos de sintetizar os compostos de fórmula (I-a) são bem conhecidos na técnica e são revelados na Patente dos Estados Unidos 6.949.640 para Montgomery e colaboradores e Patente dos Estados Unidos 5.034.518 para Montgomery e colaboradores, ambas 10 atribuídas ao Southern Research Institute, a cessionária deste pedido e são ambas incorporadas aqui por referência em suas totalidades.
Outra modalidade é esboçada para métodos de realçar a radiossensibilidade de populações de célula compreendendo expor ditas populações de célula a uma quantidade sensibilizante de um composto da revelação imediata. Também são proporcionados com isto métodos para tratar o crescimento de tumor compreendendo administrar para um paciente necessitado da mesma uma combinação sinergética de radiação e um composto da revelação imediata. Todos os métodos proporcionados aqui podem também compreender ainda administrar compostos da revelação imediata concorrentemente com radiação ao longo do curso do tratamento. Por exemplo, os compostos da revelação imediata podem ser diariamente administrados por um período antes, depois ou ao longo do curso da radiação de terapia. Numa modalidade, um composto da revelação imediata é administrado depois de conduzir a radioterapia, mas próximo o suficiente em tempo para exibir um efeito de combinação ou sinergético. Igualmente, um composto da revelação imediata pode ser administrado antes de conduzir a radioterapia, mas próximo o suficiente em tempo para exibir um efeito de combinação ou sinergético. Numa modalidade, os métodos da revelação imediata não são dirigidos para qualquer uma ou todos dentre os tumores de próstata, de pulmão ou de glioblastoma. Embora não limitando o escopo da revelação, os cânceres tratáveis pelos métodos revelados aqui incluem, mas não são limitados a um câncer do cólon, um câncer do fígado, um câncer coloretal, um câncer pancreático, cânceres de tecidos moles, um câncer do cérebro, 5 um câncer de cabeça e pescoço, um câncer gastrointestinal, um câncer de mama, um câncer do ovário, um linfoma, um sarcoma, um câncer melanoma da cérvix ou endométrio, um câncer da bexiga, um câncer renal ou um câncer ocular.
Formas de pró-droga dos compostos que suportam várias 10 funções de nitrogênio (amino, hidroxiamino, amida etc.) podem incluir os tipos seguintes de derivados, onde cada grupo R individualmente pode ser hidrogênio, grupos de alquil substituído ou não substituído, de aril, de alquenil, de alquinil, de heterociclo, de alquilaril, de aralquil, de aralquenil, de aralquinl, de cicloalquil ou de cicloalquenil como definido 15 anteriormente.
(a) Carboxamidas, -NHC(O)R
(b) Carbamato s, -NHC(O)OR
(c) Carbamatos de (aciloxi)alquil, NHC(O)OROC(O)R
(d) Enaminas, -NHCR(=CHC02R) ou -NHCR(=CHCONR2)
(e) Bases de Schiff, -N=CR2
(f) Bases de Mannich (de compostos de carboximida), RCO
NHCH2NR2
Preparações desses derivados de pró-droga são examinados em várias fontes literárias (exemplos são: Alexander e colaboradores, J. 25 Med.. Chem. 1988, 31, 318; Aligas-Martin e colaboradores, PCT WO pp/41531, p.30). A função de nitrogênio convertida em preparar estes derivados é um (ou mais) dos átomos de nitrogênio de um composto da invenção. As formas de pró-droga de compostos que levam carboxil da
invenção incluem ésteres (-CO2R) onde o grupo R corresponde a qualquer álcool cuja liberação no corpo por processos hidrolíticos ou enzimáticos estariam em níveis farmaceuticamente aceitáveis. Outra pró-droga derivada de uma forma de ácido carboxílico da invenção pode ser um sal quaternário tipo
R
de estrutura descrita por Bodor e colaboradores, J. Med.. Chem. 1980,
23, 469.
venção relacionem-se a todos isômeros e estéreo-isômeros ópticos nos vários átomos possíveis da molécula.
presente invenção incluem aqueles derivados de ácidos inorgânicos ou 15 orgânicos farmaceuticamente aceitáveis. Os exemplos de ácidos apropriados incluem ácidos clorídrico, bromídrico, sulfúrico, nítrico, perclórico, fumárico, maleico, fosfórico, glicólico, láctico, salicíclico, succínico, tolueno-p-sulfônico, tartárico, acético, cítrico, metanossulfônico, fórmico, benzóico, malônico, naftaleno-2-sulfônico, trifluoracético 20 e benzenossulfônico. Os sais derivados de bases apropriadas incluem álcali como sódio e amoníaco.
por pessoas qualificadas na técnica uma vez cientes da presente revelação sem experimentação indevida. Os procedimentos estão disponíveis na literatura química apropriada para preparar os açúcares ou nucleosídeos requeridos. Ao longo destas linhas, ver Choi, Jong
X
Θ
10
É claramente entendido que os compostos da presente in
Os sais farmaceuticamente aceitáveis dos compostos da
Os compostos da presente invenção podem ser sintetizados Ryoo; Kim, Jeong-Min; Roh, Kee-Yoon; Cho, Dong- Gyu; Kim, Jae-Hong; Hwang, Jae-Taeg; Cho, Woo-Young; Jang, Hyun-Sook; Lee, Chang-Ho; Choi, Tac-Saeng; Kim, Chung-Mi; Kim, Yong-Zu; Kim, Tae-Kyun; Cho, Seung-Joo; Kim, Gyoung-Won, Pedido Int. de PCT (2002), 100 pp. WO 5 0257288 Al 20020725. Holy, Antonin; Votruba, Ivan; Tloustova, Eva; Masojidkova, Milena. Colecction of Czechoslovak Chemical Communications (2001), 66(10), 1545-1592. Rejman, Dominik; Masojidkova, Milena; De Clercq, Eric; Rosenberg, Ivan, Nucleosides, Nucleotides & Nucleics Acids (2001), 20(8), 1497-1522; Ubasawa, Masaru; Sekiya, 10 Kouichi, Pedido Int. de PCT (2001), 39 pp WO 0164693 Al 20010907. Otmar, Miroslav; Masojfdkova, Milena; Votruba, Ivan; Holy, Antonin. Colecction of Czechoslovak Chemical Communications (2001), 66(3), 500- 506. Michal; Hocek, Michal; Holy, Antonin. Colecction of Czechoslovak Chemical Communications (2000), 65(8), 1357-1373. Jeffery, A. L.; Kim, 15 J.-H.; Wiemer, D. F. Tetrahedron (2000), 56(29), 5077-5083. Holy, Antonin; Guenter, Jaroslav; Dvorakova, Hana; Masojidkova, Milena; Andrei, Graciela; Snoeck, Robert; Balzarini, Jan; De Clercq, Journal of Medicinal Chemistry (1999), 42(12), 2064-2086. Janeba, Zlatko; Holy, Antonin; Masojidkova, Milena. Colecction of Czechoslovak Chemical 20 Communications (2001), 66(9), 1393-1406. Holy, Antonin; Guenter, Jaroslav; Dvorakova, Hana; Masojidkova, Milena; Andrei, Graciela; Snoeck, Robert; Balzarini, Jan; De Clercq, Erik. Journal of Medicinal Chemistry (1999), 42(12), 2064-2086. Dang, Qun; Erion, Mark D.; Reddy, M. Rami; Robinsion, Edward D.; Kasibhatla, Srinivas Rao; 25 Reddy, K. Raja. Pedido Int. de PCT (1998), 126 pp WO 9839344 Al 19980911. ArimilH, Murty N.; Cundy, Kenneth C; Dougherty, Joseph P.; Kim, Choung U.; Oliyai, Reza; Stella, Valentino J. Pedido Int. de PCT (1998), 74 pp WO 9804569. Sekiya, Kouichi; Takashima, Hideaki; Ueda, Naoko; Kamiya, Naohiro; Yuasa, Satoshi; Fujimura, Yoshiyuki; 30 Ubasawa, Masaru. Journal of Medicinal Chemistry (2002), 45(14), 3138- 3142. Ubasawa, Masaru; Sekiya, Kouichi; Takashima, Hideaki; Ueda, Naoko; Yuasa, Satoshi; Kamiya, Naohiro. Pedido Europeu de PCT (1997), 56 pp EP 785208 Al 19970723. Hocek, Michal; Masojidkova, Milena; Holy, Antonin, Colecction of Czechoslovak Chemical Communications (1997), 62(1), 136-146. Holy, Antonin; Votruba, Ivan; Tloustova, Eva; Masojidkova, Milena. Colecction of Czechoslovak Chemical 5 Communications (2001), 66(10), 1545-1592. Holy, Antonin; De Clercq, Erik Desire Alice. Pedido Int. de PCT (1996), 57 pp. WO 9633200 Al 19961024. Rejman, Dominik; Rosenberg, Ivan. Colecction of Czechoslovak Chemical Communications (1996), 61 (Spec. Issue), S122-S 123. Holy, Antonin; Dvorakova, Hana; Jindrich, Jindrich; Masojidkova, 10 Milena; Budesinsky, Milos; Balzarini, Jan; Andrei, Graciella; De Clercq, Erik. Journal of Medicinal Chemistry (1996), 39(20), 4073-4088. Guanti, Giuseppe; Merlo, Valeria; Narisano, Enrica. Tetrahedron (1995), 51 (35), 9737-46. Takashima, Hideaki; Inoue, Naoko; Ubasawa, Masaru; Sekiya, Kouichi; Yabuuchi, Shingo, Pedido Europeu de PCT 15 (1995), 88 pp. EP 632048 Al 19950104. Alexander, Petr; Holy, Antonin; Masojidkova, Milena, Colecction of Czechoslovak Chemical Communications (1994), 59(8), 1853-69. Alexander, Pctr; Holy, Colecction of Czechoslovak Chemical Communications (1994), 59(8), 1853-69. Jindrich, Jindrich; Holy, Antonin; Dvorakova, Hana. Colecction of 20 Czechoslovak Chemical Communications (1993), 58(7), 1645-67. Holy, Antonin. Colecction of Czechoslovak Chemical Communications (1993), 58(3), 649-74. Guanti, Giuseppe; Merlo, Valeria; Narisano, Enrica; Tetrahedron (1995), 51(35), 9737-46. Emishetti, Purushotham; Brodfuchrer, Paul R.; Howell, Henry G.; Sapino, Chester, Jr. Pedido Int. de 25 PCT (1992), 43 pp. WO 9202511 Al 19920220. Glazier, Arnold. Pedido Int. de PCT (1991), 131 pp. WO 9119721. Kim, Choung Un; Luh, Bing Yu; Misco, Peter F.; Bronson, Joanne J.; Hitchcock, Michael J. M.; Ghazzouli, Ismail; Martin, John C, Journal of Medicinal Chemistry (1990), 33(4), 1207-13. Rosenberg, Ivan; Holy, Antonin; Masojidkova, 30 Milena. Colecction of Czechoslovak Chemical Communications (1988), 53(11B), 2753-77. Rosenberg, Ivan; Holy, Antonin; Masojidkova, Milena. Colecction of Czechoslovak Chemical Communications (1988), 53(11Β), 2753-77.
Embora não ficando ligados a nenhuma teoria particular, acredita-se que os compostos da revelação imediata, como clofarabina, trabalham sinergisticamente com terapia de radiação sustentando a 5 presença de dano de DNA para aumentar a resposta do tumor à terapia de radiação. A clofarabina funciona através do rompimento do metabolismo de nucleotídeos inibindo as polimerases de DNA e a redutase de ribonucleotideo (RnR), uma classe de enzimas necessárias para reciclar o pool de nucleotídeos. A RnR catalisa a redução de ribonucleotídeos 10 em deoxiribonucleotídeos, proporcionando os substratos para a síntese e reparo de DNA. A clofarabina é fosforilada por quinases citosólicas (deoxicitidina quinase) para clofarabina 5'-monofosfato e por mono- e difosfoquinases para a forma ativa, clofarabina 5'-trifosfato. A clofarabina 5'-trifosfato compete com a desoxiadenosina trifosfato (dATP) para 15 polimerase-α e -ε de DNA e inibe a RnR descongestionando os pools de deoxiribonucleotídeo trifosfato de deoxicitidina trifosfato e dATP. Estas ações culminam na inibição de síntese de DNA e em ambas a indução de rompimento de cadeia e a inibição de reparo de DNA. Também é possível que a clofarabina possa ser incorporada num emplastro de 20 reparação, cause a terminação de cadeia no local de incorporação, prolongue um sinal de resposta de dano de DNA e produza dano de DNA mais permanente iniciado por terapia de radiação.
Os exemplos seguintes ilustram e descrevem aspectos da presente revelação. Os exemplos mostram e descrevem somente 25 modalidades limitadas, mas deve ficar entendido que a revelação é capaz de uso em várias outras combinações, modificações e ambientes e é capaz de mudanças ou modificações dentro do escopo do conceito como aqui expresso, proporcionais aos ensinos e/ou à habilidade ou conhecimento da técnica relevante. Os procedimentos descritos nos 30 exemplos seguintes também são revelados em Cariveau e colaboradores, Clofarabine Acts as Radiosensitizer In Vitro and In Vivo by Interference with DNA Damage, INT. J. Radiation Oncology Biol. Phys., 70(1): 213-220 (2008), que é incorporado aqui por referência em sua totalidade.
Exemplo 1 Preparação Quimioterápica
Um agente quimioterápico como a clofarabina (2-cloro-9-(2- deoxi-fluor-p-D-arabino-furanosil)-adenina) (Genzyme), gemcitabina (ElIi Lilly) ou 5-FU (American Pharmaceutical Partneres) é dissolvido em DMSO (dimetilsulfoxida) para uma concentração de estoque de IOOmM 10 e armazenado a -20°C. Os compostos são reconstituídos, para diluições de trabalho, em meio de cultura DMEM (Meio Dulbecco Modificado por Eagle) contendo soro bovino fetal, L-glutamina (2 mM) e 1% de penicilina-estreptomicina imediatamente antes do uso.
Exemplo 2 Radiação
Para irradiações, é empregado um Gabinete de Irradiação de X-RAD 320 (Raio X de Precisão, East Haven, CT) a 320KV e 160mA, com um filtro de 0,8mm Sn + 0,25mm Cu + l,5mm Al (HVL = 3,7 Cu) num TSD de 20cm e uma taxa de dose de 3,4Gy/min. Todas as 20 irradiações são conduzidas sob pressão e temperatura atmosférica normais.
Exemplo 3 Ensaio de Formação de Foco γ-Η2ΑΧ
Células HeLa e DLD-I (HCT15) (de ATCC, CCL-2, Manassas VA) são mantidas em crescimento exponencial em DMEM (Meio Dulbecco Modificado por Eagle)- 10%FBS (Soro bovino fetal), numa atmosfera umidificada de CO2 a 5%. As culturas exponencialmente crescentes de células HeLa são laminadas em lamínulas de 22cm, estéreis, em DMEM (Meio Dulbecco Modificado por Eagle)- 10%FBS (Soro bovino fetal) e incubadas por 24 horas a 37°C em ar umidificado de CO2 a 5%. As células são tratadas com 0, 5, 10, 100 ou 1000 nM de clofarabina, 5 desafiadas ou irradiadas com 6Gy e colhidas 30 minutos mais tarde. Por estudos de curso de tempo de presença de foci de γ-Η2ΑΧ, as células são tratadas com 0, 5 ou 10 nM de clofarabina, desafiadas ou irradiadas com 6Gy e colhidas em 0, 0,5, 2, 8 e 24horas. A imunofluorescência é usada para determinar os efeitos de Clofarabina na indução 10 e manutenção de foci de γ-Η2ΑΧ. O número de foci por núcleo é, então, contado de uma população de pelo menos 25 células e feito em gráfico como o desvio médio e padrão.
O teste descrito acima foi implementado e os resultados são mostrados na Figura 1, que demonstra que a clofarabina prolonga a 15 existência de foci de γ-Η2ΑΧ induzido por IR. As células HeLa foram tratadas com clofarabina por uma hora, irradiada com 0 (desafiada) ou 6Gy (IR) e, então, colhidas. A microscopia de imunofluorescência foi empregada para detectar foci de γ-Η2ΑΧ induzido por radiação. A Figura 2 mostra que a clofarabina prolonga a existência de foci de γ20 H2AX induzido por IR. A média de foci nuclear de γ-Η2ΑΧ por núcleo foi determinada para cada imagem usando Imagem Pro 5.1. As barras de erro representam +/-1 de desvio padrão da média de três experimentos independentes.
Exemplo 4 Ensaios de Radiossensibilidade
Para determinar o efeito radiossensibilizante de clofarabina, um ensaio de formação de colônia usando uma série de doses de clofarabina (0-1.000 nM) com e sem radiação 2-Gy é desempenhado. As células HeLa são incubadas com clofarabina por 4 h antes da terapia de radiação. A radiossensibilidade da clofarabina foi testada e os resultados apresentados na Figura 3, que mostra que a clofarabina aumenta a radiossensibilidade celular. As células HeLa foram semeadas em diluições limitativas e tratadas com clofarabina por 4 horas antes da 5 irradiação, continuamente expostas à droga por 20 horas adicionais, colhidas 10-12 dias mais tarde e manchadas com violeta de cristal. As curvas de sobrevivência com cada ponto de dados representando a média de três experimentos independentes são mostradas com as barras de erro representando +/-1 SEM.
Exemplo 5 Comparação de Clofarabina, Gemcitabina e Radiossensibilização Induzida por 5-FU
Para comparar o potencial de clofarabina com outros antimetabólitos radiossensibilizantes provados, a radiossensibilidade é testada em células HeLa tratadas com uma combinação de clofarabina, gemcitabina ou 5-FU com terapia de radiação. Os agentes são administrados nas mesmas doses e programados para identificar a dose letal mediana (LD50) para cada droga. A LDso é, então, usada para cada agente em experimentos subsequentes. Clofarabina, gemcitabina e 5- FU foram testados e os resultados são apresentados na Figura 4. As células foram semeadas em diluições limitativas e tratadas com clofarabina, gemcitabina ou 5-FU por 4 horas antes da irradiação, continuamente expostas à droga por 20 horas adicionais, colhidas 10-12 dias mais tarde e manchadas com violeta de cristal. As barras de erro representam +/- 1 SEM, em forma de gráfico estão as médias de três experimentos independentes.
Exemplo 6 Citotoxicidade, Radiossensibilidade e Sinergismo de Quimiorradiação
As células HeLa ou DLD-I são laminadas em diluições limitativas em placas de 6-well e incubadas por 24 horas a 37°C num ambiente umedecido de CO2 a 5%. Para os ensaios de cito toxicidade, as células são, então, tratadas com doses de clofarabina, de gemcitabina ou de 5-FU por quatro horas e meio fresco adicionado 20hrs mais tarde.
Para a sensibilidade de radiação, as células são tratadas com clofarabina, gemcitabina ou 5-FU, desafiadas ou irradiadas com 2Gy só, ou l-4Gy, e o meio mudou 20hr mais tarde. As culturas são, 10 então, incubadas por 10-12 dias, colhidas e manchadas com 0,5% de violeta de cristal em metanol. Os números de colônia são determinados com um microscópio de dissecação. Uma população de >50 células é contada como uma colônia e o número de colônias é expresso como uma porcentagem do valor para controles não tratados e aqueles 15 tratados com clofarabina, gemcitabina ou 5-FU. As curvas de sobrevivência são plotadas por análises de regressão linear e o valor Do representa a dose de radiação que leva a 37% de sobrevivência. As razões de reforço sensibilizante (SER) foram, então, calculadas de acordo com os valores Do usando a fórmula seguinte:
Do células não tratadas
SER = _
Do células tratadas
20
O índice de combinação (CI) é, então, usado para determinar se a interação é sinergética. O índice de combinação (CI) é descrito em Pauwels e colaboradores, F. Cell Cycle Effeet of Gemeitabine and its Role in the Radiosensitizing Meehanism in Vitro., Int. J. Radiot. Oncol. 25 Biol. Phys., 57: 1075-1083 (2003) e Giovannetti e colaboradores, Synergistie Cytotoxicity and Pharmaeogeneties of Gemcitabine and Pemetrexed Combination in Panereatie Caneer Cell Lines, Clin. Cancer Res., 10:2936-2943 (2004), que são incorporados aqui por referência em sua totalidade. Para determinar se a interação é sinergética (Cl < 0,7), aditiva (0,7 < CI < 0,9) ou antagônica (0,9 < CI < 1,1), os cálculos seguintes são empregados:
(D)1 (D)2 Cl = _ +
(Dx)1 (Dx)2
onde (D) i é a dose letal mediana (letal para 50% de sujeitos de teste) (LD50) em nanomoles para tratamento de combinação de clofarabina com IR, (D)2 é o LD50 em Gy para tratamento de combinação de clofarabina com terapia de radiação, (D)2 é o LD50 em Gray para tratamento de combinação de clofarabina com terapia de radiação e (Dx) 1 e (Dx)2 são os LD50 de clofarabina e terapia de radiação sós. As razões de reforço sensibilizante (SER) para clofarabina, gemcitabina ou 5-FU são calculadas baseadas na fração sobrevivente a 2 Gy. Cada experiência é repetida pelo menos duas vezes e o significado estatístico (em p<0,05) estabelecido usando t-teste de estudante.
Os métodos descritos acima foram implementados e os resultados mostrados na Figura 7. A Figura 7 mostra o efeito sinergético de radiação e clofarabina quando usadas juntas e compara os resultados ao efeito aditivo esperado baseado no método descrito acima.
Exemplo 7 Ensaio Xenográfico de Câncer do Cólon
Os tumores de cólon humano DLD-I são implantados s.c. em ratos nu/nu atímicos machos próximos ao flanco direito. Os tumores têm permissão para alcançar 100-256 mg em peso (100-256 mm3 em tamanho) antes do começo do tratamento. Um número suficiente de ratos é implantado de forma que os tumores numa faixa de peso tão estreita quanto possível são selecionados para a tentativa no dia de iniciação do tratamento (dia 14 depois da implantação do tumor). Dois estudos separados são conduzidos. No primeiro conjunto de experiências, os ratos são tratados com clofarabina só ou clofarabina mais radiação a 3Gy por tratamento para uma dose total de 18Gy. No 5 segundo conjunto de experiências, os ratos são tratados com clofarabina, gemcitabina ou 5-FU via injeção i.p. ou as drogas mais radiação a 3Gy por tratamento para uma dose total de 9 Gy. Os volume e tamanho de tumor são registrados diariamente e não têm permissão para romper ou ulcerar a pele.
O ensaio descrito acima foi desempenhado e os resultados
são proporcionados nas Figuras 5 e 6. A Figura 5 mostra que a clofarabina sensibiliza tumores para radiação in vivo. O tumor de cólon humano DLD-I foi implantado s.c. em ratos atímicos machos. Os ratos foram tratados com clofarabina só ou clofarabina mais radiação. A 15 Figura 6 também mostra os efeitos sensibilizantes da clofarabina em tumores in vivo. Os ratos foram tratados com clofarabina, gemcitabina ou 5-FU via injeção i.p. ou as drogas mais radiação. Os volume e tamanho de tumor foram registrados diariamente. Mostrados são os pesos de tumor médios de cada grupo como uma função de tempo 20 depois da implantação.
Exemplo 8
Ensaios Xenográficos de Câncer de Cabeça e Pescoço, Pancreático e do Cólon
Os modelos xenográficos incluindo DU-145 (próstata), NCI25 H460 NSCL (pulmão), SF-295 CNS (glioblastoma), SR475HN (cabeça e pescoço), PANC-I (pancreático) e HCT-116 (de cólon) são empregados para estudar o efeito de compostos de acordo com a revelação imediata combinados com a terapia de radiação. Os ratos são implantados com fragmentos de tumor subcutaneamente a partir de uma passagem in vivo e os tumores têm permissão para crescer. Os ratos com tumores numa faixa de tamanho designado são selecionados para os estudos. Os estudos NCI-H460 e SF-295 usam radiação total de 12 Gy entregue em quatro frações de 3 Gy a cada três dias combinados com clofarabina 5 injetada por injeção intraperitoneal (IP) diariamente por 10 dias numa dosagem de 30 mg/kg/injeção. Os modelos de tumor restantes recebem 20 Gy, em frações de 2 Gy diariamente por cinco dias por duas semanas combinados com clofarabina injetada IP diariamente por 12 dias numa dosagem de 30 mg/kg/injeção.
Os métodos descritos acima foram empregados e os dados
resultantes são apresentados na Tabela 1 abaixo. Tabela I Resultados para a Combinação de Clofarabina e Radiação - Estudos In Vivo Tumor Agente Tratamento Demora de Sobreviven¬ Crescimento tes Livres de (T-C, dias) Tumor /Total DU-145 Clofarabina 30 mg/kg/dose, 4,3 0/6 próstata ip, d. 13-24 Radiação 2 Gy, d. 13-17, 19,3 0/6 20-24 Combinação* 19,8 0/6 NCI-H460 Clofarabina 30 mg/kg/dose, 4,6 0/6 NSCL ip, d. 8-17 Radiação 3 Gy, d. 8, 11, 9,4 0/6 14, 17 Combinação* 16,9 0/6 SF-295 CNS Clofarabina 30 mg/kg/dose, - 0,8 0/6 (glioblastoma) ip, d. 8-17 Radiação 3 Gyj d. 8, 11, 7,2 0/6 14, 17 Combinação* 9,5 0/6 SR475 Clofarabina 30 mg/kg/dose, 18,2 0/6 (cabeça & ip, d. 19-30 Radiação 2 Gy, d. 19-23, 73,2 0/6 26-30 Combinação* >162,0 4/6 PANC-I Clofarabina 30 mg/kg/dose, 17,2 0/6 (pancreático) ip, d. 12-23 Radiação 2 Gy, d. 12-16, 1,7 0/6 19-24 Combinação* 63,8 0/6 HCT-116 Clofarabina 30 mg/kg/dose, 24,2 0/6 (cólon) ip, d. 13-24 Radiação 2 Gy, d. 13-17, 29,3 0/6 20-24 Combinação* >78,9 5/6 * Clofarabina foi dada primeiro seguido por radiação 1 hora depois.
Os tumores de cabeça e pescoço SR475HN foram radiossensibilizados por clofarabina com valores T-C (baseado em 2 duplicações de tumor) de 18,2, 73,2 e >162 dias para clofarabina, radiação e a 5 combinação, respectivamente. Tumores pancreáticos PANC-I foram radiossensibilizados por clofarabina com valores T-C (baseados em 2 duplicações de tumor) de 17,2, 1,7 e 63,8 dias para clofarabina, radiação e a combinação, respectivamente. Tumores de cólon HCT-116 foram radiossensibilizados por clofarabina com valores T-C (baseados 10 em 3 duplicações de tumor) de 24,2, 29,3 e >78,9 dias para clofarabina, radiação e a combinação, respectivamente. A capacidade de radiossensibilização da gemcitabina completou-se com os resultados da clofarabina. A clofarabina teve nenhum efeito no crescimento do glioblastoma SF-295 que não foi realçado por radiação. Não existiu diferença entre 5 radiação só e radiação combinada com clofarabina em xenógrafos da próstata DU- 145. O efeito combinado em tumores de pulmão NCIH460 pareceram ser aditivos com valores T-C (baseados no tempo para
3 duplicações de tumor) de 4,6, 9,4, e 16,9 dias para clofarabina, radiação e a combinação, respectivamente. Três dos seis modelos de 10 tumor testados mostraram radiossensiblização marcada com clofarabina enquanto outro modelo de tumor mostrou um efeito aditivo. Dois dos seis modelos testados mostraram nenhuma evidência de uma interação entre clofarabina e radiação. Os dados indicam uma tendência que mostra a habilidade da clofarabina de radiossensibizar células 15 de tumor.
Exemplo 9 Atividade Anti-Tumor da Clofarabina em Células de Câncer Ovarianas Resistentes à Cisplatina
A citoxicidade de um composto da revelação imediata con
tra duas linhas de célula ovariana, SKOV-3 e IGROV-1, é testada. Um ensaio de sobrevivência clonogênica padrão é realizado como aquele descrito em Munshi e colaboradores, Clonogenic Cell Survival Assay, Methods Mol. Med., 110-21-8 (2005), que é incorporado aqui por 25 referência em sua totalidade. A clofarabina, como também a cisplatina (usada como um controle de comparação), é adicionada às células em doses indicadas por 24 horas antes de serem removidas.
O procedimento descrito acima foi empregado e os resultados são apresentados nas Figuras 8 e 9. Como visto na Figura 8, em células SKOV-3, que são consideradas uma linha celular resistente à cisplatina, a clofarabina mostra significativa matança celular de tumor comparada com a cisplatina. A Figura 9 mostra que a clofarabina também exibe atividade aumentada em células IGROV-I comparada com a cisplatina.
Formulações
Os compostos da presente revelação podem ser administrados por qualquer meio convencional disponível para uso junto com produtos farmacêuticos, ou como agentes terapêuticos individuais ou 10 numa combinação de agentes terapêuticos. Eles podem ser administrados só, mas são geralmente administrados com um portador farmacêutico selecionado na base da rota escolhida de administração e na prática farmacêutica padrão.
Os portadores farmaceuticamente aceitáveis descritos aqui, 15 por exemplo, veículos, adjuvantes, excipientes ou diluentes, são conhecidos por aqueles que são qualificados na técnica. Tipicamente, o portador farmaceuticamente aceitável é quimicamente inerte aos compostos ativos e não tem efeitos colaterais ou toxicidade prejudiciais sob as condições de uso. Os portadores farmaceuticamente aceitáveis 20 podem incluir polímeros e matrizes de polímero.
Os compostos desta revelação podem ser administrados por qualquer método convencional disponível para uso junto com produtos farmacêuticos, ou como agentes terapêuticos individuais ou numa combinação de agentes terapêuticos.
A dosagem administrada certamente variará dependendo de
fatores conhecidos, como as características farmacodinâmicas do agente particular e seu modo e rota de administração; a idade, a saúde e o peso do recipiente; a natureza e extensão dos sintomas; o tipo de tratamento concorrente; a frequência de tratamento; e o efeito desejado. Uma dosagem diária de ingrediente ativo pode ser esperada ser mais ou menos 0,001 a 1000 miligramas (mg) por quilograma (kg) de peso de corpo, com a dose preferida sendo de 0,1 a cerca de 30 mg/kg.
As formas de dosagem (composições apropriadas para administração) contêm de cerca de 1 mg até cerca de 500 mg de ingrediente ativo por unidade. Nestas composições farmacêuticas, o ingrediente ativo estará ordinariamente presente numa quantidade de cerca de 0,5- 95% em peso baseado no peso total da composição.
O ingrediente ativo pode ser administrado oralmente em 10 formas de dosagem sólida, como cápsulas, tabletes e pós, ou em formas de dosagem líquida, como elixires, xaropes e suspensões. Também pode ser administrado parenteralmente, em formas de dosagem líquida estéril. O ingrediente ativo também pode ser administrado intranasalmente (gotas nasais) ou por inalação de uma névoa em pó de droga. 15 Outras formas de dosagem são potencialmente possíveis como administração de forma transdermal, via mecanismo de emplastro ou pomada.
As formulações apropriadas para administração oral podem consistir em (a) soluções líquidas, como uma quantidade efetiva do composto dissolvido em diluentes, como água, salina ou suco de 20 laranja; (b) cápsulas, saches, tabletes, pastilhas e troches, cada um contendo uma quantidade predeterminada do ingrediente ativo, como sólidos ou grânulos; (c) pós; (d) suspensões num líquido apropriado; e
(e) emulsões apropriadas. As formulações líquidas podem incluir diluentes, como água e álcoois, por exemplo, etanol, álcool benzil, glicol 25 de propileno, glicerina e os álcoois de polietileno, tanto com ou sem a adição de um surfactante, agente de suspensão ou agente emulsionante farmaceuticamente aceitável. As formas de cápsula podem ser do tipo normal de gelatina de concha dura ou suave contendo, por exemplo, surfactantes, lubrificantes e preenchedores inertes, como lactose, 30 sacarose, fosfato de cálcio e amido de milho. As formas de tablete podem incluir um ou mais dos seguintes: lactose, sacarose, manitol, amido de milho, amido de batata, ácido algínico, celulose microcristalina, acácia, gelatina, goma guar, dióxido de silício coloidal, croscarmelose sódica, talco, estearato de magnésio, estearato de cálcio, estearato de 5 zinco, ácido esteárico e outros excipientes, colorantes, diluentes, agentes de proteção, agentes desintegrantes, agentes de umedecimento, preservativos, agentes saborizantes e portadores farmacologicamente compatíveis. As formas de pastilha podem compreender o ingrediente ativo num sabor, normalmente sacarose e acácia ou adragante, como 10 também pastilhas compreendendo o ingrediente ativo numa base inerte, como gelatina e glicerina, ou sacarose e acadia, emulsões e géis contendo, além do ingrediente ativo, tais portadores como são conhecidos na técnica.
Os compostos da presente revelação, só ou em combinação 15 com outros componentes apropriados, podem ser feitos em formulações de aerossol para serem administrados via inalação. Estas formulações de aerossol podem ser colocadas em propulsores pressurizados aceitáveis, como diclorodifluormetano, propano e nitrogênio. Eles também podem ser formulados como produtos farmacêuticos para preparações 20 não pressurizadas, como num nebulizador ou num atomizador.
As formulações apropriadas para administração parenteral incluem soluções aquosas e não aquosas de injeção estéril isotônica, que podem conter anti-oxidantes, tampões, bacteriostatos e solutos que entregam a formulação isotônica com o sangue do recipiente pretendido 25 e suspensões estéreis aquosas e não aquosas que podem incluir agentes de suspensão, solubilizantes, agentes espessantes, estabilizadores e preservativos. O composto pode ser administrado num diluente fisiologicamente aceitável num portador farmacêutico, como líquido ou mistura de líquidos estéril, incluindo água, salina, dextrose aquosa, 30 soluções de açúcar relacionadas, um álcool, como etanol, isopropanol ou álcool hexadecil, glicóis, como glicol de propileno ou glicol de polietileno como poli(etileneglicol) 400, glicerol cetais, como 2,2-dimetil-l,3- dioxolano-4-metanol, éteres, um óleo, um ácido graxo, um éster ácido graxo ou glicerideo, ou um glicerídeo ácido graxo acetilatado com ou sem a adição de um surfactante farmaceuticamente aceitável, como um 5 sabão ou um detergente, agente de suspensão, como pectina, carbômeros, metilcelulose, hidroxipropilmetilcelulose ou carboximetilcelulose ou agentes emulsionantes e outros adjuvantes farmacêuticos.
Óleos, que podem ser usados em formulações parenterais incluem petróleo, óleos animais, vegetais ou sintéticos. Os exemplos específicos de óleos incluem de amendoim, de soja, de sésamo, de semente de algodão, de milho, de oliva, petrolatum e mineral. Os ácidos graxos apropriados para uso em formulações parenterais incluem ácido oléico, ácido esteárico e ácido isoesteárico. O oleato de etila e o miristato de isopropila são exemplos de ésteres ácidos graxos apropriados. Os sabões apropriados para uso em formulações parenterais incluem metal de álcali gorduroso, amônio e sais de trietanolamina, e detergentes apropriados incluem (a) detergentes catiônicos como, por exemplo, halogenetos de dialquil-dimetilamonia e halogenetos de alquilpiridinio, (b) detergentes aniônicos como, por exemplo, alquil, aril e sulfonatos de olefina, alquil, olefina, éter e sulfatos de monoglicerídeos e sulfosucinatos, (c) detergentes noniônicos como, por exemplo, óxidos de amina gordurosa, alcanolamidas de ácido graxo e copolímeros de polioxietileno-polipropileno, (d) detergentes anfotéricos como, por exemplo, alquil β-aminopropionatos e sais de amônio quaternários de 2- alquilimidazolina, e (e) misturas dos mesmos.
As formulações parenterais tipicamente contêm de mais ou menos 0,5% até cerca de 25% em peso do ingrediente ativo em solução. Os preservativos e tampões apropriados podem ser usados em tais formulações. A fim de minimizar ou eliminar a irritação no local de 30 injeção, tais composições podem conter um ou mais surfactantes noniônicos que têm um balanço hidrófilo-lipófilo (HLB) de mais ou menos 12 até cerca de 17. A quantidade de surfactante em tais formulações varia de mais ou menos 5% até cerca de 15% em peso. Os surfactantes apropriados incluem ésteres de ácido graxo de sorbitano polietileno, como monooleato de sorbitano e os adutos de peso molecu5 lar alto de óxido de etileno com uma base hidrofóbica, formada pela condensação de óxido de propileno com glicol de propileno.
Os excipientes farmaceuticamente aceitáveis também são bem conhecidos por aqueles que são qualificados na técnica. A escolha do excipiente será determinada em parte pelo composto particular, como também pelo método particular usado para administrar a composição. Consequentemente, existe uma variedade larga de formulações apropriadas da composição farmacêutica da presente revelação. Os métodos e excipientes seguintes são meramente exemplificativos e não são de maneira nenhuma limitativos. Os excipientes farmaceuticamente aceitáveis, de preferência, não interferem com a ação dos ingredientes ativos e não causam efeitos colaterais adversos. Os portadores e excipientes apropriados incluem solventes tais como água, álcool e glicol de propileno, absorventes e diluentes sólidos, agentes de superfície ativa, agente de suspensão, aglutinantes de tabletes, lubrificantes, aromas e agentes de coloração.
As formulações podem ser apresentadas em recipientes fechados hermeticamente de dose única ou de dose múltipla, como ampolas e frascos e podem ser armazenados numa condição seca por congelamento (Iiofilizada) exigindo só a adição do excipiente líquido 25 estéril, por exemplo, água, para injeções, imediatamente antes do uso. As soluções e suspensões de injeção extemporâneas podem ser preparadas a partir de pós, grânulos e tabletes estéreis. Os requisitos para os portadores farmacêuticos efetivos para composições injetáveis são bem conhecidos por aqueles de habilidade ordinária na técnica (5, 6). 30 Ver Banker e Chalmers, Pharmaceutics and Pharmaey Praetiee, 238-250 (J.B. Lippincott Co., Filadélfia, PA Eds. 1982) e Toissel, ASHP Handbok on Injectable Drugs, 622-630 (4a ed. 1986), que são incorporados aqui por referência em sua totalidade.
As formulações apropriadas para administração tópica incluem pastilhas compreendendo o ingrediente ativo num sabor, nor5 malmente sacarose e acácia ou adragante; pastilhas compreendendo o ingrediente ativo numa base inerte, como gelatina e glicerina, ou sacarose e acácia; e líquidos para limpeza bucal compreendendo o ingrediente ativo num portador líquido apropriado; como também cremes, emulsões e géis contendo, além do ingrediente ativo, tais 10 portadores como são conhecidos na técnica.
Além disso, as formulações apropriadas para administração retal podem ser apresentadas como supositórios misturando-se com uma variedade de bases como bases emulsionantes ou bases solúveis em água. As formulações apropriadas para administração vaginal 15 podem ser apresentadas como fórmulas de pessários, tampões, cremes, géis, pastas, espumas ou spray contendo, além do ingrediente ativo, tais portadores como são conhecidos na técnica para ser apropriado.
Os portadores farmacêuticos apropriados são descritos em Remingtorís Pharmaceutical Sciences, Mack Publishing Company, um texto de referência padrão neste campo.
A dose administrada para um animal, particularmente um humano, no contexto da presente revelação devia ser suficiente para afetar uma resposta terapêutica no animal ao longo de um período de tempo razoável. Uma pessoa qualificada na técnica reconhecerá que a 25 dosagem dependerá de uma variedade de fatores incluindo uma condição do animal, o peso corpóreo do animal, como também a severidade e a fase da condição sendo tratada.
Uma dose apropriada é que resultará numa concentração do agente ativo num paciente que é conhecido para afetar a resposta desejada. A dosagem preferida é a quantidade que resulta em inibição máxima da condição sendo tratada, sem efeitos colaterais intratáveis.
O tamanho da dose também será determinado pela rota, contagem de tempo e frequência de administração, bem como a existência, natureza e extensão de quaisquer efeitos colaterais adversos que poderiam acompanhar a administração do composto e o efeito fisiológico desejado.
As formas de dosagem farmacêutica úteis para administração dos compostos de acordo com a presente revelação podem ser ilustradas como se segue:
Cápsulas de Concha Dura
Um grande número de cápsulas unitárias é preparado enchendo cápsulas padrões de gelatina dura de duas peças, cada com 100 mg de ingrediente ativo pulverizado, 150 mg de lactose, 50 mg de celulose e 6 mg de estearato de magnésio.
Cápsulas Moles de Gelatina
Uma mistura de ingrediente ativo num óleo digestível como óleo de soja, óleo de semente de algodão ou óleo de oliva é preparada e injetada por meio de uma bomba de deslocamento positivo em gelatina fundida para formar cápsulas suaves de gelatina contendo 100 mg do ingrediente ativo. As cápsulas são lavadas e secadas. O ingrediente ativo pode ser dissolvido numa mistura de glicol de polietileno, glicerina e sorbitol para preparar uma mistura medicamentosa miscível em água.
Tabletes
Um grande número de tabletes é preparado por procedimentos convencionais de forma que a unidade de dosagem foi 100 mg de ingrediente ativo, 0,2 mg de dióxido de silício coloidal, 5 mg de estearato de magnésio, 275 mg de celulose microcristalina, 11 mg de amido e 98,8 mg de lactose. Os revestimentos aquosos e não aquosos apropriados podem ser aplicados para aumentar a palatabilidade, melhorar a elegância e a estabilidade ou retardar a absorção.
Tabletes/Cápsulas de Liberação Imediata
Estas são formas sólidas de dosagem oral feitas por proces
sos convencionais e inovativos. Estas unidades são tomadas oralmente sem água para dissolução imediata e liberação do medicamento. O ingrediente ativo é misturado num líquido contendo ingrediente como açúcar, gelatina, pectina e adoçantes. Estes líquidos são solidificados 10 em tabletes ou cápsulas sólidos por técnicas de liofilização e de extração de estado sólido. Os compostos de droga podem ser comprimidos com açúcares e polímeros viscoelásticos e termoelásticos ou componentes efervescentes para produzir matrizes porosas pretendidas para liberação imediata, sem a necessidade da água.
Além disso, os compostos da presente revelação podem ser
administrados na forma de gotas nasais ou em doses calibradas e um inalador nasal ou bucal. A droga é entregue a partir de uma solução nasal como uma névoa fina a partir de um pó como um aerossol.
A descrição precedente da revelação ilustra e descreve a 20 presente revelação. Adicionalmente, a revelação mostra e descreve só as modalidades preferidas mas, como mencionado acima, deve ficar entendido que a revelação é capaz de uso em várias outras combinações, modificações e ambientes e é capaz de mudanças ou modificações dentro do escopo do conceito como expresso aqui, proporcionais aos 25 ensinos e/ou à habilidade ou conhecimento acima da técnica relevante.
As modalidades descritas aqui acima são, além disso, pretendidas para explicar melhores modos conhecidos de praticar isto e para permitir que outros qualificados na técnica utilizem a revelação em tais ou outras modalidades e com as várias modificações exigidas pelas aplicações ou usos particulares. Consequentemente, a descrição não é planejada para limitar isto à forma aqui revelada. Também, é planejado que as reivindicações anexadas sejam interpretadas para incluir modalidades alternativas.
Todas as publicações, patentes e pedidos de patente citados
neste relatório descritivo são aqui incorporados por referência e para qualquer e todos os propósitos, como se cada publicação, patente ou pedido de patente individual fosse especificamente e individualmente indicado para ser incorporado por referência.

Claims (26)

“Métodos de Potencialização de Tratamento de Radioterapia, de Intensificação da Radiossensibilidade e de Diminuição da Proliferação de População de Células e de Tratamento do Crescimento de Tumor” Reivindicações
1. Método de Potencialização de Tratamento de Radioterapia, caracterizado por que compreende administrar a um paciente necessitado do mesmo uma terapeuticamente quantidade efetiva de um composto da fórmula (!) <formula>formula see original document page 40</formula> em que XeY são os mesmos ou diferentes e são hidrogênio, hhalógeno, OR3, SR3, NR3R4 ou NHacil; Z é um halógeno ou CF3; sendo R3 e R4 os mesmos ou diferentes e sendo hidrogênio, um alquil inferior de 1 a 7 átomos de carbono, um composto aralquil selecionado a partir do grupo que consiste em benzil, benzihidril ou metoxibenzil ou um composto aril selecionado a partir do grupo que consiste em fenil, clorofenil, toluil, metoxifenil e naftil; sendo NHacil alcanoil ou aroil amida, sendo o alcanoil um radical alquil carbonil em que o alquil é uma cadeia reta ou ramificada de radical de hidrocarboneto saturado ou insaturado tendo de 1 até 20 átomos de carbono; e sendo Ri e R2 os mesmos ou diferentes e sendo hidrogênio, acil ou aroil, sendo o acil um grupo alcanoil de 1 a 20 átomos de carbono e sendo o aroil benzoíla ou naftoil; e sais, solvatos, derivados e pró-drogas dos mesmos.
2.Método de Potencialização de Tratamento de Radioterapia, de acordo com a Reivindicação 1, caracterizado por que o composto da fórmula (1) é: <formula>formula see original document page 41</formula> em que Y é F, Cl ou Br; R2 é hidrogênio ou acil; e sais, solvatos, derivados e pródrogas dos mesmos.
3. Método de Potencialização de Tratamento de Radioterapia, de acordo com a Reivindicação 2, caracterizado por que R2 é hidrogênio.
4. Método de Potencialização de Tratamento de Radioterapia, de acordo com a Reivindicação 2, caracterizado por o referido composto é clofarabina.
5. Método de Potencialização de Tratamento de Radioterapia, de acordo com a Reivindicação 1, caracterizado por que compreende, além disso, administrar quimioterapia depois de aplicar a radioterapia.
6. Método de Potencialização de Tratamento de Radioterapia, de acordo com a Reivindicação 1, caracterizado por que compreende, além disso, administrar quimioterapia antes de aplicar a radioterapià.
7. Método de Potencialização de Tratamento de Radioterapia, de acordo com a Reivindicação 1, caracterizado por que compreende, além disso, administrar diariamente doses do radiossensibilizador através do curso de tratamento.
8. Método de Potencialização de Tratamento de Radioterapia, de acordo com a Reivindicação 1, caracterizado por que o referido tratamento de radioterapia é aplicado em direção a um câncer do cólon, um câncer do fígado, um câncer coloretal, um câncer pancreático, câncer de tecidos moles, um câncer do cérebro, um câncer da cabeça e pescoço, um câncer gastrintestinal, um câncer de mama, um câncer do ovariano, um linfoma, um sarcoma, um câncer melanoma da cérvix ou endométrio, um câncer da bexiga, um câncer renal ou um câncer ocular.
9. Método de Intensificação d a Radiossensibilidade de População de células, caracterizado por que compreende expor a referida população de células a uma quantidade sensibilizante de um composto da fórmula (I) <formula>formula see original document page 43</formula> em que XeY são o mesmos ou diferentes e são hidrogênio, halógeno, OR3, SR3, NR3R4 ou NHacil; Z é um halógeno ou CF3; sendo R3 e R4 os mesmos ou diferentes e sendo hidrogênio, um alquil inferior de 1 a 7 átomos de carbono, um composto aralquil selecionado a partir do grupo que consiste em benzil, benzihidril ou metoxibenzil ou um composto aril selecionado a partir do grupo que consiste em fenil, clorofenil, toluil, metoxifenil e naftil; sendo NHacil alcanoil ou aroil amida, sendo o alcanoil um radical alquil carbonil em que o alquil é um radical de hidrocarboneto saturado ou insaturado de cadeia reta ou ramificada tendo de 1 até 20 átomos de carbono; e Ri e R2 são os mesmos ou diferentes e são hidrogênio, acil ou aroil, sendo o acil um grupo alcanoil de 1 a 20 átomos de carbono e sendo o aroil benzoíla ou naftoil; e sais, solvatos, derivados e pró-drogas dos mesmos.
10. Método de Intensificação d a Radiossensibilidade de População de células, de acordo com a Reivindicação 9, caracterizado por que o composto de fórmula (I) é: em que Y é F, Cl, ou Br; R2 é hidrogênio ou acil; e sais, solvatos, derivados e pró-drogas dos mesmos.
11. Método de Intensificação d a Radiossensibilidade de População de células, de acordo com a Reivindicação 10, caracterizado por que R2 é hidrogênio.
12. Método de Intensificação d a Radiossensibilidade de População de células, de acordo com a Reivindicação 10, caracterizado por que o referido composto é clofarabina.
13. Método de Intensificação d a Radiossensibilidade de População de células, de acordo com a Reivindicação 9, caracterizado por que a referida população de células compreende células de tumor.
14. Método de Intensificação d a Radiossensibilidade de População de Células, de acordo com a Reivindicação 13, caracterizado por que as referidas células de tumor são selecionadas a partir de um câncer do cólon, um câncer do fígado, um câncer coloretal, um câncer pancreático, cânceres de tecidos moles, um câncer do cérebro, um câncer de cabeça e pescoço, um câncer gastrintestinal, um câncer de mama, um câncer do ovário, um linfoma, um sarcoma, um câncer melanoma da cérvix ou endométrio, um câncer da bexiga, um câncer renal ou um câncer ocúlar.
15. Método de Diminuição da Proliferação de População de Células, caracterizado por que compreende tratar a referida população de células com uma quantidade que intensifica a radiossensibilidade de um composto da fórmula (1) <formula>formula see original document page 45</formula> Fórmula (1) em que XeY são o mesmos ou diferentes e são hidrogênio, halógeno, OR3, SR3, NR3R4 ou NHacil; Z é um halógeno ou CF3; sendo R3 e R4 os mesmos ou diferentes e sendo hidrogênio, um alquil inferior de 1 a 7 átomos de carbono, um composto aralquil selecionado a partir do grupo que consiste em benzil, benzihidril ou metoxibenzil ou um composto aril selecionado a partir do grupo que consiste em fenil, clorofenil, toluil, metoxifenil e naftil; sendo NHacil alcanoil ou aroil amida, sendo o alcanoil um radical alquil carbonil em que o alquil é radical de hidrocarboneto saturado ou insaturado de cadeia reta ou ramificada tendo de 1 até 20 átomos de carbono; e Ri e R2 são os mesmos ou diferentes e são hidrogênio, acil ou aroil, sendo o acil um grupo alcanoil de 1 a 20 átomos de carbono e sendo o aroil benzoíla ou naftoil; e sais, solvatos, derivados e pró-drogas dos mesmos.
16. Método de Diminuição da Proliferação de População de Células, de acordo com a Reivindicação 15, caracterizado por que o composto de fórmula (!) é: <formula>formula see original document page 47</formula> Y é F, Cl, ou Br; R2 é hidrogênio ou acil; e sais, solvatos, derivados e pró-drogas dos mesmos.
17. Método de Diminuição da Proliferação de População de Células, de acordo com a Reivindicação 16, caracterizado por que R2 é hidrogênio.
18. Método de Diminuição da Proliferação de População de Células, de acordo com a Reivindicação 16, caracterizado por que o referido composto é clofarabina.
19. Método de Diminuição da Proliferação de População dé Células, de acordo com a Reivindicação 15, caracterizado por que a referida população de células compreende células de tumor.
20. Método de Diminuição da Proliferação de População de Células, de acordo com a Reivindicação 19, caracterizado por que as referidas células de tymor são selecionadas a partir de um câncer do cólon, um câncer do fígado, um câncer coloretal, um câncer pancreático, cânceres de tecidos moles, um câncer do cérebro, um câncer de cabeça e pescoço, um câncer gastrintestinal, um câncer de mama, um câncer do ovário, um linfoma, um sarcoma, um câncer melanoma da cérvix ou endométrio, um câncer da bexiga, um câncer renal ou um câncer ocular.
21.Método de Tratamento do Crescimento de Tumor, caracterizado por que compreende administrar a um paciente necessitado do mesmo uma combinação sinergética de radiação ionizante e um composto da fórmula (!) <formula>formula see original document page 48</formula> em que XeY são o mesmos ou diferentes e são hidrogênio, halógeno, OR3, SR3, NR3R4 ou NHacil; Z é um halógeno ou CF3. sendo R3 e R4 os mesmos ou diferentes e sendo hidrogênio, um alquil inferior] de 1 a 7 átomos de carbono, um composto aralquil selecionado a partir do grupo que consiste em benzil, benzihidril ou metoxibenzil ou um composto aril selecionado a partir do grupo que consiste em fenil, clorofenil, toluil, metoxifenil e naftil; sendo NHacil alcanoil ou aroil amida, sendo o alcanoil um radical alquil carbonil em que o alquil é radical de hidrocarboneto saturado ou insaturado de cadeia reta ou ramificada tendo de 1 até 20 átomos de carbono; e Ri e R2 são os mesmos ou diferentes e são hidrogênio, acil ou aroil, sendo o acil um grupo alcanoil de 1 a 20 átomos de carbono e sendo o aroil benzoíla ou naftoil; e sais, solvatos, derivados e pró-drogas dos mesmos.
22.Método de Tratamento do Crescimento de Tumor, de acordo com a Reivindicação 22, caracterizado por que o composto da fórmula I é em que YéF, Cl, ou Br; R2 é hidrogênio ou acil; e sais, solvatos, derivados e pró-drogas dos mesmos.
23. Método de Tratamento do Crescimento de Tumor, de acordo com a Reivindicação 22, caracterizado por que o composto da fórmula (I) é: <formula>formula see original document page 50</formula> em que YéF, Cl, ou Br; R2 é hidrogênio ou acil; e sais, solvatos, derivados e pró-drogas dos mesmos.
24. Método de Tratamento do Crescimento de Tumor, de acordo com a Reivindicação 22, caracterizado por que R2 é hidrogênio.
25. Método de Tratamento do Crescimento de Tumor, de acordo com a Reivindicação 22, caracterizado por que o referido composto é clofarabina.
26. Método de Tratamento do Crescimento de Tumor, de acordo com a Reivindicação 21, caracterizado por que o referido crescimento de tumor é selecionado a partir de um câncer do cólon, um câncer do fígado, um câncer coloretal, um câncer pancreático, cânceres de tecidos moles, um câncer do cérebro, um câncer de cabeça e pescoço, um câncer gastrintestinal, um câncer de mama, um câncer do ovário, um linfoma, um sarcoma, um câncer melanoma da cérvix ou endométrio, um câncer da bexiga, um câncer renal, ou um câncer ocular.
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