BRPI0809875A2 - "sistema e método computadorizado de tomada decisão para diagnóstico médico" - Google Patents
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Description
SISTEMA, E MÉTODO COMPUTADORIZADO DE TOMADA DE DECISÃO PARA DIAGNÓSTICO MÉDICO
REFERÊNCIA A PEDIDO RELACIONADO
Este pedido reivindica os benefícios do Pedido US 60/915047, depositado em 30 de abril de 2007, por meio deste incorporado por referência em seu inteiro teor.
ANTECEDENTES
Campo da invenção
A invenção refere-se a sistema de diagnóstico e aconselhamento médico computadorizado e, mais particularmente, à possibilidade de utilização de diferentes estratégias de diagnóstico ou avaliação.
Descrição da tecnologia relacionada
Os métodos conhecidos de diagnóstico médico constituem-se em geral em um método único de diagnóstico.
SUMÁRIO DE ALGOMAS REALIZAÇÕES DA INVENÇÃO
Em uma realização tem-se um método computadorizado de tomada de decisão utilizado durante uma sessão de avaliação em um sistema de diagnóstico médico que possua um dispositivo computadorizado, o método consistindo em se fazer perguntas gerais associadas a uma lista de enfermidades possíveis do paciente, usando um modo de alto nível de consulta com o uso de uma interface de usuário associada a um dispositivo de computação, seleção de um conjunto de enfermidades mais prováveis com base nas respostas às perguntas gerais, fazer perguntas focadas do conjunto de enfermidades mais prováveis usando um modo de consulta de nível médio, selecionando a enfermidade mais 4 provável com base nas respostas às perguntas de nível médio de investigação e fazendo perguntas focadas na enfermidade mais provável utilizando um modo de consulta de baixo nível, em que uma seqüência de perguntas corresponde a uma dentre 8 uma pluralidade de estratégias de avaliação, em que o conjunto de enfermidades mais prováveis é dividido em uma classe em que se pode escolher a próxima melhor pergunta qualquer feita ao paciente ou em outra classe em que não se 12 pode escolher a próxima melhor pergunta em que as enfermidades que estão na classe em que não se pode escolher a próxima melhor pergunta soma uma ponderação de uma classificação de enfermidade, com a ponderação correspondendo 16 a uma resposta à pergunta feita para outra enfermidade, e em que as perguntas são feitas até que o objetivo da sessão de avaliação tenha sido alcançado.
Uma das estratégias de avaliação pode ser a
de procurar a modulação que elimina os estágios finais de enfermidades urgentes da lista de enfermidades possíveis. As respostas às perguntas podem ser armazenadas em um registro 24 médico eletrônico do paciente e podem ser usadas para estabelecer itens de saúde do paciente (PHIs) e em que cada enfermidade possível pode estar associada a um ou mais PHIs e cada PHI está associado a uma ou mais perguntas. Uma das 28 estratégias de avaliação pode ser um sine (de sine qua non) democrático médio que determina a próxima melhor pergunta por meio de um processo de escolha em que o status de sine de um PHI e um par de enfermidades é fatorado em intensidades de 32 escolhas dos objetos enfermidades. Uma das estratégias de avaliação pode ser uma estratégia de sinergia seqüencial que dá maior intensidade de escolha de prioridade desses PHIs que concluem total ou parcialmente de uma sinergia seqüencial. As enfermidades que estão na classe em que se pode escolher a próxima melhor pergunta podem incluir uma ponderação de uma 4 classificação de enfermidade. A próxima melhor pergunta pode ser a pergunta que faz avançar a sessão de avaliação para se chegar a um diagnóstico correto o mais cedo possível com o menor número de perguntas. 0 número de perguntas sobre o 8 paciente pode ser reduzido com base no uso de consulta de nível médio, em que a classe que não tem permissão para a escolha da próxima melhor pergunta não contribui com perguntas potenciais para serem feitas sobre o paciente. As 12 perguntas que correspondam a PHIs de estágio seguinte de enfermidades urgentes podem ser feitas em primeiro lugar de modo a diagnosticar ou excluir as enfermidades que tenham uma janela de oportunidade terapêutica limitada. Uma estratégia 16 em particular dentre uma pluralidade de estratégias de avaliação pode ser modificada relativamente à situação clínica do paciente. Uma estratégia em particular, dentre uma pluralidade de estratégias de avaliação pode ser selecionada, dependendo do histórico médico passado do paciente conforme armazenado no registro médico eletrônico do paciente. Uma estratégia em particular dentre uma pluralidade de estratégias de avaliação pode ser selecionada dependendo das 24 respostas anteriores do paciente em consulta. Além disso, o método pode compreender a seleção de perguntas escolhidas sobre enfermidades na consideração para o diagnóstico. 0 método pode não permitir a escolha de enfermidades da classe 28 não escolhida do conjunto de enfermidades mais prováveis para sugerir perguntas a serem feitas ao paciente durante a sessão de avaliação.
32 Em outra realização tem-se um sistema de
diagnóstico médico computadorizado que consiste em armazenar em um computador uma lista de enfermidades possíveis, cada enfermidade possível é associada a uma ou mais perguntas, dispositivo de computação em comunicação de dados com armazenamento em computador, o dispositivo de computação 4 executando instruções de software associadas às enfermidades possíveis do paciente usando um modo de consulta de alto nível, seleção de um conjunto de enfermidades mais prováveis com base nas respostas às perguntas gerais, fazer perguntas 8 focadas do conjunto de enfermidades mais prováveis usando um modo de consulta de nível médio, selecionando a enfermidade mais provável com base nas respostas às perguntas de nível médio e fazendo perguntas focadas na enfermidade mais 12 provável utilizando um modo de consulta de baixo nível, em que o conjunto de enfermidades mais prováveis pode ser separado em uma primeira classe em que se pode escolher a próxima melhor pergunta que pode ser feita ao paciente ou em 16 uma segunda classe em que não se pode escolher a próxima melhor pergunta, em que as enfermidades que estão na segunda classe somam uma ponderação a uma classificação de enfermidade, com a ponderação correspondendo uma resposta a uma pergunta feita para outra enfermidade e em que as perguntas são feitas até que se atinja o objetivo da sessão de avaliação.
24 As respostas às perguntas podem ser
armazenadas em um registro eletrônico do paciente e usadas para estabelecer itens de saúde do paciente (PHIs) As enfermidades na lista de enfermidades possíveis podem ser 28 separadas na primeira ou na segunda classe com base pelo menos nos PHIs. As enfermidades da primeira classe podem incluir um peso correspondente à resposta dada a uma pergunta sobre outra enfermidade. Uma seqüência de perguntas pode 32 corresponder a uma ou mais pluralidade de estratégias de avaliação. A separação de enfermidades na primeira ou na segunda classe pode ser dinâmica e se basear em parte na intensidade da escolha de cada enfermidade na lista de enfermidades possíveis. A intensidade da escolha de uma determinada enfermidade pode estar relacionada com a 4 probabilidade alterada de que essa determinada enfermidade seja o diagnóstico para o paciente. A intensidade da escolha de uma determinada enfermidade pode depender do número de PHIs que o paciente tem em relação a essa determinada 8 enfermidade. A intensidade da escolha pode depender de aspectos do PHI que está sendo estabelecido para o paciente. Uma enfermidade em determinada pode ser dinamicamente transferida entre a primeira e a segunda classe se atingir ou 12 exceder um limite. 0 sistema pode não permitir que enfermidades de uma classe que não tenha permissão para escolher sugiram perguntas a serem feitas a um paciente durante uma sessão de avaliação com base pelo menos em parte 16 na classificação de enfermidade. Cada enfermidade possível pode ser associada a um ou mais itens de saúde do paciente (PHIs) e que cada PHI pode ser associado a uma ou mais perguntas. Adicionalmente, o dispositivo de computação pode executar instruções de software para verificar os registros médicos do paciente à procura de respostas para perguntas ou PHIs antes de se fazer perguntas ao paciente.
24 Em outra realização, tem-se um sistema
computadorizado para diagnóstico médico que consiste no armazenamento em um computador de uma lista de enfermidades, com cada enfermidade associada a uma ou mais perguntas, e um 28 dispositivo de computação em comunicação de dados com armazenamento em computador, com o dispositivo de computação executando instruções associadas com um objeto de decisão em que a tomada de decisão, em conjunto com uma pluralidade de 32 estratégias de avaliação, determina a escolha da próxima melhor pergunta a ser feita ao paciente. O objeto de tomada de decisão pode determinar quando a próxima estratégia da pluralidade de estratégias de avaliação deva ser iniciada. A determinação de quando a 4 próxima estratégia de avaliação pode ser iniciada se baseia em um conjunto de regras. A determinação de quando a próxima estratégia de avaliação possa ser iniciada depende da conclusão da atual estratégia de avaliação. Adicionalmente, o 8 sistema pode abranger um objeto de Ombudsman de Paciente, que faz interface com o objeto de tomada de decisão e pode sugerir uma ou mais perguntas gerais, em que as respostas às perguntas gerais reduzem o número de perguntas feitas ao 12 paciente. Uma estratégia de avaliação pode ser a de procurar a modulação em que o próximo estágio de enfermidades urgentes é estabelecido ou excluído antes de procurar outras enfermidades. Uma estratégia de avaliação pode ser a de 16 procurar a modulação em que itens da curva crítica de saúde do paciente (PHIs) para enfermidades urgentes sejam estabelecidas após a avaliação de sintomas de estágios finais. Uma estratégia de avaliação pode abranger a exclusão ou estabelecimento de enfermidades graves antes de diagnosticar outras enfermidades. As estratégias de avaliação podem ser modificadas tão frequentemente quanto às perguntas feitas ao paciente. Certos PHIs de enfermidade podem ser 24 designados como PHIs de estágios posteriores de uma enfermidade. Certos PHIs de uma enfermidade podem ser designados como PHIs de curva crítica. 0 objeto de tomada de decisão pode não permitir que objetos de enfermidade de uma 28 classe não permitida sejam escolhidos em uma lista de enfermidade para se sugerir perguntas a um paciente durante uma sessão de avaliação. Cada objeto de enfermidade pode ser associado a um ou mais PHIs e cada PHI pode ser associado a 32 uma ou mais perguntas. 0 objeto de tomada de decisão pode fazer interface com objetos de enfermidade com o paciente. Os objetos de enfermidade selecionados podem sugerir perguntas a serem feitas ao paciente e em que o objeto de tomada de decisão pode selecionar a melhor pergunta seguinte a ser feita ao paciente com base em pelo menos uma escolha firme de 4 enfermidades selecionadas. 0 objeto de tomada de decisão pode escolher a melhor pergunta seguinte com base na ponderação da pergunta, um s tatus de sine de um item de saúde de um paciente, associado com a pergunta, as enfermidades em 8 consideração no diagnóstico e os dados do registro eletrônico do paciente. Além disso, o sistema pode ser caracterizado por abranger ainda uma interface de comunicação de dados com um dispositivo de saída, para fazer perguntas ao paciente e com 12 um dispositivo de entrada para receber as respostas do paciente. A tomada de decisão pode mudar a orientação da consulta, com base em determinados critérios.
16 Em outra realização um método computadorizado
de tomada de decisão associado com uma sessão de avaliação em um sistema de diagnóstico médico, o método consistindo em fornecer uma pluralidade de modos de consulta, em que cada 20 modo inclui pelo menos uma estratégia de avaliação, incluindo um modo de consulta em que uma pluralidade de objetos de enfermidade é separada em uma primeira classe em que se pode escolher a melhor pergunta seguinte a ser feita ao paciente 24 ou em uma segunda classe em que não se pode escolher a próxima pergunta a ser feita e perguntando a melhor pergunta seguinte ao paciente.
28 0 método pode adicionalmente fazer perguntas
gerais ao paciente associadas com uma lista de enfermidades usando um modo de consulta de alto nível, selecionando um conjunto de enfermidades mais prováveis com base em respostas 32 de perguntas gerais, fazendo perguntas focadas no conjunto de enfermidades mais prováveis usando um modo de consulta de nível médio, selecionando uma enfermidade mais provável com base nas respostas às perguntas da consulta de nível médio e fazendo perguntas focadas na enfermidade mais provável usando um modo de consulta de baixo nível, em que as estratégias de 4 avaliação incluem pelo menos uma estratégia de diagnóstico, em que cada uma de enfermidades que não foi excluída da consideração de diagnóstico adiciona uma ponderação a uma classificação de enfermidade com base em uma resposta a cada 8 pergunta feita e em que as perguntas são feitas até que um objetivo da sessão de avaliação seja alcançado. As estratégias de avaliação podem incluir uma estratégia sem diagnóstico. 0 método pode não permitir a escolha de 12 enfermidades de uma classe não escolhida do conjunto de enfermidades mais prováveis para sugerir perguntas a serem feitas ao paciente durante a sessão de avaliação. Uma enfermidade pode ser excluída se tiver influência em itens de 16 saúde do paciente para os quais ainda não tenham sido feito perguntas e ponderações com sinergias associadas não podem causar fazer com que a classificação da enfermidade atinja ou exceda um limite de diagnóstico.
20
Já em outra realização tem-se um sistema computadorizado para diagnóstico médico que consiste no armazenamento em um computador de uma lista de objetos de 24 enfermidades possíveis, com cada enfermidade associada a uma ou mais perguntas, e um dispositivo de computação em comunicação de dados com armazenamento em computador, com o dispositivo de computação executando instruções associadas 28 com um objeto de decisão em que objeto de tomada de decisão, em que o objeto de tomada de decisão utiliza pelo menos uma de uma pluralidade de estratégias de avaliação que ajuda a determinar a escolha da próxima melhor pergunta a ser feita a 32 um paciente, em que os objetos de enfermidade são separados em uma primeira classe em que se pode escolher a próxima melhor pergunta a ser feita a um paciente ou em uma segunda classe em que não se pode escolher a próxima melhor pergunta. A tomada de decisão pode determinar quando uma próxima estratégia da pluralidade de estratégias de avaliação deve 4 ser iniciada.
BREVE DESCRIÇÃO DAS FIGURAS
8 A Figura Ia é um diagrama de blocos de uma
realização de uma configuração exemplificativa de um sistema de diagnóstico médico e tomada de decisão de tratamento.
12 A Figura Ib é um diagrama de blocos de uma
realização de um processo de tomada de decisão executado pelo sistema de diagnóstico médico e tomada de decisão.
16 A Figura 2 é um diagrama de bloco de uma
realização de um novo processo inicial de tomada de decisão instalação mostrado na Figura Ib.
A Figura 3 é um diagrama de bloco de uma
realização de um processo de escolha de estratégia mostrado na Figura Ib.
24 A Figura 4 é um diagrama de bloco de uma
realização de um processo de escolha de item de saúde de um paciente (PHI) mostrado na Figura Ib.
28 A Figura 5 é um diagrama de bloco de uma
realização de um processo de modulação de intenção mostrado na Figura 4.
32 A Figura 6 é um diagrama de bloco de uma
realização de um processo de resolução de PHI mostrado na Figura Ib. A Figura 7 é um diagrama de bloco de uma realização de um processo urgente de sintomas de estágio final mostrado na Figura 6.
4
A Figura 8 é um diagrama de bloco de uma realização de um processo de atualização de listas de objetos de enfermidades mostrados na Figura Ib.
8
A Figura 9 é um diagrama de bloco de uma realização de um processo de estratégia de sine democrático médio mostrado na Figura 4.
12
A Figura 10 é um diagrama de bloco de uma realização de um processo de estratégia média mostrado na Figura 4.
16
A Figura 11 é um diagrama de bloco de uma realização de um processo de estratégia de média democrática mostrado na Figura 4.
20
A Figura 12a é um diagrama de bloco de uma realização de exemplo de uma configuração simplificada de enfermidade de um sistema de diagnóstico médico e tomada de 24 decisão de tratamento que interage com um paciente.
A Figura 12b é um diagrama de bloco de uma realização de um exemplo de configuração de componentes de 28 tomada de decisão em um sistema de diagnóstico médico e de tomada de decisão de tratamento.
A Figura 13 é um diagrama de bloco de uma 32 realização de um exemplo de configuração de componentes de tomada de decisão operando em um eixo horizontal do modo de consulta. A Figura 14 é um diagrama de bloco de uma realização de um exemplo de configuração de componentes de tomada de decisão operando em um eixo diagonal do modo de 4 consulta.
A Figura 15 é um diagrama de bloco de uma realização de um exemplo de configuração de componentes de 8 tomada de decisão operando em um eixo vertical do modo de consulta.
A Figura 16 é um diagrama de bloco de outra 12 realização de um exemplo de configuração de componentes de tomada de decisão em um sistema de diagnóstico médico e tomada de decisão de tratamento.
16 DESCRIÇÃO DETALHADA DE ALGUMAS REALIZAÇÕES
PREFERIDAS
A seguinte descrição detalhada de algumas realizações apresenta diversas descrições de realizações específicas da invenção. Entretanto, a invenção pode ser realizada de muitas maneiras diferentes.
24 A terminologia usada na descrição não deve
ser interpretada de maneira limitada ou restritiva, simplesmente por estar sendo usada em conjunto com uma descrição detalhada de algumas realizações específicas da 28 invenção. Além disso, as realizações da invenção podem incluir diversos aspectos novos, nenhum dos quais sendo exclusivamente responsável por seus atributos desejáveis ou que seja essencial para a execução das realizações aqui 32 descritas. O sistema abrange diversos módulos, ferramentas e aplicações. Conforme pode ser avaliado por pessoas com habilidade normal na técnica, cada um dos módulos 4 pode abranger diversas sub-rotinas, procedimentos, declarações de definições e macros. Normalmente, cada um dos módulos é compilado e ligado separadamente em um único programa executável. Dessa forma, a descrição abaixo dos 8 módulos é usada por conveniência, para descrever a funcionalidade do sistema preferido. Dessa forma, os processos que estão sendo executados por cada um dos módulos podem ser arbitrariamente redistribuídos para outros módulos, 12 combinados em um único módulo, ou disponibilizados, por exemplo, como uma biblioteca de ligação dinâmica compartilhada.
16 Os módulos, ferramentas e aplicações podem
ser escritos em qualquer linguagem de programação como, por exemplo, C, C++, C#, BASIC, Visual Basic, Pascal, Ada, Java, HTML, XML ou FORTRAN e executados em qualquer sistema 20 operacional como as diversas versões do sistema operacional Windows, Macintosh, UNIX, Linux, VxWorks, PalmOS, PocketPC, Symbian, baseadas no Java ou qualquer outro sistema operacional. C, C++, C#, BASIC, Visual Basic, Pascal, Ada, 24 Java, HTML, XML e FORTRAN são linguagens de programação padrão do setor para as quais tem-se muitos compiladores comerciais que podem ser usados para criar códigos executáveis.
28
0 sistema e o método atuais permitem muitos modos diferentes de consulta, que são, por si mesmos, dependentes do progresso do processo de diagnóstico. Três 32 modos ou eixos, eixo horizontal de consulta (HAI) , eixo diagonal de consulta (DAI) e eixo vertical de consulta (VAI), permitem que um mecanismo baseado em lista ou um objeto de tomada de decisão varie seus focos de geral, como por exemplo, considerando muitas enfermidades possíveis a específico, como por exemplo, uma enfermidade. Nos estágios 4 iniciais, o mecanismo "conhece" pouco acerca do paciente e precisa fazer as melhores perguntas gerais que eliminem rapidamente um grande número de enfermidades possíveis. Mas após a aplicação do eixo horizontal do modo de consulta (HAI) 8 por algum tempo, se a classificação ou momento de diagnóstico de algumas enfermidades atingir vim nível especificado, o mecanismo pode mudar para o eixo diagonal do modo de consulta (DAI) para enfocar no processo de diagnóstico em um 12 subconjunto de enfermidades e depois no eixo vertical de consulta (VAI) para enfocar em uma única enfermidade, para a exclusão momentânea de todas as outras enfermidades. Além disso, dentro de cada eixo o mecanismo também pode empregar 16 diversas estratégias de diagnóstico.
O objeto de tomada de decisão facilita a avaliação e a mudança de modos de consulta com o mínimo de etapas repetitivas possíveis ou, dito de outra maneira, chegar ao diagnóstico com o mínimo de perguntas possível. Além disso, o sistema permite que o diagnóstico primário seja executado pelo software equivalente a um perito altamente 24 competente na enfermidade que o paciente tem. Em certas realizações, as estratégias de avaliação podem incluir uma ou mais estratégias de diagnóstico e uma ou mais estratégias de não diagnóstico. Um exemplo de uma estratégia de não 28 diagnóstico é uma estratégia que exclui os problemas urgentes ou graves e então, sem prosseguir o diagnóstico, no todo ou em parte, fazê-lo novamente em uma consulta posterior (uma reentrada).
32
0 objeto de tomada de decisão tem a capacidade de empregar diversas estratégias de diagnóstico com a finalidade ou objetivo da consulta (por exemplo, diagnóstico, exclusão de diagnósticos dos piores casos) o estágio da consulta e as enfermidades em consideração no 4 diagnóstico, o quão sensível ou o quão completo o paciente quer que a avaliação seja, etc. Devido à natureza modular da tomada de decisão, as estratégias de avaliação podem ser incluídas ou retiradas, produzindo uma solução "mais 8 ajustada" para a maioria das exigências de qualquer diagnóstico médico. 0 objeto de tomada de decisão pode alterar estratégias ou o eixo de consulta ou ambos.
12 0 objeto de tomada de decisão foi projetado
para "podar" a execução para o custo mínimo (menor quantidade de dados para chegar à solução), dessa forma maximizando a eficiência do processo de diagnóstico como um todo e a custos 16 menores, já que a enfermidade pode ser identificada nos primeiros estágios antecipados da progressão, reduzindo o custo do tratamento.
Visão geral do sistema
Um sistema de diagnóstico médico e tomada de decisão de tratamento (MDATA) é um sistema computadorizado 24 que conduz entrevistas automatizadas com pacientes para estabelecer um diagnóstico médico. Em relação à Figura Ia, será descrito um diagrama de bloco de uma realização do sistema MDATA 100. O sistema MDATA 100 inclui uma "nuvem" 102 28 de rede, que pode representar uma rede local (LAN), uma rede ampla (WAN) , a Internet ou outro serviço de conexão.
Os programas e bancos de dados MDATA residem 32 preferivelmente em um grupo de servidores 108 que estão preferivelmente interconectados por uma LAN 106 e um gateway 104 à rede 102. Alternativamente, os programas e bancos de dados MDATA residem em um servidor 110 simples que utiliza hardware de interface de rede e software 112.
4 A rede 102 pode conectar (com ou sem fio) a
um computador usuário 116 ou outro dispositivo de computação, como por exemplo, com um modem ou placa de interface de rede. Um usuário 114 no computador 116 pode utilizar um navegador 8 12 0 para acessar remotamente os programas MDATA usando um teclado e/ou dispositivo tipo ponteiro e um visor, como o monitor 118. Alternativamente, o navegador 120 não é utilizado quando os programas MDATA são executados em um modo 12 local no computador 116. Uma interface (não mostrada), tal uma interface gráfica de usuário, é usada para fornecer ou fazer perguntas ao usuário 114 (por exemplo, paciente ou em nome do paciente, em certas realizações) e receber respostas 16 do usuário. Opcionalmente, pode ser conectada uma câmera de vídeo 122 ao computador 116 para fornecer dados visuais de entrada, como sintomas visuais. O método de tomada de decisão pode ser realizado em um formato de programa que pode ser lida em um computador que inclua quaisquer tipos de dispositivos de gravação para armazenamento de dados legíveis por comercial, como por exemplo, CD-ROM, DVD, fita magnética, cartão de memória e um disco e também pode ser feita no 24 formato de onda portadora (por exemplo, transmissão pela Internet ou Bluetooth).
Podem ser usados diversos outros dispositivos 28 para se comunicar com servidores MDATA 108/110. Se os servidores forem equipados com hardware de reconhecimento de voz ou DTMF, o usuário pode se comunicar com o programa MDATA usando um telefone 124. Uma realização telefônica é descrita 32 na aplicação a pedido do autor intitulado "Sistema computadorizado para diagnóstico médico e sistema de tomada de decisão de tratamento", número de série US 08/17 6.041, a agora US5.660.176, que pelo presente é incorporada por referência. Outros dispositivos de conexão para comunicação com servidores MDATA 108/110 incluem um computador portátil 4 ou outro dispositivo portátil de computação, com uma interface de conexão via modem ou sem fio, um dispositivo de interface via cabo 128 conectado a um visor 13 0, ou uma antena de satélite 132 conectada a um receptor via satélite 8 134 e uma televisão 136. Outras maneiras de comunicação entre o usuário 114 e os servidores MDATA 108/110 são consideradas. O sistema MDATA é descrito com mais detalhes na US5.93 5.060, que é por meio deste incorporada por referência em sua 12 totalidade.
O Paradigma da Tomada de Decisão
16 Um objeto de tomada de decisão funciona como
um intermediário computadorizado do paciente entre os objetos de enfermidade que estão envolvidos no processo de diagnóstico do paciente. Os objetos de software incluem procedimentos e funções de software (métodos) e dados encapsulados, como os descritos na US6.468.210, que é aqui incorporada por referência em sua totalidade. Além disso, ele também recomenda a melhor estratégia de diagnóstico a ser 24 empregada dependendo do número de parâmetros, incluindo as enfermidades sendo consideradas, no diagnóstico, o estágio da consulta e o objetivo da consulta. Um objetivo da tomada de decisão pode ser dito como sendo encontrar a próxima melhor 28 pergunta a ser feita para o paciente. Em certas realizações, a próxima melhor pergunta pode ser a pergunta que faz avançar uma avaliação de paciente para se chegar a um diagnóstico correto o mais cedo possível com o menor número de perguntas. 32 Ao trabalhar com um sistema computadorizado para diagnóstico médico e sistema de tomada de decisão de tratamento automatizado, a tomada de decisão representa uma melhoria de processo com a finalidade de se chegar a um diagnóstico no menor número de etapas possível.
4 Um objetivo é:
Achar a enfermidade correta (diagnóstico)
- 0 mais cedo possível,
- Com o mínimo de perguntas.
8
Analogia de Ambiente de Processo
Em uma analogia de ambiente de processo, 12 haverá por exemplo um auditório com uma centena de neurologistas experientes em dor de cabeça. Cada um será um especialista de classe mundial em uma enfermidade que cause dor de cabeça. Em certas realizações, durante a interação, os 16 neurologistas podem não conversar uns com os outros, exceto o objeto de tomada de decisão ou o paciente. Em relação à Figura 12a, é mostrada uma realização de exemplo de uma configuração 1201 simplificada de objetos de enfermidade 1211 em um sistema de diagnóstico médico e tomada de decisão de tratamento que interage com um paciente 1260. Cada objeto de enfermidade (por exemplo, especialista de dor de cabeça em um diagnóstico) tem dentro de si mesmo os métodos de diagnóstico 24 e os autores de enfermidades crêem ser os melhores para essa enfermidade: por exemplo, Eixo Vertical de Consulta (VAI), Eixo Diagonal de Consulta (DAI) e Eixo Horizontal de Consulta (HAI).
28
Esses métodos incluem a melhor seqüência para fazer perguntas para cada eixo de consulta, o cronograma da enfermidade e todas as outras informações necessárias para 32 diagnosticar a causa da dor de cabeça. Os sintomas ou itens de saúde do paciente dentro do objeto de enfermidade são armazenados em uma tabela podendo ser classificados por diferentes parâmetros. As 4 diferentes opções de classificação contribuem para muitas das estratégias de diagnóstico de objetos dentro de enfermidades.
Em relação à Figura 12b, é mostrada uma 8 realização de uma configuração 12 00 de exemplo de um conjunto de componentes usados pelo sistema e método de tomada de decisão. Em um exemplo, um objeto de tomada de decisão 1220 pode funcionar como um neurologista computadorizado 12 especializado no diagnóstico de dores de cabeça. O Tomador de Decisão 122 0 será, nos modos HAI e DAI, quem realmente escolhe que pergunta será escolhida de um conjunto de objetos de enfermidade 1210 que "escolhem" uma pergunta que queiram 16 fazer para o paciente 1260. No modo VAI, o questionamento é "entregue" a um dos objetos de enfermidade 1210. Em certas realizações, um sistema computadorizado para diagnóstico médico e sistema de tomada de decisão de tratamento 1205, como o descrito na patente US6.022.315, que pelo presente é incorporada por referência, se comunica com o paciente ou em nome do paciente por meio de uma interface 1218, como uma interface gráfica de usuário e com o objeto de tomada de 24 decisão 1220. Em certas realizações, sistema computadorizado para diagnóstico médico e sistema de tomada de decisão de tratamento 1205 inclui um banco de dados 1215 que inclui registro médico eletrônico do paciente, os objetos de 28 enfermidade 1210 e um objeto principal de queixas 1212 que pode ser considerado como funcionando como especialistas de classe mundial em cada queixa principal. 0 sistema computadorizado para diagnóstico médico e o sistema de tomada 32 de decisão de tratamento 1205 são mostrados na Figura 12b em dois blocos por questão de conveniência. Em certas realizações, o sistema computadorizado para diagnóstico médico e o sistema de tomada de decisão de tratamento 1205 são usados para fazer perguntas ao paciente, incluindo as perguntas iniciais de filtragem recebimento de respostas do 4 paciente, estabelecimento de itens de saúde do paciente (PHIs) com base nas respostas e armazenamento das respostas e PHIs em um registro médico eletrônico desse paciente em determinada. O objeto de queixa principal de enfermidade 1212 8 identifica a principal razão ou enfermidades procurando uma consulta com o sistema de tomada de decisão. Tem-se diversas maneiras de se identificar a queixa principal de enfermidade, como por meio do sistema anatômico, alfabeticamente e outras 12 maneiras como as descritas na patente US6.022.315, por exemplo. Múltiplas estratégias de diagnóstico de especialistas 123 0 também estão em comunicação de dados com o objeto de tomada de decisão 1220. As estratégias de 16 diagnóstico serão descritas em detalhes mais adiante.
O Paciente
Nessa analogia, o objeto de tomada de decisão
1220 funciona como a entidade que controlará a interação com o paciente 1260 enquanto o sistema permanecer nos modos HAI ou DAI. O Tomador de Decisão pode fazer perguntas uma por vez 24 ou fornecer ao paciente uma lista de perguntas em que o paciente pode "assinalar os sintomas que se apliquem". Cada lista é estática (a lista não se modifica à medida que o paciente assinala os sintomas que se aplicarem) ou dinâmica. 28 Na lista dinâmica, a cada vez que o paciente escolhe um sintoma, os demais sintomas podem se alterar.
32
Ombudsman de Paciente
Nessa analogia, associada com o Tomador de Decisão 1220 é um objeto de Ombudsman de Paciente 1250. 0 objeto de Ombudsman de Paciente 1250 representa o paciente 1260 e está sempre tentando reduzir o número de perguntas feitas ao cliente. Esta função se baseia em um formulário 4 proativo de avaliação de Revisão de Sistemas (ROS). As perguntas ROS são normalmente perguntas centrais, como por exemplo, o formulário pai de diversas perguntas diferentes que podem ser avaliadas em grupo. Em certas realizações, o 8 objeto de Ombudsman de Paciente 1250 procura 'retroativamente' numa visão hierárquica de um item de saúde de um paciente e faz as perguntas mais gerais ou raiz de PHI. 0 objeto de Ombudsman de Paciente 1250 atua nos modos HAI, 12 DAI e VAI.
No exemplo da dor de cabeça, antes que o Tomador de Decisão 1220 faça uma pergunta quanto a um sinal 16 visual ou sintoma em determinada, o objeto de Ombudsman de Paciente 1250 irá sugerir uma pergunta de filtragem para descobrir se o paciente tem enfermidades relacionadas com os olhos ou a visão.
20
Método de Operação do Tomador de Decisão
0 objeto Tomador de Decisão 1220 iniciará um 24 processo de sessão de avaliação examinando uma consulta. Se esta for a primeira vez que o Tomador de Decisão interage com o paciente nesta consulta em determinada, o Tomador de Decisão reservará alguns instantes e irá inicializar 28 quaisquer dados e fará quaisquer configurações necessárias antes de fazer a primeira pergunta. Em certas realizações, é importante observar que, no momento em que o sistema Tomador de Decisão for invocado, o paciente já tenha passado pelas 32 três camadas de perguntas de filtragem destinadas a excluir situações muito críticas, já tenha sido aberto ou criado um registro médico eletrônico do paciente e todas as informações disponíveis a respeito desse paciente terão sido transmitidas ou recolhidas (como por exemplo, Ier dos registros médicos eletrônicos, de uma consulta ou sessão anterior e colocados 4 na memória) para o objeto Tomador de Decisão 1220 e objetos de enfermidade 1210, partes dos quais estão descritas na patente US6.468.210. Em certas realizações, o objeto principal de enfermidade 1212 é invocado após as perguntas de 8 filtragem iniciais terem sido feitas ao paciente, para assegurar que não seja uma emergência médica ou trauma grave. 0 objeto de queixa principal de enfermidade 1212 identifica a enfermidade principal com base nas informações armazenadas no 12 banco de dados 1215 e nas respostas do paciente. Em certas realizações, após ser identificada a enfermidade, são feitas diversas perguntas de filtragem do problema associadas com a queixa em particular para filtrar os problemas em particular
16 antes de continuar a consulta. Então o objeto de queixa 1212 monta um diagnóstico inicial diferencial que é fornecido ao Tomador de Decisão 1220.
Assim que tiver sido concluído, o Tomador de
Decisão fará ao paciente a primeira pergunta, com base nos dados que ele já possui em relação a esse paciente e a esta consulta. Isto é, o Tomador de Decisão inicia a interação 24 fazendo perguntas acerca da enfermidade para submeter escolhas para a pergunta ou perguntas que eles gostariam de fazer a seguir. Como efeito colateral, o Tomador de Decisão se torna mais eficiente com o tempo e as consultas com um 28 paciente, já que o paciente montará um histórico médico eletrônico que o Tomador de Decisão pode examinar antes de iniciar o processo. Em alguns casos, isso produzirá avaliações mais eficientes. Por exemplo, se um paciente tiver 32 feito antes uma apendicectomia ou uma tonsilectomia, certas queixas podem ser desconsideradas, já que não se aplicam, não importando o que as enfermidades principais ou sintomas atuais possam inicialmente indicar. Além disso, as respostas a perguntas podem ser obtidas do registro médico eletrônico do paciente em vez de se perguntar ao mesmo, se for 4 aplicável, para minimizar questionamento redundante, por exemplo.
Assim que o paciente tiver respondido à 8 primeira pergunta, o objeto Tomador de Decisão será direcionado para a seção de qualificação de enfermidade da operação que faz parte do processo de avaliação do Tomador de Decisão.
12
Em certas realizações, por padrão, o Tomador de Decisão empregará uma estratégia de modulação de intenção, descrita em mais detalhes abaixo, mas pode empregar muitas
16 outras estratégias de diagnóstico para avaliar as informações fornecidas durante a consulta. Assim que tiver sido escolhida a estratégia de avaliação, o Tomador de Decisão examinará as enfermidades e avaliará a "intensidade da escolha" de cada 20 um, para escolher a próxima pergunta a ser feita. Parte desse processo envolve a segregação ou separação de algumas de enfermidades possíveis. A intensidade da escolha varia com base no grau de sucesso com que cada enfermidade sofreu 24 questionamento com o paciente. Isto é, quanto mais PHIs tiver de uma enfermidade em determinada, maior a intensidade da escolha que a enfermidade irá adquirir.
28 0 Tomador de Decisão avalia continuamente a
sessão para determinar se uma alteração de estratégia seria benéfica para o processo de diagnóstico. Em caso positivo, o Tomador de Decisão executa a estratégia de avaliação mais 32 benéfica e reavalia sua lista de enfermidades possíveis, conforme descrito anteriormente. Essa operação irá continuar até que o Tomador de Decisão tenha esgotado sua lista de estratégias a serem empregadas, ou um evento externo obrigue que ele saia desse modo de operação, como alteração do eixo de consulta ou o limite de diagnóstico ou outro objetivo da 4 sessão avaliação for alcançado.
0 sistema Tomador de Decisão pode ser colocado em pausa a qualquer momento e as enfermidades podem 8 ser consultadas quanto ao que crêem ser ou não o diagnóstico correto.
Modulação de Intenção
12
A finalidade da Modulação de Intenção (IM) é uma estratégia de diagnóstico projetada para eliminar os estágios finais de enfermidades urgentes da lista possível 16 ou, no caso de um paciente que esteja nos estágios finais de um processo de enfermidade grave, para identificar o mais rápido possível e tomar as medidas apropriadas.
Assim que a consulta tiver coletado uma
quantidade suficiente de informações, o Tomador de Decisão invocará a modulação de intenção, que irá iniciar o processo de qualificação com os sintomas de estágios finais (LSS), da 24 enfermidade que está sob consideração classificada por urgência, em certas realizações. Em certas realizações, devese observar que o Tomador de Decisão é, por padrão, o eixo horizontal de consulta (HAI), a menos que estabelecido o 28 contrário.
Descrição do Ioop do Tomador de Decisão
32 Em relação à Figura lb, uma realização de um
processo do Tomador de Decisão 150 começa no estado 151. Começando um processo de inicialização de um novo Tomador de Decisão 152, o processo Tomador de Decisão 150 inicializa as variáveis apropriadas e prepara o novo processo Tomador de Decisão. O processo 152 é descrito com mais detalhes em 4 conjunto com a Figura 2.
Em relação à Figura 2, o processo de inicialização de um novo Tomador de Decisão 152 começa no 8 estado 200 e se move para o estado 202 onde são inicializadas a estratégia padrão e as variáveis de modo. Especificamente, em uma realização, a estratégia ajustada para Modulação de intenção (IM), o modo é ajustado para Excluir Sintomas de 12 Estágios Finais (LSS) e a Saída do Loop do Tomador de Decisão é ajustada para Falso.
A seguir, os objetos iniciais de enfermidade 16 são coletados na lista no estado 204. Os objetos de enfermidade que comporão a lista integrada são montados no estado 206 e os objetos de enfermidade que comporão a lista de enfermidades segregadas são montados no estado 208. Em certas realizações, todos os objetos de enfermidade na lista (estado 204) estão inicialmente integrados. Ao permitir que somente enfermidades integradas sejam escolhidas para a próxima pergunta, o número de perguntas feitas ao paciente é 24 reduzido. Observe-se que o processo de segregação/integração é dinâmico. Conforme descrito abaixo, se uma enfermidade segregada alcança ou excede o limite de integração, ela será integrada e então será escolhida a próxima pergunta a ser 28 feita ao paciente na próxima repetição do Ioop do Tomador de Decisão. Continuando para o estado 210, agora o processo 152 verifica a lista de enfermidades segregadas para assegurar que, com base no pouco que se sabe sobre esse paciente (por 32 exemplo, registro eletrônico médico do paciente, respostas às perguntas iniciais de filtragem, perguntas de filtragem de problemas), quaisquer enfermidades que devam ser imediatamente integradas, serão integradas. Assim que estiver completo, o estado 212 atribui uma intensidade da escolha padrão a cada enfermidade. Em certas realizações, a 4 intensidade da escolha padrão de todos os objetos de enfermidade é um. Outros valores são possíveis com base, por exemplo, o desejo do usuário de excluir enfermidades urgentes ou graves a um alto grau de certeza. Neste caso, essas 8 enfermidades que atendam a um limite de urgência ou seriedade, receberiam uma classificação de maior intensidade da escolha.
12 Continuando no estado 214, os detalhes que
foram coletados neste estágio da consulta e quaisquer dados pertinentes do registro eletrônico médico do paciente (coletivamente, itens de saúde do paciente (PHIs)) são 16 enviados para os objetos de enfermidade onde as informações são processadas.
O estado 216 a seguir verifica se tem-se informações adicionais que o paciente possa ter sido fornecido para o processo 150. A inicialização do Tomador de Decisão é concluída no estado final 218 e o fluxo retorna para o processo 150 na Figura Ib.
24
Referindo-nos novamente a Figura Ib, o estado 154 é o ponto inicial do Ioop real do Tomador de Decisão. Essa declaração de Ioop inicial executará os processos entre 28 ele e o estado 164, a declaração de Ioop final, repetidamente até que a variável Sair do Ioop do Tomador de Decisão não seja mais igual a "verdadeiro".
32 A primeira tarefa no Ioop é escolher uma
estratégia no processo 156. 0 processo 156 é descrito com mais detalhes em conjunto com a Figura 3. Em relação à Figura 3, o processo de estratégia selecionado 156 começa no estado inicial 3 00 e se move para um estado de decisão 3 02 para conferir se a 4 estratégia atual foi concluída. Se a estratégia atual tiver sido concluída, o processo 156 continua para um estado de decisão 312 para determinar a estratégia atual e então muda para a próxima estratégia. Se a estratégia atual for a 8 Modulação de intenção (IM), o processo 156 continua para o estado 314 para alterar a estratégia atual para a Estratégia de Sine Democrático Médio (MDSS). Se a estratégia atual for a MDSS, o processo 156 continua para o estado 316 para alterar 12 a estratégia atual para a Estratégia Seqüencial de Sinergia (SSS) . Se a estratégia atual for a SSS, o processo 156 continua para o estado 318 para alterar a estratégia atual para a estratégia de sine democrático médio (MDS). Se a 16 estratégia atual for a MDS, o processo 156 continua para o estado 320 para alterar a estratégia atual para outra estratégia. Se a estratégia atual for outra, o processo 156 continua para o estado 322 para alterar a estratégia atual para outra estratégia. A opção Outras estratégias é reservada para futura expansão do sistema de Tomador de Decisão. Em outras realizações, a ordem das estratégias pode ser alterada para uma ordem diferente que a mostrada na Figura 3. Na 24 conclusão de quaisquer dos estados 314, 316, 318, 320 ou 322, o processo 156 termina no estado final 324.
Referindo novamente o estado de decisão 3 02 28 da Figura 3, o processo de estratégia selecionado 156 verifica se a atual estratégia está concluída. Neste exemplo, o processo 150 acabou de começar a estratégia padrão de IM, de modo que o resultado do estado da decisão seria "Não". A 32 seguir, o processo 156 continua para o estado 303 e examina o registro médico do paciente à procura de informações que possam resultar em alteração de estratégia. 0 registro médico do paciente é examinado para determinar se pode ser usada outra estratégia que não a estratégia padrão de diagnóstico. Um exemplo de uma situação para uma alteração na estratégia 4 de diagnóstico pode ser, por exemplo, se o paciente for um paciente de retorno e a consulta já tiver avançado até certo ponto. Os próximos quatro parágrafos são exemplos adicionais do que pode iniciar uma estratégia de diagnóstico.
8
Em outro exemplo, em certas realizações, o paciente pode ter especificado em seu registro médico o grau de sensibilidade ou profundidade que preferem que o sistema 12 funcione. Isto é, alguns pacientes preferem um exame completo muito "sensível" no sentido de que eles querem que todas as enfermidades possíveis sejam consideradas e não despender diversas horas se necessário para diagnosticar seu problema.
16
Em outro exemplo, o uso que o paciente fez do sistema anteriormente pode ter atingido um limite de ansiedade. Por exemplo, se o paciente teve muitos problemas 20 com infecção, mas em diferentes sistemas de órgãos, o sistema do paciente, conforme mostrado na Patente US6.468.210 e na Patente US5.724.968, comporia uma recomendação e sugeriria que pode haver um problema com o sistema imunológico. Se o 24 status do paciente para HIV for desconhecido, pode ser feita uma recomendação para um teste de HIV. Se o paciente for HIV+, seria sugerida uma contagem de CD-4 ou de carga viral.
28 0 paciente também pode, a qualquer tempo,
alterar o objetivo da consulta em tempo real. Por exemplo, o paciente pode iniciar uma consulta com a intenção de tentar chegar a um diagnóstico clínico de seu problema. Se, por 32 alguma razão, o paciente precisar encurtar a consulta, pode ser alterado o objetivo para essa consulta, para excluir as causas urgentes ou graves do problema e deixar a parte do diagnóstico para depois.
4 Se o paciente possuir um registro médico de
enfermidades que possam tornar o paciente suscetível a outras enfermidades, essa informação será considerada no exame completo. Do ponto de vista do Efeito da Causa de Enfermidade 8 (CDE), as enfermidades que esta enfermidade do paciente pode fazer com que suas prevalências aumentem no processo de diagnóstico. Além disso, essas enfermidades podem ser acrescentadas ao diferencial, mesmo que a enfermidade do 12 paciente sozinha não justifique isso. Por exemplo, o diabetes predispõe o paciente a diversos problemas incluindo a aterosclerose e falhas dos rins e as mesmas sempre serão consideradas na sessão de diagnóstico. O lúpus aumenta muito 16 a probabilidade de formação de coágulos pelo sistema de coagulação do corpo. Portanto, enfermidades como a síndrome coronária aguda ou embolia pulmonar devem ser sempre levadas em consideração.
20
Avançando para um estado de decisão 3 04 da Figura 3, o processo 156 avalia a estratégia atual e determina se uma troca de estratégia deva ser recomendada. 24 Abaixo, damos diversos exemplos de alterações de estratégias.
I) Se o paciente decide que não quer continuar com o diagnóstico, mas ser excluído do cenário do 28 pior caso ou excluir enfermidades urgentes ou graves, a estratégia seria alterada para excluir as enfermidades urgentes ou graves na área integrada.
32 2) Tem-se uma lista vigilância de sintomas na
tela de usuário. Freqüentemente, ao se considerar diversas estratégias baseadas no tempo, o próximo PHI que normalmente se esperaria em um cronograma de enfermidade será colocado na porção de vigilância de sintomas ou PHI da tela. Se, durante a consulta aparecer esta PHI o paciente clicará nela e a 4 estratégia poderá ser alterada ou o eixo de consulta pode ser alterado, por exemplo, o diagnóstico em VAI. Isto é, tanto a alteração no eixo de consulta como a estratégia podem ocorrer ao mesmo tempo.
8
3) Tem-se também uma área da tela que pede ao usuário para clicar se os sintomas do paciente melhorarem. Isso é chamado do ponto de nexo. Freqüentemente, no
12 envenenamento por alimentos ou gastroenterite, o paciente sabe imediatamente quando "dobrou a esquina". Se for esse o caso, o sistema pode optar por parar o questionamento e invocar uma consulta de retorno e pedir que o paciente
16 retorne em determinada hora.
4) Algumas estratégias podem especificar que elas podem ser invocadas por N perguntas e, se não houver
respostas positivas, mudar para nova estratégia.
Cada objeto de enfermidade possui uma seqüência padrão de perguntas para os modos VAI e HAI. Além 24 disso, cada objeto de enfermidade contém a seqüência de perguntas a serem respondidas para diferentes estratégias incluindo e excluindo a enfermidade o mais rápido possível. Em exemplo atual, a resposta ao estado de decisão 3 04 também 28 seria "Não", e o processo 156 move para o estado 308 e instrui o sistema para continuar com a estratégia atual, Modulação de intenção. A seguir, o processo 156 se move para um estado de função de saída 310 para encerrar esta tarefa e 32 retornar para o processo 150 na Figura Ib. Entretanto, em uma situação diferente, se uma alteração de estratégia for aconseltem-sevel conforme determinada pelo estado de decisão 304, o processo 156 continua para o estado 306 e muda para a estratégia indicada pelo atual conjunto de regras e a seguir se move para o estado de função de saída 310.
4
Na Figura lb, o processo 158 descreve um método de seleção do próximo itens de saúde do paciente (PHI) que será apresentado ao usuário. Este processo é descrito com 8 mais detalhes em conjunto com a Figura 4.
Em relação à Figura 4, será descrito a seguir o processo 158 para a seleção do próximo PHI. O processo 158 12 começa no estado inicial 400 e continua até o estado de decisão 402 em que a estratégia atual afeta o processo desviando para uma rotina específica para cada estratégia possível. Observe que a Figura 4 não é uma lista completa das
16 possíveis estratégias, mas um subconjunto que é adequado para este exemplo. Se a estratégia atual for IM, será executado um processo IM 404, que é descrita em mais detalhes em conjunto com a Figura 5. Se a estratégia atual for DMSS, será 20 executado um processo DMSS 406, que é descrito em mais detalhes em conjunto com a Figura 9. Se a estratégia atual for SSS, será executado um processo SSS 408, que é descrito em mais detalhes em conjunto com a Figura 10. Se a estratégia
24 atual for MDS, será executado um processo MDS 410, que é descrito em mais detalhes em conjunto com a Figura 11. Na conclusão da execução de quaisquer processos 404, 406, 408 ou 410, o processo 158 continua para o estado de decisão 412, 28 para determinar se os objetos de Ombudsman de Paciente fazem objeção ao PHI selecionado. Se não, o processo 158 avança para o estado 414 e define o PHI selecionado com o próximo PHi a ser avaliado. Se o objeto de Ombudsman de Paciente 32 discordar do PHI selecionado no estado de decisão 412, o processo 158 se move para o estado 416 e ajusta a raiz do PHI selecionado ou o PHI pai como PHI atual. Na conclusão do estado 414 ou 416, o processo 158 é concluído em um estado final 418.
4 Em relação à Figura 5, será descrito agora o
processo de Modulação de intenção 404. A discussão abaixo utiliza os conceitos de cronogramas de enfermidade. Diversas características, como os aspectos de sintomas ou itens de 8 saúde do paciente, de uma enfermidade em determinada podem ser traçadas ou de outra forma associados com o tempo, conforme descrito na Patente US6.569.093, que é por meio deste incorporada por referência em sua totalidade. Diversas 12 categorias de PHIs foram estabelecidas para cronogramas de enfermidade: sintomas de estágios finais, PHIs de curva crítica, primeiro PHI e primeiro sintoma significativo ou PHI que forem considerados como absolutos para uma enfermidade em
16 determinada. Os PHIs de curva crítica são PHIs que ocorrem do segundo lugar em frente em um cronograma de enfermidade em determinada, normalmente ocorrem quando o processo de enfermidade está se acelerando e pode indicar a necessidade 20 de uma intervenção muito rápida. Um próximo PHI esperado é um termo relativo ao cronograma da enfermidade.
Começando com o estado inicial 500 da Figura
24 5, o processo 404 avança para um estado de decisão 502 em que é verificado se o modo atual é "Excluir LSS" . Em um exemplo de uso do processo 150, Excluir LSS é o modo que foi ajustado na Figura 2 no estado 202 e, se não foi alterado, a resposta 28 seria "Sim" fazendo com que o processo 404 avance para o estado 504 e solicita que os objetos de enfermidades urgentes forneçam uma lista de seus sintomas de estágios finais (LSS) não respondidos. São os PHIs que se esperaria em estágios 32 finais de enfermidades. A seguir, o processo 404 continua para um estado de decisão 506 para determinar se a lista retornada está vazia ou se contém PHIs a processar. Se a lista não estiver vazia, conforme determinado no estado de decisão 506, o processo 404 continua para o estado 510 e seleciona o LSS da enfermidade mais urgente. Agora, esse 4 processo 404 é concluído por um estado de saída 512. Entretanto, se o processo já perguntou todos os PHIs de LSS, a lista retornada estaria vazia, conforme determinado no estado de decisão 506 e o processo 404 avançaria para o 8 estado 508. No estado 508, o processo 404 o modo para "Excluir Sinergias de Curvas Críticas (CCS) " para iniciar a exclusão de sinergias de curvas críticas.
12 Retornando para o estado de decisão 502 da
Figura 5, se o modo IM não for Excluir LSS, o processo 404 continua para um estado de decisão 514 para determinar se o modo IM é "Excluir CCS". Se o modo IM for Excluir CCS ou o 16 modo foi alterado para Excluir CCS em um estado 508, o processo 404 avança para o estado 516. No estado 516, o processo 404 solicita que objetos de enfermidades urgentes e integrados forneçam uma lista de seus CSS sem resposta. A seguir, o processo 404 continua para um estado de decisão 518 para determinar se a lista retornada está vazia ou se contém PHIs a processar. Se a lista não estiver vazia, conforme determinado no estado de decisão 518, o processo 404 continua 24 para o estado 522 e seleciona o CCS da enfermidade mais urgente. Afora, esse processo 404 é concluído por um estado de saída 524. Entretanto, se o processo já perguntou todos os PHIs de CCS, a lista retornada estaria vazia, conforme 28 determinado no estado de decisão 518 e o processo 404 avançaria para o estado 520. No estado 520, o processo 404 altera o modo IM para "primeiro sintoma significativo (FSS)" para iniciar o processamento de primeiro sintoma 32 significativo. Retornando para o estado de decisão 514 da Figura 5, se o modo IM não for Excluir CCS ou se o modo IM foi alterado para FSS no estado 520, o processo 404 continua
4 para o estado 526. No estado 526, o processo 404 solicita todas as enfermidades urgentes para seus PHIs de FSS. Continuando para um estado de decisão 528, o processo 404 verifica se a lista está vazia. Se a lista não estiver vazia, 8 o processo 404 continua no estado 532 e escolhe o PHI de FSS da enfermidade mais urgente. Se a lista estiver vazia, conforme determinado pelo estado de decisão 528, o processo 404 avança para o estado 530 e instrui o Tomador de Decisão a 12 mudar de estratégia. Na conclusão do estado 530 ou 532, o processo é concluído em um estado final 534.
A intensidade de escolha não é mostrada
16 explicitamente na Figura 5. Na Modulação de intenção, as enfermidades urgentes têm suas intensidades de escolha iniciais aumentadas, como descrito em conjunto com o estado 212 (Figura 2) acima. A cada vez que um PHI é estabelecido 20 para uma enfermidade, sua intensidade de escolha é aumentada. A cada vez que é estabelecido um PHI que não ocorra em um objeto de enfermidade, sua intensidade de escolha pode ser reduzida. Tem-se outros critérios que podem aumentar ou
24 reduzir a intensidade de escolha.
Em relação à Figura 9, o processo 406 da estratégia de sine democrático médio (MDSS) será agora 28 descrito. Começando com o estado inicial 900, o processo 406 avança para o estado 902 em que o processo 406 coleta todas as escolhas para PHIs da enfermidade (DOs). Continuando para o estado 904, o processo 406 classifica a lista de escolhidos 32 para PHIs colocando os que possuem escolhas em primeiro lugar, em certas realizações. A seguir, no estado 906, o processo 406 aplica as intensidades de escolha para cada enfermidade com base no status de sine dos PHIs. Cada PHI de uma enfermidade recebe um status de "sine". 0 "sine" vem de "sine qua non” ou seja aquele sem o qual não tem-se nada.
4 Isso ocorre adicionalmente à ponderação de diagnóstico a ser adicionada ou subtraída da classificação de enfermidade se o PHl estiver presente ou não. Patognomônico é o mais alto nível de "sine", que quer dizer que se o paciente tiver este 8 PHI, tem a enfermidade. Por exemplo, um paciente que veja figuras de fortificação (parte superior de torres) antes ou associada com dor de cabeça sempre sofre de enxaqueca. "Sine qua non principal" significa que normalmente um médico não 12 diagnosticaria uma enfermidade se esse PHI ou sintoma não estivesse presente. Um bom exemplo é a síndrome coronária aguda (ACS) , em que geralmente, sem dor no peito, o médico não levaria tal diagnóstico em consideração. Mesmo isso
16 precisa ser qualificado devido ao fato de se poder ter ACS sem dor, em um paciente idoso, especialmente com diabetes. "Sine qua non secundário" significa que normalmente um médico esperaria que este PHI estivesse presente para diagnosticar a 20 enfermidade. Em certas realizações, uma enfermidade pode especificar que 2 de cada 3 sine qua non principais devem estar presentes para que se faça o diagnóstico. Isso é um tanto análogo ao critério de Jones para diagnosticar febre
24 reumática.
Avançando para um estado de decisão 908 da Figura 9, o processo 406 procura determinar se ocorreu um 28 vínculo nas escolhas de PHI. Se ocorreu um vínculo, é chamada uma estratégia alternativa para quebrar o vínculo no estado 910. Na conclusão do estado 910 ou se não houver vínculos nas escolhas, o PHI vencedor é selecionado no estado 912 e o 32 processo 406 é concluído em um estado final 914. Em relação à Figura 10, será descrito agora o processo 408 de estratégia seqüencial de sinergia (SSS). Na estratégia seqüencial de sinergia, o Tomador de Decisão 4 questiona a enfermidade se quaisquer dos PHIs que já tenham sido estabelecidos no paciente são envolvidos em uma ou mais sinergias seqüenciais. Se a resposta for "sim", a seguir o Tomador de Decisão solicita que a enfermidade faça uma 8 pergunta que estabeleceria uma sinergia seqüencial. Para uma sinergia seqüencial, tem-se algumas enfermidades para as quais o início e a progressão dos sintomas é muito importante para o diagnóstico. Por exemplo, a apendicite aguda tem uma 12 seqüência bem conhecida de sintomas que são importantes para o diagnóstico. Geralmente, são os seguintes: primeiro o paciente pode ficar anoréxico (sem vontade de comer) ou pode desenvolver uma dor não localizada na parte superior do 16 abdômen. A isso se seguem náuseas e talvez vômito e a seguir a dor passa para o quadrante inferior direito (RLQ) do abdômen.
Em certas realizações, o Tomador de Decisão
solicita a primeira sinergia seqüencial em um cronograma de enfermidade, após a exclusão de enfermidades urgentes. Se o paciente tiver outro PHI envolvido na sinergia seqüencial, a 24 intensidade de escolha é aumentada. Começando em um estado inicial 1000, o processo 408 avança para o estado 1002 e solicita que as enfermidades façam escolhas somente para PHIs que façam parte de sinergias seqüenciais. Avançando para o 28 estado 1004, a seguir o processo 408 acrescenta intensidade de escolha a enfermidades que tenham sido escolhidas para um PHI que conclua uma sinergia seqüencial. Movendo para o estado 1006, a seguir o processo 408 acrescenta intensidade 32 de escolha a enfermidades que tenham escolhido para PHIs que estejam para concluir uma sinergia seqüencial. Continuando para o estado 1008, o processo 408 seleciona o PHI selecionado com base na escolha e a seguir conclui no estado final 1010.
4 Em relação à Figura 11, o processo 410 da
estratégia de sine democrático médio (MDSS) será agora descrito. Começando em um estado inicial 1100, o processo 410 avança para o estado 1102, para coletar escolhas para PHIs de 8 enfermidades na lista integrada de enfermidades. Avançando para o estado 1104, o processo 410 classifica os PHIs com base na intensidade de escolha das escolhas de enfermidades para cada PHI. Continuando no estado 1106, o processo 410 12 multiplica os fatores de ponderação de cada PHI com a intensidade de escolha para determinar as escolhas finais para cada PHI. Continuando para um estado de decisão 1108, o processo 410 examina a possibilidade de um vínculo e usa o
16 estado 1110 para quebrar esse vínculo em uma estratégia alternativa, se necessário. Na conclusão do estado 1110 ou se não houver vínculos nas escolhas, o PHI vencedor é selecionado no estado 1112 e o processo 410 é concluído em um estado final 1114.
Voltando à figura lb, na conclusão do processo 158, um processo de resolução PHI 160 inicia o
24 processo de solução desse novo PHI. Este processo é descrito com mais detalhes em conjunto com a Figura 6.
Em relação à Figura 6, será descrito a seguir 28 o processo 160 para a solução do próximo PHI. O processo 160 começa em um estado inicial 600 e continua para vim estado 602, para apresentar o PHI para o usuário ou paciente e coletar uma resposta. Os detalhes acerca de como isso é 32 executado mudam, dependendo da realização atual; entretanto, os resultados são manuseados da mesma maneira. Avançando para o estado 604, o processo 160 examina um avaliador de discrepâncias semânticas para garantir que o resultado não contradiga informações já conhecidas pelo sistema. Isso ajuda o sistema a identificar pacientes que possam ter um nível de 4 consciência alterado ou anormal. Para este exemplo, é assumida uma hipótese de que foi feito um teste. Continuando para o estado 606, a resposta indicada é passada para um conjunto de funções de análise meta que rodam como 8 encadeamentos independentes com o processo principal. Além de provocar a causa mencionada meta acima em relação a instancias de problemas em excesso causados por infecção, tem-se diversas outras funções meta discutidas em outras 12 patentes do candidato, como a Patente US5.724.968, que é por meio deste incorporada por referência. 0 simples fato de que um paciente está consultando o sistema com uma queixa tal como dor de cabeça por varias vezes por unidade de tempo, o 16 sistema faria uma recomendação meta de que talvez se deva fazer uma CT ou MRI do cérebro devia ser obtida para excluir um tumor cerebral.
Continuando no estado 608 da Figura 6, é
passada para as enfermidades em que cada doença que tenha seu PHI classificará o resultado e calculará sua nova ponderação e probabilidades. Movendo para o estado 610, a pergunta que 24 foi proposta para o usuário e a resposta coletada são armazenadas no registro médico do paciente (PMR) ou no registro eletrônico médico (EMR) junto com uma autenticação de data e hora da interação. Avançando para um estado de 28 decisão 612, a seguir o processo 160 verifica se esse PHI é um LSS de uma enfermidade urgente. Se for o caso, a seguir o processo 160 se move para um estado de decisão 614, para determinar se o resultado desse LSS indicou que um PHI de 32 estágio posterior de uma enfermidade urgente esteja presente. Caso ocorra, a seguir o processo 160 avança para um processo LSS urgente. O processo 616 é descrito com mais detalhes em conjunto com a Figura 7 abaixo. Se o resultado de um estado de decisão 612 ou de um estado de decisão 614 não for verdadeiro ou não estiver na conclusão do processo 616 de LSS 4 urgente, o processo 160 é concluído em um estágio final 618.
Em relação à Figura 7, será descrito agora o processo 616 de LSS urgente. Começando em um estado inicial 8 700, o processo 616 avança para o estado 702 em que o paciente é informado da presença e do significado de informações LSS urgentes (por exemplo, tem-se uma emergência médica). Continuando para o estado 704, o processo 616 12 fornece ao paciente informações acerca do que fazer a seguir. Em certas realizações, conforme indicado no estado 7 06 de exemplo, essa recomendação pode variar de aconselhamento médico geral ou aconselhar o paciente a se consultar com seu 16 médico, instruções para ativar imediatamente o sistema local de emergência 192. Avançando para o estado 708, o processo 616 interrompe a consulta se uma emergência médica assim indicar. A seguir, o processo 616 conclui no estado final 710 e retorna para o estado final 618 mostrado na Figura 6.
Referenciando novamente a Figura Ib, na conclusão do processo 160, é invocada uma lista atualizada 24 num processo 162 de listas de enfermidades. Este processo é descrito com mais detalhes em conjunto com a Figura 8.
Em relação à Figura 8, será descrito a seguir 28 o processo 162 para a atualização de listas de objeto de enfermidade. O processo 162 começa no estado inicial 800 e continua em um Ioop que começa no estado 802. Esse Ioop é executado para cada enfermidade, terminando em um estado 826 32 quando a última enfermidade tiver sido processada. Indo para o estado 804, o processo 162 ajusta a intensidade de escolha da enfermidade atual com base na resposta atual. A seguir, o estado 806 ajusta a intensidade de escolha dessa enfermidade com base no seu momento de diagnóstico. A seguir, o estado 808 executa uma análise preditiva ou uma sessão "o que 4 acontece se", similar a um algoritmo computadorizado de xadrez, para ver o que acontece e a seguir a intensidade de escolha de enfermidades é modificada com base nessa predição. A análise preditiva se refere à capacidade do sistema, por 8 exemplo, de fazer uma análise "what if" (o que aconteceria se) de uma enfermidade. Em certas realizações, observe que a enfermidade somente precisa de alguns PHIs para ser diagnosticada (aumento da intensidade de escolha) ou que, por 12 exemplo, após certo número de perguntas, somente alguns PHIs dessa enfermidade estão presentes (redução da intensidade de escolha). Outro exemplo seria se todos os PHIs de uma enfermidade estivessem presentes, seria possível alcançar um 16 diagnóstico, não se a intensidade de escolha poderia ser zero, neste exemplo, sob certas condições.
Continuando para um estado de decisão 810, o processo 162 examina se a enfermidade atual é integrada ou segregada. Se a enfermidade for segregada, o processo 162 avança para o estado 814 em que o limite de integração é calculado. Tem-se diversos parâmetros que afetam a segregação 24 e a integração de enfermidades. Primeiro, a classificação de uma enfermidade expressa como percentagem determina se a enfermidade é integrada de modo a permitir que se façam perguntas. Uma enfermidade é integrada quando uma 28 classificação de diagnóstico alcança ou excede um limite, normalmente uma percentagem da classificação necessária para se chegar a um diagnóstico clínico. Observe que esse limite depende do fator sensibilidade ajustado. Se a sensibilidade 32 estiver ajustada para alta, mais enfermidades estarão integradas. Além da própria classificação, o primeiro derivado da classificação, isto é, a taxa à qual a classificação está aumentando é usada para integrar enfermidades, da mesma maneira como é usada para mudar o eixo de consulta. Além disso, a enfermidade contém dentro de si 4 mesmo uma tabela que lista a combinação de PHIs que deve integrar a enfermidade. Normalmente, é algum número de PHIs sine gua non ou de combinações de PHIs "sine qua non" principais e secundários. Além disso, a intensidade de 8 escolha de enfermidades também é usada para estabelecer o limite de integração. A intensidade de escolha de uma enfermidade reflete, outrossim, o quanto de "atenção" o Tomador de Decisão dá a essa enfermidade. Normalmente, se o 12 paciente estiver respondendo a todas as perguntas de maneira afirmativa, isto é, o paciente tem todos os sintomas da enfermidade, então a intensidade da escolha é aumentada. Novamente, isso tende a reduzir o número de perguntas que o 16 paciente tem de responder. Dessa forma, a decisão de integrar uma enfermidade pode se basear em uma classificação, no momento de diagnóstico ou na combinação de PHIs "sine gua non" principais ou secundários especificados pelo autor.
20
Continuando no estado de decisão 818 da Figura 8, o processo 162 verifica o limite contra a enfermidade atual, para determinar se a intensidade de 24 escolha da enfermidade atual subiu o suficiente para alcançar ou exceder ao limite de integração. Em caso positivo, o processo 162 continua para o estado 822, para mover essa enfermidade da lista segregada para a lista integrada. Estar 28 na lista integrada permite que a enfermidade se submeta escolhas em PHIs subsequentes. Se a intensidade de escolha não estiver acima do limite, conforme determinado no estado de decisão 818, o processo 162 avança para o estado 824 em 32 que a enfermidade atual permanece na lista atual. Em uma realização, se a enfermidade determinar, durante uma autoavaliação, que mesmo que todos os seus PHIs restantes devam ser estabelecidos e as sinergias associadas aplicadas para se obter a classificação máxima de diagnóstico ao qual um limite de diagnóstico não pode chegar nem exceder, é a seguir a 4 enfermidade excluída de considerações adicionais de diagnóstico.
Retornando para o estado de decisão 810 da 8 Figura 8, se a enfermidade atual estiver integrada, o processo 162 avança para o estado 812 em que é determinado o limite de segregação. Em certas realizações, o limite de segregação é o mesmo valor que o limite de integração, e é 12 uma indicação de que a enfermidade atual está atualmente integrada, mas a classificação e/ou intensidade de escolha deve ser comparada contra o limite para determinar se ela deve ser movida para a lista segregada. Continuando no estado 16 de decisão 816, o processo 162 verifica o limite contra a enfermidade atual para determinar se a intensidade de escolha da enfermidade atual caiu o suficiente para ficar abaixo do limite de segregação. Em caso positivo, o processo 162 continua para o estado 820, para mover essa enfermidade da lista segregada para a lista integrada. Estar na lista segregada não permite que a enfermidade submeta escolhas em PHIs subsequentes. Se a intensidade de escolha não estiver 24 abaixo do limite, conforme determinado no estado de decisão 816, o processo 162 avança para o estado 824 em que a enfermidade atual permanece na lista atual. Conforme descrito acima, em uma realização, se o objeto da enfermidade 28 determinar, que mesmo que todos os seus PHIs restantes devam ser estabelecidos e as sinergias associadas aplicadas para se obter a classificação máxima de diagnóstico ao qual um limite de diagnóstico não pode chegar nem exceder, e a seguir a 32 enfermidade é excluída de considerações adicionais de diagnóstico. Na conclusão do estado 822, do estado 824 ou do estado 820, o processo 162 avança para o final do Ioop no estado 826 e a seguir a execução retorna para a parte superior do Ioop no estado 802 em que o Ioop é repetido para a enfermidade seguinte. Assim que a lista do objeto da 4 enfermidade estiver concluída no final do Ioop do estado 826, o processo 162 termina a um estado final 828. Um exemplo de lista de enfermidade (DO) com intensidades de escolha de exemplos são mostrados nos blocos 830.
8
Referenciando novamente a Figura Ib, na conclusão do processo 162, o processo 150 alcança a declaração de final do Ioop no estado 164. Se o final do Ioop 12 do Tomador de Decisão não for "verdadeiro", o Ioop do Tomador de Decisão é repetido, começando novamente no estado 154. Esse Ioop do Tomador de Decisão continua até que ocorra uma interrupção que faça com que o Ioop seja interrompido. Tem-se 16 muitas condições ou objetivos que podem fazer com que o Ioop seja interrompido. Alguns exemplos das condições são os seguintes:
1. O usuário pode encerrar a sessão e dessa forma provocar o encerramento do programa.
2. Uma emergência médica pode encerrar a sessão, dessa forma fazendo com que o programa seja fechado.
3. Pode ser feito um diagnóstico, que 24 encerraria a consulta.
Em qualquer caso, assim que o Ioop for concluído no estado 164, o processo 150 avança para o estado 28 16 6 e toma uma ação apropriada com base na causa e na condição do sistema no momento da conclusão do Ioop do Tomador de Decisão. Exemplos de ações apropriadas podem ser uma chamada para um telefone de emergência (por exemplo, 32 192), marcação de uma consulta de retorno, execução de um auto-exame ou de um exame físico auxiliado ou execução de um exame de laboratório em casa. 0 processo 150 é concluído no estado final 168 e a seguir o controle é passado de volta para o sistema principal de diagnóstico.
4 As Figuras 13, 14 e 15 ilustram conceitos de
cada um dos três eixos de consulta, respectivamente. Certos componentes do diagnóstico médico e do sistema de tomada de decisão de tratamento 12 05 (Figura 12b) não são mostrados, 8 para manter a concisão. Em relação à Figura 13, é mostrada uma realização de um exemplo de configuração 13 00 de um conjunto de componentes usados pelo processo do Tomador de Decisão operando no eixo horizontal do modo de consulta 12 (HAI). No modo HAI, todas as enfermidades 1310 (cada especialista em uma enfermidade em determinada) "escolhe" as perguntas que desejam fazer ao paciente 1260. O modo HAI pode ser considerado como modo de consulta de alto nível. O 16 Tomador de Decisão 1220 decide que pergunta será a próxima a ser feita ao paciente. Em certas realizações, o Tomador de Decisão 1220 é não democrático na abordagem, mas aparece primeiro nos estágios finais de uma enfermidade urgente e a seguir tenta excluir enfermidades graves, a seguir tenta favorecer as enfermidades mais comuns sobre as menos comuns. Em outras realizações, podem ser utilizadas outras estratégias de avaliação, como as descritas acima. O objeto 24 Ombudsman de Paciente 1250 pode se comunicar com o Tomador de Decisão 122 0 para discordar do PHI escolhido ou sugerir um PHI em determinada. Quando objeto Ombudsman de Paciente 1250 ver que muitos desses objetos de enfermidade 1310 na 28 consideração do diagnóstico estariam sendo escolhidos em vez de sintomas específicos, cada um dos quais é dependente de um sintoma mais geral, o Ombudsman de Paciente 1250 sugeriria essa pergunta mais geral para o Tomador de Decisão.
32
Em relação à Figura 14, é mostrada uma realização de um exemplo de configuração 1400 de um conjunto de componentes usados pelo processo do Tomador de Decisão operando no eixo diagonal do modo de consulta (DAI) . No modo DAI, algumas enfermidades (especialistas) são segregados com 4 base na probabilidade de diagnóstico. Separar os objetos de enfermidade em um grupo integrado 1410 e em um grupo segregado 1411 de enfermidade oferece a capacidade de restringir a escolha de enfermidades no grupo segregado 1411. 8 O modo DAI pode ser considerado como modo de consulta de nível médio. Todas as enfermidades "escutam" ou monitoram uma pergunta feita ao paciente 1260 e uma resposta a essa pergunta e avaliam essas enfermidades de acordo. As 12 enfermidades se movem dinamicamente para dentro e para fora do grupo segregado conforme as perguntas são respondidas. O uso do modo DAI reduz o número de perguntas feitas ao paciente. O objeto Ombudsman de Paciente 1250 pode se 16 comunicar com o Tomador de Decisão 1220 para discordar do PHI escolhido ou sugerir um PHI em determinada.
Em relação à Figura 15, é mostrada uma realização de um exemplo de configuração 1500 de um conjunto de componentes usados pelo processo do Tomador de Decisão operando no eixo vertical do modo de consulta (VAI). No modo VAI, uma enfermidade 1510 confia que sua enfermidade 24 correspondente ao diagnóstico mais provável e conseqüentemente notifica o Tomador de Decisão 1220. A seguir, o Tomador de Decisão permite que a enfermidade faça as perguntas preferidas pelo autor da enfermidade do 28 paciente. O modo VAI pode ser considerado como modo de consulta de baixo nível. 0 objeto Ombudsman de Paciente 1250 se comunica com o Tomador de Decisão 1220 para discordar do PHI escolhido ou sugerir um PHI em determinada. Da mesma 32 maneira que no modo DAI, todas as outras enfermidades "escutam" ou monitoram uma pergunta feita ao paciente e uma resposta a essa pergunta e classificam suas enfermidades em conformidade com as respostas. Em certas realizações, o questionamento continua no modo VAI até que se chegue a um diagnóstico, ou seja, atendido um critério como o de que o 4 atual objeto de enfermidade não mais se qualifica como o único objeto de questionamento do paciente. Por exemplo, pode ser selecionado outro objeto de enfermidade para o modo VAI no lugar da atual enfermidade, ou o modo pode ser alterado 8 para o modo DAI.
Em relação à Figura 16, agora será descrita uma configuração 1600 de exemplo de componentes de outra 12 realização do sistema MDATA. Um dispositivo de computação móvel ou fixo 1610 é operado por um usuário 1630. 0 dispositivo de computação 1610 pode ser um dispositivo de computação portátil ou outro dispositivo portátil como um 16 Palm, um computador pessoal Pocket (PC), computador portátil baseado no Linux, PDA, Tablet PC ou um PC que tenha um visor. Em certas realizações, o dispositivo de computação 1610 opera no modo stand-alone (independente). Em outras realizações, o dispositivo de computação 1610 está em comunicação com um ou mais servidores 1650 por meio de uma rede 1640. 0(s) servidor(es) inclui(em) um ou mais processadores 1652, armazenamento de dados 1654 e software de sistema 1656 24 executado pelo(s) processador(es). Em certas realizações, o armazenamento de dados 1654 armazena um ou mais bancos de dados usados pelo sistema e armazena os registros médicos dos pacientes. 0(s) processador(es) 1652 estão em comunicação com 28 os bancos de dados por meio de uma interface de banco de dados, como linguagem estruturada de consulta (SQL) ou conectividade aberta de banco de dados (ODBC). Em certas realizações, o armazenamento de dados 1654 não está incluído 32 no(s) servidor(es) 1650, mas está em comunicação de dados com o(s) servidor (es) por meio de uma interface de banco de dados. A conexão do dispositivo de computação 1610 com a rede 1640 pode ser uma conexão sem fio ou via satélite 1644 ou uma conexão a cabo ou direta 1642. Em certas realizações, o(s) servidor(es) fazem parte do site na Internet, como em uma
4 rede interna (intranet) ou na Internet.
Se o dispositivo de computação 1610 estiver conectado com o(s) servidor(es) 1650, o site na Internet pode 8 opcionalmente fornecer atualizações de informações sobre novas enfermidades ou de testes de laboratório, estudos especiais, modalidade de imagens da escolha e tratamento da escolha. Além disso, o dispositivo de computação 1610 pode 12 opcionalmente ser conectado à rede 1640 para permitir a emissão instantânea de relatórios e para baixar informações acerca de, por exemplo, possíveis epidemias ou uso de armas de destruição em massa (WMD). Em outra realização, o
16 dispositivo de computação 1610 somente roda quando conectado ao(s) servidor(es) 1650.
O dispositivo de computação 1610 inclui um processador 1612, um visor 1614 e um ou mais dispositivos de entrada 1616. 0 processador 1612 está em comunicação de dados com o armazenamento de dados 1618 para o armazenamento de um ou mais bancos de dados que possuam dados médicos usados pelo
24 sistema. Em certas realizações, o armazenamento de dados 1618 armazena registros médicos do paciente, como registros eletrônicos médicos de pacientes. O software de sistema 1620 é executado pelo processador 1612. O software de sistema 1620 28 pode incluir uma interface gráfica de usuário de aplicativo (GUI). 0 GUI do aplicativo pode incluir uma interface de banco de dados para um armazenamento de dados 1618 do dispositivo de computação. Em certas realizações, o software 32 é carregado do armazenamento de dados 1618. Em realizações em que o dispositivo de computação 1610 se comunica com um site na Internet, o processador utiliza software de navegador em vez de ou em complemento ao software 1620.
4 Diagnóstico Baseado em Objeto
Em termos de software de computador, um objeto é uma combinação de dados e processos que manipulam os 8 dados. Diz-se que os dados são "encapsulados", o que significa que os dados estão ocultos, de modo que um usuário do objeto somente vê os processos que podem ser invocados. Usando processos de um objeto, pode-se manipular dados sem 12 ter de saber a localização e o formato exatos dos dados. Quando forem necessárias mais do que uma cópia do objeto, pode-se fazer cópias dos dados, mas usa o mesmo conjunto de processo para manipular cada uma das copias conforme
16 necessário. Esse conjunto de processos pode ser encarado como um "mecanismo" que controla ou representa o comportamento do objeto, sejam 10 ou 10.000 cópias do objeto, por exemplo.
Esta seção descreve um paradigma de
diagnóstico que usa objetos de software para estabelecer um ambiente de software amplo e generalizado para diagnóstico médico, que é usado para definir e desenvolver elementos de
24 programação de diagnósticos médicos. A seguir, os objetos são usados para guiar e controlar o processo de diagnóstico, para conduzir a entrevista com o paciente, para executar tarefas analíticas relacionadas e para gerar diagnósticos. Um objeto 28 de software é uma estrutura de software fundamental que pode ser usada para organizar os processos e os dados de um programa de computador de maneira a tornar possível aplicativos muito complicados. Esta descrição discutirá novos 32 usos da programação orientada a objetos (OOP) em diagnóstico médico, como o uso de objetos de software para fins de diagnóstico médico totalmente automatizado, o método total/global de montagem dinâmica de componentes de diagnóstico na forma de objetos e a seguir deixando que os objetos interajam para calcular um resultado como um
4 diagnóstico.
A definição e criação de objetos de software é bem conhecida para qualquer programador treinado em 8 programação orientada a objetos. Usando um compilador com capacidade para OOP, o programador define os dados que representam o objeto e as ações que o objeto pode executar. Em tempo de execução, o programa cria um objeto, fornece os 12 dados que definem o objeto e a seguir manipula o objeto usando as ações do objeto. 0 programa pode criar qualquer número de objetos quanto sejam necessários. Cada objeto pode ser inicializado, manipulado e destruído de maneira
16 independente.
Em um método baseado em objeto (OB), os objetos de software são usados como agentes ativos e 20 inteligentes que representam toda a funcionalidade e todos os dados nas funções organizadas adequadamente. É importante observar nesta metáfora que todas as enfermidades, que são "especialistas" virtuais para uma única enfermidade, tem
24 permissão para monitorar as perguntas e respostas de outros objetos. Cada objeto pode inverter a avaliação dos dados do paciente em termos de seu próprio padrão de sintoma.
28 Assim que um conjunto real de sintomas do
paciente foi estabelecido, as enfermidades julgam a si mesmas e retornam uma probabilidade de que eles são o diagnóstico correto. 0 efeito que surge é uma entrevista com o paciente e 32 uma avaliação de diagnóstico que, por projeto, permanece constantemente enfocado o mais provável conjunto de enfermidades do paciente. Perguntas focadas cuidadosamente são usadas para eliminar ou reduzir a probabilidade de enfermidades, para promover outras na "faixa de suspeita" e para ampliar a pesquisa em uma direção promissora, com base
4 nos dados obtidos do paciente.
Um "objeto" de software é basicamente uma estrutura de dados, mais processos associados que podem fazer 8 coisas com, por e para os dados. Uma importante propriedade de um objeto é que os dados do objeto podem ser ocultos por trás dos processos do objeto, de modo que um usuário externo do objeto somente possa ver e usar processos de objeto que 12 possam ser invocados para acessar os dados. Diz-se que o objeto "esconde" os dados; ele fornece a capacidade de desacoplar o mundo que usa o objeto do próprio objeto.
16 CONCLUSÃO
Ainda que blocos, seções, dispositivos, funções e módulos específicos tenham sido apresentados 20 acima, um técnico experiente poderá imaginar muitas maneiras de dividir o sistema e também imaginar muitas partes, componentes, módulos ou funções que podem ser substituídos pelos acima citados.
24
Ainda que a descrição detalhada do sistema tenha mostrado, descrito e indicado os novos recursos fundamentais da invenção do modo como foram aplicados em
28 diversas realizações, deve-se ser entendido que eventuais omissões, substituições e alterações na forma e nos detalhes do sistema podem ser feitos por pessoas com conhecimento normal na técnica, sem desviar da essência da invenção.
Claims (61)
1. Sistema computadorizado para diagnóstico médico caracterizado por compreender: armazenamento em um computador de uma lista de objetos de enfermidades, com cada objeto de enfermidade associado a uma ou mais perguntas; e dispositivo de computação em comunicação de dados com armazenamento em computador, com o dispositivo de computação executando instruções associadas com objeto de decisão, em que o objeto de tomada de decisão, em conjunto com diversas estratégias de avaliação, determina a seleção da pergunta seguinte a ser feita ao paciente, em que a pergunta seguinte é feita de modo a minimizar o número de perguntas necessárias para atingir o fim da sessão de avaliação.
2. Sistema de acordo com a Reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o fim da sessão de avaliação é chegar a um diagnóstico.
3. Sistema de acordo com a Reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o fim da sessão de avaliação é excluir enfermidades urgentes ou graves.
4. Sistema de acordo com a Reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o objeto de tomada de decisão determina quando a próxima estratégia da pluralidade de estratégias de avaliação deve ser iniciada.
5. Sistema de acordo com a Reivindicação 4, caracterizado pelo fato de que a determinação de quando a próxima estratégia de avaliação deve ser iniciada se baseia em um conjunto de regras.
6. Sistema de acordo com a Reivindicação 4, caracterizado pelo fato de que a determinação de quando a próxima estratégia de avaliação deve ser iniciada depende da conclusão da atual estratégia de avaliação.
7. Sistema de acordo com a Reivindicação 1, caracterizado por abranger um objeto de ombudsman do paciente que faz interface com o objeto de tomada de decisão e sugere uma ou mais perguntas gerais, em que as respostas às perguntas gerais reduzem o número de perguntas feitas ao paciente.
8. Sistema de acordo com a Reivindicação 1, caracterizado por abranger um objeto de ombudsman do paciente que faz interface com o objeto de tomada de decisão e, com base na próxima pergunta escolhida, sugere uma ou mais perguntas gerais hierarquicamente associadas com a próxima pergunta escolhida, em que o número de perguntas feitas ao paciente para se chegar ao fim da sessão de avaliação, em resposta a perguntas gerais é menor do que o número de perguntas feitas a um paciente para se chegar ao fim da sessão de avaliação em resposta à próxima pergunta escolhida.
9. Sistema de acordo com a Reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que uma estratégia de avaliação é procurar a modulação em que o próximo estágio de enfermidades urgentes é estabelecido ou excluído antes de procurar outras enfermidades.
10. Sistema de acordo com a Reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que uma estratégia de avaliação é procurar a modulação em que itens da curva crítica de saúde do paciente (PHIs) para enfermidades urgentes sejam estabelecidos após a avaliação de sintomas de estágios anteriores.
11. Sistema de acordo com a Reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que uma estratégia de avaliação é a exclusão ou o estabelecimento de enfermidades graves antes do diagnóstico de outras enfermidades.
12. Sistema de acordo com a Reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que as estratégias de avaliação podem ser modificadas tão frequentemente quanto as perguntas feitas ao paciente.
13. Sistema de acordo com a Reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que certos PHIs de uma enfermidade são reservados para PHIs de estágios posteriores de uma enfermidade.
14. Sistema de acordo com a Reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que certos PHIs de uma enfermidade são reservados para PHIs de curva crítica.
15. Sistema de acordo com a Reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o objeto de tomada de decisão não permite que objetos de enfermidade de uma classe não permitida sejam escolhidos em uma lista de objetos de enfermidade para se fazer perguntas a um paciente durante uma sessão de avaliação.
16. Sistema de acordo com a Reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que cada objeto de enfermidade seja associado a um ou mais PHIs e que cada PHI seja associado a uma ou mais perguntas.
17. Sistema de acordo com a Reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o objeto de tomada de decisão faz interface dos objetos de enfermidade com o paciente.
18. Sistema de acordo com a Reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que os objetos de enfermidade selecionados sugerem perguntas a serem feitas ao paciente e em que o objeto de tomada de decisão seleciona a pergunta seguinte a ser feita ao paciente com base em pelo menos uma escolha firme dos objetos de enfermidade selecionados.
19. Sistema de acordo com a Reivindicação 18, caracterizado pelo fato de que o objeto de tomada de decisão escolhe a pergunta seguinte com base pelo menos na ponderação da pergunta, um sine status de um item de saúde de um paciente associado com a pergunta, as enfermidades em consideração no diagnóstico e os dados do registro eletrônico do paciente.
20. Sistema de acordo com a Reivindicação 1, caracterizado por abranger ainda uma interface de comunicação de dados com um dispositivo de saída, para fazer perguntas ao paciente e com um dispositivo de entrada para receber as respostas do paciente.
21. Sistema de acordo com a Reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o objeto de tomada de decisão pode mudar a orientação da consulta, com base em determinados critérios.
22. Sistema de acordo com a Reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que os objetos de enfermidade são separados dinamicamente em uma primeira classe em que se pode escolher a próxima pergunta e uma segunda classe em que não se pode escolher a próxima pergunta.
23.Sistema computadorizado para diagnóstico médico caracterizado por compreender: armazenamento em um computador de uma lista de objetos de enfermidades candidatas, com cada objeto enfermidade associado a uma ou mais perguntas; e dispositivo de computação em comunicação de dados com armazenamento em computador, com o dispositivo de computação executando instruções associadas com um objeto de decisão, em que o objeto de tomada de decisão utiliza pelo menos uma de diversas estratégias de avaliação que ajuda a determinar a seleção da pergunta seguinte a ser feita ao paciente, em que os objetos de enfermidade são separados dinamicamente em uma primeira classe em que se pode escolher a pergunta seguinte ou em uma segunda classe, em que não se pode escolher a pergunta seguinte.
24. Sistema de acordo com a Reivindicação 23, caracterizado pelo fato de que a pergunta seguinte é escolhida de modo a minimizar o número de perguntas necessárias para se obter o diagnóstico.
25. Sistema de acordo com a Reivindicação 23, caracterizado pelo fato de que a pergunta seguinte é escolhida para excluir enfermidades urgentes ou graves com o mínimo de perguntas possível.
26. Sistema de acordo com a Reivindicação 23, caracterizado pelo fato de que o objeto de tomada de decisão determina quando a próxima estratégia de avaliação da pluralidade de estratégias de avaliação deve ser iniciada.
27. Sistema computadorizado para diagnóstico médico caracterizado por compreender: armazenamento em um computador de uma lista de enfermidades candidatas, em que cada candidata é associada a uma ou mais perguntas; e dispositivo de computação em comunicação de dados com armazenamento em computador, com o dispositivo de computação executando instruções para: fazer perguntas de natureza geral associadas com as enfermidades candidatas de um paciente, usando um modo de consulta de alto nível; - selecionar um conjunto de enfermidades mais prováveis com base nas respostas às perguntas gerais; - fazer perguntas enfocadas no conjunto de enfermidades mais prováveis, usando um modo de consulta de nível médio; - selecionar um conjunto de enfermidades mais prováveis com base nas respostas às perguntas modo de consulta de nível médio; e - fazer perguntas enfocadas no conjunto de enfermidades mais prováveis, usando um modo de consulta de nível baixo, em que o conjunto de enfermidades mais prováveis é separado dinamicamente em uma primeira classe em que se pode escolher a próxima pergunta a ser feita ao paciente ou em uma segunda classe em que não se pode escolher a próxima pergunta, em que as enfermidades da segunda classe incluem um peso na classificação de ponderação, sendo a ponderação correspondente à resposta dada a uma pergunta sobre outra enfermidade e em que as perguntas são feitas até que o fim da sessão de avaliação tenha sido atingido.
28. Sistema de acordo com a Reivindicação 27, caracterizado pelo fato de que a pergunta seguinte é escolhida de modo a minimizar o número de perguntas necessárias para se atingir o fim da sessão de avaliação.
29. Sistema de acordo com a Reivindicação 27, caracterizado pelo fato de que as respostas às perguntas são armazenadas em um registro eletrônico do paciente e usadas para estabelecer itens de saúde do paciente (PHIs).
30. Sistema de acordo com a Reivindicação 29, caracterizado pelo fato de que as enfermidades na lista de enfermidades candidatas são separadas na primeira ou na segunda classe com base pelo menos nos PHIs.
31. Sistema de acordo com a Reivindicação 27, caracterizado pelo fato de que as enfermidades da primeira classe incluem um peso correspondente à resposta dada a uma pergunta sobre outra enfermidade.
32. Sistema de acordo com a Reivindicação 27, caracterizado pelo fato de que uma seqüência de perguntas corresponde a uma ou mais pluralidade de estratégias de avaliação.
33. Sistema de acordo com a Reivindicação 27, caracterizado pelo fato de que a separação de enfermidades na primeira ou na segunda classe se baseia em parte na intensidade da escolha de cada enfermidade na lista de enfermidades candidatas.
34. Sistema de acordo com a Reivindicação 33, caracterizado pelo fato de que a intensidade da escolha de uma particular enfermidade está relacionada com a probabilidade alterada de que essa particular enfermidade seja o diagnóstico para o paciente.
35. Sistema de acordo com a Reivindicação 33, caracterizado pelo fato de que a intensidade da escolha de uma particular enfermidade depende do número de PHIs que o paciente tem em relação a essa particular enfermidade.
36. Sistema de acordo com a Reivindicação 33, caracterizado pelo fato de que a intensidade da escolha depende dos aspectos do PHI que está sendo estabelecido para o paciente.
37. Sistema de acordo com a Reivindicação 33, caracterizado pelo fato de que uma enfermidade em particular é dinamicamente transferida entre a primeira e a segunda classe se atingir ou exceder um limite.
38. Sistema de acordo com a Reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o objeto de tomada de decisão não permite que objetos de enfermidade de uma classe não permitida sejam escolhidos em uma lista de objetos de enfermidade para se fazer perguntas a um paciente durante uma sessão de avaliação.
39. Sistema de acordo com a Reivindicação 27, caracterizado pelo fato de que cada enfermidade candidata está associada a um ou mais itens de saúde de paciente (PHIs) e que cada PHI está associado a uma ou mais perguntas.
40. Sistema de acordo com a Reivindicação 39, caracterizado pelo fato de que o dispositivo de computação executa adicionalmente instruções de software para verificar os registros médicos do paciente à procura de respostas para perguntas ou PHIs antes de se fazer perguntas ao paciente.
41. Método computadorizado de tomada de decisão associado a uma sessão de avaliação no sistema para diagnóstico médico caracterizado por: oferecer uma pluralidade de modos de consulta, em que cada modo inclui pelo menos uma estratégia de avaliação, incluindo um modo de consulta em que uma pluralidade de objetos de enfermidade é dinamicamente separada em uma primeira classe em que se pode escolher a próxima pergunta que pode ser feita ao paciente ou em uma segunda classe em que não se pode escolher a próxima pergunta a ser feita; e fazer a próxima pergunta ao paciente.
42. Método de acordo com a Reivindicação 41, caracterizado pelo fato de que a pergunta seguinte é escolhida de modo a minimizar o número de perguntas necessárias para se atingir o fim da sessão de avaliação.
43. Método de acordo com a Reivindicação 41, caracterizado pelo fato de que as estratégias de avaliação incluem uma estratégia de não diagnóstico.
44. Método de acordo com o método da Reivindicação 41, caracterizado por: fazer perguntas de natureza geral associadas de uma lista de enfermidades, usando um modo de consulta de alto nível; selecionar um conjunto de enfermidades mais prováveis com base nas respostas às perguntas gerais; fazer perguntas enfocadas no conjunto de enfermidades mais prováveis, usando um modo de consulta de nível médio; selecionar um conjunto de enfermidades mais prováveis com base nas respostas às perguntas modo de consulta de nível médio; e fazer perguntas enfocadas no conjunto de enfermidades mais prováveis, usando um modo de consulta de baixo nível; em que as estratégias de avaliação incluem pelo menos uma estratégia para diagnóstico, em que cada uma das enfermidades que não tenha sido excluída da consideração para diagnóstico inclua um peso em uma ponderação de enfermidades com base em uma resposta a cada pergunta feita e em que são feitas perguntas até que se atinja o fim da sessão de avaliação.
45. Método de acordo com a Reivindicação 44, caracterizado pelo fato de que o método não permite a escolha de enfermidades de uma classe não escolhida do conjunto de enfermidades mais prováveis para sugerir perguntas a serem feitas ao paciente durante a sessão de avaliação.
46. Método de acordo com a Reivindicação 44, caracterizado pelo fato de que uma enfermidade é excluída se tiver influência em itens de saúde do paciente para os quais ainda não tenham sido feitas perguntas e ponderações com sinergias associadas que não podem fazer com que a classificação da enfermidade atinja ou exceda um limite para o diagnóstico.
47. Método computadorizado de tomada de decisão utilizado durante uma sessão de avaliação em um sistema para diagnóstico médico que possua um dispositivo de computação caracterizado por: fazer perguntas de natureza geral associadas a uma lista de enfermidades candidatas de um paciente, usando um modo consulta de alto nível usando uma interface de usuário associada a um dispositivo de computação; selecionar um conjunto de enfermidades mais prováveis com base nas respostas às perguntas gerais; fazer perguntas enfocadas no conjunto de enfermidades mais prováveis, usando um modo de consulta de nível médio; selecionar um conjunto de enfermidades mais prováveis com base nas respostas às perguntas modo de consulta de nível médio; e fazer perguntas enfocadas no conjunto de enfermidades mais prováveis, usando um modo de consulta de baixo nível; em que uma seqüência de perguntas corresponde a uma de uma pluralidade de estratégias de avaliação, em que o conjunto de enfermidades mais prováveis é dividido dinamicamente em uma primeira classe em que se pode escolher a próxima pergunta a ser feita ao paciente ou em outra classe em que não se pode escolher a próxima pergunta, em que as enfermidades que estão nessa classe que não podem ser escolhidas para pergunta seguinte que incluem uma classificação de enfermidade e a ponderação correspondem a uma resposta a uma pergunta feita em relação a outra enfermidade e em que as perguntas são feitas até que o fim da sessão de avaliação tenha sido atingido.
48. Método de acordo com a Reivindicação 47, caracterizado pelo fato de que a pergunta seguinte é escolhida de modo a minimizar o número de perguntas necessárias para se atingir o fim da sessão de avaliação.
49. Método de acordo com a Reivindicação 47, caracterizado pelo fato de que uma das estratégias de avaliação é procurar a modulação o que elimina os estágios finais de enfermidades urgentes da lista de enfermidades candidatas.
50. Método de acordo com a Reivindicação 47, caracterizado pelo fato de que as respostas às perguntas são armazenadas em um registro médico eletrônico do paciente e usadas para estabelecer itens de saúde do paciente (PHIs) e em que cada enfermidade candidata está associada a um ou mais PHIs e cada PHI está associado a uma ou mais perguntas.
51. Método de acordo com a Reivindicação 50, caracterizado pelo fato de que uma das estratégias de avaliação é um sine democrático médio que determina a próxima pergunta por meio de um processo de escolha em que o status de sine de um PHI e um par de enfermidade é fatorado em intensidades de escolhas das enfermidades.
52. Método de acordo com a Reivindicação 50, caracterizado pelo fato de que uma das estratégias de avaliação é uma estratégia de sinergia seqüencial que dá maior intensidade de escolha de prioridade desses PHIs que concluem total ou parcialmente de uma sinergia seqüencial.
53. Método de acordo com a Reivindicação 47, caracterizado pelo fato de que as enfermidades que estão na classe em que podem escolher a próxima pergunta incluem uma ponderação de uma classificação de enfermidade.
54. Método de acordo com a Reivindicação 47, caracterizado pelo fato de que a pergunta seguinte é a pergunta que faz avançar a sessão de avaliação para se chegar a um diagnóstico correto o mais cedo possível com o menor número de perguntas.
55. Método de acordo com a Reivindicação 47, caracterizado pelo fato de que certo número de perguntas sobre o paciente é reduzido com base no uso de consulta de nível médio em que a classe que não tem permissão para a escolha da próxima pergunta não contribui com perguntas potenciais para serem feitas sobre o paciente.
56. Método de acordo com a Reivindicação 50, caracterizado pelo fato de que as perguntas que correspondam a PHIs de estágio seguinte de enfermidades urgentes são feitas em primeiro lugar de modo a diagnosticar ou excluir essas enfermidades que tenham uma janela de oportunidade terapêutica limitada.
57. Método de acordo com a Reivindicação 47, caracterizado pelo fato de que uma particular estratégia de uma pluralidade de estratégias de avaliação pode ser modificada em resposta à situação clínica do paciente.
58. Método de acordo com a Reivindicação 47, caracterizado pelo fato de que uma particular estratégia de uma pluralidade de estratégias de avaliação é selecionada dependendo do histórico médico passado do paciente como armazenado no registro médico eletrônico do paciente.
59. Método de acordo com a Reivindicação 47, caracterizado pelo fato de que uma particular estratégia de uma pluralidade de estratégias de avaliação é selecionada dependendo das respostas anteriores do paciente em uma consulta.
60. Método de acordo com a Reivindicação 47, caracterizado por compreender a seleção de perguntas escolhidas sobre enfermidades na consideração para o diagnóstico.
61. Método de acordo com a Reivindicação 47, caracterizado pelo fato de que o método não permite a escolha de enfermidades da classe não escolhida do conjunto de enfermidades mais prováveis para sugerir perguntas a serem feitas ao paciente durante a sessão de avaliação.
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