BRPI0805083A2 - aparelho, sistema e método de detecção de eventos limites de temperatura em um dispositivo de pós-tratamento - Google Patents

aparelho, sistema e método de detecção de eventos limites de temperatura em um dispositivo de pós-tratamento Download PDF

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BRPI0805083A2
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Conrad J Simon Iii
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Abstract

São descritos um aparelho, sistema e método de detecção de eventos limites de temperatura em um dispositivo de pós-tratamento. O sistema pode incluir um dispositivo de pós-tratamento configurado para tratar um gás de exaustão de um motor a combustão interna e um dispositivo de reação à temperatura disposto no interior de uma região de interesse do dispositivo de pós-tratamento. O dispositivo de reação à temperatura é configurado para fundir-se sob um limite de temperatura. O sistema pode incluir adicionalmente dois pontos de acesso acoplados eletricamente ao dispositivo de reação à temperatura e um módulo de observação configurado para medir um valor de resistência elétrica ao longo dos dois pontos de acesso. O módulo de observação detecta a fusão do dispositivo de reação à temperatura com base no valor de resistência elétrica medido ao longo dos pontos de acesso. Em realizações alternativas, o módulo de observação é incluído em um módulo de controle de motor (MEC) ou uma ferramenta de serviço.

Description

APARELHO, SISTEMA E MÉTODO DE DETECÇÃO DE EVENTOSLIMITES DE TEMPERATURA EM UM DISPOSITIVO DE PÓS-TRATAMENTO
ANTECEDENTES DA INVENÇÃO
CAMPO DA INVENÇÃO
A presente invenção refere-se a dispositivos depós-tratamento para o tratamento de fluxos de exaustão demotores e, mais especificamente, refere-se à detecção daocorrência de eventos limites de temperatura em dispositivosde pós-tratamento.
ANTECEDENTES DA TÉCNICA
As regulamentações de emissões para motores acombustão interna foram rapidamente alteradas nos últimosanos. Para atender às novas regulamentações, muitosfabricantes de motores necessitaram instalar dispositivos depós-tratamento para reduzir as emissões dos gases de exaustãoou para condicionar os gases de exaustão a assistirem outrosdispositivos de pós-tratamento. Filtros particulados, porexemplo, removem fuligem dos gases de exaustão de um motor adiesel e catalisadores de oxidação de diesel às vezes sãoutilizados para gerar temperatura no gás de exaustão, deforma a auxiliar um filtro particulado na oxidação da fuligempara fora do filtro.
A maior parte dos dispositivos após o tratamentopassa por ciclos térmicos durante as operações do motor. Osciclos térmicos podem ser intencionais, tais como durante aremoção de fuligem de um filtro particulado, ou nãointencionais, como quando o motor experimenta grandesalterações da carga de trabalho necessária para o motor. Cadaciclo térmico induz um gradiente de temperatura no interiordo dispositivo. O gradiente de temperatura no interior dodispositivo pode criar tensões e, ao longo do tempo, podecausar falha do dispositivo de pós-tratamento. Geralmente,quanto mais alta a temperatura máxima experimentada nodispositivo de pós-tratamento, maior o gradiente térmico nointerior do dispositivo de pós-tratamento. Alta temperaturapode também causar tensão e/ou falha de um dispositivo depós-tratamento, independentemente do gradiente de temperaturainduzido no dispositivo.
Uma falha relativa a tensão dentro de umdispositivo de pós-tratamento, tal como uma rachadura naparede do dispositivo de pós-tratamento, pode ser de detecçãoparticularmente difícil. Não há medições diretas utilizadasrotineiramente em tempo real para que aplicativos detectemessas falhas. Mesmo durante a reparação de um dispositivo depós-tratamento, é difícil para um técnico de assistênciadetectar essa falha, mesmo se o técnico possuir uma razãopara procurá-la.
0 dispositivo de pós-tratamento compreendetipicamente um núcleo (tal como uma estrutura de favo de melde carbureto de silício ou cordierita) embalado em ummaterial isolante que fixa o núcleo no lugar e todo odispositivo é tipicamente coberto por uma folha metálica e/ouuma cobertura de folha de aço inoxidável ou "lata". Uma falhade tensão sobre um dispositivo ocorre no núcleo, tipicamentena forma de rachadura radial em volta da superfície donúcleo, e não é visível para um técnico meramente manipulandoo dispositivo. Os esquemas de detecção de falhas atuais,portanto, dependem de ultrassom ou de inspeção visualespecial para determinar a possível falha de um componente depós-tratamento.
Esquemas de detecção por ultrassom sãoproblemáticos devido à natureza porosa intencional dosdispositivos de pós-tratamento e às lacunas no materialisolante circunvizinho. A freqüência de ultrassom deve sersuficientemente baixa (causando uma imagem de baixaresolução) e os dispositivos de pós-tratamento são tão malconfigurados para análise de ultrassom que freqüentementepodem ser detectadas apenas as falhas mais catastróficas.Alguns dispositivos de pós-tratamento, entretanto, não seatêm mais ao projeto (o que pode significar que limitesreguladores de emissões não estão sendo atendidos) com apenasalgumas rachaduras moderadas em volta do dispositivo.
Inspeções visuais especiais necessitam deferramentas óticas que permitem que o técnico observe ointerior dos canais dentro do dispositivo de pós-tratamento.Os canais do dispositivo podem conter fuligem e/oufragmentos, o que torna a inspeção difícil ou impossível. Umaverificação mínima do dispositivo pode necessitar deverificação de centenas de canais em volta do perímetro de umdispositivo de pós-tratamento por meio da inserção repetidade uma ferramenta projetada para entrar em canais comdiâmetro pequeno que se encontram em uma densidade deembalagem de duzentas a trezentas células por polegadaquadrada. O procedimento de inspeção pode prejudicar odispositivo de pós-tratamento, é demorado e caro na melhordas circunstâncias.
Mesmo quando puder ser detectada falha dedispositivo físico do dispositivo de pós-tratamento, altastemperaturas no interior do dispositivo de pós-tratamentopodem causar degradação excessiva por falha do dispositivofísico. Pode-se esperar, por exemplo, que um dispositivo depós-tratamento rache a 950°C, mas experimenta desativaçãosevera de catalisador a 850°C sem indicações físicas dedegradação. A degradação do catalisador pode induzir tensõesadicionais sobre o dispositivo, tais como aumento datemperatura média em que pode ocorrer a oxidação da fuligem ea degradação do catalisador pode causar aumentos de emissões.Um dispositivo de pós-tratamento pode experimentar aumento deemissões sem que seja detectado.A detecção da temperatura verdadeira no interior dodispositivo de pós-tratamento atualmente encontra-se além datecnologia atual sob preços comercialmente razoáveis.Sistemas de pós-tratamento atuais colocam um dispositivosensor de temperatura (normalmente um termistor e/ou umtermopar) pouco acima e/ou abaixo no fluxo do dispositivo depós-tratamento. A temperatura no interior do dispositivo depós-tratamento freqüentemente é estimada em função destastemperaturas, tais como uma média ponderada das temperaturasou um modelo térmico com base nas temperaturas e taxas dequeima de fuligem ou hidrocarbonetos estimada no interior dodispositivo de pós-tratamento mais efeitos de tratamento decalor estimados. Embora as estimativas de temperatura atuaissejam aceitáveis para certas estimativas, tais como adeterminação de taxas de oxidação de fuligem em operação emestado estável, as estimativas de temperatura atuais nãoestimam muito bem eventos de temperatura de pico em locaistransitórios. Um pico de temperatura pode ocorrer, porexemplo, no interior do dispositivo de pós-tratamento, mas oatraso sobre os dispositivos sensores de temperatura podefazer com que o dispositivo sensor de temperatura perca asporções mais altas do pico e exibam temperaturas 100°C oumais baixas que o evento de temperatura real experimentado nointerior do dispositivo de pós-tratamento.
Estas limitações da tecnologia atual introduzem osriscos que acompanham os dispositivos de pós-tratamento comdefeitos ocultos. Uma empresa de serviços pode limpardispositivos de pós-tratamento, por exemplo, e trocá-los porum dispositivo de pós-tratamento sujo em um veiculo docliente. No estado atual da tecnologia, existe um riscosignificativo de que um dos dispositivos de pós-tratamentosubstituídos possa apresentar uma falha de tensão oucatalisador degradado, penalizando o cliente ou a companhiade serviços, conforme o dispositivo que tenha falhado.
RESUMO DA INVENÇÃO
A partir da discussão acima, o depositante afirmaque existe a necessidade de um aparelho, sistema e método queforneça a detecção de eventos de limite de temperatura em umsistema de pós-tratamento.
A presente invenção foi desenvolvida em resposta aoestado da técnica atual e, particularmente, em resposta aosproblemas e necessidades da técnica que ainda não foramcompletamente solucionados por sistemas de detecção detemperatura de pós-tratamento atualmente disponíveis.Conseqüentemente, a presente invenção foi desenvolvida parafornecer um aparelho, sistema e método de detecção de eventosde limite de temperatura que supere muitas ou todas asdificuldades da técnica discutidas acima.
É descrito um aparelho de detecção de eventoslimites de temperatura em um dispositivo de pós-tratamento. Oaparelho compreende um dispositivo de reação à temperaturadisposto em uma região de interesse de um dispositivo de pós-tratamento. O dispositivo de reação à temperatura compreendeuma estrutura formada de um material configurado para fusãosob um limite de temperatura. 0 aparelho compreende ainda ummódulo de observação configurado para detectar a fusão dodispositivo de reação à temperatura.
O aparelho pode compreender ainda dois pontos deacesso. O dispositivo de reação à temperatura é configuradopara acoplar eletricamente os dois pontos de acesso e omódulo de observação é configurado para medir um valor deresistência elétrica ao longo dos dois pontos de acesso. Omódulo de observação detecta a fusão do dispositivo de reaçãoà temperatura com base no valor de resistência elétrica. Oaparelho compreende um módulo de evento térmico configuradopara determinar se uma região de interesse do dispositivo depós-tratamento excedeu o limite de temperatura com base nafusão do dispositivo de reação à temperatura.
O aparelho pode compreender ainda uma série dedispositivos de reação à temperatura, em que cada dispositivode reação ã temperatura compreende uma estrutura formada deum material configurado para fusão sob um limite detemperatura diferente. A série de dispositivos de reação àtemperatura é configurada para acoplamento elétrico dos doispontos de acesso paralelamente. O módulo de evento térmico éadicionalmente configurado para determinar se a região deinteresse do dispositivo de pós-tratamento excedeu cadalimite de temperatura distinto com base na fusão de cadadispositivo de reação à temperatura. O aparelho compreendeadicionalmente o dispositivo de reação à temperatura dispostono interior de um dispositivo de encapsulaçao que compreendeuma câmara impermeável a gases.
O aparelho pode compreender ainda um móduloeletrônico de controle (MEC) . O MEC pode compreender ummódulo de observação, um módulo de evento térmico e um módulode falha. 0 módulo de evento térmico pode definir umindicador de evento térmico com base na fusão de umdispositivo de reação à temperatura e o módulo de falha podedefinir um indicador de falha com base no indicador de eventotérmico.
É descrito um método de detecção de eventos limitesde temperatura em um dispositivo de pós-tratamento. O métodocompreende a inserção de um dispositivo de reação àtemperatura em uma região de interesse em um dispositivo depós-tratamento e verificação do dispositivo de reação àtemperatura para determinar a fusão após um período deoperação do dispositivo de pós-tratamento. O métodocompreende ainda a determinação se a região de interesse dodispositivo de pós-tratamento excedeu o limite de temperaturacom base na fusão do dispositivo de reação à temperatura.
É descrito um sistema de detecção de eventoslimites de temperatura em um dispositivo de pós-tratamento. 0sistema compreende um dispositivo de pós-tratamentoconfigurado para tratar um gás de exaustão de um motor acombustão interna. O sistema compreende ainda o aparelho paradetectar eventos de limite de temperatura no dispositivo depós-tratamento. O sistema pode compreender ainda um móduloeletrônico de controle (MEC) que compreende o módulo deobservação, um módulo de evento térmico configurado paradefinir um indicador de evento térmico com base em umdispositivo de reação à temperatura que se funde em umaregião de interesse e um módulo de falha configurado paradefinir um indicador de falha com base no indicador de eventotérmico.
0 sistema pode compreender ainda uma ferramenta deserviço. A ferramenta de serviço pode compreender o módulo deobservação, um módulo de evento térmico configurado paradefinir um indicador de degradação com base na região deinteresse do dispositivo de pós-tratamento que excede olimite de temperatura e um módulo de exibição configuradopara fornecer o indicador de degradação para um visor desaída.
Referência ao longo do presente relatóriodescritivo a características, vantagens ou expressõessimilares não indica que todas as características e vantagensque podem ser realizadas com a presente invenção deverãoestar ou encontram-se em todas as realizações isoladas dapresente invenção. Ao contrário, as expressões referentes àscaracterísticas e vantagens são interpretadas como indicandoque uma característica, vantagem ou função específicadescrita com relação a uma realização é incluída em pelomenos uma realização da presente invenção. Desta forma, adiscussão das características, vantagens e expressõessimilares ao longo do presente relatório descritivo pode, masnão necessariamente, referir-se à mesma realização.
Além disso, as características, vantagens e funçõesda presente invenção descritas podem ser combinadas dequalquer forma apropriada em uma ou mais realizações. Ostécnicos no assunto reconhecerão que a presente invenção podeser praticada sem uma ou mais das características ouvantagens específicas de uma realização específica. Em outroscasos, podem ser reconhecidas em certas realizaçõescaracterísticas e vantagens adicionais que podem não estarpresentes em todas as realizações da presente invenção.
Estas características e vantagens da presenteinvenção tornar-se-ão mais totalmente evidentes a partir dadescrição a seguir e das reivindicações anexas, ou podem seraprendidas por meio da prática da presente invenção, conformedescrito a seguir.
BREVE DESCRIÇÃO DAS FIGURAS
A fim de que as vantagens da presente invençãosejam facilmente compreendidas, uma descrição mais específicada presente invenção detalhada resumidamente acima seráoferecida por meio de referência a realizações específicasque são ilustradas nas figuras anexas. Compreendendo queessas figuras ilustram apenas realizações típicas da presenteinvenção e não se destinam, portanto, a ser consideradaslimitadoras do seu escopo, a presente invenção será descritae explicada com especificidade e detalhes adicionaisutilizando as figuras anexas, nas quais.-
a Figura 1 é uma ilustração que exibe umarealização de um sistema de detecção de eventos limites detemperatura em um dispositivo de pós-tratamento conforme apresente invenção;
a Figura 2 é um diagrama de bloco esquemático queilustra uma realização de um controlador para determinar se aregião de interesse de um dispositivo de pós-tratamentoexcedeu o limite de temperatura conforme a presente invenção;
a Figura 3 é uma ilustração que exibe umarealização de um aparelho de detecção de eventos térmicos emum dispositivo de pós-tratamento conforme a presenteinvenção;
a Figura 4 é uma ilustração que exibe umarealização de um aparelho de detecção de eventos térmicos emum dispositivo de pós-tratamento conforme a presenteinvenção; e
a Figura 5 é um diagrama de gráfico de fluxoesquemático que ilustra uma realização de um método dedetecção de eventos limites de temperatura em um dispositivode pós-tratamento conforme a presente invenção.
DESCRIÇÃO DETALHADA DA INVENÇÃO
Compreender-se-á facilmente que os componentes dapresente invenção, conforme descrito e ilustrado geralmentenas figuras do presente, podem ser dispostos e projetados emuma ampla variedade de configurações diferentes. Desta forma,a descrição mais detalhada a seguir das realizações doaparelho, sistema e método conforme a presente invenção, daforma apresentada nas Figuras 1 a 5, não se destina a limitaro escopo da presente invenção, conforme reivindicado, mas émeramente representativo de realizações selecionadas dapresente invenção.
Ao longo do presente relatório descritivo,referência a "uma realização" ou "realização" indica que umacaracterística, estrutura ou função específica descrita comrelação à realização é incluída em pelo menos uma realizaçãoda presente invenção. Desta forma, inclusões das expressões"em uma realização" ou "na realização" em vários pontos aolongo do presente relatório descritivo destinam-se, mas nãonecessariamente todas, a referir-se à mesma realização.
Além disso, as funções, estruturas oucaracterísticas descritas podem ser combinadas de qualquerforma apropriada em uma ou mais realizações. No relatóriodescritivo a seguir, são fornecidos numerosos detalhesespecíficos, tais como exemplos de materiais, fixadores,tamanhos, comprimentos, larguras, formatos etc., paraoferecer uma compreensão completa de realizações da presenteinvenção. Os técnicos no assunto reconhecerão, entretanto,que a presente invenção pode ser praticada sem um ou mais dosdetalhes específicos, ou com outros métodos, componentes,materiais etc. Em outros casos, estruturas, materiais ouoperações bem conhecidas não são exibidas nem descritas emdetalhes para evitar obscurecer aspectos da presenteinvenção.
A Figura 1 é uma ilustração que exibe umarealização de um sistema 100 de detecção de eventos limitesde temperatura em um dispositivo de pós-tratamento 106conforme a presente invenção. O sistema 100 pode compreenderum motor a combustão interna 102 que produz gás de exaustão104 como subproduto da operação. O motor 102 pode ser, porexemplo, um motor a diesel 102. O sistema 100 compreendeainda um dispositivo de pós-tratamento 106 configurado paratratar o gás de exaustão 104. Em uma realização, odispositivo de pós-tratamento 106 pode compreender um filtrode particulados configurado para remover particulados do gásde exaustão 104. Em realizações alternativas, o dispositivode pós-tratamento 106 pode ser um catalisador de oxidação dediesel, um catalisador de adsorção de NOx e/ou outrosdispositivos de pós-tratamento 106 conhecidos na técnica.
O sistema 100 compreende adicionalmente umdispositivo de reação à temperatura 108 disposto em umaregião de interesse do dispositivo de pós-tratamento 106. Emuma realização, o sistema 100 pode compreender uma série dedispositivos de reação à temperatura 108 dispostos nointerior de cada uma dentre uma série de áreas de interessedentro do dispositivo de pós-tratamento 106. O dispositivo dereação à temperatura 108 compreende uma estrutura formada deum material configurado para fusão sob uma temperaturalimite. O dispositivo de reação térmico 108 pode ser umdentre um fio e um material depositados sobre a superfície deum canal no interior do dispositivo de pós-tratamento 106. Odispositivo de reação à temperatura 108 pode compreender ummaterial condutor de eletricidade que pode ser pulverizado,pintado, colocado em placas, gravado, impresso e/ou inseridoem um canal ou uma série de canais do dispositivo de pós-tratamento 106 durante a fabricação. Em uma realizaçãoalternativa, o dispositivo de reação à temperatura 108 podeser colocado no interior de um dispositivo de pós-tratamento106 por um técnico de serviço, tal como para conduzir umteste e determinar se um limite de temperatura é atingido nodispositivo de pós-tratamento 106 durante um período deoperação de teste.
0 limite de temperatura pode ser uma temperatura emuma temperatura de interesse selecionada ou próxima. Umatemperatura de interesse selecionada pode ser, por exemplo,de 400°C, em que se pode esperar que uma regeneração defuligem com base em NOx ocorra em um filtro de fuligem 106 emuma realização do sistema 100. No exemplo, o materialselecionado para o material do dispositivo de reação àtemperatura 108 pode ser zinco (Zn) , que se funde a cerca de420°C. A fusão do zinco indicaria que o limite de temperaturapara o evento de regeneração de particulados ocorreu comsucesso.
Em um outro exemplo, o limite de temperatura deinteresse pode estar relacionado com um evento dedessulfatação desejado no interior de um dispositivo de pós-tratamento catalítico 106, que pode necessitar de umatemperatura de cerca de 750°C para uma realização do sistema100. No exemplo, o material selecionado para o material dodispositivo de reação à temperatura 108 pode ser cálcio, quese funde a cerca de 840°C, ou uma liga eutética de platina etitânio, que se funde a cerca de 840°C. Em outras realizaçõesdo sistema 100, temperaturas que conhecidamente degradam umcatalisador, conhecidamente degradam a estrutura física de umdispositivo de pós-tratamento e/ou conhecidamente destroem odispositivo de pós-tratamento 106 podem ser temperaturas deinteresse selecionadas. Um dispositivo de pós-tratamento 106pode conhecidamente sofrer, por exemplo, danos catastróficossob temperaturas acima da faixa de temperaturas de 1000°C eprata, ouro e/ou cobre podem fundir-se na faixa detemperaturas de interesse selecionada. Em uma realização, odispositivo de reação à temperatura 108 pode compreendermagnésio ou alumínio. Com base nas descrições do presente, éuma etapa mecânica dos técnicos no assunto selecionar umlimite de temperatura e um material que se funde em uma faixaapropriada para o limite de temperatura.
O sistema 100 pode compreender ainda uma série dedispositivos de reação à temperatura 108, em que cada qualcompreende uma estrutura formada de um material que se fundesob um limite de temperatura diferente. Em uma realização, osdispositivos de reação de temperatura 108 podem serconfigurados para fundir-se em uma ampla faixa detemperaturas para verificar diferentes eventos limites detemperatura. Os dispositivos de reação à temperatura 108podem compreender, por exemplo, zinco, cálcio e prata que sefundem a cerca de 420°C, 840°C e 960°C. Em uma realização, osdispositivos de reação à temperatura podem ser configuradospara fundir-se em uma faixa estreita de temperaturas paraassinalar um evento limite de temperatura. Os dispositivos dereação à temperatura 108 podem compreender, por exemplo,latão, prata e cobre que se fundem a pouco mais de 900°C,960°C e 1080°C que podem fornecer resolução adicional paraestreitar a temperatura atingida durante um evento limite detemperatura. Os limites de temperatura, temperaturas devários eventos de regeneração e temperaturas que causamlesões a vários dispositivos de pós-tratamento 106 variamsignificativamente para cada sistema 100. Os exemplosincluídos são apenas ilustrativos e não limitam o escopo dapresente invenção.
O sistema 100 pode compreender adicionalmente doispontos de acesso 110, em que o dispositivo de reação àtemperatura 108 é configurado para acoplar eletricamente osdois pontos de acesso 110. Os pontos de acesso 110 podem serconectados eletricamente, por exemplo, por um fio 108. Em umarealização, cada um dos dois pontos de acesso 110 sai dodispositivo de pós-tratamento 106 a partir de extremidadesopostas do dispositivo de pós-tratamento 106, conformeexibido na Figura 1. Em uma realização alternativa, os doispontos de acesso 110 saem da mesma extremidade do dispositivode pós-tratamento 106 (conforme, por exemplo, a Figura 3). Ospontos de acesso 110 podem fornecer acesso para que umtécnico ligue um ohmímetro 114B, podem ser tampados paraevitar corrosão, podem ser ligados por fios a um MEC onboard116 e similares. Em uma realização, os pontos de acesso 110são ligados por fios a um MEC onboard 116 por meio de conexãodos fios entre os pontos de acesso 110 e um computadorseparado (não exibido) que lê o valor de resistência elétricaao longo dos pontos de acesso 110 e publica o valor deresistência elétrica para um link de dados (não exibido) emcomunicação com o MEC 116. Os pontos de acesso 110 podemcompreender os terminais condutores de eletricidade de umconector (não exibido), de tal forma que um ohmímetro 114Be/ou outra ferramenta possam ser conectados convenientementeaos pontos de acesso 110.
O sistema 100 compreende adicionalmente um módulode observação 114 configurado para medir um valor deresistência elétrica 112 ao longo dos dois pontos de acesso110 e detectar a fusão do dispositivo de reação à temperatura108 com base no valor de resistência elétrica 112. Em umarealização, o módulo de observação 114 pode ser uma pessoa114A que remove fisicamente o(s) dispositivo(s) de reação àtemperatura 108 do dispositivo de pós-tratamento 106 einspeciona visualmente o(s) dispositivo(s) de reação atemperatura 108 para determinar a fusão. Com base narevelação ou não pela inspeção visual do dispositivo dereação à temperatura 108, a pessoa 114A pode determinar acapacidade de serviço do dispositivo de pós-tratamento 106e/ou registrar as informações em um registro escrito deserviço e/ou em um dispositivo eletrônico.
Em uma realização alternativa, o módulo deobservação 114 pode ser um ohmímetro 114B ou dispositivo dedetecção de resistência elétrica similar, ligadoeletricamente ao longo dos pontos de acesso 110 para ler ovalor de resistência elétrica 112. O valor de resistênciaelétrica 112 pode ser comunicado para um computador laptop12 0 e/ou outro dispositivo para interpretação e armazenagem.O computador laptop 120 e ohmímetro 114B pode compreender umaferramenta de serviço 122 que detecta eventos limites detemperatura no dispositivo de pós-tratamento 106. As funçõesda ferramenta de serviço 122 podem ser combinadas em hardwarediferente do exibido na Figura 1, tal como na forma de umaferramenta integrada 122. A ferramenta de serviço 122 podedeterminar o valor de resistência elétrica 122 por meio deleitura de um valor de memória armazenado de um módulo decontrole de motor (MEC) 116. Em uma realização, uma pessoa(não exibida) pode ler o valor de resistência elétrica 112 doohmímetro 114B.
Em uma realização do sistema 100, o módulo deobservação 114 pode estar incluído em um MEC 116 para medir ovalor de resistência elétrica 112 ao longo dos dois pontos deacesso 110. A medição dos valores de resistência elétrica 112pode compreender uma medição direta, que lê um valor de umarede e/ou link de dados e similares. O MEC 116 podecompreender um único dispositivo ou uma série de dispositivosdistribuídos ao longo de todo o sistema 100. O MEC 116 podeser adicionalmente configurado para determinar se odispositivo de pós-tratamento 106 excedeu um limite detemperatura distinto com base na fusão do dispositivo dereação à temperatura 108. O MEC 116 pode determinar, porexemplo, se o valor de resistência elétrica 112 é consistentecom um circuito aberto entre os pontos de acesso 110 quecorrespondem à fusão do dispositivo de reação à temperatura 108.
O MEC 116 pode ser adicionalmente configurado paradefinir um indicador de falha 118 com base na determinação deque um dispositivo de reação à temperatura 108 fundiu-seacima de um limite de temperatura. O indicador de falha 118pode ser uma lâmpada de quadro acesa 118, um valor de dadosde rede (não exibido) e/ou um sinal comunicado (não exibido).O indicador de falha 118 pode significar que um dispositivode pós-tratamento 106 necessita de serviço e/ou significarque um dispositivo de pós-tratamento 106 necessita desubstituição. Em uma realização, o MEC 116 pode definir umcódigo de falha interno que alertará a um técnico de serviço114A a ocorrência do evento limite de temperatura quando otécnico de serviçço 114A encaixar uma ferramenta de serviço122 com o MEC 116.A Figura 2 é um diagrama de bloco esquemático queilustra uma realização de um controlador 200 para determinarse a região de interesse de um dispositivo de pós-tratamento106 excedeu o limite de temperatura conforme a presenteinvenção. O controlador pode ser um MEC 116 instalado sobreum veículo e/ou uma ferramenta de serviço 122.
O controlador 2 00 compreende um módulo deobservação 114 que mede um valor de resistência elétrica 112ao longo dos pontos de acesso 110 e detecta a fusão do(s)dispositivo (s) de reação a temperatura com base no valor deresistência elétrica 112. O módulo de observação 114 podedefinir um sinal 202 fundido por ou mais dispositivos dereação à temperatura 108 quando o(s) dispositivo(s) de reaçãoa temperatura 108 é (são) fundido(s). O módulo de observação114 pode detectar, por exemplo, a fusão do(s) dispositivo(s)de reação à temperatura 108 determinando se o valor deresistência elétrica 112 é um valor consistente com umcircuito aberto entre os pontos de acesso 110.
O controlador 2 00 pode compreender um módulo deevento térmico configurado para determinar se a região deinteresse do dispositivo de pós-tratamento 106 excedeu olimite de temperatura com base na fusão do(s) dispositivo(s)de reação a temperatura 202. O módulo de evento térmico 204pode, por exemplo, ler o sinal fundido 202 do(s)dispositivo(s) de reação à temperatura 108 e determinar se aregião de interesse do dispositivo de pós-tratamento 106excedeu o limite de temperatura caso o dispositivo de reaçãotérmica 108 tenha fundido. Em uma realização, o(s)dispositivo(s) de reação térmica 108 pode(m) compreender umou mais dispositivos de reação térmica 108 configurado(s)para fundir-se em temperaturas diferentes e o módulo deevento térmico 204 pode determinar que os limites detemperatura do(s) dispositivo(s) de reação térmica 108 quesão fundidos foram excedidos e que os limites de temperaturado(s) dispositivo(s) de reação térmica 108 que não sefundiram não foram excedidos.
O módulo de evento térmico pode definir umindicador de evento térmico 206 com base na região deinteresse do dispositivo de pós-tratamento 106 que excede olimite de temperatura. O indicador de evento térmico 2 06 podeser um valor armazenado no MEC 116 ou outro dispositivo pararegistrar a história térmica de um dispositivo de pós-tratamento 106. O módulo de evento térmico 204 podearmazenar, por exemplo, um valor de tempo que indica quandoum dispositivo de pós-tratamento 106 excedeu um certo limitede temperatura.
O controlador 200 pode compreender ainda um módulode falha 208 configurado para definir um indicador de falha118 com base no indicador de evento térmico 206. 0 indicadorde evento térmico 206 pode indicar, por exemplo, que odispositivo de tratamento posterior 106 experimentou umevento térmico de temperatura catastrófica e o módulo defalha 208 pode definir um indicador de falha 118 consistentecom um dispositivo de pós-tratamento mal sucedido 106. Oindicador de falha 118 pode ser uma lâmpada de quadro acesa,um valor de dados de rede, um sinal comunicado e/ou outrasindicações de falhas conhecidas na técnica.
Em uma realização, o indicador de falha 118 podecompreender o acendimento de uma lâmpada indicadora de maufuncionamento (LIM) ao indicar uma falha catastrófica dodispositivo de pós-tratamento 106 e um código de falha 118divulgado para uma rede de dados quando um evento de altatemperatura que pode não ser catastrófico for indicado 206.Em uma realização, o limite de temperatura pode compreenderuma temperatura consistente com uma dessulfatação dodispositivo de pós-tratamento 106 e o módulo de falha 208pode definir um indicador de falha 118 consistente com umcatalisador envenenado com enxofre ao exceder-se um limite deuso de aplicação e um evento térmico suficiente para retirarenxofre de um catalisador no dispositivo de pós-tratamento106 não houver ocorrido. Em um exemplo, o limite de uso deaplicação pode ser milhas de veículo, operação de tempo demotor 102, total de combustível queimado no motor 102 esimilares. Em uma realização, a detecção de um evento detemperatura não destrutivo pode ser uma confirmação deoperação adequada de um componente ou processo.
Em uma realização, o módulo de evento térmico 2 04pode ser configurado para definir um indicador de degradação210 com base na região de interesse do dispositivo de pós-tratamento 106 que excede um limite de temperatura. Umprimeiro dispositivo de reação à temperatura 108 pode serconfigurado, por exemplo, para fundir-se em uma temperaturaconsistente com um nível de degradação do meio e um segundodispositivo de reação â temperatura 108 pode ser configuradopara fundir-se sob uma temperatura consistente com um nívelde degradação severo. O módulo de evento térmico 2 04 podedefinir um indicador de degradação 210 que indica "médio"quando o primeiro dispositivo de reação à temperatura 108fundir-se e um indicador de degradação 210 que indica"severo" quando o segundo dispositivo de reação à temperatura108 fundir-se. O indicador de degradação 210 pode selecionarum indicador de degradação 210 pelo tipo de degradação deforma similar; um indicador de degradação 210 consistente coma degradação de catalisador pode ser definido, por exemplo,quando ocorrer um evento térmico propenso a degradar umcatalisador no dispositivo de pós-tratamento 106.
O controlador 200 pode compreender adicionalmenteum módulo de visor 212 configurado para fornecer o indicadorde degradação 210 para um visor de saída 214. O visor desaída 214 pode compreender uma tela de computador, umrelatório impresso, um valor de dados armazenado e/ou umvalor de dados publicado em uma rede. 0 visor de saída 214pode compreender, por exemplo, um campo exibido na tela de umlaptop que pode ser lido pelo técnico de serviço 114A.
A Figura 3 é uma ilustração que exibe umarealização de um aparelho 3 00 de detecção de eventos térmicosem um dispositivo de pós-tratamento 106 conforme a presenteinvenção. O aparelho 300 compreende um dispositivo de reaçãoà temperatura 108 disposto no interior de uma região deinteresse 302 de um dispositivo de pós-tratamento 106 e ummódulo de observação 114 configurado para detectar a fusão dodispositivo de reação à temperatura 108. A região deinteresse 3 02 pode compreender uma região 3 02 no interior dodispositivo de pós-tratamento 106 na qual pode-se esperar queeventos térmicos causem alta tensão no dispositivo de põs-tratamento 106, em que uma observação de temperatura deregeneração pode ser considerada importante, e similares. Porexemplo, um evento térmico de interesse no interior de umfiltro de particulados 106 em que se espera a oxidação defuligem. No exemplo, fuligem pode acumular-se no filtro departiculados 106 em direção à extremidade traseira (abaixo nofluxo do filtro 106 e a região de interesse 302 podecompreender a parte abaixo no fluxo do filtro de particulados106. Em uma realização, a região de interesse 302 podecompreender todo o dispositivo de pós-tratamento 106.
Em uma realização, a região de interesse 3 02 podeser centralizada radialmente no interior do dispositivo depós-tratamento 106. Em uma realização alternativa, a regiãode interesse 3 02, conforme exibido na Figura 3, compreendeuma posição axial entre cerca de 0,3 X a cerca de 1,0 X, emque X representa uma posição axial definida de tal forma queX = 0 seja uma extremidade acima no fluxo do dispositivo depós-tratamento e X = 1 seja um lado abaixo no fluxo dodispositivo de pós-tratamento.
O aparelho 3 00 pode compreender adicionalmente umdispositivo de reação à temperatura 108 disposto no interiorde um dispositivo de encapsulação 304. O dispositivo deencapsulação 3 04 pode ser uma câmara impermeável a gases 3 04disposta no interior da área de interesse. O dispositivo deencapsulação 3 04 pode evitar a perda do dispositivo de reaçãoà temperatura 108 e/ou uma alteração das propriedades dodispositivo de reação à temperatura 108 devido à oxidação ououtros efeitos químicos. O dispositivo de encapsulação 304pode ser configurado em qualquer formato funcional. Odispositivo de encapsulação 304 pode compreender, porexemplo, uma extremidade afilada para facilitar a fabricação.
A Figura 4 é uma ilustração que exibe umarealização de um aparelho 400 de detecção de eventos térmicosem um dispositivo de pós-tratamento 106 conforme a presenteinvenção. O aparelho 4 00 compreende uma série de dispositivosde reação à temperatura 108A, 108B e 108C dispostos nointerior de um dispositivo de encapsulação 304 dispostodentro de uma região de interesse 3 02 de um dispositivo depós-tratamento 106. Cada dispositivo de reação à temperatura108 compreende uma estrutura formada de um materialconfigurado para fusão sob um limite de temperaturadiferente. A série de dispositivos de reação à temperatura108 é configurada para acoplamento elétrico dos dois pontosde acesso 110 em um circuito elétrico paralelo.
O módulo de observação 114 pode ser adicionalmenteconfigurado para detectar a fusão de cada dispositivo dereação à temperatura 108A, 108B e 108C com base no valor deresistência elétrica 112 ao longo dos dois pontos de acesso110. O módulo de evento térmico 240 pode ser adicionalmenteconfigurado para o caso de que a região de interesse 302 dodispositivo de pós-tratamento 106 tenha ou não excedido cadatemperatura diferente com base na fusão de cada dispositivode reação à temperatura 108A, 108B e 108C e para configurarum indicador de evento térmico 206 com base na região deinteresse 302 do dispositivo de tratamento posterior 106 queexcede cada limite de temperatura. Cada dispositivo de reaçãoà temperatura 108A, 108B e 108C do aparelho 400 pode seradicionalmente configurado para fornecer uma resistênciaelétrica diferente dentro do circuito. Calculando-se aresistência elétrica total do circuito formado pelosdispositivos de reação à temperatura 108, os pontos de acesso110 e o módulo de observação 114, pode-se determinar a qualtemperatura os dispositivos de reação à temperatura 108fundiram-se.
Em um exemplo, Rt é o valor da resistência elétricatotal do circuito paralelo entre os pontos de acesso 110, Raé a resistência elétrica de um primeiro resistor 108A, Rb é aresistência elétrica de um segundo resistor 108B e Rc é aresistência elétrica de um terceiro resistor 108C. Noexemplo, os três dispositivos de reação à temperatura 108A,108B e 108C são configurados para fornecer resistênciaelétrica a 100 ohms, 200 ohms e 3 00 ohms, respectivamente.Caso nenhum dos dispositivos de reação à temperatura 108tenha se fundido, Rt é igual a cerca de 55 ohms. Caso apenaso dispositivo de reação à temperatura 108A tenha se fundido,Rt é igual a cerca de 120 ohms. Caso os dispositivos dereação à temperatura 108A e 108B tenham se fundido, aresistência total, Rtl é igual a cerca de 300 ohms. Casotodos os dispositivos de reação à temperatura 108A, 108B e108C tenham se fundido, a resistência total, Rtl aparece comoum circuito aberto. Os outros cenários de fusão para oexemplo podem ser calculados pelos técnicos no assunto combase na fórmula de resistência paralela padrão 1/Rt = 1/Ra +1/Rb + 1/RC.
Em uma realização, o aparelho 400 pode incluir umresistor elétrico padrão (não exibido) configurado de formaque o resistor elétrico padrão não se funda sob nenhumacondição esperada. O resistor elétrico padrão fornece umaresistência elétrica básica, de tal forma que os pontos deacesso 110 nunca forneçam uma resistência elétrica decircuito aberto e possam ser utilizados para diagnóstico dosdispositivos de reação térmica 108. Caso a realizaçãoilustrada na Figura 4, que inclui os exemplos de valores deresistência elétrica acima, incluísse, por exemplo, um quartoresistor de 500 ohms em paralelo com os dispositivos dereação térmica 108A, 108B e 108C, uma resistência elétrica decircuito aberto de 500 ohms seria a resistência mais altaobservada normalmente. No exemplo, uma resistência elétricade circuito aberto ao longo dos pontos de acesso 110 podeindicar um problema que não é necessariamente devido a umevento térmico que funde os dispositivos de reação àtemperatura 108A, 108B e 108C.
O diagrama de fluxograma esquemático incluído nopresente é geralmente descrito como um diagrama de fluxogramalógico. Desta forma, as etapas marcadas e a ordem ilustradasão indicativas de uma realização do método apresentado.Podem ser concebidas outras etapas e métodos que possuemfunção, lógica ou efeito equivalente a uma ou mais etapas, ousuas partes, do método ilustrado. Além disso, o formato e ossímbolos empregados são fornecidos para explicar as etapaslógicas do método e são compreendidos como não limitadores doescopo do método. Embora vários tipos de setas e tipos delinha possam ser empregados nos diagramas de fluxograma, elessão compreendidos como não limitando o escopo do métodocorrespondente. De fato, algumas setas ou outros conectorespodem ser utilizados para indicar apenas o fluxo lógico dométodo. Uma seta pode indicar, por exemplo, um período deespera ou de monitoramento com duração não especificada entreetapas enumeradas do método ilustrado. Além disso, a ordem emque ocorre um método específico pode ou não obedecerestritamente a ordem das etapas correspondentes exibidas.
A Figura 5 é um diagrama de gráfico de fluxoesquemático que ilustra uma realização de um método 500 dedetecção de eventos limites de temperatura em um dispositivode pós-tratamento 106 conforme a presente invenção. O método500 compreende um técnico de serviço 114A e/ou processo defabricação (não exibido) que insere 802 um dispositivo dereação à temperatura 108 em uma região de interesse 3 02 em umdispositivo de pós-tratamento 106. Caso uma verificação 804do sistema 100 indique que a presente realização seja umaaplicação de remoção, um técnico de serviço remove 806 odispositivo de reação à temperatura 108 da região deinteresse 302 do dispositivo de pós-tratamento 106 após umperíodo de operação do dispositivo de pós-tratamento 106. Otécnico de serviço 114A verifica 806 o dispositivo de reaçãoà temperatura 108 para fusão por meio de inspeção visual dodispositivo de reação â temperatura 108 para indicações defusão.
Caso a verificação 804 do sistema 100 indique que apresente realização não é uma aplicação de remoção, umprocesso de fabricação fornece 808 dois pontos de acesso 110acoplados eletricamente por meio do dispositivo de reação àtemperatura 108 e o módulo de observação 114 verifica 810 odispositivo de reação à temperatura 108 para fusão por meiode medição do valor de resistência 112 ao longo dos doispontos de acesso 110 para determinar se o dispositivo dereação à temperatura 108 fundiu-se.
A partir da discussão acima, fica claro que apresente invenção fornece um sistema, método e aparelho quedetecte eventos de limite de temperatura em um dispositivo depós-tratamento. A presente invenção pode ser realizada emoutras formas específicas sem abandonar o seu espírito oucaracterísticas essenciais. As realizações descritas devemser consideradas, em todos os aspectos, como apenasilustrativas e não restritivas. O escopo da presente invençãoé indicado, portanto, pelas reivindicações anexas, e não pelorelatório descritivo acima. Todas as alterações que estejamde acordo com o significado e a faixa de equivalência dasreivindicações devem ser englobadas no seu escopo.

Claims (25)

1. APARELHO DE DETECÇÃO DE EVENTOS LIMITES DETEMPERATURA EM UM DISPOSITIVO DE PÓS-TRATAMENTO,caracterizado por compreender:um dispositivo de reação à temperaturadisposto em uma região de interesse do dispositivo de pós-tratamento, em que o dispositivo de reação à temperaturacompreende uma estrutura formada de um material configuradopara fusão em um limite de temperatura; eum módulo de observação configurado paradetectar a fusão do dispositivo de reação à temperatura.
2. APARELHO, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que compreende adicionalmente doispontos de acesso, em que o dispositivo de reação àtemperatura é configurado para acoplar eletricamente os doispontos de acesso e em que o módulo de observação éconfigurado para medir um valor de resistência elétrica aolongo dos dois pontos de acesso e detectar a fusão dodispositivo de reação à temperatura com base no valor deresistênia elétrica e o aparelho compreende adicionalmente ummódulo de evento térmico configurado para determinar se aregião de interesse do dispositivo de pós-tratamento excedeuo limite de temperatura com base na fusão do dispositivo dereação à temperatura.
3. APARELHO, de acordo com a reivindicação 2,caracterizado pelo fato de que a detecção da fusão dodispositivo de reação à temperatura compreende a determinaçãose o valor de resistência elétrica é um valor consistente comum circuito aberto entre os dois pontos de acesso.
4. APARELHO, de acordo com a reivindicação 2,caracterizado pelo fato de que compreende adicionalmente umasérie de dispositivos de reação à temperatura, em que cadadispositivo de reação à temperatura compreende uma estruturaformada de um material configurado para fusão em um limite detemperatura diferente, em que cada dispositivo de reação àtemperatura é configurado para acoplar eletricamente os doispontos de acesso em paralelo, em que o módulo de observação éadicionalmente configurado para detectar a fusão de cadadispositivo de reação à temperatura com base no valor deresistência elétrica ao longo dos dois pontos de acesso e emque o módulo de evento térmico é adicionalmente configuradopara determinar se a região de interesse do dispositivo depós-tratamento excedeu cada limite de temperatura distintocom base na fusão de cada dispositivo de reação àtemperatura.
5. APARELHO, de acordo com a reivindicação 4,caracterizado pelo fato de que cada dispositivo de reação àtemperatura compreende um valor de resistência elétricadiferente.
6. APARELHO, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que compreende adicionalmente umdispositivo encapsulado que compreende uma câmara impermeávela gases disposta no interior da região de interesse, em que odispositivo de reação à temperatura é disposto no interior dodispositivo de encapsulação.
7. APARELHO, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que compreende adicionalmente pelomenos um dispositivo de reação à temperatura disposto nointerior de cada uma dentre uma série de áreas de interessedentro do dispositivo de pós-tratamento.
8. APARELHO, de acordo com a reivindicação 2,caracterizado pelo fato de que compreende adicionalmenteainda um módulo eletrônico de controle (MEC) que compreende:o módulo de observação;o módulo de evento térmico, configuradoadicionalmente para poder definir um indicador de eventotérmico com base na região de interesse do dispositivo depós-tratamento que excede o limite de temperatura; eum módulo de falha configurado para definir umindicador de falha com base no indicador de evento térmico.
9. APARELHO, de acordo com a reivindicação 8,caracterizado pelo fato de que o indicador de falhacompreende um membro selecionado a partir do grupo queconsiste de uma lâmpada de quadro iluminado, um valor dedados de rede e um sinal comunicado.
10. APARELHO, de acordo com a reivindicação 8,caracterizado pelo fato de que compreende adicionalmente umasérie de dispositivos de reação à temperatura, em que cadadispositivo de reação à temperatura compreende uma estruturaformada de um material configurado para fusão em um limite detemperatura diferente, em que cada dispositivo de reação àtemperatura é configurado para acoplar eletricamente os doispontos de acesso em paralelo, em que o módulo de observação éadicionalmente configurado para detectar a fusão de cadadispositivo de reação à temperatura com base no valor deresistência elétrica ao longo dos dois pontos de acesso e emque o módulo de evento térmico é adicionalmente configuradopara determinar se a região de interesse do dispositivo depós-tratamento excedeu cada limite de temperatura distintocom base na fusão de cada dispositivo de reação à temperaturae para determinar o indicador de evento térmico com base naregião de interesse do dispositivo de pós-tratamento queexcede cada limite de temperatura.
11. APARELHO, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que o dispositivo de reação àtemperatura compreende um dentre um fio e um materialdepositado sobre uma superfície de um canal no interior dodispositivo de pós-tratamento.
12. APARELHO, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que o dispositivo de reação àtemperatura é formado a partir de um material selecionado apartir do grupo que consiste de cálcio, magnésio e alumínio.
13. APARELHO, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que o dispositivo de reação àtemperatura é formado a partir de um material selecionado apartir do grupo que consiste de cobre (Cu), prata (Ag) e ouro(Au) .
14. APARELHO, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que o dispositivo de reação àtemperatura compreende um liga metálica.
15. APARELHO, de acordo com a reivindicação 14,caracterizado pelo fato de que a liga metálica compreende umaliga metálica eutética.
16. APARELHO, de acordo com a reivindicação 15,caracterizado pelo fato de que a liga metálica eutéticacompreende uma liga metálica eutética de Pt-Ti a cerca de-840°C.
17. APARELHO, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que a região de interessecompreende uma posição axial no interior do dispositivo depós-tratamento, em que a posição axial entre cerca de 0,3 X ecerca de 1,0 X, em que X representa uma posição axialdefinida de tal forma que X = 0 seja uma extremidade acima nofluxo do dispositivo de pós-tratamento e X = 1 seja um ladoabaixo no fluxo do dispositivo de pós-tratamento.
18. MÉTODO DE DETECÇÃO DE EVENTOS LIMITES DETEMPERATURA EM UM DISPOSITIVO DE PÓS-TRATAMENTO,caracterizado por compreender:inserção de um dispositivo de reação àtemperatura em uma região de interesse do dispositivo de pós-tratamento, em que o dispositivo de reação à temperaturacompreende uma estrutura formada de um material configuradopara fusão em um limite de temperatura;verificação do dispositivo de reação àtemperatura para fusão após um período de operação dodispositivo de pós-tratamento; edeterminação se a região de interesse dodispositivo de pós-tratamento excedeu o limite de temperaturacom base na fusão do dispositivo de reação à temperatura.
19. MÉTODO, de acordo com a reivindicação 18,caracterizado pelo fato de que a verificação do dispositivode reação â temperatura para determinar a fusão compreende aremoção do dispositivo de reação à temperatura da região deinteresse no dispositivo após o tratamento e inspeção visualdo dispositivo de temperatura para determinar indicações defusão.
20. MÉTODO, de acordo com a reivindicação 18,caracterizado pelo fato de que a verificação do dispositivode reação à temperatura para determinar a fusão compreende ofornecimento de dois pontos de acesso acoplados eletricamentepor meio do dispositivo de reação à temperatura e medição dovalor de resistência elétrica ao longo dos dois pontos deacesso para determinar se o dispositivo de reação àtemperatura fundiu-se.
21. SISTEMA DE DETECÇÃO DE EVENTOS LIMITES DETEMPERATURA EM UM DISPOSITIVO DE PÓS-TRATAMENTO,caracterizado por compreender:o dispositivo de pós-tratamento configuradopara tratar um gás de exaustão de um motor a combustãointerna;um dispositivo de reação à temperaturadisposto em uma região de interesse do dispositivo de pós-tratamento, em que o dispositivo de reação à temperaturacompreende uma estrutura formada de um material configuradopara fusão em um limite de temperatura; edois pontos de acesso, em que o dispositivo dereação à temperatura é configurado para acoplar eletricamenteos dois pontos de acesso; eum módulo de observação configurado para medirum valor de resistência elétrica ao longo dos dois pontos deacesso e detectar a fusão do dispositivo de reação àtemperatura com base no valor de resistência elétrica aolongo dos dois pontos de acesso.
22. SISTEMA, de acordo com a reivindicação 21,caracterizado pelo fato de que compreende adicionalmenteainda um módulo eletrônico de controle (MEC) que compreende:o módulo de observação;um módulo de evento térmico configurado paradeterminar se a região de interesse do dispositivo de pós-tratamento excedeu o limite de temperatura com base na fusãodo dispositivo de reação à temperatura e definir um indicadore evento térmico com base na região de interesse dodispositivo de pós-tratamento que excede o limite detemperatura; eum módulo de falha configurado para definir umindicador de falha com base no indicador de evento térmico.
23. SISTEMA, de acordo com a reivindicação 21,caracterizado pelo fato de que compreende adicionalmente umaferramenta de serviço que compreende:o módulo de observação;um módulo de evento térmico configurado paradeterminar se a região de interesse do dispositivo de pós-tratamento excedeu o limite de temperatura com base na fusãodo dispositivo de reação à temperatura e definir um indicadorde degradação com base na região de interesse do dispositivode pós-tratamento que excede o limite de temperatura; eum módulo de visor configurado para fornecer oindicador de degradação a um visor de saída.
24. SISTEMA, de acordo com a reivindicação 23,caracterizado pelo fato de que compreende adicionalmente umasérie de dispositivos de reação à temperatura, em que cadadispositivo de reação ã temperatura compreende uma estruturaformada de um material configurado para fusão em um limite detemperatura diferente, em que cada dispositivo de reação àtemperatura é configurado para acoplar eletricamente os doispontos de acesso em paralelo, em que o módulo de observação éadicionalmente configurado para detectar a fusão de cadadispositivo de reação à temperatura com base no valor deresistência elétrica ao longo dos dois pontos de acesso e emque o módulo de evento térmico é adicionalmente configuradopara determinar se a região de interesse do dispositivo depós-tratamento excedeu cada limite de temperatura distintocom base na fusão de cada dispositivo de reação à temperaturae para determinar o indicador de degradação com base naregião de interesse do dispositivo de pós-tratamento queexcede cada limite de temperatura.
25. SISTEMA, de acordo com a reivindicação 23,caracterizado pelo fato de que compreende adicionalmente:uma série de dispositivos de reação àtemperatura, em que cada dispositivo de reação à temperaturacompreende uma estrutura formada de um material configuradopara fusão sob um limite de temperatura diferente;dois pontos de acesso correspondentes a cadaum dos dispositivos de reação à temperatura, em que cadadispositivo de reação à temperatura é configurado paraacoplar eletricamente os dois pontos de acessocorrespondentes em paralelo;em que o módulo de observação é adicionalmenteconfigurado para detectar a fusão de cada dispositivo dereação à temperatura com base no valor de resistênciaelétrica ao longo dos dois pontos de acesso correspondentes;eem que o módulo de evento térmico é adicionalmenteconfigurado para determinar se a região de interesse dodispositivo de tratametno posterior excedeu cada limite detemperatura distinto com base na fusão de cada dispositivo dereação à temperatura e definir o indicador de degradação combase na região de interesse do dispositivo de pós-tratamentoque excede cada limite de temperatura.
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