BRPI0717841A2 - Couve-flor branca brilhante - Google Patents

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BRPI0717841A2
BRPI0717841A2 BRPI0717841-7A BRPI0717841A BRPI0717841A2 BR PI0717841 A2 BRPI0717841 A2 BR PI0717841A2 BR PI0717841 A BRPI0717841 A BR PI0717841A BR PI0717841 A2 BRPI0717841 A2 BR PI0717841A2
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BR
Brazil
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white
cauliflower
plant
head
color
Prior art date
Application number
BRPI0717841-7A
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Meinardus Petrus Boon
Franciscus Van Den Bosch
Gerard Koorevaar
Original Assignee
Seminis Vegetable Seeds Inc
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    • A01HNEW PLANTS OR NON-TRANSGENIC PROCESSES FOR OBTAINING THEM; PLANT REPRODUCTION BY TISSUE CULTURE TECHNIQUES
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    • A01H6/20Brassicaceae, e.g. canola, broccoli or rucola
    • A01H6/203Brassica oleraceae, e.g. broccoli or kohlrabi
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    • A01H5/10Seeds
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    • C12QMEASURING OR TESTING PROCESSES INVOLVING ENZYMES, NUCLEIC ACIDS OR MICROORGANISMS; COMPOSITIONS OR TEST PAPERS THEREFOR; PROCESSES OF PREPARING SUCH COMPOSITIONS; CONDITION-RESPONSIVE CONTROL IN MICROBIOLOGICAL OR ENZYMOLOGICAL PROCESSES
    • C12Q1/00Measuring or testing processes involving enzymes, nucleic acids or microorganisms; Compositions therefor; Processes of preparing such compositions
    • C12Q1/68Measuring or testing processes involving enzymes, nucleic acids or microorganisms; Compositions therefor; Processes of preparing such compositions involving nucleic acids
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Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "COUVEFLOR BRANCA BRILHANTE".
REFERÊNCIA CRUZADA AOS PEDIDOS DE PATENTE RELACIONADOS Este pedido de patente reivindica o benefício sob 35 U.S.C. § 119 do Pedido provisório US n° 60/848.632 depositado em 3 de outubro de 2006, cujo pedido de patente é aqui incorporado por referência.
CAMPO DA INVENÇÃO
A presente invenção inclui couves-flores com brancura intensificada e métodos para obter tais couves-flores. A presente invenção também fornece reagentes que podem ser usados nos métodos para obter tais couves-flores.
INCORPORAÇÃO DA LISTAGEM DE SEQÜÊNCIA
Uma cópia do documento da Listagem de seqüência submetida com este é aqui incorporada por referência.
ANTECEDENTES DA INVENÇÃO
Couve-flor (Brassica oleracea Var. botrytis) é uma plantação da família de Cruciferae/Brassicaceae, ou Mustard1 que também inclui plantas tais como brócolis, repolho, couve, nabos e mostarda. Plantas de couve-flor para produção comercial são tipicamente iniciadas em uma estufa de se20 mentes. Após cerca de 35 a 40 dias as mudas de couve-flor são transplantadas no campo onde elas são cultivadas por outros 40-300 dias, dependendo da variedade e condições de cultivo locais, até maturidade e colheita. Durante a fase de iniciação da cabeça o meristema da planta de couve-flor forma um broto gerador; este broto se desenvolverá para a cabeça de flor ma25 dura, ou cabeça, que é a parte colhida e comercializada da planta.
Brancura da cabeça é um traço desejável em couve-flor. Cabeças de variedades de couve-flor convencionais tornam-se de brancas cremosas para amarelas quando expostas à luz, particularmente à Iuz solar natural da produção do campo. Cabeças brancas cremosas que têm porções 30 amarelas ou são totalmente amarelas são indesejáveis e desclassificam o produto. Manutenção da cabeça mais branca possível em couve-flor é alcançada por uma combinação de seleção de variedade e a prática cultural de cobrir ou amarrar folhas junto às cabeças. Estas práticas culturais são laboriosas, e caras. Cobertura é iniciada em um certo ponto que a cabeça alcança alguns centímetros em diâmetro. Os trabalhadores são requeridos por entrar nos campos neste estágio de broto, e manualmente dobrar as fo5 lhas externas grandes da planta por sobre a cabeça da couve-flor para impedir a exposição ao sol durante o desenvolvimento da cabeça. É tipicamente cerca de uma semana da amarradura à colheita. As plantas devem ser examinadas durante este período para ver se a amarradura está segura, como até mesmo quantidades pequenas de Iuz solar entrando através das 10 frestas nas folhas podem resultar em porções desbotadas na cabeça. Exame das plantas é também necessário para avaliar quando a cabeça está pronta para ser cortada e colhida. Cabeças supermaduras também desenvolvem outros traços indesejáveis. Por exemplo, elas podem ficar frouxas e granulosas, em cujo estágio a qualidade da couve-flor é perdida.
Melhoramento de planta foi usado para desenvolver muitas vari
edades de couve-flor apresentando uma cabeça com brancura intensificada. Porém, até mesmo nestas variedades exposição ao sol desbotará a cabeça, afetando o valor comercial da plantação.
Nos últimos anos, cultivadores têm também avaliado o traço "branco persistente" em couve-flor, isto é, uma cabeça que não desbotará de branco para creme quando exposto à Iuz solar. Descrições deste traço podem ser encontradas, por exemplo, em Dickson, et al, Persistent White Curd and Other Curd Characters of Cauliflower (1980) Amer. Soc. Hor. Sci 105(4):533-535; e Dickson, M.H., Male Sterile Persistent White Curd Cauliflower NY 7642A and its Maintainer NY 7642B (outubro de 1985) HortScience, Vol. 20(5), 957. Estes autores descrevem o desenvolvimento de couveflor de cabeça branca persistente macho estéril NY 7642A e seu mantenedor NY 7642B, embora certos traços desfavoráveis foram ligados a um caráter branco persistente, a saber, granulosidade, formação de brácteas e baixa densidade de cabeça. Variedades brancas persistentes continuaram tendo problemas com estes traços de qualidade, tornando-lhes os candidatos ruins para produção comercial. Desse modo, há uma necessidade por variedades de couve-flor melhoradas tendo um traço de qualidade branco mas desprovidas de traços desfavoráveis presentes em variedades brancas persistentes anteriores. SUMÁRIO DA INVENÇÃO A presente invenção inclui e fornece couves-flores tendo uma
contagem de cor da cabeça de menos que cerca de C4 em um quadro de cor de couve-flor de Ctifl onde a cor da cabeça é obtida após cultivo sem cobrir.
A presente invenção também inclui e fornece plantas de couveflor tendo cabeça branca brilhante e características de cabeça favoráveis onde a cor da cabeça branca brilhante persiste quando a planta de couveflor é exposta à Iuz solar na ausência de cobertura.
A presente invenção também inclui e fornece plantas de couveflor tendo cabeça branca brilhante onde a cor da cabeça branca brilhante persiste quando a planta de couve-flor é exposta à Iuz solar na ausência de cobertura, e onde a cabeça tem um diâmetro de cerca de 15 cm e um peso de pelo menos 700 gramas.
A presente invenção também inclui e fornece um recipiente de sementes de couve-flor onde as plantas de couve-flor de mais que 50% das sementes têm uma cabeça tendo uma contagem de cor da cabeça de menos que C4 em um quadro de cor de Ctifl.
A presente invenção também inclui e fornece uma planta de couve-flor tendo um genoma onde o genoma compreende um Iocus genético derivado de uma planta de couve-flor selecionada do grupo que consiste em 25 CEL/1857, PM 83214, 901203-2/FREMONT, NY6633, NY3339, 90331, BCSS, HOCE, e PWCE onde o Iocus genético contém um ou mais alelos de um Iocus de traço quantitativo geneticamente ligado ao complemento de uma molécula de ácido nucleico de marcador selecionados do grupo que consiste em QTL01, QTL02a, QTL02b, QTL07, e QTL09.
A presente invenção também inclui e fornece uma planta de
couve-flor tendo pelo menos quatro alelos brancos brilhantes selecionados do grupo que consiste em QTL01, QTL02a, QTL02b, QTL07, e QTL09. A presente invenção também inclui e fornece uma planta de couve-flor tendo cabeça branca brilhante e pelo menos um alelo branco brilhante selecionado do grupo que consiste em QTL01, QTL02a, QTL02b, QTL07, e QTL09.
5 A presente invenção inclui e fornece semente da variedade de
couve-flor CLP/NY6633/9/Fre onde uma amostra representativa de semente da variedade foi depositada sob n° de Acesso de NCIMB 41432.
A presente invenção inclui e fornece semente da variedade de couve-flor CLP/NY6633 onde uma amostra representativa de semente da variedade foi depositada sob n° de Acesso de NCIMB 41430.
A presente invenção também inclui e fornece semente da variedade de couve-flor BCSS/CLP/NY6633 onde uma amostra representativa de semente da variedade foi depositada sob n° de Acesso de NCIMB 41431.
A presente invenção também inclui e fornece semente da variedade de couve-flor CLP/NY6633/9/Fre/CLP/NY6633/HOCE onde uma amostra representativa de semente da variedade foi depositada sob n° de Acesso de NCIMB 41433.
A presente invenção também inclui e fornece métodos de introgressar pelo menos um alelo de cabeça branca brilhante em uma planta de 20 couve-flor compreendendo: a) cruzar uma planta de uma primeira linhagem de couve-flor como uma primeira planta original tendo pelo menos um alelo de cabeça branca com uma segunda planta de couve-flor como um segundo planta original para formar uma população segregante, b) triar a população segregante para um membro tendo pelo menos um alelo de cabeça branca 25 com uma molécula de ácido nucleico capaz de identificar um alelo branco em QTLOI, QTL02a, QTL02b, QTL07, ou QTL09; e c) selecionar uma planta de couve-flor contendo pelo menos um alelo branco em QTLOI, QTL02a, QTL02b, QTL07, ou QTL09 para outro cruzamento.
A presente invenção também inclui e fornece métodos de produzir uma couve-flor tendo uma cabeça branca brilhante que compreende: a) selecionar uma planta de linhagem de couve-flor CEL/1857 como uma primeira planta original; b) cruzar primeira planta original com uma segunda planta de couve-flor de uma linhagem de couve-flor selecionada do grupo que consiste em CEL/1857, PI183214, 901203-2/FREMC>NT, NY6633, NY3339, 90331, BCSS1 HOCE, e PWCE como um segundo planta original;
c) cultivar a semente de couve-flor produzida pelo cruzamento para render 5 uma planta de couve-flor da progênie; d) determinar uma contagem de cor no quadro de cor de Ctifl para a planta de couve-flor da progênie; e) se a planta de couve-flor da progênie tiver uma contagem de cor igual ou maior que C4 no quadro de cor de Ctifl1 repetir as etapas b) a d) usando a planta de couve-flor da progênie em cada ciclo sucessivo como primeira planta ori10 ginal até que uma planta de couve-flor tendo uma contagem de cor de menos que C4 no quadro de cor de Ctifl tenha sido produzida,
assim produzindo uma couve-flor tendo uma cabeça branca brilhante.
A presente invenção também inclui e fornece métodos de produzir uma couve-flor tendo uma cabeça branca brilhante que compreende a) selecionar uma planta de uma linhagem de couve-flor selecionada do grupo que consiste em CEL/1857, Pl 183214, 901203-2/FREMONT, NY6633, NY3339, 90331, BCSS, HOCE, e PWCE como uma primeira planta original; b) cruzar primeira planta original com uma segunda planta de couve-flor selecionada do grupo que consiste em CEL/1857, PI183214, 901203- 2/FREMONT, NY6633, NY3339, 90331, BCSS, HOCE, e PWCE como um segundo planta original para formar uma população segregante, c) triar a população segregante com um ou mais marcadores de ácido nucleico capazes de detectar um alelo branco em QTL01, QTL02a, QTL02b, QTL07, e QTL09; d) selecionar da população segregante uma planta de couve-flor que é homozigoto a um alelo branco em QTLOI, QTL02a, QTL02b, QTL07, e QTL09, e) determinar uma contagem de cor no quadro de cor de Ctifl para a planta de couve-flor selecionada, f) se a planta de couve-flor selecionada tiver uma contagem de cor igual ou maior que C4 no quadro de cor de Ctifl1 repetir as etapas b) a d) usando a planta de couve-flor selecionada em cada ciclo sucessivo como primeira planta original até que uma planta de couve-flor tendo uma contagem de cor de menos que C4 no quadro de cor de Ctifl tenha sido produzida,
assim produzindo uma couve-flor tendo uma cabeça branca brilhante.
CERTAS MODALIDADES Modalidade 1. Uma couve-flor tendo uma contagem de cor da
cabeça de menos que cerca de C4 em um quadro de cor de couve-flor de Ctifl, em que a dita cor da cabeça é obtida após cultivo sem cobrir.
Modalidade 2. Uma couve-flor de acordo com a modalidade 1, em que a dita couve-flor exibe uma cor da cabeça de menos que cerca de 10 C4 no quadro de cor de Ctifl sob uma condição selecionada do grupo que consiste em: na hora da colheita onde a couve-flor não foi submetida à amarradura das folhas, após cinco dias de armazenamento a 5°C, e após cinco dias de armazenamento em temperatura ambiente.
Modalidade 3. Uma couve-flor de acordo com a modalidade 2, em que a dita couve-flor tem uma contagem de cor da cabeça menor ou igual a cerca de C2 em um quadro de cor de Ctifl.
Modalidade 4. Uma parte de uma couve-flor da modalidade 1 tendo uma contagem de cor da cabeça menor ou igual a cerca de C3 com relação a um quadro de cor de Ctifl.
Modalidade 5. Uma parte da planta da modalidade 4, em que a
dita planta é selecionada do grupo que consiste em uma semente, cabeça, e folha.
Modalidade 6. Uma parte da planta da modalidade 4, em que a dita parte da planta é selecionada do grupo que consiste em pólen e um óvuIo.
Modalidade 7. Uma célula derivada de uma planta da modalidade 1.
Modalidade 8. Um protoplasto derivado de uma planta da modalidade 1.
Modalidade 9. Uma cultura de tecido de células obtidas da plan
ta de couve-flor da modalidade 1.
Modalidade 10. A cultura de tecido da modalidade 9, em que as células são de um tecido selecionado do grupo que consiste em folha, pólen, embrião, raiz, ponta de raiz, antera, flor, broto, cabeça e meristema.
Modalidade 11. Uma semente da planta de couve-flor da modalidade 1.
Modalidade 12. Uma planta de couve-flor tendo cabeça branca
brilhante e características de cabeça favoráveis, em que a cor da cabeça branca brilhante persiste quando a planta de couve-flor é exposta à Iuz solar na ausência de cobertura.
Modalidade 13. A planta de couve-flor da modalidade 12, em que a cor da cabeça branca brilhante persiste quando a planta de couve-flor é exposta à Iuz solar na ausência de autocobertura.
Modalidade 14. A planta de couve-flor da modalidade 12 tendo uma contagem de cor da cabeça de menos que C4 em um quadro de cor de Ctifl.
Modalidade 15. A planta de couve-flor da modalidade 12, tendo
uma contagem de cor menor ou igual a cerca de C2 no quadro de cor de Ctifl.
Modalidade 16. Uma parte da planta da planta de couve-flor da modalidade 12.
Modalidade 17. A parte da planta da modalidade 16, também
definida como pólen, um protoplasto, um óvulo ou uma célula.
Modalidade 18. Uma cultura de tecido de células obtidas da planta de couve-flor da modalidade 12.
Modalidade 19. A cultura de tecido da modalidade 18, em que as células são de um tecido selecionado do grupo que consiste em folha, pólen, embrião, raiz, ponta de raiz, antera, flor, broto, cabeça e meristema.
Modalidade 20. Uma semente da planta de couve-flor da modalidade 12.
Modalidade 21. Uma planta de couve-flor tendo cabeça branca brilhante, em que a cor da cabeça branca brilhante persiste quando a planta de couve-flor é exposta à Iuz solar na ausência de cobertura, e em que a cabeça tem um diâmetro de cerca de 15 cm e um peso de pelo menos 700 gramas.
Modalidade 22. A planta de couve-flor da modalidade 21, em que a cor da cabeça branca brilhante persiste quando a planta de couve-flor é exposta à Iuz solar na ausência de autocobertura.
Modalidade 23. A planta de couve-flor da modalidade 21,
tendo uma contagem de cor de menos que C4 no quadro de cor de Ctifl.
Modalidade 24. A planta de couve-flor da modalidade 21, tendo uma contagem de cor menor ou igual a cerca de C2 no quadro de cor de Ctifl.
Modalidade 25. Uma parte da planta da planta de couve-flor da
modalidade 21.
Modalidade 26. A parte da planta da modalidade 25, também definida como pólen, um protoplasto, um óvulo ou uma célula.
Modalidade 27. Uma cultura de tecido de células obtidas da
planta de couve-flor da modalidade 21.
Modalidade 28. A cultura de tecido da modalidade 27, em que as células são de um tecido selecionado do grupo que consiste em folha, pólen, embrião, raiz, ponta de raiz, antera, flor, broto, cabeça e meristema.
Modalidade 29. Uma semente da planta de couve-flor da moda
Iidade 21.
Modalidade 30. Um recipiente de sementes de couve-flor em que as plantas de couve-flor maiores que 50% das ditas sementes têm uma cabeça tendo uma contagem de cor da cabeça de menos que C4 em um quadro de cor de Ctifl.
Modalidade 31. O recipiente de sementes de couve-flor da mo
dalidade 30, em que o dito recipiente compreende pelo menos 100 sementes.
Modalidade 32. O recipiente de sementes de couve-flor da modalidade 30, em que o dito recipiente compreende pelo menos 1.000 semen
tes.
Modalidade 33. O recipiente de sementes de couve-flor da modalidade 30, em que o dito recipiente é selecionado do grupo que consiste em um saco, uma caixa, um pacote, uma bolsa, uma chapa, e um balde.
Modalidade 34. 0 recipiente de sementes de couve-flor da modalidade 30, em que as plantas de couve-flor crescidas mais que 75% das ditas sementes têm uma cabeça tendo uma contagem de cor da cabeça de menos que C4 em um quadro de cor de Ctifl.
Modalidade 35. O recipiente de sementes de couve-flor da modalidade 30, em que as plantas de couve-flor crescidas mais que 85% das ditas sementes têm uma cabeça tendo uma contagem de cor da cabeça de menos que C4 em um quadro de cor de Ctifl.
Modalidade 36. O recipiente de sementes de couve-flor da mo
dalidade 30, em que as plantas de couve-flor crescidas mais que 95% das ditas sementes têm uma cabeça tendo uma contagem de cor da cabeça de menos que C4 em um quadro de cor de Ctifl.
Modalidade 37. Uma planta de couve-flor tendo um genoma, em 15 que o dito genoma compreende um Iocus genético derivado de uma planta de couve-flor selecionada do grupo que consiste em CEL/1857, Pl 183214, 901203-2/FREMONT, NY6633, NY3339, 90331, BCSS, HOCE, e PWCE1 em que o dito Iocus genético contém um ou mais alelos de um Iocus de traço quantitativo geneticamente ligado ao complemento de uma molécula de áci20 do nucleico de marcador selecionados do grupo que consiste em QTLOI, QTL02a, QTL02b, QTL07, e QTL09.
Modalidade 38. A planta de couve-flor da modalidade 37, em que pelo menos 12,5% do dito genoma são derivados de uma planta de couve-flor selecionada do grupo que consiste em CEL/1857, Pl 183214, 901203-2/FREMONT, NY6633, NY3339, 90331, BCSS, HOCE, e PWCE.
Modalidade 39. A planta de couve-flor da modalidade 38, em que pelo menos 25% do dito genoma são derivados de uma planta de couve-flor selecionada do grupo que consiste em CEL/1857, PI183214, 901203- 2/FREMONT, NY6633, NY3339, 90331, BCSS, HOCE, e PWCE.
Modalidade 40. A planta de couve-flor da modalidade 39, em
que pelo menos 50% do dito genoma são derivados de uma planta de couve-flor selecionada do grupo que consiste em CEL/1857, Pl 183214, 901203- 2/FREMONT, NY6633, NY3339, 90331, BCSS, HOCE, e PWCE.
Modalidade 41. A planta de couve-flor da modalidade 37, em que o dito Iocus genético está localizado entre cerca de 0 e cerca de 50 centimorgans do dito complemento do dito ácido nucleico de marcador.
Modalidade 42. A planta de couve-flor da modalidade 41, em
que o dito Iocus genético está localizado entre cerca de 0 e cerca de 40 centimorgans do dito complemento do dito ácido nucleico de marcador.
Modalidade 43. A planta de couve-flor da modalidade 42, em que o dito Iocus genético está localizado entre cerca de 0 e cerca de 25 centimorgans do dito complemento do dito ácido nucleico de marcador.
Modalidade 44. A planta de couve-flor da modalidade 43, em que o dito Iocus genético está localizado entre cerca de 0 e cerca de 10 centimorgans do dito complemento do dito ácido nucleico de marcador.
Modalidade 45. A planta de couve-flor da modalidade 44, em que o dito Iocus genético está localizado entre cerca de 0 e cerca de 5 centimorgans do dito complemento do dito ácido nucleico de marcador.
Modalidade 46. A planta de couve-flor da modalidade 45, em que o dito Iocus genético está localizado entre cerca de 0 e cerca de 3 centimorgans do dito complemento do dito ácido nucleico de marcador.
Modalidade 47. A planta de couve-flor da modalidade 37, em
que o dito ácido nucleico de marcador exibe uma contagem de LOD para traço de cabeça branca brilhante maior que 2,0 para o dito alelo.
Modalidade 48. A planta de couve-flor da modalidade 47, em que o dito ácido nucleico de marcador exibe uma contagem de LOD para traço de cabeça branca brilhante maior que 2,5 para o dito alelo.
Modalidade 49. A planta de couve-flor da modalidade 48, em que o dito ácido nucleico de marcador exibe uma contagem de LOD para traço de cabeça branca brilhante maior que 3.0 para o dito alelo.
Modalidade 50. A planta de couve-flor da modalidade 49, em que o dito ácido nucleico de marcador exibe uma contagem de LOD para traço de cabeça branca brilhante maior que 3,5 para o dito alelo.
Modalidade 51. A planta de couve-flor da modalidade 37, em que o dito Iocus genético contém dois ou mais alelos de um Iocus de traço quantitativo geneticamente ligado ao complemento de uma molécula de ácido nucleico de marcador selecionados do grupo que consiste em QTL01, QTL02a, QTL02b, QTL07, e QTL09.
Modalidade 52. A planta de couve-flor da modalidade 51, em
que o dito Iocus genético contém três ou mais alelos de um Iocus de traço quantitativo geneticamente ligado ao complemento de uma molécula de ácido nucleico de marcador selecionados do grupo que consiste em QTL01, QTL02a, QTL02b, QTL07, e QTL09.
Modalidade 53. A planta de couve-flor da modalidade 52, em
que o dito Iocus genético contém quatro ou mais alelos de um Iocus de traço quantitativo geneticamente ligado ao complemento de uma molécula de ácido nucleico de marcador selecionados do grupo que consiste em QTL01, QTL02a, QTL02b, QTL07, e QTL09.
Modalidade 54. A planta de couve-flor da modalidade 53, em
que o dito Iocus genético contém cinco alelos de um Iocus de traço quantitativo geneticamente ligado ao complemento de uma molécula de ácido nucleico de marcador selecionados do grupo que consiste em QTLOI, QTL02a, QTL02b, QTL07, e QTL09.
Modalidade 55. Uma planta de couve-flor tendo pelo menos qua
tro alelos brancos brilhantes selecionados do grupo que consiste em QTL01, QTL02a, QTL02b, QTL07, e QTL09.
Modalidade 56. A planta de couve-flor da modalidade 55, em que a dita planta de couve-flor tem cinco alelos brancos brilhantes selecionados do grupo que consiste em QTL01, QTL02a, QTL02b, QTL07, e QTL09.
Modalidade 57. A planta de couve-flor da modalidade 55, em que a dita planta de couve-flor também tem uma cabeça branca brilhante.
Modalidade 58. Uma planta de couve-flor tendo cabeça branca brilhante e pelo menos um alelo branco brilhante selecionado do grupo que consiste em QTL01, QTL02a, QTL02b, QTL07, e QTL09.
Modalidade 59. A planta de couve-flor da modalidade 58, tendo pelo menos dois alelos brancos brilhantes selecionados do grupo que consiste em QTL01, QTL02a, QTL02b, QTL07, e QTL09.
Modalidade 60. A planta de couve-flor da modalidade 59, tendo pelo menos três alelos brancos brilhantes selecionados do grupo que consiste em QTL01, QTL02a, QTL02b, QTL07, e QTL09.
Modalidade 61. A planta de couve-flor da modalidade 60, tendo pelo menos quatro alelos brancos brilhantes selecionados do grupo que consiste em QTL01, QTL02a, QTL02b, QTL07, e QTL09.
Modalidade 62. A planta de couve-flor da modalidade 61, tendo cinco alelos brancos brilhantes selecionados do grupo que consiste em QTL01, QTL02a, QTL02b, QTL07, e QTL09.
Modalidade 63. Uma semente da variedade de couve-flor CLP/NY6633/9/Fre, em que uma amostra representativa de semente da variedade foi depositada sob n° de Acesso de NCIMB 41432.
Modalidade 64. Uma planta crescida da semente da modalidade 63.
Modalidade 65. Uma parte da planta da planta da modalidade 64.
Modalidade 66. A parte da planta da modalidade 65, também definida como pólen, um protoplasto, um óvulo ou uma célula.
Modalidade 67. Uma cultura de tecido de células obtidas da planta da modalidade 64.
Modalidade 68. A cultura de tecido da modalidade 65, em que as células são de um tecido selecionado do grupo que consiste em folha, pólen, embrião, raiz, ponta de raiz, antera, flor, broto, cabeça e meristema.
Modalidade 69. Uma semente da variedade de couve-flor CLP/NY6633, em que uma amostra representativa de semente da variedade foi depositada sob n° de Acesso de NCIMB 41430.
Modalidade 70. Uma planta crescida da semente da modalidade 69.
Modalidade 71. Uma parte da planta da planta da modalidade
70. Modalidade 72. A parte da planta da modalidade 71, também definida como pólen, um protoplasto, um óvulo ou uma célula.
Modalidade 73. Uma cultura de tecido de células obtidas da planta da modalidade 70.
Modalidade 74. A cultura de tecido da modalidade 73, em que as
células são de um tecido selecionado do grupo que consiste em folha, pólen, embrião, raiz, ponta de raiz, antera, flor, broto, cabeça e meristema.
Modalidade 75. Uma semente da variedade de couve-flor BCSS/CLP/NY6633, em que uma amostra representativa de semente da variedade foi depositada sob n° de Acesso de NCIMB 41431.
Modalidade 76. Uma planta crescida da semente da modalidade
75.
Modalidade 77. Uma parte da planta da planta da modalidade
76.
Modalidade 78. A parte da planta da modalidade 77, também
definida como pólen, um protoplasto, um óvulo ou uma célula.
Modalidade 79. Uma cultura de tecido de células obtidas da planta da modalidade 76.
Modalidade 80. A cultura de tecido da modalidade 79, em que as células são de um tecido selecionado do grupo que consiste em folha, pólen, embrião, raiz, ponta de raiz, antera, flor, broto, cabeça e meristema.
Modalidade 81. Uma semente da variedade de couve-flor CLP/NY6633/9/Fre/CLP/NY6633/HOCE, em que uma amostra representativa de semente da variedade foi depositada sob n° de Acesso de NCIMB 41433.
Modalidade 82. Uma planta crescida da semente da modalidade
81.
Modalidade 83. Uma parte da planta da planta da modalidade
82.
Modalidade 84. A parte da planta da modalidade 83, também
definida como pólen, um protoplasto, um óvulo ou uma célula.
Modalidade 85. Uma cultura de tecido de células obtidas da planta da modalidade 82.
Modalidade 86. A cultura de tecido da modalidade 85, em que as células são de um tecido selecionado do grupo que consiste em folha, pólen, embrião, raiz, ponta de raiz, antera, flor, broto, cabeça e meristema.
Modalidade 87. Um método de introgressar pelo menos um alelo
de cabeça branca brilhante em uma planta de couve-flor compreende
a) cruzar uma planta de uma primeira linhagem de couve-flor como uma primeira planta original tendo pelo menos um alelo de cabeça branca com uma segunda planta de couve-flor como um segundo planta ori
ginal para formar uma população segregante,
b) triar a dita população segregante para um membro tendo pelo menos um alelo de cabeça branca com uma molécula de ácido nucleico capaz de identificar um alelo branco em QTLOI, QTL02a, QTL02b, QTL07, ou QTL09; e
c) selecionar uma planta de couve-flor contendo pelo menos um
alelo branco em QTL01, QTL02a, QTL02b, QTL07, ou QTL09 para outro cruzamento.
Modalidade 88. O método de acordo com a modalidade 87, em que o dito método também compreende determinar uma contagem de cor no
quadro de cor de Ctifl para a planta de couve-flor selecionada.
Modalidade 89. O método de acordo com a modalidade 87, em que o dito método também compreende cruzar a dita planta de couve-flor selecionada com uma planta de uma linhagem de couve-flor branca persistente.
Modalidade 90. O método de acordo com a modalidade 87, em
que as plantas de couve-flor selecionadas na etapa c) têm características de cabeça favoráveis.
Modalidade 91. O método de acordo com a modalidade 87, em que as plantas de couve-flor selecionadas na etapa c) têm um diâmetro de
cabeça de cerca de 15 cm e um peso da cabeça de pelo menos 700 gramas.
Modalidade 92. O método da modalidade 87, em que a dita molécula de ácido nucleico é selecionada do grupo que consiste em SEQ ID NO: 1, 6, 11, 14, 17, complementos, ou fragmentos das mesmas tendo pelo menos 15 nucleotídeos.
Modalidade 93. O método da modalidade 87, em que a dita molécula de ácido nucleico é capaz de detectar uma seqüência de ácido nucleico que está presente em um grupo de ligação selecionado do grupo que consiste em grupo de ligação 1, 2, 7, ou 9 dentro de 100 kb do dito alelo de cabeça branca.
Modalidade 94. O método da modalidade 93, em que a dita molécula de ácido nucleico é capaz de detectar uma seqüência de ácido nucleico que está presente em um grupo de ligação selecionado do grupo que consiste em grupo de ligação 1, 2, 7, ou 9 dentro de 50 kb do dito alelo de cabeça branca.
Modalidade 95. O método da modalidade 94, em que a dita molécula de ácido nucleico é capaz de detectar uma seqüência de ácido nucleico que está presente em um grupo de ligação selecionado do grupo que consiste em grupo de ligação 1, 2, 7, ou 9 dentro de 25 kb do dito alelo de cabeça branca.
Modalidade 96. O método da modalidade 95, em que o dito alelo de cabeça branca está também presente em uma linhagem de couve-flor selecionada do grupo que consiste em CLP/NY6633, CLP/NY6633/9/Fre, BCSS/CLP/NY6633, e CLP/NY6633/9/Fre/CLP/NY6633/HOCE.
Modalidade 97. O método da modalidade 87, em que o dito membro tem pelo menos dois alelos de cabeça branca.
Modalidade 98. O método da modalidade 97, em que o dito membro tem pelo menos três alelos de cabeça branca.
Modalidade 99. O método da modalidade 98, em que o dito membro tem pelo menos quatro alelos de cabeça branca.
Modalidade 100. O método da modalidade 99, em que o dito membro tem cinco alelos de cabeça branca.
Modalidade 101. Um método de produzir uma couve-flor tendo
uma cabeça branca brilhante compreendendo
a) selecionar uma planta de linhagem de couve-flor CEL/1857 como uma primeira planta original
b) cruzar primeira planta original com uma segunda planta de couve-flor de uma linhagem de couve-flor selecionada do grupo que consiste em CEL/1857, Pl 183214, 901203-2/FREMONT, NY6633, NY3339, 90331,
BCSS, HOCE, e PWCE como um segundo planta original,
c) cultivar a semente de couve-flor produzida pela dita cruz para render uma planta de couve-flor da progênie,
d) determinar uma contagem de cor no quadro de cor de Ctifl para a planta de couve-flor da progênie,
e) se a planta de couve-flor da progênie tiver uma contagem de
cor igual ou maior que C4 no quadro de cor de Ctifl, repetir as etapas b) a d) usando a planta de couve-flor da progênie em cada ciclo sucessivo como primeira planta original até que uma planta de couve-flor tendo uma contagem de cor de menos que C4 no quadro de cor de Ctifl tenha sido produzida, assim produzindo uma couve-flor tendo uma cabeça branca bri
lhante.
Modalidade 102. O método de acordo com a modalidade 101, em que as plantas de couve-flor da progênie da etapa c) têm características de cabeça favoráveis.
Modalidade 103. O método de acordo com a modalidade 101,
em que as plantas de couve-flor da progênie da etapa c) têm um diâmetro de cabeça de cerca de 15 cm e um peso da cabeça de pelo menos 700 gramas.
Modalidade 104. O método da modalidade 101, em que a dita couve-flor contém pelo menos um alelo branco selecionado do grupo que consiste em QTL01, QTL02a, QTL02b, QTL07, e QTL09.
Modalidade 105. O método da modalidade 101, em que a dita couve-flor contém pelo menos dois alelos brancos selecionados do grupo que consiste em QTL01, QTL02a, QTL02b, QTL07, e QTL09.
Modalidade 106. O método da modalidade 105, em que a dita couve-flor contém pelo menos três alelos brancos selecionados do grupo que consiste em QTL01, QTL02a, QTL02b, QTL07, e QTL09.
Modalidade 107. O método da modalidade 106, em que a dita couve-flor contém pelo menos quatro alelos brancos selecionados do grupo que consiste em QTL01, QTL02a, QTL02b, QTL07, e QTL09.
Modalidade 108. O método da modalidade 107, em que a dita couve-flor contém cinco alelos brancos a QTLOI, QTL02a, QTL02b, QTL07, e QTL09.
Modalidade 109. Um método de produzir uma couve-flor tendo uma cabeça branca brilhante compreendendo
a) selecionar uma planta de uma linhagem de couve-flor selecionada do grupo que consiste em CEL/1857, PM 83214, 901203-2/FREMONT,
NY6633, NY3339, 90331, BCSS, HOCE, e PWCE como uma primeira planta original
b) cruzar primeira planta original com uma segunda planta de couve-flor selecionada do grupo que consiste em CEL/1857, PM 83214, 901203-2/FREMONT, NY6633, NY3339, 90331, BCSS, HOCE, e PWCE
como um segundo planta original para formar uma população segregante,
c) triar a dita população segregante com um ou mais marcadores de ácido nucleico capazes de detectar um alelo branco em QTL01, QTL02a, QTL02b, QTL07, e QTL09;
d) selecionar da dita população segregante uma planta de cou
ve-flor que é homozigoto a um alelo branco em QTLOI, QTL02a, QTL02b,
QTL07, e QTL09,
e) determinar uma contagem de cor no quadro de cor de Ctifl para a planta de couve-flor selecionada,
f) se a planta de couve-flor selecionada tiver uma contagem de
cor igual ou maior que C4 no quadro de cor de Ctifl, repetir as etapas b) a d)
usando a planta de couve-flor selecionada em cada ciclo sucessivo como primeira planta original até que uma planta de couve-flor tendo uma contagem de cor de menos que C4 no quadro de cor de Ctifl tenha sido produzida,
assim produzindo uma couve-flor tendo uma cabeça branca bri
lhante.
Modalidade 110. O método da modalidade 109, em que o dito um ou mais marcadores são capazes de detectar uma seqüência de ácido nucleico que está presente em um grupo de ligação selecionado do grupo que consiste em grupo de ligação 1, 2, 7, ou 9 dentro de 100 kb do dito alelo de cabeça branca.
Modalidade 111.0 método da modalidade 110, em que a dita molécula de ácido nucleico é capaz de detectar uma seqüência de ácido nucleico que está presente em um grupo de ligação selecionado do grupo que consiste em grupo de ligação 1, 2, 7, ou 9 dentro de 50 kb do dito alelo de cabeça branca.
Modalidade 112. O método da modalidade 111, em que a dita molécula de ácido nucleico é capaz de detectar uma seqüência de ácido nucleico que está presente em um grupo de ligação selecionado do grupo que consiste em grupo de ligação 1, 2, 7, ou 9 dentro de 25 kb do dito alelo de cabeça branca.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS A patente ou depósito do pedido de patente contém pelo menos
um desenho executado à cor. Cópias desta patente ou publicação do pedido de patente com desenho(s) colorido(s) serão fornecidas pelo Escritório sob solicitação e pagamento da taxa necessária.
Figura 1 fornece uma modalidade de diagramas de mapeamento de intervalo para o traço de cabeça branca brilhante (BW) em couve-flor dos grupos de ligação OI, 02, 07, e 09.
Figura 2 fornece uma modalidade de diagramas de mapeamento de intervalo para o traço de cabeça branca brilhante em couve-flor de grupo de ligação 09.
Figura 3 fornece uma modalidade de diagramas de mapeamento
de intervalo para o traço de cabeça branca brilhante em couve-flor de grupo de ligação 01.
Figura 4 fornece uma modalidade de um polimorfismo de INDEL entre linhagem doadora NY6633 e linhagem recipiente ED37 para o alelo branco no marcador QTL07.
Figura 5 é uma fotografia que compara linhagens de couve-flor branca brilhante de elite para linhagens parentais e um híbrido comercial (Fremont). O painel superior expõe cabeças exemplares das linhagens parentais de "fonte de BW" NY6633 (esquerda superior) e PM 83214 (direita superior). O painel inferior expõe cabeças exemplares das linhagens de couve-flor branca brilhante de elite IBCSS/CLP/NY6633 (esquerda inferior) e do 5 controle híbrido, Fremont (direita inferior). Quando comparados às linhagens parentais de "fonte de BW" NY6633 e PI183214, as cabeças das linhagens de elite brancas brilhantes são mais brancos em cor, têm tamanho de cabeça maior e qualidade de cabeça superior.
DESCRIÇÃO DETALHADA DA INVENÇÃO Este pedido de patente revela couves-flores tendo uma cabeça
branca brilhante. Tais couves-flores podem ser referidas como variedades de couve-flor branca brilhante. Métodos de melhorar linhagens de couve-flor branca brilhante são também fornecidos. Também revelados aqui são Ioci de traço quantitativos associados ao traço de cabeça branca brilhante.
Como aqui usado, uma couve-flor "branca brilhante" é qualquer
couve-flor com cabeças, crescidos descobertos, tendo uma contagem de cor média de menos que C4, por exemplo uma contagem de cor entre C2 e C4, referida aqui como C3, no quadro de cor de Ctifl (Centre technique interprofessionnel des fuits et legumes, 22. Lamente Bergere, 75009 Paris-França) 20 de couve-flor (quando medida sob condições de Iuz controlada (TL) ou uma combinação de Iuz controlada e ambiente) como descrito no Exemplo 7. Linhagens de couve-flor branca brilhante têm uma contagem de brancura que é inferior que (isto é, são mais brancas que) plantas de couve-flor previamente descritas, tais como, as linhagens de fonte de BW PM 83214 e 25 NY6633.
Em outro aspecto, a presente invenção fornece uma couve-flor, quando crescida sem cobertura, tendo uma contagem de cor da cabeça média menor ou igual a cerca de C4 em um quadro de cor de couve-flor de Ctifl. Em um aspecto, as plantas de couve-flor produzem uma cabeça tendo uma 30 contagem de cor da cabeça menor ou igual a cerca de C4 após crescimento sem cobertura durante um período de cerca de 1,2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10 dias, 1, 2, 3, ou 4 semanas. Em um aspecto preferido, as plantas de couveflor produzem uma cabeça tendo uma contagem de cor da cabeça menor ou igual a cerca de C4 após crescimento sem cobertura durante um período cerca de 2 semanas.
Couves-flores reveladas aqui também incluem aquelas que po5 dem ser referidas como couves-flores brancas persistentes. Como aqui usado, couve-flor "branca persistente" refere-se à couve-flor tendo uma cabeça que não desbota de branco para creme quando exposta à Iuz solar e, portanto, não requer cobertura ou amarradura no campo antes da colheita. Uma couve-flor branca brilhante pode ser também uma couve-flor branca persis10 tente e vice-versa.
Como aqui usado, uma couve-flor de "controle" é uma couve-flor selecionada do grupo que consiste em Fremont F1, Cornell F1, Aviso (Clause) F1, Aviron (CIause) F1, e Fortados OP. Em um aspecto preferido, Fremont F1 é a couve-flor de controle. Uma couve-flor de controle é também cultivada sob condições ambientais similares que a couve-flor de teste.
Como aqui usado, armazenamento em condições de "câmara frigorífica controlada" significa a cerca de 4-8°C. Como aqui usado, "condições ambientes" significa temperatura de prateleira, por exemplo, armazenada em Iugarfechado a cerca de 18-22°C durante o dia e cerca de 13-17°C durante a noite.
Como aqui usado, "ligação" é um fenômeno em que os alelos no mesmo cromossomo tendem a segregar-se mais frequentemente que esperado por casualidade se sua transmissão fosse independente.
Como aqui usado, um "marcador" é um indicador para a presen25 ça de pelo menos um fenótipo, genótipo, ou polimorfismo. Exemplos de marcadores de DNA são polimorfismos de nucleotídeo simples (SNPs), seqüências polimórficas amplificadas clivadas (CAPS), polimorfismos de comprimento de fragmento amplificado (AFLPs), polimorfismos de comprimento de fragmento de restrição (RFLPs), repetições de seqüência simples (SSRs), 30 inserções ou deleções (INDELs), ou DNA polimórfico randomicamente amplificado (FRAPDs). Um marcador é preferivelmente codominante (ambos os alelos em um Iocus em um heterozigoto diplóide são facilmente detectáveis), sem componente de variância ambiental, isto é, hereditariedade de 1. Um "marcador de ácido nucleico" como aqui usado significa uma molécula de ácido nucleico que é capaz de ser um marcador para detectar um polimorfismo ou fenótipo.
5 Em um aspecto, plantas de couve-flor tendo uma cabeça branca
brilhante contêm um ou mais marcadores ligados a um Iocus ou Ioci de traço quantitativo (QTL) controlando o traço branco brilhante. Em um aspecto preferido, as couves-flores contêm um ou mais marcadores ligados a um QTL no grupo de ligação 01, 02, 07, ou 09. Em outro aspecto preferido, as cou10 ves-flores contêm um ou mais marcadores selecionados do grupo de QTLOI, QTL02a, QTL02b, QTL07, e QTL09. Em um aspecto mais preferido, as plantas de couve-flor têm um ou mais marcadores que hibridam com as SEQ ID NOs: 1, 6, 11, 14, ou 17.
Como aqui usado, duas moléculas de ácido nucleico são ditas ser capazes de hibridar uma com a outra se as duas moléculas forem capazes de formar uma estrutura de ácido nucleico antiparalela, bifilamentar. Condições de severidade convencionais são descritas por Sambrook et al., Molecular Cloning, A Laboratory Manual, 2a Ed., Cold Spring Harbor Press, Cold Spring Harbor, Nova Iorque (1989) e por Haymes et al., Nucleic Acid Hybridization, A Practieal Approach, IRL Press, Washington, DC (1985). Partidas de complementaridade completa são portanto permissíveis, contanto que tais partidas não impeçam completamente a capacidade das moléculas de formar uma estrutura bifilamentar. Desse modo, para que uma molécula de ácido nucleico sirva como um iniciador ou sonda ela necessita apenas estar em seqüência suficientemente complementar para poder formar uma estrutura bifilamentar estável sob o solvente particular e concentrações de sal empregadas.
Condições de severidade apropriadas que promovem hibridação de DNA, por exemplo, 6,0 X cloreto de sódio/citrato de sódio (SSC) a cerca de 45°C, seguido por uma lavagem de 2,0 X SSC a 50°C, são conhecidas àqueles versados na técnica ou podem ser encontradas em Current Protoeols in Molecular Bioiogy, John Wiley & Sons, N.Y. (1989), 6.3.1-6.3.6. Em um aspecto, condições de hibridação podem ser condições de severidade alta, moderada ou baixa. Condições preferidas incluem aquelas usando 50% de formamida, 5,0 X SSC, 1% de SDS e incubação a 42°C durante 14 horas, seguida por uma lavagem usando 0,2X SSC, 1% de SDS e incubação a 65°C.
Em um aspecto, especificidade de hibridação pode ser afetada através de lavagens de pós-hibridação. Por exemplo, a concentração de sal na etapa de lavagem pode ser selecionada de uma severidade baixa de cerca de 2,0 X SSC a 50°C a severidade moderada de cerca de 1 ,OX SSC a 10 50°C a uma severidade alta de cerca de 0,2 X SSC a 50°C. Além disso, a temperatura na etapa de lavagem pode ser aumentada de condições de severidade baixa para temperatura ambiente, cerca de 22°C, condições de severidade moderada a cerca de 50°C, para condições de severidade alta a cerca de 65°C. Tanto temperatura como sal podem ser variados, ou a tem15 peratura ou a concentração de sal pode ser mantida constante, enquanto a outra variável é alterada. Em um aspecto, a etapa de lavagem pode ser executada durante 5, 10, 15, 20, 25, 30, ou mais minutos. Em um aspecto preferido, a etapa de lavagem é executada durante cerca de 20 minutos. Em outro aspecto, a etapa de lavagem pode ser repetida 1, 2, 3, 4, ou mais vezes 20 usando a concentração de sal, temperatura, e tempo selecionados. Em um aspecto preferido, a etapa de lavagem é repetida duas vezes.
Em um aspecto preferido, um ácido nucleico da presente invenção hibrida especificamente com um ou mais dos marcadores de ácido nucleico das SEQ ID NOs, 1, 6, 11, 14, ou 17 ou complementos das mesmas sob condições moderadamente rigorosas, por exemplo a cerca de 2,0 X SSC e cerca de 65°C.
Em outro aspecto, a presente invenção fornece uma planta de couve-flor tendo pelo menos quatro alelos brancos brilhantes. Em um aspecto preferido, a planta de couve-flor tem pelo menos dois, três, quatro, ou to30 dos os cinco alelos brancos brilhantes selecionados do grupo de QTL01, QTL02a, QTL02b, QTL07, e QTL09. Em um aspecto mais preferido, a planta de couve-flor também produz uma cabeça branca brilhante. O presente pedido provê plantas de couve-flor tendo características de cabeça favoráveis. Couve-flor é sensível às condições de clima desfavoráveis. Tempo extraordinariamente quente ou frio, e seca, pode resultar em cabeças de qualidade ruim nos tipos de estação mais prematuros. As 5 condições de cultivo para couve-flor são razoavelmente exigentes, requerendo terra rica e condições climáticas favoráveis, por exemplo, uma temperatura comparativamente fresca com uma atmosfera úmida. Por este motivo, a produção de couve-flor comercial naturalmente tende para regiões de altitude mais alta embora possa ser cultivada de forma bem-sucedi da em altí10 tudes mais baixas se for plantada para amadurecer antes do verão ou, alternativamente, para colheita no final do outono. Iniciação de cabeça é dependente da temperatura, com temperaturas quentes tardando a iniciação de cabeça, embora variedades também diferem no tempo requerido para produzir cabeças colhíveis após iniciação ter ocorrido. A combinação do tempo 15 requerido para a fase juvenil, a fase vegetativa madura, o tempo necessário para produzir uma cabeça comerciável após indução, e a resposta de uma variedade para temperatura em todos estes estágios, determina a conveniência e adaptabilidade de uma variedade dada.
Certos traços de qualidade de cabeça são particularmente importantes para o valor comercial da plantação, e a falta destes outros traços de qualidade pode igualmente afetar de modo adverso o mercado para a couve-flor. Por exemplo, "formação de bráctea" ocorre sob condições de cultivo mornas, e é o resultado do crescimento de folhas pequenas, brancas ou verdes através da cabeça. "Penugem" é o resultado dos primórdios de broto de flor prematuros crescendo da cabeça, e são também induzidos em temperatura elevada. Uma revisão destes traços é encontrada em "Comparing Genetic And Physical Organisation Of Gene Families Affecting Plant Development Within Brassica Anda Arabidopsis", King, G. J., et al., 10th International Rapeseed Congress, Canberra 1999. Formação de bráctea e penugem podem ser medidas por qualquer método conhecido na técnica. Por exemplo, formação de bráctea, e pilosidade podem ser medidos por comparação de uma cabeça de teste a uma cabeça de couve-flor de controle crescido sob condições similares. Em outro aspecto, as plantas de couve-flor descritas aqui são essencialmente livres ou livres de formação de bráctea. Em um aspecto, a cabeça de teste tem uma quantidade de formação de bráctea que é menor que 10%, 20%, 30%, 40%, 50%, 60%, 70%, 80%, ou 5 90% de uma cabeça de couve-flor padrão crescido sob condições similares. Em outro aspecto, as plantas de couve-flor branca brilhante descritas aqui são essencialmente livres ou livres de pilosidade. Em ainda outro aspecto, a cabeça de teste tem uma quantidade de pilosidade que é menor que 10%, 20%, 30%, 40%, 50%, 60%, 70%, 80%, ou 90% de uma cabeça de couve10 flor padrão crescido sob condições similares.
Em um aspecto, uma couve-flor tem um diâmetro de cabeça na colheita de cerca de ou maior que 13,0 centímetros (cm), 13,1 cm, 13,2 cm, 13,3 cm, 13,4 cm, 13,5 cm, 13,6 cm, 13,7 cm, 13,8 cm, 13,9 cm, 14,0 cm, 14,1 cm, 14,2 cm, 14,3 cm, 14,4 cm, 14,5 cm, 14,6 cm, 14,7 cm, 14,8 cm, 15 14,9 cm, 15,0 cm, 15,1 cm, 15,2 cm, 15,3 cm, 15,4 cm, 15,5 cm, 15,6 cm, 15,7 cm, 15,8 cm, 15,9 cm, 16,0 cm, 16,1 cm, 16,2 cm, 16,3 cm, 16,4 cm, 16,5 cm, 16,6 cm, 16,7 cm, 16,8 cm, 16,9 cm, ou 17,0 cm. Como aqui usado, diâmetro de cabeça na colheita é medido medindo o diâmetro dos dois pontos de maior distância na cabeça.
Em um aspecto, uma couve-flor tem um peso da cabeça (isto é,
peso da cabeça sem folhas presas ou cabeça 'desprotegido’ na colheita) de cerca de ou maior que 350 gramas, 360 gramas, 380 gramas, 400 gramas, 420 gramas, 440 gramas, 460 gramas, 480 gramas, 500 gramas, 520 gramas, 540 gramas, 550 gramas, 560 gramas, 580 gramas, 600 gramas, 620 25 gramas, 640 gramas, 650 gramas, 660 gramas, 680 gramas, 700 gramas, 720 gramas, 740 gramas, 750 gramas, 760 gramas, 780 gramas, 800 gramas, 820 gramas, 840 gramas, 850 gramas, 5860 gramas, 880 gramas, 900 gramas, 920 gramas, 940 gramas, 950 gramas, 960 gramas, 980 gramas, ou 1000 gramas. Como aqui usado, peso da cabeça 'desprotegido’ na colheita 30 é medido pesando a cabeça colhida em uma escala.
Em um aspecto, uma couve-flor tem uma profundidade da cabeça na colheita de cerca de ou maior que 80 milímetros (mm), 81 mm, 82 mm, 83 mm, 84 mm, 85 mm, 86 mm, 87 mm, 88 mm, 89 mm, 90 mm, 91 mm, 92 mm, 93 mm, 94 mm, 95 mm, 96 mm, 97 mm, 98 mm, 99 mm, 100 mm, 101 mm, 102 mm, 103 mm, 104 mm, 105 mm, 106 mm, 107 mm, 108 mm, 109 mm, 110 mm, 111 mm, 112 mm, 113 mm, 114 mm, 115 mm, 116 mm, 117 5 mm, 118 mm, 119 mm, ou 120 mm. Profundidade da cabeça é medida na altura da cabeça do topo ao fundo em milímetros. Como aqui usado, profundidade da cabeça é medida medindo a distância entre o topo e o fundo da cabeça "desprotegido" colhido.
Em um aspecto, uma couve-flor tem um "encamisamento", ou 10 porcentagem do fundo da cabeça coberto, na hora da colheita de cerca de ou maior que 85%, 86%, 87%, 88%, 89%, 90%, 91%, 92%, 93%, 94%, 95%, 96%, 97%, 98%, 99%, ou 100%. "Encamisamento", ou porcentagem do fundo da cabeça coberto, na hora da colheita é medido subtraindo a área do fundo da cabeça coberto da área total do fundo da cabeça, dividindo pela 15 área total do fundo da cabeça e multiplicando por 100.
Em um aspecto, uma couve-flor tem uma "autocobertura", ou porcentagem do topo da cabeça coberto de cerca de ou maior que 15%, 16%, 18%, 20%, 22%, 24%, 25%, 26%, 28%, 30%, 32%, 34%, 35%, 36%, 38%, 40%, 42%, 44%, 45%, 46%, 48%, 50%, 62%, 64%, 65%, 66%, 68%, 20 ou 70%. "Autocobertura", ou porcentagem de topo de cabeça coberta é medida subtraindo a área do topo da cabeça coberto da área total do topo da cabeça, dividindo pela área total do topo da cabeça e multiplicando por 100.
Em um aspecto, uma couve-flor tem uma avaliação de qualidade de cabeça geral de 1, 2, 3, 4, ou 5, onde qualidade de cabeça é medida por 25 inspeção visual, com uma escala variando de 1 = ruim a 5 = excelente. Em um aspecto preferido, a qualidade de cabeça geral é medida como uma contagem de Impressão Geral ("Gl"), com uma escala variando de 1 = ruim a 5 = excelente. Em um aspecto, a contagem de Gl combina as medições de muitos fatores de qualidade de cabeça incluindo encamisamento, cobertura, 30 forma da cabeça, profundidade da cabeça, peso da cabeça, conta, estrutura, granulosidade, formação de bráctea, e penugem.
Em um aspecto, a presente invenção fornece uma cabeça de couve-flor tendo uma contagem de cor da cabeça média de menos que cerca de C4 em um quadro de cor de couve-flor de Ctifl, quando cultivado sem cobertura, e tendo uma contagem de Gl maior que 3. Em um aspecto preferido, a contagem de Gl é maior que 4.
5 Em um aspecto, uma couve-flor exibe uma alteração em cor com
relação à contagem de cor durante armazenamento sob condições ambientes no quadro de cor de Ctifl medida na colheita de menos que ou cerca de 5%, 10%, 15%, 20%, 25%, 30%, 35%, 40%, 45%, 50%, 55%, 60%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90% ou 95%. Em outro aspecto, uma couve-flor exibe 10 uma alteração em cor com relação à contagem de cor durante armazenamento a 5°C no quadro de cor de Ctifl medida na colheita de menos que ou cerca de 5%, 10%, 15%, 20%, 25%, 30%, 35%, 40%, 45%, 50%, 55%, 60%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90% ou 95%. Contagem de cor no quadro de cor de Ctifl é medida como descrito na Exemplo 7.
Em um aspecto, uma couve-flor exibe uma alteração em peso da
cabeça com relação ao peso da cabeça medido na colheita de menos que 5%, menos que 10%, menos que 15%, menos que 20%, menos que 25%, durante armazenamento a 5°C. Em outro aspecto, uma couve-flor exibe uma alteração em peso da cabeça com relação ao peso da cabeça medido na 20 colheita de menos que 5%, menos que 10%, menos que 15%, menos que 20%, menos que 25%, durante armazenamento em condições ambientes. Em outro aspecto, uma couve-flor exibe uma alteração em peso da cabeça com relação ao peso da cabeça medido na colheita de 5%, 10%, 15%, 20%, 25%, 30%, 35%, 40%, 45%, 50%, 55%, 60%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 25 90% ou 95% durante armazenamento em condições ambientes. Em ainda outro aspecto, uma couve-flor exibe uma alteração em peso da cabeça com relação ao peso da cabeça medido na colheita de 5%, 10%, 15%, 20%, 25%, 30%, 35%, 40%, 45%, 50%, 55%, 60%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90% ou 95% durante armazenamento a 5°C.
Um atributo de couve-flor, tal como cor, peso da cabeça, diâme
tro e profundidade da cabeça, granulosidade, pilosidade, ou porcentagem de encamisamento pode ser medido em uma variedade de tempos. Em outro aspecto, um atributo é medido seguindo crescimento em uma câmara de crescimento. Em outro aspecto, um atributo é medido seguindo crescimento em um campo. Em um aspecto, um atributo é medido na hora da colheita. Em outro aspecto, um atributo é medido após armazenamento da couve-flor 5 em condições ambientes durante um dia, dois dias, três dias, quatro dias, cinco dias, seis dias, uma semana, ou duas semanas após colheita. Em ainda outro aspecto, um atributo é medido após armazenamento da couve-flor a 5°C durante um dia, dois dias, três dias, quatro dias, cinco dias, seis dias, uma semana, duas semanas, ou três semanas.
Como aqui usado, uma planta de couve-flor apresenta "caracte
rísticas de cabeça favoráveis" se a cabeça tiver um diâmetro de cerca de 15 centímetros e um peso de pelo menos 700 gramas, e tiver uma quantidade mínima de formação de bráctea, granulosidade, e penugem. Em um aspecto preferido, a cabeça não mostra nenhuma formação de bráctea, granulosida15 de, e penugem. Como aqui usado, uma "quantidade mínima de formação de bráctea, granulosidade, e penugem", refere-se a uma cabeça tendo uma quantidade intermediária de formação de bráctea, granulosidade, ou penugem comparado a uma linhagem de couve-flor padrão. Formação de bráctea, granulosidade e penugem podem ser medidas usando qualquer método 20 disponível para medir tais sucessões. Por exemplo, penugem pode ser medida usando uma escala de 1 a 5: 1 sendo ausente, 3 sendo penugem intermediária, e 5 sendo completamente penugenta.
Um outro aspecto da invenção refere-se às culturas de tecido das linhagens de couve-flor descritas aqui. Como aqui usado, o termo "cultu25 ra de tecido" indica uma composição que compreende células isoladas da mesma ou um tipo diferente ou uma coletânea de tais células organizadas em partes de uma planta. Tipos exemplares de culturas de tecido são protoplastos, caules e células de planta que estejam intactos nas plantas ou partes das plantas, tais como embrião, folha, pedúnculo, pedículo, antera, me30 ristema, segmentos da ponta e raiz, toco e talo, explantes de cabeça, e similares. Em um aspecto preferido, a cultura de tecido compreende embriões, protoplastos, células meristemáticas, pólen, folhas ou anteras derivados de tecidos imaturos destas partes da planta. Meios para preparar e manter as culturas de tecido de planta são bem conhecidos na técnica. Exemplos de processos de cultura de tecido e regeneração de couve-flor são descritos, por exemplo, em Keiffer et al, ISHS Symposium on Brassícas, Ninth Crucifer 5 Genetics Workshop (1994); e Ross, C. L., Tissue Culture Methods for Plant Pathologist (1980).
A presente invenção também fornece uma semente de uma planta de couve-flor em que as cabeças obtidas de plantas de couve-flor cultivadas para a semente têm um traço branco brilhante. Em um aspecto, a 10 presente invenção provê uma semente de uma planta de couve-flor em que uma planta cultivada da semente é macho estéril. Em um aspecto, a presente invenção fornece semente de variedade de couve-flor CLP/NY6633/9/FRE (amostra representativa da semente tendo sido depositada sob n° de Acesso de NCIMB 41432). Em outro aspecto, a presente invenção fornece semente 15 de uma variedade de couve-flor CLP/NY6633 (amostra representativa da semente tendo sido depositada sob n° de Acesso de NCIMB 41430). Em ainda outro aspecto, a presente invenção fornece semente de uma variedade de couve-flor BCSS/CLP/NY6633 (amostra representativa da semente tendo sido depositada sob n° de Acesso de NCIMB 41431). Em outro aspec20 to, a presente invenção fornece semente de uma variedade de couve-flor CLP/NY6633/9/FRE/CLP/NY6633/HOCE (amostra representativa da semente tendo sido depositada sob n° de Acesso de NCIMB 41433).
Em outro aspecto, a presente invenção também provê uma planta cultivada da semente de uma planta de couve-flor em que as cabeças obtidas de plantas de couve-flor cultivadas para a semente têm um traço branco brilhante, como também partes da planta e tecido cultivado de tais plantas.
A presente invenção também fornece um recipiente de sementes de couve-flor em que as cabeças obtidas de plantas de couve-flor cultivadas mais que 50% das sementes têm um traço branco brilhante. Em outro aspecto, cabeças obtidas de plantas de couve-flor cultivadas mais que 55%, 60%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95% das sementes de couve-flor no recipiente têm um traço branco brilhante.
0 recipiente de sementes de couve-flor pode conter qualquer número, peso ou volume de sementes. Por exemplo, um recipiente pode conter pelo menos, ou mais que, cerca de 100, 200, 300, 400, 500, 600, 700, 5 800, 900, 1000, 1500, 2000, 2500, 3000, 3500, 4000 ou mais sementes. Alternativamente, o recipiente pode conter pelo menos, ou mais que, cerca de 28,34 g (1 onça), 141,74 g (5 onças), 283,49 g (10 onças), 0,45 kg (1 libra), 0,90 g (2 libras), 1,36 g (3 libras), 1,81 g (4 libras), 2,26 g (5 libras) ou mais sementes.
Recipientes de sementes de couve-flor podem ser qualquer reci
piente disponível na técnica. Por via de exemplo não-limitativo, um recipiente pode ser uma caixa, um saco, um pacote, uma bolsa, um rolo de fita, um balde, uma chapa, ou um tubo.
Em outro aspecto, a presente invenção também fornece um recipiente de cabeças de couve-flor em que mais que 50% das cabeças têm um traço branco brilhante. Em outro aspecto, maior que 55%, 60%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95% das cabeças no recipiente têm um traço branco brilhante.
O recipiente de cabeças pode conter qualquer número, peso ou 20 volume de cabeças. Por exemplo, um recipiente pode conter pelo menos, ou mais que, cerca de 5, 10, 15, 20, 25, 30, 35, 40, 45, 50, ou 100 cabeças. Alternativamente, o recipiente pode conter pelo menos, ou mais que, cerca de 0,45 kg (1 libra), 0,90 g (2 libras), 1,36 g (3 libras), 1,81 g (4 libras), 2,26 g (5 libras) ou mais cabeças.
Recipientes de cabeças podem ser qualquer recipiente disponí
vel na técnica. Por via de exemplo não-limitativo, um recipiente pode ser uma caixa, uma superfície plana, um saco, um pacote, ou um fardo. Um recipiente de cabeças da presente invenção pode ser encontrado em qualquer localização, incluindo, mas não limitado a um armazém, distribuidor, atacadista, ou um mercado varejista, tal como um supermercado.
Em outro aspecto, a presente invenção fornece uma planta de couve-flor tendo um genoma que compreende um Iocus genético derivado de uma planta de couve-flor branca brilhante. Em um aspecto preferido, a couve-flor branca brilhante é selecionada do grupo que consiste em CEL/1857, Pl 183214, 901203-2/FREMONT, NY6633, NY3339, 90331, BCSS, HOCE, e PWCE. Em um aspecto, o Iocus genético derivado de uma 5 couve-flor branca brilhante pode ser identificado usando marcadores genéticos. Em um aspecto preferido, o Iocus genético contém um, dois, três, quatro, ou cinco alelos de um Iocus de traço quantitativo geneticamente ligado ao complemento de uma molécula de ácido nucleico de marcador selecionados do grupo que consiste em QTL01, QTL02a, QTL02b, QTL07, e Q10 TL09.
Em um aspecto, qualquer quantidade de um genoma de planta de couve-flor pode ser derivado de uma couve-flor branca brilhante. Em um aspecto preferido, uma planta de couve-flor pode ter 50%, 25%, 12,5% ou menos de material genético derivado de uma planta de couve-flor branca brilhante.
Em um aspecto, uma planta de couve-flor pode conter qualquer número de Ioci de traço quantitativo branco brilhante. Em um aspecto preferido, uma planta de couve-flor contém pelo menos 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, ou 10 alelos brancos brilhantes associados aos Ioci de traço quantitativo. Em 20 outro aspecto, uma couve-flor tem um genoma tendo 1 ou mais, 2 ou mais, 3 ou mais, 4 ou mais, ou todos os 5 dentre um marcador de ácido nucleico selecionado do grupo de QTL01, QTL07, QTL02a, QTL02b, ou QTL09. Em outro aspecto, uma planta de couve-flor pode conter qualquer combinação de alelos associados aos Ioci de traço quantitativos.
Qualquer método apropriado pode ser usado para triar para uma
planta tendo um alelo "branco brilhante" em um Iocus de traço quantitativo relacionado ao traço branco brilhante, tal como, um ou mais de QTLOI, QTL07, QTL02a, QTL02b, ou QTL09. Em um aspecto preferido, um marcador de ácido nucleico da presente invenção pode ser usado.
Como aqui usado ligação de uma seqüência de ácido nucleico
com outra seqüência de ácido nucleico pode ser genética ou física. Em um aspecto preferido, um marcador de ácido nucleico é geneticamente ligado a QTLOI, QTL07, QTL02a, QTL02b, ou QTL09 onde um genótipo identificado por um marcador exibe uma contagem de LOD maior que 2,0, quando julgado por mapeamento de intervalo, para o traço branco brilhante, preferivelmente onde o genótipo de marcador exibe uma contagem de LOD maior 5 que 3,0, quando julgado por mapeamento de intervalo, para o traço branco brilhante, mais preferivelmente onde o genótipo de marcador exibe uma contagem de LOD maior que 3,5, quando julgado por mapeamento de intervalo, para o traço branco brilhante e até mesmo mais preferivelmente onde a molécula de ácido nucleico de marcador exibe uma contagem de LOD de cerca 10 de 4,0, quando julgada por mapeamento de intervalo, para o traço branco brilhante com base nos métodos de probabilidade máxima descritos por Lander e Botstein, Genetics, 121:185-199 (1989), e implementados, por exemplo no pacote de software MAPMAKER/QTL (parâmeteros predefinidos)(Lincoln e Lander, Mapping Genes Controlling Quantitative Traits Using 15 MAPMAKER/QTL, Whitehead Institute for Biomedical Research, Massachusetts (1990)).
Em outro aspecto, o marcador de ácido nucleico é geneticamente ligado entre cerca de 0 e cerca de 50 centimorgans (cm) a QTL01, QTL07, QTL02a, QTL02b, ou QTL09, mais preferivelmente, entre cerca de 0 20 e cerca de 40 cm, entre cerca de 0 e cerca de 25 cm, entre cerca de 0 e cerca de 10 cm, entre cerca de 0 e cerca de 5 cm, ou entre cerca de 0 e cerca de 3 cm.
Em outro aspecto a molécula de ácido nucleico pode ser ligada fisicamente a QTL01, QTL07, QTL02a, QTL02b, ou QTL09. Em um as25 pecto preferido, o marcador de ácido nucleico especificamente hibridar com a uma molécula de ácido nucleico tendo uma seqüência que está presente no grupo de ligação 01, 07, 02, ou 09 dentro de 500 kb ou 100 kb, mais preferivelmente dentro de 50 kb, até mesmo mais preferivelmente dentro de 25 kb de QTL01, QTL07, QTL02a, QTL02b, ou QTL09. Em um aspecto 30 preferido o marcador de ácido nucleico é capaz de especificamente hibridar com a uma molécula de ácido nucleico tendo uma seqüência que está presente no grupo de ligação 01, 07, 02, ou 09 dentro de 500 kb ou 100 kb, mais preferivelmente dentro de 50 kb, até mesmo mais preferivelmente dentro de 25 kb de QTL01, QTL07, QTL02a, QTL02b, ou QTL09.
Um perfil de marcador genético de um endogâmico pode ser predicativo dos traços agronômicos de um híbrido produzido usando aquele 5 endogâmico. Por exemplo, se um endogâmico de perfil de marcador genético conhecido e fenótipo é cruzado com um segundo endogâmico de perfil de marcador genético conhecido e fenótipo é possível prognosticar o fenótipo do híbrido Fi com base nos perfis de marcadores genéticos combinados dos endogâmicos planta original. Métodos para predição do desempenho do hí10 brido de dados de marcadores genéticos são revelados na patente U. S. n° 5.492.547, a descrição desta é especificamente incorporada aqui por referência em sua totalidade. Tais predições podem ser feitas usando qualquer marcador genético adequado, por exemplo, SSRs, CAPS, INDELs, RFLPs, AFLPs, SNPs, ou isozimas.
Em um aspecto preferido da presente invenção, um marcador de
ácido nucleico é selecionado do grupo de marcadores de ácido nucleico de SEQ ID NO: 1,6, 11, 14, 17, complementos das mesmas, e fragmentos das mesmas.
Marcadores adicionais, tais como SSRs, marcadores de AFLP, 20 marcadores de RFLP, marcadores de RAPD, marcadores fenotípicos, SNPs, marcadores de isozima, perfis de transcrição de microarranjo que são geneticamente ligados ou correlatados com alelos de um QTL da presente invenção podem ser utilizados (Walton, SeedWorId 22-29 (julho, 1993); Burow e Blake, Molecular Dissection of Complex Traits, 13-29, Eds. Paterson, CRC 25 Press, Nova Iorque (1988)). Métodos para isolar tais marcadores são conhecidos na técnica. Por exemplo, SSRs locus-específicos podem ser obtidos triando uma biblioteca genômica para SSRs, sequenciação de clones "positivos", projetando iniciadores que flanqueiam as repetições, e amplificando o DNA genômico com estes iniciadores.
A ligação genética das moléculas de marcador pode ser estabe
lecida por um modelo de mapeamento dos genes tal como, sem limitação, o modelo de marcador de flanqueamento relatado por Lander e Botstein, Genetics, 121:185-199 (1989), e o mapeamento de intervalo, com base nos métodos de probabilidade máxima descritos por Lander e Botstein, Genetics, 121:185-199 (1989), e implementados no pacote de software MAPMAKER/QTL (Lincoln e Lander, Mapping Genes Controlling Quantitative Traits 5 Using MAPMAKER/QTL, Whitehead Institute for Biomedical Research, Massachusetts, (1990). Software adicional inclui Qgene, Versão 2.23 (1996), Department of Plant Breeding and Biometry, 266 Emerson Hall, Cornell University, Ithaca, N.Y.), JoinMap (Kyazma B.V., Wageningen, Países Baixos).
Uma estimativa de probabilidade máxima (MLE) para a presença de um marcador é calculada, juntamente com uma MLE não assumindo nenhum efeito de QTL, para evitar falsos positivos. Um Iogio de uma razão das chances (LOD) é depois calculada como: LOD = Iogi0 (MLE para a presença de um QTL (MLE não deu nenhum QTL ligado).
A contagem de LOD indica quanto mais provavelmente os dados 15 terão surgidos, assumindo a presença de um alelo de QTL que em sua ausência. O valor LOD de limiar para evitar um falso positivo com uma confiança dada, diz-se 95%, depende do número de marcadores e do comprimento do genoma. Gráficos que indicam limiares de LOD são expostos em Lander e Botstein, Genetics, 121:185-199 (1989), e também descritos por Ars e Mo20 reno-GonzIez, Plant Breeding, Hayward, Bosemark, Romagosa (eds.) Chapman & Hall, Londres, páginas 314-331 (1993).
Modelos adicionais podem ser usados. Muitas modificações e métodos alternativos para mapeamento de intervalo foram relatados, incluindo o uso de métodos não-paramétricos (Kruglyak e Lander, Genetics, 25 139:1421-1428 (1995)). Métodos ou modelos de regressão múltipla podem ser também usados em que o traço é regredido em um número grande de marcadores (Jansen, Biometrics in Plant Breed, van Oijen, Jansen (eds.) Proceeding of the Ninth Meeting of the Eucarpia Section Biometrics in Plant Breeding, Países Baixos, páginas 116-124 (1994); Weber e Wricke, Ad30 vances in Plant Breeding, Blackwell, Berlim, 16 (1994)). Procedimentos que combinam mapeamento de intervalo com análise de regressão, por meio do qual o fenótipo é regredido para um QTL putativo simples em um intervalo de marcador dado, e ao mesmo tempo sobre vários marcadores que servem como 'cofatores’, foi relatado por Jansen e Stam, Genetics, 136:1447-1455 (1994) e Zeng, Genetics, 136:1457-1468 (1994). Em geral, o uso de cofatores reduz o erro de tendência e de amostragem das posições de QTL esti5 madas (Utz e Melchinger, Biometric in Plant Breeding, van Oijen, Jansen (eds.) Proceedings of the Ninth Meeting of the Eucarpia Section Biometrics in Plant Breeding, Países Baixos, páginasl 95-204 (1994), assim melhorando a precisão e eficiência do mapeamento de QTL (Zeng, Genetics, 136:1457- 1468 (1994)). Estes modelos podem ser estendidos para experimentos de 10 multiambientes para analisar interações de genótipo-ambiente (Jansen et al., Theo. Appl. Genet. 91:33-37 (1995)).
Usando uma contagem de LOD de 2,5 como um nível de significação, brancura em couve-flor foi determinada para ser ditada por pelo menos cinco QTLs. Um QTL foi encontrado nos grupos de ligação que foram encontrados 01, 07 e 09, e dois QTLs no grupo de ligação 02. Uma interação epistática foi encontrada entre o QTL nos grupos de ligação 01 e 09.
Seleção de um mapeamento apropriado ou populações de segregação é importante para construção de mapa. A escolha da população de mapeamento apropriada depende do tipo de sistemas de marcador empregados (Tanksley et al., Molecular mapping plant chromosomes. Chromosome structure and function: Impact of new concepts J. P. Gustafson e R. Appels (eds.), Plenum Press, Nova Iorque, páginas 157-173 (1988)). Consideração deve ser dada à fonte de plantas originais (adaptados vs. exóticos) usados na população de mapeamento. Taxas de pareamento e de recombinação de cromossomos podem ser alteradas severamente (suprimida) em amplos cruzamentos (adaptados x exóticos) e em geral rende distâncias de ligação grandemente reduzidas. Amplos cruzamentos fornecerão usualmente populações segregantes com um arranjo relativamente grande de polimorfismos quando comparados a progênie em um cruzamento estreito (adaptado x adaptado).
Como aqui usado, a progênie não só inclui, sem limitação, os produtos de qualquer cruzamento (seja um retrocruzamento ou do contrário) entre duas plantas, mas toda a progênie cuja genealogia segue o cruzamento original. Especificamente, sem limitação, tal progênie inclui plantas tendo 50%, 25%, 12,5% ou material menos genético derivado de um das duas plantas originalmente cruzadas. Como aqui usado, uma segunda planta é 5 derivada de uma primeira planta se a genealogia da segunda planta incluir a primeira planta.
Uma população F2 é a primeira geração de auto ou sibpolinização após a semente híbrida ser produzida. Usualmente, uma planta Fi simples é auto ou sibpolinizada para gerar uma população segregante para todos os genes de uma maneira Mendeliana (1:2:1). Informação genética máxima é obtida de uma população F2 completamente classificada usando um sistema de marcador codominante (Mather, Measurement of Linkage in Heredity: Methuen e Co., (1938)). No caso de marcadores dominantes, progênie de teste (por exemplo, F3, BCF2) é requerida para identificar os heterozigotos, desse modo tornando-a equivalente a uma população F2 completamente classificada. Porém, este procedimento é frequentemente proibitivo por causa do custo e tempo envolvido na testagem da progênie. Testagem da progênie de indivíduos F2 é frequentemente usada em construção de mapa onde os fenótipos não refletem o genótipo consistentemente (por exemplo, resistência a doenças) ou onde expressão do traço é controlada por um QTL. Dados de segregação das populações de teste de progênie (por exemplo, F3 ou BCF2) podem ser usados na construção de mapa. Seleção assistida com marcador pode ser depois aplicada para cruzar progênie com base em associações de mapa de marcador-traço (F2, F3), onde grupos de ligação não foram completamente desassociados através de eventos de recombinação (isto é, desequilíbrio máximo).
Linhagens endogâmicas recombinantes (RIL) (linhagens geneticamente relacionadas; usualmente > F5, desenvolvidas de linhagens de autocruzamento contínuo de F2 para homozigosidade) podem ser usadas como 30 uma população de mapeamento. Informação obtida dos marcadores dominantes pode ser maximizada usando RIL porque todos os Ioci são homozigotos ou quase. Sob condições de ligação estreita (isto é, cerca de < 10% de recombinação), os marcadores dominantes e codominantes avaliados nas populações de RIL fornecem mais informação por indivíduo que qualquer tipo de marcador nas populações de retrocruzamento (Reiter et al., Proc. Natl. Acad. Sei. (U.S.A) 89:1477-1481 (1992)). Porém, como a distância en5 tre os marcadores está maior (isto é, Ioci ficam mais independentes), a informação em populações de RIL diminui dramaticamente quando comparada a marcadores codominantes.
Populações de retrocruzamento podem ser utilizadas como uma população de mapeamento. Uma população de retrocruzamento é criada por 10 um ou mais cruzamentos de um Fi com uma das plantas originais. Uma série de retrocruzamentos para o planta original recorrente pode ser feita para restabelecer a maioria de seus traços desejáveis. Desse modo uma população é criada que consiste em indivíduos quase iguais o planta original recorrente mas cada indivíduo carrega quantidades variadas ou mosaico de regi15 ões genômicas do planta original doadora. Populações de retrocruzamento podem ser úteis para mapear marcadores dominantes se todos os Ioci na planta original recorrente forem homozigotos e o doador e o planta original recorrente tiverem alelos de marcador polimórficos contrastantes (Reiter et al., Proc. Natl. Acad. Sei. (U.S.A) 89:1477-1481 (1992)). Informação obtida 20 de populações de retrocruzamento usando marcadores codominantes ou dominantes é menos que aquela obtida de populações de F2 porque um, ao invés dois gametas recombinantes, é amostrado por planta. Porém, populações de retrocruzamento são mais informativas (em baixa saturação de marcador) quando comparadas a RILs visto que a distância genética entre os 25 Ioci ligados aumenta nas populações de RIL (isto é, cerca de 15% de recombinação). Recombinação aumentada pode ser benéfica para resolução de ligações estreitas, mas pode ser indesejável na construção de mapas com baixa saturação de marcador.
Linhagens quase-isogênicas (NIL) criadas por muitos retrocruzamentos para produzir um arranjo de indivíduos que são quase idênticos em composição genética com exceção do traço ou região genômica sob interrogação podem ser usadas como uma população de mapeamento. Em mapeando com NIL, apenas uma porção dos Ioci polimórficos é esperada mapear a uma região selecionada.
Análise de segregantes em massa (BSA) é um método desenvolvido para a identificação rápida de ligação entre marcadores e traços de 5 interesse (Michelmore, et al., Proc. Natl. Acad. Sei. (U.S.A) 88:9828-9832 (1991)). Em BSA1 duas amostras de DNA aumentadas são criadas de uma população segregante que origina de um cruzamento simples. Estes volumes contêm indivíduos que são idênticos a um traço particular (por exemplo, resistente ou sensível à doença particular) ou região genômica. Para Ioci 10 não-ligados ou distantemente ligados (~50 cm), a frequência dos alelos reflete à prognosticada por sortimento independente e a estrutura de população. Regiões não-ligadas à região alvo não diferirão entre as amostras em massa de BSA.
O presente pedido de patente fornece um complemento genético 15 das linhagens de couve-flor descritas aqui (por exemplo, F7 CLP/NY6633, F5 CLP/N Y6633/9/FRE, F4 BCSS/CLP/NY6633, e F4 CLP/NY6633/9/FRE/CLP/NY6633/HOCE). Também fornecido é um complemento genético híbrido onde o complemento é formado pela combinação de um complemento genético haplóide de linhagens de elite de couve-flor 20 endogâmicas descritas aqui e outro complemento genético haplóide. Meios para determinar um tal complemento genético são bem conhecidos na técnica.
Como aqui usado, a frase "complemento genético" significa um agregado de seqüências de nucleotídeo, a expressão deste define o fenótipo 25 de uma planta de couve-flor ou uma célula ou tecido daquela planta. Por via de exemplo, uma planta de couve-flor é genotipada para determinar uma amostra representativa dos marcadores herdados que possui. Marcadores identificam alelos em um Iocus simples. Marcadores são preferivelmente codominantes assim eles podem discernir genótipos homozigotos e heterozigo30 tos. Desse modo, a composição alélica em um Iocus diplóide é facilmente detectável independente de qualquer variação ambiental. Esta genotipagem é preferivelmente executada em pelo menos uma geração da planta descendente cujo valor numérico do traço quantitativo ou traços de interesse é também determinado. O arranjo de genótipos de Iocus simples é expressado como um perfil de alelos de marcador, dois em cada locus. A composição alélica de marcador de cada locus pode ser homozigoto ou heterozigoto.
5 Homozigosidade é uma condição onde ambos os alelos em um locus são caracterizados pela mesma seqüência de nucleotídeo ou tamanho de uma seqüência repetida. Heterozigosidade refere-se às condições diferentes do gene em um locus. Potencialmente qualquer tipo de marcador genético poderia ser usado, por exemplo, repetições de seqüência simples (SSRs), po10 Iimorfismo de inserção/deleção (INDEL), polimorfismos de comprimento de fragmento de restrição (RFLPs), polimorfismos de comprimento de fragmento amplificado (AFLPs), polimorfismos de nucleotídeo simples (SNPs), e isozimas.
Em outro aspecto, a presente invenção fornece um método de 15 introgressar pelo menos um alelo de cabeça branca brilhante em uma planta de couve-flor, compreendendo cruzar uma planta de uma primeira linhagem de couve-flor como uma primeira planta original tendo pelo menos um alelo de cabeça branca brilhante com uma segunda planta de couve-flor como um segundo planta original para formar uma população segregante, triar a popu20 lação segregante para um membro tendo pelo menos um alelo de cabeça branca com uma molécula de ácido nucleico capaz de identificar um alelo branco em QTL01, QTL02a, QTL02b, QTL07, ou QTL09, e selecionar uma planta de couve-flor contendo pelo menos um alelo branco em QTL01, QTL02a, QTL02b, QTL07, ou QTL09 para outro cruzamento.
Em outro aspecto, a presente invenção fornece um método de
produzir uma couve-flor tendo uma cabeça branca brilhante compreendendo
a) selecionar uma planta de linhagem de couve-flor CEL/1857 como uma primeira planta original
b) cruzar primeira planta original com uma segunda planta de couve-flor de uma linhagem de couve-flor selecionada do grupo que consiste
em CEL/1857, PM83214, 901203-2/FREMONT, NY6633, NY3339, 90331, BCSS, HOCE, e PWCE como um segundo planta original, c) cultivar a semente de couve-flor produzida pelo cruzamento para render uma planta de couve-flor da progênie,
d) determinar uma contagem de cor no quadro de cor de Ctifl para a planta de couve-flor da progênie,
e) se a planta de couve-flor da progênie tiver uma contagem de
cor igual ou maior que C4 no quadro de cor de Ctifl, repetir as etapas b) a d) usando a planta de couve-flor da progênie em cada ciclo sucessivo como primeira planta original até que uma planta de couve-flor tendo uma contagem de cor de menos que C4 no quadro de cor de Ctifl tenha sido produzida, assim produzindo uma couve-flor tendo uma cabeça branca bri
lhante.
Em ainda outro aspecto, a presente invenção fornece um método de produzir uma couve-flor tendo uma cabeça branca brilhante compreendendo
a) selecionar uma planta de uma linhagem de couve-flor selecio
nada do grupo que consiste em CEL/1857, Pl 183214, 901203-2/FREMONT, NY6633, NY3339, 90331, BCSS, HOCE, e PWCE como uma primeira planta original
b) cruzar primeira planta original com uma segunda planta de couve-flor selecionada do grupo que consiste em CEL/1857, Pl 183214,
901203-2/FREMONT, NY6633, NY3339, 90331, BCSS, HOCE, e PWCE como um segundo planta original para formar uma população segregante,
c) triar a população segregante com um ou mais marcadores de ácido nucleico capazes de detectar um alelo branco brilhante a QTLOI, Q
TL02a, QTL02b, QTL07, e QTL09;
d) selecionar da população segregante uma planta de couve-flor que é homozigoto a um alelo branco brilhante a QTL01, QTL02a, QTL02b, QTL07, e QTL09,
e) determinar uma contagem de cor no quadro de cor de Ctifl para a planta de couve-flor selecionada,
f) se a planta de couve-flor selecionada tiver uma contagem de cor igual ou maior que C4 no quadro de cor de Ctifl1 repetir as etapas b) a d) usando a planta de couve-flor selecionada em cada ciclo sucessivo como primeira planta original até que uma planta de couve-flor tendo uma contagem de cor de menos que C4 no quadro de cor de Ctifl tenha sido produzida, assim produzindo uma couve-flor tendo uma cabeça branca bri
5 lhante.
A presente invenção também provê partes das plantas de couveflor produzidas por um método da presente invenção. Partes de planta, sem limitação, incluem semente, endosperma, óvulo e pólen. Em uma modalidade particularmente preferida da presente invenção, a parte da planta é uma semente.
Plantas geradas usando um método da presente invenção podem ser parte ou geradas de um programa de melhoramento. A escolha do método de melhoramento depende do modo de reprodução de planta, da hereditariedade do(s) traço(s) sendo melhorado(s), e do tipo de cultivar usa15 do comercialmente (por exemplo, cultivar híbrido de F1, cultivar de linhagem pura, etc.). Métodos selecionados, não-limitativos, para melhorar as plantas da presente invenção estão expostos abaixo. Um programa de melhoramento pode ser intensificado usando seleção assistida com marcador da progênie de qualquer cruzamento. É também entendido que quaisquer cultivares 20 comercial e não-comercial podem ser utilizados em um programa de melhoramento. Fatores tais como, por exemplo, vigor de aparecimento, vigor vegetativo, tolerância ao estresse, resistência a doenças, ramificação, florescência, tamanho da cabeça, produção de sementes, e densidade das sementes em geral ditarão a escolha.
Para traços altamente hereditários, uma escolha de plantas indi
viduais superiores avaliada em uma localização simples será eficaz, embora para traços com baixa hereditariedade, a seleção deveria ser com base em valores médios obtidos de avaliações replicadas de famílias de plantas relacionadas. Métodos de seleção populares comumente incluem seleção de 30 genealogia, seleção de genealogia modificada, seleção de massa, e seleção recorrente. Em uma modalidade preferida um retrocruzamento ou programa de melhoramento recorrente é empreendido. A complexidade da herança influencia a escolha do método de melhoramento. Procriação por retrocruzamento pode ser usada para transferir um ou alguns genes favoráveis para um traço altamente hereditário em um cultivar desejável. Este método foi extensivamente usado para criar culti5 vares resistentes a doenças. Várias técnicas de seleção recorrentes são usadas para melhorar os traços quantitativamente herdados controlados por numerosos genes. O uso de seleção recorrente em plantações autopolinizadoras depende da facilidade da polinização, da frequência dos híbridos com sucesso de cada polinização, e do número de descendência híbrida de cada 10 cruzamento com sucesso.
Linhagens de melhoramento podem ser testadas e comparadas a padrões apropriados em ambientes representativos da(s) área(s) alvo(s) comercial(is) por duas ou mais gerações. As melhores linhagens são as candidatas para cultivares comerciais novos; aquelas ainda deficientes em 15 traços podem ser usadas como plantas originais para produzir populações novas para outra seleção.
Um método de identificar uma planta superior é observar seu desempenho com relação às outras plantas experimentais e a um cultivar padrão extensamente cultivado. Se uma observação simples for inconclusa, 20 observações replicadas podem fornecer uma estimativa melhor de seu valor genético. Um procriador pode selecionar e cruzar duas ou mais linhagens parentais, seguido por auto ou sibpolinização e seleção repetidas, produzindo muitas combinações genéticas novas.
O desenvolvimento de linhagens de couve-flor novas requer o 25 desenvolvimento e seleção de variedades de couve-flor, o cruzamento destas variedades e seleção dos cruzamentos de híbridos superiores. A semente híbrida pode ser produzida através de cruzamentos manuais entre plantas originais reprodutoras férteis selecionados ou usando sistemas de esterilidade masculina. Híbridos são selecionados para certos traços de gene simples 30 tais como cor da flor, rendimento de semente, ou resistência a herbicida indicando que a semente é verdadeiramente um híbrido. Dados adicionais sobre linhagens parentais, como também o fenótipo do híbrido, influenciam a decisão do procriador de continuar com o cruzamento híbrido específico.
Melhoramento de genealogia e métodos de melhoramento de seleção recorrente podem ser usados para desenvolver cultivares de populações de melhoramento. Programas de melhoramento combinam traços 5 desejáveis de dois ou mais cultivares ou várias fontes com base vasta em fundos gerais de melhoramento dos quais cultivares são desenvolvidos por autocruzamento e seleção dos fenótipos desejados. Cultivares novos podem ser avaliados para determinar quais têm potencial comercial.
Melhoramento de genealogia é comumente usado para a melho10 ria de plantações autopolinizadoras. Duas plantas originais que possuem traços favoráveis, complementares são cruzadas para produzir um F-ι. Uma população F2 é produzida por autocruzamento de um ou vários F1S. Seleção dos melhores indivíduos nas melhores famílias é executada. Testagem replicada das famílias pode começar na geração de F4 para melhorar a eficácia 15 da seleção para traços com baixa hereditariedade. Em um estágio avançado de endogamia (isto é, F6 e F7), as melhores linhagens ou misturas de linhagens fenotipicamente similares são testadas para liberação de potencial como cultivares novos.
Procriação por retrocruzamento foi usada para transferir genes para um traço simplesmente herdado, altamente hereditário em um cultivar homozigoto desejável ou linhagem endogâmica, que é o planta original recorrente. A fonte do traço a ser transferido é chamada planta original de doador. É esperado que a planta resultante tenha os atributos do planta original recorrente (por exemplo, cultivar) e o traço desejável transferido do planta original doadora. Após o cruzamento inicial, indivíduos que possuem o fenótipo do planta original doadora são selecionados e repetidamente cruzados (submetidos a retrocruzamento) para o planta original recorrente. É esperado que o planta original resultante tenha os atributos do planta original recorrente (por exemplo, cultivar) e o traço desejável transferido do planta original doadora.
O procedimento descendente de semente simples no sentido restrito refere-se à derivação de uma geração nova de uma semente simples da geração anterior. Quando a população foi avançada do F2 para o nível desejado de endogamia, as plantas das quais as linhagens são derivadas cada um rastreará por indivíduos de F2 diferentes. O número de plantas em uma população diminui a cada geração devido à insuficiência de algumas 5 sementes de germinarem ou algumas plantas de produzirem pelo menos uma semente. Como resultado, nem todas as plantas de F2 originalmente amostradas na população serão representadas por uma progênie quando o avanço de geração for concluído.
Descrições de outros métodos de melhoramento que são comumente usados para traços e plantações diferentes podem ser encontradas em vários livros de referência (por exemplo, Fehr, Principies of Cultivar Developmentyol. 1, páginas 2-3 (1987)).
A presente invenção fornece um método de introgressar um alelo de cabeça branca brilhante em uma planta de couve-flor compreendendo: executar seleção assistida por marcador da planta de couve-flor com um marcador de ácido nucleico onde o marcador de ácido nucleico especificamente hibrida com uma molécula de ácido nucleico tendo uma primeira seqüência de ácido nucleico que é ligada fisicamente a uma segunda seqüência de ácido nucleico que está localizada em grupo de ligação 01, 02, 07, ou 09 onde a segunda seqüência de ácido nucleico está dentro de 500 kb de uma terceira seqüência de ácido nucleico que é capaz de especificamente hibridar com a seqüência de ácido nucleico de SEQ ID NO: 1, 6, 11, 14, ou 17, complementos da mesma ou fragmentos da mesma; e, selecionar a planta de couve-flor com base na seleção assistida com marcador Em um aspecto preferido da presente invenção a fonte de um ou
mais alelos de cabeça branca para 0 uso em um programa de melhoramento é derivada de uma planta selecionada do grupo que consiste em Celesta, Linas, Fremont, Balboa, Belot, Jerez, Sevilla, Skywalker, Aviron, Beluga, Defino, Meridien, Moby Dick, Nessie, Rafale, Redoubtable, Elinia, Valtos, Vero30 nie, Viviane, Deniol, Hef, Juluan, Miliau, Nelig, Nevis, Nominoe, Ceveline, Opaal, Chambord, Abruzzi, Albino, Amiata, Armstrong, Baldo, Cadal, Conero, Cornell, Freedom, Hermon, Lattai, Premato, Sasso, Sublime, Vinson, Vulture, Baker, Boulen1 Broden, Clapton, Celemen, Diamen, Lecanu1 Lorien1 Pl 183214, NY6633, e Magellan. Em um aspecto mais preferido, a fonte dos alelos de cabeça branca brilhante para uso em um programa de melhoramento é derivada de uma planta selecionada do grupo que consiste em
5 PI183214 e NY6633.
Levando em consideração a descrição atual, introduções de planta e germoplasma podem ser triados com uma molécula de ácido nucleico de marcador da presente invenção para triar por alelos do traço de cabeça branca usando uma ou mais técnicas reveladas aqui ou conhecidas na técnica.
Toda referência, patente, ou outro trabalho publicado citados acima são aqui incorporados por referência em sua totalidade.
EXEMPLOS
EXEMPLO 1. Desenvolvimento de linhagem de Couve-flor CLP/NY6633x9/FRE
A história de origem e de procriação da linhagem de couve-flor de elite F5 CLP/NY6633x9/FRE (= F5 CEL/1857/PI183214/NY6633/ 901203/FREMONT) é resumida abaixo. Estas linhagens de couve-flor mostram uniformidade e estabilidade dentro dos limites de influência ambiental para o traço branco brilhante.
Uma linhagem de F3 CEL/1657 (polinizador aberto ("O.P.") CELESTA (de Rijk Zwaan) cruz com linhagem de O.P. LINAS (de Royal Sluis) é cruzada com linhagem de couve-flor Pl 183214 para produzir a linhagem de Fi CEL/1857/PI183214. A linhagem de Fi é autocruzada para produzir uma 25 linhagem de F2. A linhagem de F2 é cruzada com uma linhagem de F5 CEL/1657 para produzir linhagem de retrocruzamento 1 (BC-i) CEL/1857/PI183214 que é usada em um retrocruzamento com uma linhagem de F6 CEL/1657. Este retrocruzamento resulta em linhagem de BC3 CEL/1857/PI183214. Uma BC3Z1 CEL/1857/PI183214 é depois cruzada com 30 uma linhagem de Fn NY6633 para produzir Fi CEL/1857/PI183214/NY6633 que, através de autocruzamentos múltiplos, rendeu uma linhagem de F3 CEL/1857/P1183214/NY6633. A linhagem F3 CEL/1857/PI183214/NY6633 é cruzada com uma linhagem F3 901203/Fremont para produzir uma linhagem F1 CEL/1857/PI183214/NY6633/901203/Fremont. Esta linhagem é autocruzada através de autocruzamentos múltiplos para produzir uma linhagem de F5 CEL/1857/P1183214/NY6633/901203/Fremont.
A linhagem F3 901203/Fremont é desenvolvida cruzando uma
linhagem FN 901203 com uma linhagem F1 Fremont para render uma linhagem F1 901203/Fremont que é autocruzada para produzir uma linhagem F3. EXEMPLO 2. DESENVOLVIMENTO DA LINHAGEM DE COUVE-FLOR CLP/NY6633
A história de origem e procriação da linhagem de couve-flor de
elite CLP/NY6633 (uma linhagem F7 CEL/1857/PI83214/NY6633) é resumida abaixo. Estes linhagens de couve-flor mostram uniformidade e estabilidade dentro dos limites de influência ambiental para o traço branco brilhante.
Uma linhagem F3 CEL/1857 (um resultado de cruzar uma Iinhagem de O.P. CELESTA (de Rijk Zwaan) com uma O.P. Linas (linhagem 1857 de Sluis Royal)) é cruzada com uma linhagem FN PM 83214 para produzir a linhagem F1 CEL/1857/PI183214. Uma linhagem F2 é produzida e cruzada com uma linhagem F5 CEL/1857 para produzir uma linhagem BC1 CEL/1857/P1183214 que por sua vez é retrocruzada com uma linhagem F6 CEL/1857 para render uma linhagem BC3 CEL/1857/PI183214. A linhagem BC3Z1 CEL/1857/PI183214 é cruzada com uma linhagem FN NY6633 para produzir uma linhagem F1 CEL/1857/PI183214/NY6633 que é autocruzada para produzir uma linhagem F7 CEL/1857/PI183214/NY6633 (CLP/NY6633). EXEMPLO 3. DESENVOLVIMENTO DE LINHAGEM DE COUVE-FLOR IBCSS/CLP/NY6633
A história de origem e procriação da linhagem de couve-flor de elite IBCSS/CLP/NY6633 é resumida abaixo. Estes linhagens de couve-flor mostram uniformidade e estabilidade dentro dos limites de influência ambiental para o traço branco brilhante.
Uma linhagem F3 CEL/1857/PI183214/NY6633 (descrita acima)
é cruzada com uma FnZ1 BCSS (obtida do cruzamento de uma fonte branca persistente, tal como NY6633 ou NY7642B com variedade de O.P Silverstar) para produzir uma linhagem F1 1BCSS/CEL/1857/PI183214/NY6633 que é autocruzada através de gerações múltiplas para render uma linhagem F4 (1BCSS/CLP/NY6633).
EXEMPLO 4. DESENVOLVIMENTO DE LINHAGEM DE COUVE-FLOR 5 CLP/NY663x9/FRE/CLP /NY663/HOCE
A história de origem e procriação da linhagem de couve-flor de elite CLP/NY6633x9/FRE/CLP/NY6633/HOCE é resumida abaixo. Estas linhagens de couve-flor mostram uniformidade e estabilidade dentro dos limites de influência ambiental para o traço branco brilhante.
Uma linhagem F2 CEL/1857/PI183214/NY6633 (como descrita
acima) é cruzada com uma F2 linhagem 901203/Fremont (sendo o resultado de um cruzamento entre uma linhagem FN 901203 com uma linhagem F1 de Fremont) para produzir uma linhagem F1 901203/Fremont/CEL/ 1857/PI183214/NY6633 que é cruzada com uma linhagem Fn PWHOCE 15 (obtida do cruzamento de uma fonte branca persistente, tal como NY6633 ou NY7642B, com uma linhagem de HOCE (derivada de um cruzamento entre variedade de O.P. Hormade e Celesta)) para produzir uma linhagem F1 901203/Fremont/CEL/1857/P1183214/ NY6633/HO/CE. Uma linhagem F2 901203/Fremont/CEL/1857/PI183214/NY6633/ HO/CE é cruzada com uma 20 linhagem F4 CEL/1857/PI183214/NY663 para render uma linhagem F1 CEL/1857/PI183214/NY6633/901203/Fremont/CEL/1857/ PI183214/NY6633/HO/CE que é autocruzada para produzir uma linhagem F4 (CLP/N Y6633x9/FRE/CLP/NY6633/HOCE).
EXEMPLO 5. EXPERIMENTAÇÕES DE CAMPO DE COUVE-FLOR Sementes de couve-flor são inicialmente plantadas em uma es
tufa. Após cerca de 7 semanas de cultivo, mudas são transplantadas para um campo, em um espaçamento de 75x50 centímetros. As plantas são cultivadas em terra de argila. As folhas internas autocobertas não são removidas. Cor da cabeça é avaliada como descrito no Exemplo 7 usando 3 replicações, 5 cabeças/lote (pontos dos dados são derivados de 15 plantas).
Desenvolvimento de cor e peso após colheita em condições controladas (5°C) são analisados em 3 ciclos com medições a cada 7 dias, com o ciclo mais tardio medido a 21 dias após a colheita. Uma cabeça é medida por diagrama.
Desenvolvimento de cor e peso após a colheita em condições ambientes (armazenamento em lugar fechado, cerca de 20°C dia, e 15°C 5 noite) são analisados em 2 ciclos com medições a cada 7 dias, com o ciclo mais tardio medido a 14 dias após colheita. Quatro cabeças são medidas por diagrama.
Dados do Ensaio de Campo são mostrados na Tabela 1. Os dados de perfil de Marcador são representados como branco (W)1 amarelo (Y), segregante (S), e heterozigoto (H). O diâmetro é representado como a medição da cabeça na colheita em centímetros (cm). O "encamisamento" referese à porcentagem do fundo de cabeça coberto, enquanto "autocobertura" refere-se ao por cento do topo de cabeça coberto. O peso da cabeça é representado em gramas de cabeça 'desprotegido’ e a profundidade representa a altura de cabeça do topo ao fundo em centímetros (cm). A contagem de "penugem" indica que penugem está ausente ("1"), penugem mínima ("2"), penugem intermediária ("3"), penugem substancial ("4"), ou penugem completa ("5"). A coluna Gl ("Impressão Geral") representa a qualidade de cabeça geral em uma escala de 1 (ruim) a 5 (excelente). A coluna "cor" apresenta a cor da cabeça na colheita no quadro de cor de Ctifl com C3 indicando uma cor intermediária entre C2 e C4.
O desenvolvimento de cor e peso após colheita em temperaturas controladas (5°C) são avaliados usando 3 ciclos com medições tomadas a cada 7 dias, tendo o ciclo mais tardio 21 dias após a colheita, uma cabeça 25 por diagrama. O desenvolvimento de cor e peso após a colheita em temperaturas ambientes são tirados usando 2 ciclos com medições tomadas a cada 7 dias, com o ciclo mais tardio 14 dias após a colheita, quatro cabeças por diagrama. A coluna 'substância seca’ fornece a porcentagem da cabeça da câmara frigorífica. TABELA 1 Diagrama # Diâmetro Encamisamento Autocobertura Peso Profundidade Penugens Gl Cor Replicação 1 763 15,8 100 29 859 10,2 1 3 7 764 14,8 97 24 623 10,6 1 2 2 765 15,2 100 59 750 10,0 1 4 7 768 14,0 78 7 435 8,1 1 5 769 15,2 100 48 781 9,5 1 4 2 771 14,6 100 52 763 11,0 1 4 3 773 16,8 100 83 1001 10,6 1 4 4 774 15,4 94 28 715 9,7 1 3 3 781 15,0 96 13 602 9,0 1 2 8 783 14,8 38 3 256 8,2 2 1 7 Replicação 2 784 15,2 100 36 700 9,5 1 4 3 785 13,0 78 5 275 7,0 2 2 4 787 15,5 100 62 699 10,3 1 4 8 788 14,7 97 44 679 9,2 1 3 3 792 15,0 100 36 646 9,7 1 4 8 793 16,1 100 67 1027 12,0 1 4 7 796 15,0 98 17 682 9,4 1 3 8 800 16,0 98 20 681 9,9 1 3 1 801 15,2 100 57 800 10,0 1 4 2 802 14,5 60 6 314 8,0 2 1 6 Replicação 3 805 14,2 28 7 237 6,7 2 1 7 807 16,0 100 86 937 10,6 1 4 6 808 15,2 100 23 675 9,8 1 3 2 809 14,8 98 20 824 10,1 1 3 2 810 15,6 100 21 814 9,8 1 4 9 811 16,4 100 36 1018 9,9 1 4 3 812 14,9 100 41 766 10,5 1 4 3 816 16,3 100 61 970 10,6 1 4 7 817 14,5 81 7 441 8,0 2 2 5 822 14,7 100 28 601 9,2 1 4 8 Diagrama # Peso e Cor após colheita (câmara frigorífica 5°C) Cor após colheita (condi¬ Substância seca ções ambientes) peso hv cor 7 (+7 DIAS) 2 (+14 DIAS) 3 (+27 DMS; 1 (+7 DIAS) 2 (+14 DIAS) Replicação 1 763 862 8 811 8 777 8 745 8 7 6 8,2 764 712 3 653 2 609 2 589 2 2 2 5,8 765 603 7 560 7 528 6 506 6 6 6 7,3 768 452 5 407 4 349 6 313 6 5 4 6,7 769 838 3 766 4 731 3 706 3 2 2 7,6 771 778 2 741 2 717 2 691 2 2 2 7,3 773 958 6 908 6 869 6 849 6 4 4 6,7 774 802 3 708 2 672 2 652 2 2 2 7,5 781 657 7 603 8 568 8 534 8 8 8 6,3 783 124 6 99 6 75 8 50 7 5 X 8,6 Replicação 2 784 691 4 626 4 589 3 559 3 2 2 6,2 785 275 4 231 4 200 7 172 7 5 5 9,1 787 626 7 586 8 582 7 536 7 7 6 6,1 788 656 3 603 2 570 2 540 2 3 2 6,9 792 560 8 511 8 483 8 467 7 7 6 7,1 793 1053 7 999 8 960 8 925 8 7 6 7,6 796 820 8 776 8 747 10 713 10 8 8 6,8 800 700 2 654 2 616 2 581 3 2 2 7,2 801 727 3 682 3 639 3 603 3 2 2 6,6 802 190 5 154 6 125 8 96 7 5 5 8,4 Replicação 3 805 210 6 157 6 124 8 99 8 6 6 8,4 807 898 7 850 7 802 6 778 5 6 5 6,1 808 761 2 707 1 666 2 624 2 3 2 6,9 809 883 3 831 4 798 4 778 4 3 2 9,9 810 887 9 843 8 808 9 771 9 8 10 6,4 811 1058 4 1027 4 975 4 946 4 3 2 5,5 812 827 3 793 2 758 1 740 2 4 3 7,0 816 1022 6 980 6 948 6 921 4 7 6 7,1 817 335 4 295 6 245 6 205 6 5 4 8,1 822 685 8 634 9 589 9 563 8 8 7 6,5 Variedade Perfil de marcador Diâmetro Encamisamento Autocobertura Peso Profundidade Penugens G/ Cor Médias de replicação qtH qtl2a qtl2b qtl7 sem controles de BW Fremont F1 H Y Y Y 15,2 100 31 702 9,7 1 4 8 Cornell F1 Y Y W Y 16,1 100 77 879 10,5 1 4 6 Aviron F1 Y Y H Y 15,9 100 62 916 10,9 1 4 7 Fortados OP Y Y Y Y 15,2 98 17 699 9,4 1 3 8 Fontes de BW Pl183214 W W - - 14,5 42 5 269 7,6 2 1 7 ΝΥ6633 W W W W 13,8 79 6 384 7,7 2 2 5 Linhagens de elite de BW CLP/N Y6633x9/FRE W W W W 15,3 98 22 660 10,1 1 3 2 CLPxNY6633 W W W W 14,9 100 43 743 10,3 1 4 3 1 BCSSxCLP/NY6633 S W W W 15,6 100 47 866 9,8 1 4 2 CLP/N Y6633x9/FRE/ W W W W 15,0 96 31 739 9,7 1 3 3 CLP/N Y6633/HOCe Variedade Médias de Peso, % de Peso original e Cor após colheita (câmara frigorífica 5°C) Data e Cor após colheita Substância seca replicação (condições ambientes) peso hv cor 1 2 3 1 2 sem controles de BW Fremont F1 702 8 652 93 8 616 88 8 592 84 8 7 6 7,3 Cornell F1 827 7 781 94 7 751 91 6 721 87 6 6 5 6,3 Aviron F1 893 7 846 95 7 812 91 7 784 88 6 7 6 7,3 Fortados OP 788 8 741 94 8 708 90 9 673 85 9 8 9 6,5 Fontes de BW Pl 183214 175 6 137 78 6 108 62 8 82 47 7 5 6 8,5 ΝΥ6633 354 4 311 88 5 265 75 6 230 65 6 5 4 8,0 Linhagens de elite de BW CLP/NY6633x9/FRE 724 2 671 93 2 630 87 2 598 83 2 2 2 6,6 CLPxNY6633 765 3 720 94 3 688 90 2 663 87 2 3 2 6,8 1 BCSSxCLP/N Y6633 874 3 825 94 4 782 89 3 752 86 3 2 2 6,6 CLP/NY6633x9/FRE/ 780 3 714 92 3 680 87 3 657 84 3 3 2 8,1 CLP/NY6633/HOCe Média das classes Perfil do marcador Diâmetro Encami- Auto- Peso Profundi¬ Penu¬ Gl Cor samento cober- dade gem tura qt/1 qtl2a Q- qtl7 tl2b sem controles de BW: Fremont F1 H Y Y Y 15,2 100 31 702 97 1 4 8 Cornell F1 Y Y W Y 16,1 100 77 879 105 1 4 6 Aviron F1 Y Y H Y 15,9 100 62 916 109 1 4 7 Fortados OP Y Y Y Y 15,2 98 17 699 94 1 3 8 média: 15,6 100 47 799 101 1 4 7 Fontes de BW: Pl 183214 W W ? ? 14,5 42 5 269 76 2 1 7 ΝΥ6633 W W W W 13,8 79 6 384 77 2 2 5 média: 14,2 61 6 327 77 2 2 6 Linhagens de elite de BW: CLP/NY6633x9/FRE W W W W 15,3 98 22 660 101 1 3 2 CLPxNY6633 W W W W 14,9 100 43 743 103 1 4 3 1 BCSSxCLP/NY6633 S W W W 15,6 100 47 866 98 1 4 2 CLP/NY6633x9/FRE/CLP/NY6633/HO W W W W 15,0 96 31 739 97 1 3 3 Ce média: 15,2 99 36 752 100 1 4 3 Média das classes Peso, % de Peso original e Cor após colheita (câmara frigorífica 5°C) Data e Cor Substân¬ após colheita cia seca (condições ambientes) peso hv cor 1 2 3 1 2 sem controles de BW: Fremont F1 702 8 652 93 8 616 88 8 592 84 8 7 6 7,3 Cornell F1 827 7 781 94 7 751 91 6 721 87 6 6 5 6,3 Aviron F1 893 7 846 95 7 812 91 7 784 88 6 7 6 7,3 Fortados OP 788 8 741 94 8 708 90 9 673 85 9 8 9 6,5 média: 8 94 8 90 8 86 8 7 7 6,9 Fontes de BW: Pl 183214 175 6 137 78 6 108 62 8 82 47 7 5 6 8,5 NY6633 354 4 311 88 5 265 75 6 230 65 6 5 4 8,0 média: 5 83 6 69 7 56 7 5 5 8,3 BW de elite linhas: CLP/NY6633x9/FRE 724 2 671 93 2 630 87 2 598 83 2 2 2 6,6 CLPxNY6633 765 3 720 94 3 688 90 2 663 87 2 3 2 6,8 1 BCSSxCLP/NY6633 874 3 825 94 4 782 89 3 752 86 3 2 2 6,6 CLP/NY6633x9/FRE/CLP/NY6633/HOCe 780 3 714 92 3 680 87 3 657 84 3 3 2 8,1 média: 3 93 3 88 3 85 3 3 2 7,0 Oi
CD EXEMPLO 6. EXPERIMENTAÇÕES DA CÂMARA DE CULTIVO DE COUVE-FLOR
Sementes de couve-flor são inicialmente plantadas em uma estufa. Após cerca de 10 semanas de crescimento, mudas são transplantadas 5 para potes de recipiente (10 L). Após um adicional de três semanas de cultivo, os potes de recipiente são colocados em uma câmara de cultivo (GTI Zephyr Koudetechniek BV1 Groningen, Países Baixos). Plantas são cultivadas em terra de cultivo em pote RSE02. Plantas são cultivadas a 15°C com condições de Iuz de cerca de 7500 LUX1 Philips Son T plus 400 W Iage druk 10 natrium, bolbo de Phillips 'Peer’ 40W, HPI-T 400W metaalhalogeen). As folhas internas de autocobertura não são removidas. Cor da cabeça é avaliada como descrito abaixo no Exemplo 7 das cabeças de 2 plantas por linhagem.
Cabeças das experimentações de câmara de crescimento são armazenados sob condições de câmara de cultivo. Desenvolvimento de cor e peso após colheita em condições de câmara de crescimento (15°C) são analisados em 5 ciclos com medições cerca de 3 dias cada, com o ciclo mais tardio medido a 15 dias após a colheita.
Os dados da câmara de cultivo estão mostrados na Tabela 2,
abaixo. TABELA 2 Linhagem Diâmetro Peso Profundidade Penugem Gl Cor replicação 1: SEM CONTROLES DE BW: Fremont F1 11,0 235 7,9 1 5 7 Cornell F1 11,5 293 8,2 1 5 5 Aviso F1 10,5 260 7,5 1 4 6 Fortados OP 11,0 186 7,3 1 4 8 FONTES DE BW: Pl 183214 11,5 84 5,5 2 1 4 NY6633 11,0 111 5,6 2 2 5 LINHAGENS DE ELITE DE BW: CLP/NY6633 x 9/Fre 11,0 196 7,6 1 3 1 CLP X NY6633 11,0 232 8,0 1 4 1 1BCSS x CLP/NY6633 11,5 258 8,0 1 4 1 CLP/NY6633x9/Fre/CLP/NY663 11,0 201 7,4 1 4 1 3/HOCe replicação 2: SEM CONTROLES DE BW: Fremont F1 11,0 249 7,9 1 5 7 Cornell F1 11,0 268 7,8 1 5 4 Aviso F1 11,5 282 8,0 1 5 6 Fortados OP 10,5 189 7,2 1 4 8 FONTES DE BW: Pl 183214 10,5 54 5,2 1 1 4 NY6633 11,5 141 6,5 2 2 3 LINHAGENS DE ELITE DE BW: CLP/NY6633 x 9/Fre 11,0 206 7,9 1 3 2 CLP X NY6633 11,0 251 7,9 1 5 2 1BCSS x CLP/NY6633 10,5 208 7,6 1 5 1 CLP/NY6633x9/Fre/CLP/NY663 11,0 188 7,1 1 4 1 3/HOCe Linhagem Dia do mês, Cor e Peso após colheita (condições ambientes) Substância seca Replicação 1: SEM CONTROLES DE BW: Fremont F1 14 8 226 17 7 213 20 8 191 23 8 176 26 7 157 6,7 Cornell F1 20 5 274 23 5 257 26 5 239 30 4 209 02 4 186 5,9 Aviso F1 02 7 243 06 7 220 09 7 166 13 7 126 16 7 109 9,2 Fortados OP 02 8 173 06 8 159 09 8 151 12 8 138 14 8 131 6,0 FONTES DE BW: Pl 183214 09 3 64 12 3 42 14 4 33 17 BRWN 20 20 BRWN 14 8,5 NY6633 03 5 95 06 4 81 09 4 72 12 4 59 14 3 51 6,1 LINHAGENS DE ELITE DE BW: CLP/NY6633 x 9/Fre 14 1 188 17 1 179 20 1 160 23 1 143 26 1 125 6,7 CLP X NY6633 17 2 213 20 2 184 23 2 163 26 2 136 30 3 105 8,1 1BCSS x CLP/NY6633 12 1 234 14 1 221 17 1 196 20 1 172 23 1 149 6,2 CLP/NY6633x9/Fre/CLP/ 12 1 191 17 1 179 20 1 158 23 1 146 26 1 128 7,2 NY6633/HOCe replicação 2: SEM CONTROLES DE BW: Fremont F1 14 7 236 17 7 219 20 7 200 23 7 184 26 6 163 6,4 Cornell F1 23 4 242 26 4 221 30 4 191 02 4 171 06 4 146 6,6 Aviso F1 20 6 258 23 6 243 26 6 219 30 5 188 02 5 169 5,5 Fortados OP 06 8 170 09 7 160 12 7 147 14 6 140 17 7 125 5,7 FONTES DE BW: Pl 183214 06 4 30 09 4 20 12 BRWN 12 14 BRWN 9 17 BRWN 7 8,1 NY6633 02 4 123 06 4 102 09 3 89 12 3 72 14 2 64 6,1 LINHAGENS DE ELITE DE BW: CLP/NY6633 x 9/Fre 20 2 182 23 2 167 26 2 149 30 2 120 02 2 108 7,2 CLP X NY6633 12 2 237 14 2 226 17 1 204 20 1 180 23 1 161 6,7 1BCSS x CLP/NY6633 03 1 192 06 2 178 09 1 165 12 1 151 14 1 144 5,2 CLP/NY6633x9/Fre/CLP/ 09 1 173 12 1 156 14 1 146 17 1 127 20 1 110 6,2 NY6633/HOCe Linhagem Diâmetro Peso Profundidade Penugem Gl Cor Médias de replicação SEM CONTROLES DEBW Fremont F1 11,0 242 79 1 5 7 Cornell F1 11,3 281 80 1 5 5 Aviso F1 11,0 271 78 1 5 6 Fortados OP 10,8 188 73 1 4 8 média 11,0 246 78 1 5 7 FONTES DE BW Pl 183214 11,0 69 54 2 1 4 NY6633 11,3 126 61 2 2 4 média 11,2 98 58 2 2 4 BW DE ELITE LINHAGENS CLP/NY6633 x 9/Fre 11,0 201 78 1 3 2 CLP X NY6633 11,0 242 80 1 5 2 1BCSS x CLP/NY6633 11,0 233 78 1 5 1 CLP/NY6633x9/Fre/CLP/NY6633/HOCe 11,0 195 73 1 4 1 média 11,0 218 77 1 4 2 Linhagem Cor e Peso após colheita (condições ambientes) Substância Médias de replicação seca 1 2 3 4 5 SEM CONTROLES DE BW % de peso original (corrigido para 15 dias) Fremont F1 8 231 7 216 8 196 8 180 7 160 64 6,6 Cornell F1 5 258 5 239 5 215 4 190 4 166 67 6,4 Aviso F1 7 251 7 232 7 193 6 157 6 139 56 7,4 Fortados OP 8 172 8 160 8 149 7 139 8 128 68 5,9 média 7 7 7 6 6 64 6,6 FONTES DE BW Pl 183214 4 47 4 31 4 23 X 15 X 11 14 8,3 NY6633 5 109 4 92 4 81 4 66 3 58 47 6,1 média 5 4 4 (4) (3) 31 7,2 BW DE ELITE LINHAGENS CLP/NY6633 x 9/Fre 2 185 2 173 2 155 2 132 2 117 58 7,0 CLP X NY6633 2 225 2 205 2 183 2 158 2 133 52 7,4 1BCSS x CLP/NY6633 1 221 2 200 1 181 1 162 1 147 62 5,7 CLP/NY6633x9/Fre/CLP/NY663 1 182 1 168 1 152 1 137 1 117 57 6,7 3/HOCe média 2 2 2 2 2 57 6,7 cn EXEMPLO 7. AVALIAÇÃO DA COR DA CABEÇA DE COUVE-FLOR
As cabeças de couve-flor são comparadas aos padrões de cor de Ctifl (Centre technique interprofessionnel des fruits et legumes, França) e um valor de número inteiro é atribuído. O código de cor de Ctifl compreende cinco categorias que aumentam de mais branco para cor mais amarela: C2 ("branco"), C4 ("creme"), C6 ("marfim"), C8 ("amarelo pálido") e C10 ("amarelo"). No caso de cor da cabeça que é mais branca que C2, a fatia padrão 9010 de RAL é usada. Por exemplo, uma contagem de cor de zero (0) é atribuída a uma cabeça tendo cor mais próxima à fatia padrão 9010 de RAL; uma contagem de cor de um (1) é atribuída a uma cabeça tendo cor entre fatia padrão 9010 de RAL e cor de Ctifl C2; uma contagem de cor de dois (C2) é atribuída a uma cabeça tendo cor mais próxima à cor de Ctifl C2; uma contagem de cor de três (C3) é atribuída a uma cabeça tendo cor entre cor de Ctifl C2 e cor de Ctifl C4; e uma contagem de cor de quatro (C4) é atribuida a uma cabeça tendo cor mais próxima à cor de Ctifl C4. Uma cabeça tendo uma cor entre duas cores é atribuída uma contagem intermediária de cor das duas cores. A contagem de cor atribuída a uma linhagem de couveflor é derivada determinando a contagem de cor média de 15 cabeças na colheita, 3 foram em quarto frio e 12 em cabeças de amostra ambientes daquela linhagem.
EXEMPLO 8. MAPEAMENTO DE LOCI DE TRAÇOS QUANTITATIVOS PARA O FENÓTIPO BRANCO BRILHANTE EM COUVE-FLOR
Linhagens de couve-flor ED37 e NY6633 são cruzadas e uma das plantas de é usada para criar 500 plantas Haplóides Duplas (DH). Linhagem ED37 é uma linhagem branca não-brilhante, branca nãopersistente e linhagem NY6633 é uma linhagem de branca persistente.
As plantas de DH são propagadas e clones são criados para dois experimentos de campo. Em cada experimentação de campo, a brancura de cabeça foi medida 3 vezes após exposição à luz. Variação entre as 6 replicações é calculada, e as 94 plantas de DH são usadas com os desviospadrão mais baixos para desenvolver um mapa molecular.
O software de mapeamento Joinmap®, versão 3.0 (Kyazma B.V., Wageningen1 Países Baixos) é usado para criar um mapa molecular com as 94 plantas de DH. Mapeamento é executado usando estimações de recombinação em par e calculado usando a função de mapeamento de Haldane do software. Com um ajuste de LOD de 5, nove grupos de ligação, que 5 equipara com o número de cromossomos em Brassica oleraceae, são identificados.
As medições médias para branco brilhante e os dados de marcador das 94 linhagens de DH são usadas para mapeamento de QTL com o software de MapQTL®, versão 4 (Kyazma B.V., Wageningen, Países Bai10 xos). Usando uma contagem de LOD de 2,5 como um corte para significação, cinco QTLs são identificados. Um QTL é encontrado nos grupos de ligação 01, 07, e 09 e dois QTLs são encontrados no grupo de ligação 02, Figura 1. Os QTLs são identificados como QTL01, QTL02a, QTL02b, QTL07, e QTL09. Uma interação epistática é identificada entre os QTLs nos 15 grupos de ligação 01 e 09.
Posição e efeitos dos QTLs excedendo o valor de limiar são também determinados (Tabela 2). Posição é determinada através do cromossomo, posição no cromossomo (em cm) e o intervalo de uma queda de LOD é também determinado. Analises de Kruskall wallis por mapeamento de intervalo e valores de quadrado R, é usado para determinar os efeitos dos
QTLs. TABELA 3:
QTL Marcador Cromossomo posição Um intervalo Análises de de queda de Kruskall LOD (em cm) wallis 01 sN2176Fa 01 4,7 4,1 -5,3 43,5 (p < 0,1 10'3) com apenas alelo sN2176Fa 01 49,8 (p < de NY66 a 09 0,1 10‘3) com apenas alelo sN2176Fa 01 2,6 (ns) de ED37 a 09 02a PATGM- 02 6,6 0-43,6 16,3 (p < TAT446ED 0,5 10-3) 37scar 02b BH464729 02 33,6 0-43,6 13,3 (p< 0,5 10-3) 07 BH458678 07 94,9 61,5-94,9 11,2 (p< 0,1 10-2) 09 BH576393 09 17,8 0 - 22,6 11,7 (p< 0,1 10-2) com apenas alelo BH576393 09 20,8 (p < de NY66 a 01 0,1 10-3) com apenas alelo BH576393 09 0,8 (ns) de ED37 a 01 mapeamento de intervalo QTL Contagem de LOD % var expli¬ Efeito alélico qua¬ de pico cada (em valor de drado traço) R 01 13,22 27,5 0,95 0,254 com apenas 14,94 41,8 1,23 alelo de NY66 a 09 com apenas 0,04 0,3 0,07 alelo de ED37 a 09 02a 3,16 7,4 0,47 0,074 02 b 2,78 6,7 0,48 0,068 07 2,87 6,7 0,48 0,061 09 2,91 6,9 0,47 0,072 com apenas 5,21 30,5 1,14 alelo de NY66 a 01 com apenas 0,04 0,1 0,05 alelo de ED37 a 01 Diagramas de mapeamento de intervalo para o traço de cabeça branca em couve-flor dos cromossomos 01, 02, 07, e 09 são fornecidos
nas Figuras 1, 2, e 3. Diagramas destes quatro cromossomos mostram valores de LOD significativos (eixo Y) excedendo LOD 2,5. Figura 1. Este limiar amplo de genoma, calculado aplicando um teste de permutação, é indicado com uma linhagem pontilhada na Figura 1. Os eixos geométricos x nos diagramas são os respectivos grupos de ligação, Ioci de marcador são refletidos com setas pequenas e distâncias são dadas (em cm). As setas em negrito grandes com os nomes 01, 02a, 02b, 07, e 09 são os Ioci de marcador mais estritamente ligados dentro de um QTL particular. Figura 2 fornece um diagrama de mapeamento de intervalo para o traço de cabeça branca em 5 couve-flor do cromossomo 01. O diagrama superior é construído com as linhagens tendo o alelo de ED37 no Iocus de marcador 09. O diagrama inferior é construído com as linhagens tendo o alelo de NY66 no Iocus de marcador 09. O limiar de LOD de genoma amplo (eixo Y), calculado aplicando testes de permutação é 3,5 para o diagrama com alelo de ED37 em 09 e é 10 3,7 para o diagrama com alelo de NY66 em 09. Figura 3 fornece um diagrama de mapeamento de intervalo para o traço de cabeça branca em couve-flor do cromossomo 09. O diagrama superior é construído com as linhagens tendo o alelo de ED37 no Iocus de marcador 01. O diagrama inferior é construído com as linhagens tendo o alelo de NY66 no Iocus de marcador 15 01. O limiar de LOD de genoma amplo (eixo Y), calculado aplicando testes de permutação é 4,5 para o diagrama com alelo de ED37 em 09 e é 3,2 para o diagrama com alelo de NY66 em 09.
Análise de TaqMan® de QTL01 e QTL02a é executada como segue. Reações de PCR contêm 1,4 microlitro de DNA, 5,0 microlitro de Platinum qPCR-Supermix (Invitrogen, Plantas originaisley UK; número de catálogo 11730-025), 0,2 microlitro de 50x tintura de Referência ROX (Invitrogen, Plantas originaisely, UK), 0,2 microlitro de iniciadores de PCR (de uma solução de matéria-prima contendo 36 μΜ de cada iniciador), 0,2 microlitro de iniciadores de sonda TaqMan® (de uma solução de matéria-prima contendo 8 μΜ de cada iniciador), e 3,0 microlitros de água estéril. São incubadas reações de PCR durante 2 minutos a 50°C, 2 minutos a 94°C, seguidos por 40 ciclos de 15 segundos a 94°C, e 1 minuto a 60°C. As reações de PCR são executadas em uma máquina de PCR ABI9700 (Applied Biosystems, Foster City, CA). Após conclusão da reação de PCR, a detecção do alelo é executada com um instrumento de ABI7000 (Applied Biosystems, Foster City, CA), seguindo as instruções fornecidas pelo fabricante.
Seqüências de iniciadores exemplares usadas na análise de TaqMan® de QTL01 são como segue. SEQ ID NO: 2 é um iniciador de PCR para o ensaio de QTL TaqMan® de 01: 5’ AGCTTCAGCAAAGTCACTCTCTT (SEQ ID NO: 2). SEQ ID 3 é um iniciador de PCR para o ensaio de QTL TaqMan® de 01: 5’ AGAGTGAGAAGACGCTTGAGTTC (SEQ 5 ID NO: 3). SEQ ID 4 é um iniciador de sonda TaqMan® para o ensaio de QTL de 01: 5’ VIC CGAGCTGGCCGAGAA (SEQ ID NO: 4). SEQ ID 5 é um iniciador de sonda TaqMan® para o ensaio de QTL de 01: 5’ FAM ACGAGCTGACCGAGAA (SEQ ID NO: 5).
Seqüência de um marcador próximo do alelo "branco" em ΟΙ O TLOI é mostrada na SEQ ID NO: 1. Um polimorfismo de nucleotídeo simples entre os plantas originais doador NY6633 e recipiente ED37 é identificados dentro da SEQ ID NO: 1 na posição 56 (um C ou T).
Seqüências de iniciador exemplares usadas na análise de TaqMan® de QTL02a são como segue. SEQ ID NO: 7 é um iniciador de PCR 15 para o ensaio de ensaio TaqMan® de QTL de 02a: 5’ TCAGTTTTCAAACAGTAACCATTTTGTTCAT (SEQ ID NO: 7). SEQ ID NO: 8 é um iniciador de PCR para o Ensaio TaqMan® de QTL de 02a: 5’ ATGATGGCTGGTGCTTGGA (SEQ ID NO: 8). SEQ ID NO: 9 é um iniciador de sonda de TaqMan® para o ensaio de QTL de 02a: 5’ FAM20 AACAG CG AC AT GAAT (SEQ ID NO: 9). SEQ ID NO: 10 é um iniciador de sonda de TaqMan® para o ensaio de QTL de 02a: 5’ VICAAGAACAGCGATATGAAT (SEQ ID NO: 10).
Seqüência de um marcador próximo do alelo "branco" em QTL02a é mostrada na SEQ ID NO: 6. Um polimorfismo de nucleotídeo simpies entre os plantas originais doador NY6633 e recipiente ED37 está localizado na posição 187 (C para T).
Análise de CAPS de QTL02b é executada como segue. Reações de PCR contêm 2,0 microlitros de 10X tampão de PCR (Invitrogen, Plantas originaisley, UK), 0,8 microlitro de 50 mM de MgCI2, 0,8 microlitro de 30 uma solução de matéria-prima contendo 2,5 mM de cada dNTP, 0,4 microlitro de 10 μΜ de iniciador de SEQ ID NO: 12, 0,4 microlitro 10 μΜ de iniciador de SEQ ID NO: 13, 0,1 microlitros de Taq polimerase (Invitrogen, Plantas originaisley, UK1 catálogo #10342-020), 1,0 microlitro de DNA (cerca de ΙΟΙ 00 ng) e 14,5 microlitros de água estéril. As reações de PCR são incubadas durante 2 minutos a 94°C, seguidas por 35 ciclos de 60 segundos a 92°C, depois 30 segundos a 52°C, depois 1 minuto a 72°C. Reações de PCR são 5 depois incubadas durante 5 minutos a 72°C. Incubação pós-PCR com enzima de restrição de Tsp509l é executada em uma reação contendo 20,0 microlitros de reação de PCR, 3,0 microlitros de tampão de NEB #1 (New England Biolabs, Leusden, Países Baixos; número de catálogo B7001S), 6,8 microlitros de água estéril, e 0,2 microlitros de enzima de restrição de 10 Tsp509l (New England Biolabs, Leusden, Países Baixos; número de catálogo R0149L). Esta reação é incubada durante 3-4 horas a 65°C. Seguindo a digestão da enzima de restrição, os produtos de reação são eletroforeticamente solucionados em um gel de agarose de 1,2% p/p (Biometra, Leusden, Países Baixos; número de catálogo 21069158). Padrões de massa molecu15 lares de Invitrogen, (Plantas originaisley, UK) são incluídos em uma rota de gel adjacente para estimar os tamanhos do fragmento. Amostras que são homozigotos para o alelo de 02b 'amarelo’ produzem fragmentos de cerca de 400 e cerca de 180 pares de base, e as amostras que são homozigotos para o alelo de 02b 'branco’ produzem fragmentos de cerca de 580 pares de 20 base. Amostras que são heterozigotos para este Iocus produzem todos os três fragmentos.
Seqüências de iniciador exemplares usadas na análise de CAPS de QTL02b são como segue: SEQ ID NO: 12 é um iniciador de PCR para o Ensaio de CAPS de 02b: 5’ CCATAGTCCATAACTGTTTCATGC (SEQ ID NO: 12). SEQ ID NO: 13 é um iniciador de PCR para o Ensaio de CAPS de 02b: 5’ CAC AG G C AAACC AAAC AC AC (SEQ ID NO: 13).
Seqüência de um marcador próxima do alelo "branco" em QTL02b é mostrada na SEQ ID NO: 11. Um polimorfismo de nucleotídeo simples entre os plantas originais doador NY6633 e recipiente ED37 está Iocalizado na posição 418 (A para T). Sítios de restrição para Tsp509l estão também localizados dentro da SEQ ID NO: 11.
Análise de INDEL de QTL07a é executada como segue. Reações de PCR continham 2,0 microlitros de 10X tampão de PCR (Invitrogen, Plantas originaisley, UK), 0,8 microlitro de 50 mM de MgCI2, 0,8 microlitro de uma solução de matéria-prima contendo 2,5 mM de cada dNTP, 0,4 microlitro de 10 μΜ de iniciador de SEQ ID 15, 0,4 microlitro de 10 μΜ de iniciador 5 SEQ ID 16, 0,1 microlitros de Taq polimerase (Invitrogen, Plantas originaisley, UK; número de catálogo 10342-020), 1,0 microlitro de DNA (cerca de ΙΟΙ 00 ng), e 14,5 microlitros de água estéril. As reações de PCR são incubadas durante 2 minutos a 94°C, seguido por 35 ciclos de 60 segundos a 92°C, depois 30 segundos a 52°C, depois 1 minuto a 72°C. Reações de PCR são 10 depois incubadas durante 5 minutos a 72°C.
Seguindo PCR, os produtos de reação são eletroforeticamente solucionados em um gel de agarose de 1,2% p/p (Biometra, Leusden, Países Baixos; número de catálogo 21069158). Padrões de massa moleculares de Invitrogen, (Plantas originaisley, UK), são incluídos em uma rota de gel 15 adjacente para estimar os tamanhos dos fragmentos. Amostras que são homozigotos para o alelo de 07 'amarelo’ produzem um fragmento de cerca de 700 pares de base, e amostras que são homozigotos para o alelo de 07 'branco’ produzem um fragmento de cerca de 930 pares de base. Amostras que são heterozigotos neste Iocus produzem ambos os fragmentos.
Seqüências de iniciador exemplares usadas na análise de IN
DEL de QTL07 são como segue. SEQ ID NO: 15 é um iniciador de PCR para o ensaio de INDEL de 07: 5’ TTTTGTTTTGTTTTATGCATGTTTC (SEQ ID NO: 15). SEQ ID NO: 16 é um iniciador de PCR para o ensaio de INDEL de 07: 5’ GTAATGCTTCAAGATATGGAGAATG (SEQ ID NO: 16).
Seqüência de um marcador próxima do alelo "branco" em Q
TL07 é mostrada na SEQ ID NO: 14. Um polimorfismo de INDEL entre os plantas originais doador NY6633 e recipiente ED37 é destacado na Figura 4. O polimorfismo de INDEL é sublinhado e a seqüência de recipiente ED37 é fornecida nas linhas inferiores.
Análise de CAPS de QTL09 é executada como segue. Reações
de PCR continham 2,0 microlitros de 10X tampão de PCR (Invitrogen, Plantas originaisley, UK), 0,8 microlitro de 50 mM de MgCI2, 0,8 microlitro de uma solução de matéria-prima contendo 2,5 mM de cada dNTP, 0,4 microlitro de IOpMde iniciador de SEQ ID NO: 18, 0,4 microlitro de 10 μΜ de iniciador de SEQ ID NO: 19, 0,1 microlitro de Taq polimerase (Invitrogen, Plantas originaisley, UK, catálogo #10342-020), 1,0 microlitro de DNA e 14,5 microlitros 5 de água estéril. As reações de PCR são incubadas durante 2 minutos a 94°C, seguido por 35 ciclos de 60 segundos a 92°C, depois 30 segundos a 52°C, depois 1 minuto a 72°C. Reações de PCR são depois incubadas durante 5 minutos a 72°C. Incubação pós-PCR com enzima de restrição de BstUI é executada em uma reação contendo 20,0 microlitros de reação de 10 PCR, 3,0 microlitros de tampão de NEB #2 (New England Biolabs, Leusden, Países Baixos; número de catálogo B7002S), 6,8 microlitros de água estéril, e 0,2 microlitros de enzima de restrição de BstUI (New England Biolabs, Leusden, Países Baixos; número do catálogo #R0518L, 10 unidades/ul). Esta reação é incubada durante 3-4 horas a 60°C. Seguindo a digestão da en15 zima de restrição, os produtos de reação são eletroforeticamente solucionados em um gel de agarose de 1,2% p/p (Biometra, Leusden, Países Baixos; número de catálogo 21069158). Padrões de massa moleculares de Invitrogen, (Plantas originaisley, UK) são incluídos em uma rota de gel adjacente para estimar os tamanhos de fragmento. Amostras que são homozigotos 20 para o alelo 'amarelo’ de 09 produzem fragmentos de cerca de 305, cerca de 223, cerca de 109, e cerca de 76 pares de base, e amostras que são homozigotos para o alelo 'branco’ de 09 produziram fragmentos de cerca de 382, cerca de 223, e cerca de 109 pares de base. Amostras que são heterozigotos neste Iocus produzem todos os cinco fragmentos.
Seqüências de iniciador exemplares usadas na análise de CAPS
de QTL09 são como segue. SEQ ID NO: 18 é um iniciador de PCR para o ensaio de CAPS de 09: 5’ AGAAGGGTACATCCCCAAGG (SEQ ID NO: 18). SEQ ID NO: 19 é um iniciador de PCR para o ensaio de CAPS de 09: 5’ CTTTGTGCGACGGTGAGAG (SEQ ID NO: 19).
Seqüência de um marcador próximo do alelo "branco" em Q
TL09 é mostrada na SEQ ID NO: 17. Um polimorfismo de nucleotídeo simples entre os plantas originais doador NY6633 e recipiente ED37 está Iocalizado na posição 268 (A para G). Os sítios de restrição para BstUI estão localizados dentro da SEQ ID NO: 17, com um sítio adicional localizado dentro da seqüência recipiente.
Material de planta de linhagens de couve-flor de anos de seleção diferentes é analisado para marcadores ligados aos cinco QTLs associados ao fenótipo branco brilhante em quaisquer plantas cultivadas em campo ou plantas cultivadas em estufa. Além disso, as cabeças de couve-flor são registradas para cor como descrito acima no Exemplo 3.
EXEMPLO 9. IDENTIFICAÇÃO DE FONTES ADICIONAIS DE QTLS Cinqüenta e quatro variedades de couve-flor comercialmente
disponíveis (híbridos) são tríadas para marcadores associados aos cinco QTLs associados ao fenótipo de cabeça branca. Os resultados da análise estão fornecidos na Tabela 4.
TABELA 4
Variedade (Com¬ Segmento QTL01 QTL02A QTL02B QTL07 QTL09 panhia) BALBOA (Bejo) Couve-flor de Amarelo Amarelo Amarelo H H verão BELOT (Bejo) Couve-flor de Amarelo Amarelo Amarelo Amarelo Amarelo final de outo¬ no JEREZ (Bejo) Couve-flor de Amarelo Amarelo Amarelo H H verão SEVILLA (Bejo) Couve-flor de H Amarelo Amarelo Amarelo H verão SKYW ALKER (Be- Couve-flor de Amarelo Amarelo Amarelo Amarelo H jo) verão AVIRON (CIause) Couve-flor de Amarelo Amarelo Amarelo Amarelo H verão BELUGA (CIause) Couve-flor de Amarelo Amarelo Amarelo Amarelo H verão DELFINO (CIause) Couve-flor de H Amarelo Amarelo Amarelo Amarelo verão MERIDIEN (CIause) Couve-flor de H Amarelo H Amarelo Branco verão MOBY DICK (Clau- Couve-flor de Amarelo Amarelo Amarelo Amarelo H se) verão Variedade (Com¬ Segmento QTL01 QTL02A QTL02B QTL07 QTL09 panhia) NESSIE (CIause) Couve-flor de H Amarelo Amarelo Amarelo Amarelo verão RAFALE (CIause) Couve-flor de Branco Amarelo H Amarelo Branco final de outo¬ no REDOUTABLE Couve-flor de Amarelo Amarelo Amarelo Branco Branco (CIause) inverno ELINIA (Enza) Couve-flor de Amarelo Amarelo Amarelo Amarelo Amarelo verão VALTOS (Enza) Couve-flor de H Amarelo Amarelo Amarelo H verão VERONIE (Enza) Couve-flor de Amarelo Amarelo Amarelo H Amarelo verão VIVIANE (Enza) Couve-flor de Amarelo Amarelo Amarelo Amarelo Amarelo verão XENIA (Enza) Couve-flor de H Amarelo Amarelo Amarelo Amarelo verão DENIOL (OBS) Couve-flor de H Branco Amarelo Amarelo Branco inverno JEF (OBS) Couve-flor de H H Amarelo H Branco inverno JULUAN(OBS) Couve-flor de H Branco Amarelo Amarelo Branco inverno MILIAU (OBS) Couve-flor de H Branco H H Branco inverno NELIG (OBS) Couve-flor de Amarelo H H H H inverno NEVIS (Seminis) Couve-flor de Branco H Amarelo Amarelo Branco final de outo¬ no NOMINOE (OBS) Couve-flor de Amarelo Amarelo Amarelo H H final de outo¬ no CEVELINE (Ryk Couve-flor de Amarelo Amarelo Amarelo Amarelo Amarelo Zwaan) verão OPAAL (Ryk Zwa¬ Couve-flor de Amarelo Amarelo Amarelo Amarelo Amarelo an) verão CHAMBORD (Ryk Couve-flor de Amarelo Amarelo Amarelo Amarelo Amarelo Zwaan) verão Variedade (Com¬ Segmento QTLOI QTL02A QTL02B QTL07 QTL09 panhia) ABRUZZI (Seminis) Couve-flor de Branco Amarelo Amarelo Amarelo Branco inverno ALBINO (Seminis) Couve-flor de Branco Amarelo Branco Amarelo H inverno AMIATA (Seminis) Couve-flor de H Amarelo Amarelo H Branco final de outo¬ no ARMSTRONG Couve-flor de H Amarelo Amarelo Amarelo H (Seminis) verão BALDO (Seminis) Couve-flor de H Amarelo Amarelo Amarelo Branco verão CADAL (Seminis) Couve-flor de Amarelo H Amarelo H Branco inverno CONERO (Seminis) Couve-flor de Amarelo Amarelo Amarelo Amarelo Branco verão CORNELL (Semi- Couve-flor de Amarelo Amarelo Amarelo Amarelo Branco nis) verão LIBERDADE (Se- Couve-flor de H Amarelo Amarelo Amarelo H minis) verão FREMONT (Semi- Couve-flor de H Amarelo Amarelo Amarelo H nis) verão HERMON (Seminis) Couve-flor de Amarelo Amarelo Amarelo Amarelo H verão LATTAI (Seminis) Couve-flor de Amarelo H Amarelo H H inverno PREMATO (Semi- Couve-flor de Amarelo H Amarelo H Amarelo nis) verão SASSO (Seminis) Couve-flor de Branco Amarelo Amarelo Branco Branco inverno SUBLIME(Seminis) Couve-flor de H Amarelo Amarelo Amarelo H verão VINSON (Seminis) Couve-flor de H Amarelo Amarelo Amarelo H verão URUBU (Seminis) Couve-flor de H H Amarelo Amarelo Branco final de outo¬ no PADEIRO (Syngen- Couve-flor de Amarelo Amarelo Amarelo H Amarelo ta) verão BOULEN (Syngen- Couve-flor de Amarelo Amarelo Amarelo H Branco ta) inverno Variedade (Com¬ Segmento QTL01 QTL02A QTL02B QTL07 QTL09 panhia) BRODEN (Syngen- Couve-flor de Amarelo H Amarelo Branco Branco ta) inverno CLAPTON (Syngen- Couve-flor de Amarelo H Amarelo Amarelo H ta) verão CLEMEN (Syngen- Couve-flor de Amarelo Branco Amarelo H Branco ta) inverno DIAMEN (Syngenta) Couve-flor de H Branco Amarelo Amarelo Branco inverno LECANU (Syngen- Couve-flor de Amarelo Amarelo Amarelo Amarelo H ta) verão LORIEN (Syngenta) Couve-flor de H H Amarelo Amarelo Branco inverno MAGELLAN (Syn- Couve-flor de Amarelo Amarelo Amarelo Amarelo Amarelo genta) verão EXEMPLO 10. DESENVOLVIMENTO DE LINHAGENS DA PROGÊNIE
Progênie para as quatro linhagens fornecidas acima é produzida e é analisada usando marcadores QTL01, QTL02a, QTL02b, QTL07 e QTL09 como debatido acima.
Linhagens de CLP/NY6633 (02:310-2) são usadas em experi
mentações de replicação e segrega para o marcador de QTL02b. Linhagens derivadas de 02:310-2 (04:318-1) são selecionadas e são brancas homozigotos para todos os marcadores de QTL. Os resultados da análise de marcador estão fornecidos na Tabela 5 abaixo.
Linhagens de CLP/NY6633/9/FRE (03:259-1) são usadas em
experimentações de replicação. Duas linhagens da progênie de 03:259-1 são obtidas, 04:296-2 e 04:369-2. Plantas de ambas estas linhagens contêm o alelo amarelo para o marcador QTL09. Resultados da análise de marcador estão também fornecidos na Tabela 5 abaixo.
Linhagens de 1BCSS/CLP/NY6633 (03:298-3) são também usa
das em experimentações de replicação como descritas acima. Esta linhagem segrega para o marcador QTL01. Duas linhagens da progênie são obtidas, 04:476-1 e 04:476-3 também segregam ou contêm o alelo amarelo para o marcador QTL01, e todas estão segregando para o marcador QTL09. Resultados da análise de marcador são também fornecidos na Tabela 5.
Linhagens de CLP/NY6633/9/FRE/CLP/NY6633/HOCE (356- 1KNO) são usadas nas experimentações de replicação como descritas acima. Esta linhagem segrega para o marcador QTL02b. Três linhagens da 5 progênie são obtidas, 04:563-1, 04:563-2 e 04:563-3. Duas das linhagens da progênie, 04:563-1 e 04:563-2 segregam para o marcador QTL02b, enquanto a linhagem 04:563-3 é branca homozigoto para o marcador QTL02b. Porém, a linhagem 04:563-3 segrega para o marcador QTL02a. Resultados da análise de marcador são também fornecidos na Tabela 5.
TABELA 5
Planta QTLOI QTL02a QTL02b QTL09 QTL07 02:310-2,1 Branco Branco H Branco Branco _ _ _ - _ 02:310-2,3 Branco Branco Amarelo Branco Branco 02:310-2,4 Branco _ Amarelo Branco Branco 02:310-2,5 Branco Branco H Branco Branco 02:310-2,6 Branco Branco Amarelo Branco Branco 02:310-2,7 Branco Branco Branco Branco Branco 02:310-2,8 Branco Branco Branco Branco Branco 02:310-2,9 Branco Branco H Branco Branco 02:310-2,10 Branco Branco H Branco Branco 04:348-1,1 Branco Branco Branco Branco Branco 04:348-1,2 Branco _ Branco Branco Branco 04:348-1,3 Branco Branco Branco Branco Branco 04:348-1,4 Branco Branco Branco Branco Branco 04:348-1,5 Branco Branco Branco Branco Branco 04:348-1,6 Branco Branco Branco Branco Branco 04:348-1,7 Branco Branco Branco Branco Branco 04:348-1,8 Branco Branco Branco Branco Branco _ _ - _ _ _ _ - - _ 03:259-1,1 Branco Branco Branco Amarelo Branco Planta QTL01 QTL02a QTL02b QTL09 QTL07 03:259-1,2 Branco Branco Branco Amarelo Branco 03:259-1,3 Branco Branco Branco Amarelo Branco 03:259-1,4 Branco Branco Branco Amarelo Branco 03:259-1,5 Branco Branco Branco Amarelo Branco 03:259-1,6 Branco Branco Branco Amarelo Branco 03:259-1,7 Branco Branco Branco Amarelo Branco 03:259-1,8 _ _ Branco _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ 04:296-2,1 Branco Branco Branco _ Branco 04:296-2,2 Branco Branco Branco Amarelo Branco 04:296-2,3 Branco Branco Branco Amarelo Branco 04:296-2,4 Branco Branco Branco Amarelo Branco 04:296-2,5 Branco Branco Branco Amarelo Branco 04:296-2,6 Branco Branco Branco Amarelo Branco 04:296-2,7 Branco Branco Branco Amarelo Branco 04:296-2,8 Branco Branco Branco Amarelo Branco _ _ _ _ _ _ 04:369-2,1 Branco Branco Branco Amarelo Branco 04:369-2,2 Branco Branco Branco Amarelo Branco 04:369-2,3 Branco Branco Branco Amarelo Branco 04:369-2,4 Branco Branco Branco Amarelo Branco 04:369-2,5 Branco Branco Branco Amarelo Branco 04:369-2,6 Branco Branco Branco Amarelo Branco 04:369-2,7 Branco Branco Branco Amarelo Branco 04:369-2,8 Branco Branco Branco Amarelo Branco 04:369-2,9 Branco Branco Branco Amarelo Branco Planta QTL01 QTL02a QTL02b QTL09 QTL07 04:369-2,10 Branco Branco Branco Amarelo Branco 04:476-1,1 H Branco Branco Amarelo Branco 04:476-1,2 Branco Branco Branco Amarelo Branco 04:476-1,3 H Branco Branco H Branco 04:476-1,4 H Branco Branco H Branco 04:476-1,5 H Branco Branco H Branco 04:476-1,6 H Branco Branco Amarelo Branco 04:476-1,7 H Branco Branco H Branco 04:476-1,8 H Branco Branco H Branco 04:476-1,9 H Branco Branco Amarelo Branco 04:476-1,10 H Branco Branco H Branco 04:476-3,1 Amarelo Branco Branco H Branco 04:476-3,2 Amarelo Branco Branco Branco Branco 04:476-3,3 Amarelo Branco Branco H Branco 04:476-3,4 Amarelo Branco Branco Amarelo Branco 04:476-3,5 Amarelo Branco Branco H Branco 04:476-3,6 Amarelo Branco Branco Branco Branco 04:476-3,7 Amarelo Branco Branco Amarelo Branco 04:476-3,8 Amarelo Branco Branco H Branco 04:476-3,9 Amarelo Branco Branco Branco Branco 04:476-3,10 Amarelo Branco Branco H Branco 03:298-3,1 H Branco Branco Amarelo Branco 03:298-3,2 H Branco Branco Amarelo Branco 03:298-3,3 Amarelo Branco Branco H Branco 03:298-3,4 Branco Branco Branco Amarelo Branco 03:298-3,5 Amarelo Branco Branco H Branco 03:298-3,6 Amarelo Branco Branco Amarelo Branco 03:298-3,7 H Branco Branco Amarelo Branco 03:298-3,8 Branco Branco Branco Amarelo Branco - - - Planta QTL01 QTL02a QTL02b QTL09 QTL07 _ _ _ . 356-1 KN03,1 Branco Branco H Branco Branco 356-1KN03,2 Branco Branco Branco Branco Branco 356-1KN03,3 Branco Branco Amarelo Branco Branco 356-1KN03,4 Branco Branco H Branco Branco 356-1KN03,5 Branco Branco H Branco Branco 356-1KN03,6 Branco Branco Branco/H Branco Branco 356-1KN03,7 Branco Branco Amarelo Branco Branco 356-1KN03,8 Branco Branco H Branco Branco _ _ - _ 04:563-1,1 Branco Branco Branco Branco Branco 04:563-1,2 Branco Branco Amarelo Branco Branco ED37 Amarelo Amarelo Amarelo Amarelo Amarelo NY66 Branco Branco Branco Branco Branco H H H H H H TE . _ _ 04:563-1,3 Branco Branco Branco Branco Branco 04:563-1,4 Branco Branco Branco Branco Branco 04:563-1,5 Branco Branco Branco Branco Branco 04:563-1,6 Branco Branco Branco Branco Branco 04:563-1,7 Branco Branco Branco Branco Branco 04:563-1,8 Branco Branco Branco Branco Branco 04:563-1,9 Branco Branco Amarelo Branco Branco 04:563-1,10 Branco Branco H Branco Branco 04:563-2,1 Branco Branco Branco Branco Branco 04:563-2,2 Branco Branco Branco Branco Branco 04:563-2,3 Branco Branco H Branco Branco 04:563-2,4 Branco Branco Branco Branco Branco 04:563-2,5 Branco Branco H Branco Branco Planta QTL01 QTL02a QTL02b QTL09 QTL07 04:563-2,6 Branco Branco H Branco Branco 04:563-2,7 Branco Branco Branco Branco Branco 04:563-2,8 Branco Branco Branco Branco Branco 04:563-2,9 Branco Branco Branco Branco Branco 04:563-2,10 Branco Branco H Branco Branco 04:563-3,1 Branco H Branco Branco Branco 04:563-3,2 Branco Branco _ Branco Branco 04:563-3,3 Branco H Branco Branco Branco 04:563-3,4 Branco H Branco Branco Branco 04:563-3,5 Branco Branco Branco Branco Branco 04:563-3,6 Branco H Branco Branco Branco 04:563-3,7 Branco Amarelo Branco Branco Branco 04:563-3,8 Branco Branco Branco Branco Branco 04:563-3,9 Branco _ Branco Branco Branco 04:563-3,10 Branco - Branco Branco

Claims (26)

1. Planta de couve-flor compreendendo uma cabeça, a dita cabeça tendo uma contagem de cor de menos que cerca de C4 em um quadro de cor de couve-flor de Ctifl1 em que a dita cor da cabeça é obtida após cultivo sem cobrir.
2. Célula derivada da planta de couve-flor como definida na reivindicação 1,
3. Protoplasto derivado da planta de couve-flor como definida na reivindicação 1.
4. Cultura de tecido de células obtidas da planta de couve-flor como definida na reivindicação 1.
5. Cultura de tecido de acordo com a reivindicação 4, em que as células são de um tecido selecionado do grupo que consiste em folha, pólen, embrião, raiz, ponta de raiz, antera, flor, broto, cabeça e meristema.
6. Semente da planta de couve-flor de acordo com a reivindicação 1.
7. Recipiente de sementes de couve-flor de acordo com a reivindicação 6.
8. Planta de couve-flor compreendendo uma cabeça, a dita cabeça tendo contagem de cor da cabeça de menos que cerca de C4 em um quadro de cor de couve-flor de Ctifl, em que a cor da cabeça persiste quando a planta de couve-flor é exposta à Iuz solar na ausência de cobertura.
9. Planta de couve-flor compreendendo um genoma, o dito genoma compreendendo um Iocus genético derivado de uma planta de couveflor selecionada do grupo que consiste em CEL/1857, PM 83214, 901203- 2/FREMONT, NY6633, NY3339, 90331, BCSS, HOCE, e PWCE. e em que o dito Iocus genético contém um ou mais alelos de um Iocus de traço quantitativo geneticamente ligado ao complemento de uma molécula de ácido nucleico de marcador selecionados do grupo que consiste em QTLOI, QTL02a, QTL02b, QTL07, e QTL09.
10. Genoma de planta de couve-flor de acordo com a reivindicação 9, em que o dito Iocus genético está localizado entre cerca de 0 e cerca de 50 centimorgans do dito complemento do dito ácido nucleico de marcador.
11. Genoma de planta de couve-flor de acordo com a reivindicação 9, em que o dito ácido nucleico de marcador exibe uma contagem de LOD para traço de cabeça branca brilhante maior que 2,0 para o dito alelo.
12. Genoma de planta de couve-flor de acordo com a reivindicação 9, em que o dito Iocus genético contém dois ou mais alelos de um Iocus de traço quantitativo geneticamente ligado ao complemento de uma molécula de ácido nucleico de marcador selecionados do grupo que consiste em QTLOI, QTL02a, QTL02b, QTL07, e QTL09.
13. Semente de uma variedade de planta de couve-flor selecionada do grupo que consiste em CLP/NY6633/9/Fre, em que uma amostra representativa de semente da variedade foi depositada sob n° de Acesso de NCIMB 41432; CLP/NY6633, em que uma amostra representativa de semente da variedade foi depositada sob n° de Acesso de NCIMB 41430; BCSS/CLP/NY6633, em que uma amostra representativa de semente da variedade foi depositada sob n° de Acesso de NCIMB 41431; e CLP/NY6633/9/Fre/CLP/NY6633/HOCE, em que uma amostra representativa de semente da variedade foi depositada sob n° de Acesso de NCIMB 41433.
14. Planta cultivada de uma semente como definida na reivindicação 13.
15. Parte da planta como definida na reivindicação 14.
16. Parte da planta como definida na reivindicação 15, também definida como pólen, um protoplasto, um óvulo ou uma célula.
17. Cultura de tecido de células obtidas da planta da reivindicação 14.
18. Cultura de tecido como definida na reivindicação 17, em que as células são de um tecido selecionado do grupo que consiste em folha, pólen, embrião, raiz, ponta de raiz, antera, flor, broto, cabeça e meristema.
19. Método de introgressar pelo menos um alelo de cabeça branca brilhante em uma planta de couve-flor compreendendo a) cruzar uma planta de uma primeira linhagem de couve-flor como uma primeira planta original tendo pelo menos um alelo de cabeça branca com uma segunda planta de couve-flor como um segundo planta original para formar uma população segregante, b) triar a dita população segregante para um membro tendo pelo menos um alelo de cabeça branca com uma molécula de ácido nucleico capaz de identificar um alelo branco em QTLOI, QTL02a, QTL02b, QTL07, ou QTL09; e c) selecionar uma planta de couve-flor que contém pelo menos um alelo branco em QTL01, QTL02a, QTL02b, QTL07, ou QTL09 para outro cruzamento.
20. Método de acordo com a reivindicação 19, em que a dita molécula de ácido nucleico compreende uma seqüência de ácido nucleico selecionada do grupo que consiste em SEQ ID NO: 1,6, 11, 14, 17, complementos das mesmas, e fragmentos compreendendo pelo menos 15 nucleotídeos das mesmas.
21. Método de acordo com a reivindicação 19, em que a dita molécula de ácido nucleico é capaz de detectar uma seqüência de ácido nucleico que está presente em um grupo de ligação selecionado do grupo que consiste em grupo de ligação 1, 2, 7, ou 9 dentro de 100 kb do dito alelo de cabeça branca.
22. Método de acordo com a reivindicação 19, em que o dito membro tem pelo menos dois alelos de cabeça branca.
23. Método de produzir uma planta de couve-flor compreendendo cabeça branca brilhante, o método compreendendo a) selecionar uma planta de linhagem de planta de couve-flor CEL/1857 como uma primeira planta original b) cruzar primeira planta original com uma segunda planta de couve-flor selecionada da linhagem de couve-flor CEL/1857, Pl 183214, 901203-2/FREMONT, NY6633, NY3339, 90331, BCSS, HOCE, ou PWCE como um segundo planta original, c) cultivar a semente de couve-flor produzida pelo dito cruzamento para render uma planta de couve-flor da progênie, d) determinar uma contagem de cor no quadro de cor de Ctifl para a planta de couve-flor da progênie, e) se a planta de couve-flor da progênie tiver uma contagem de cor igual ou maior que C4 no quadro de cor de Ctifl, repetir as etapas b) a d) usando a planta de couve-flor da progênie em cada ciclo sucessivo como primeira planta original até que uma planta de couve-flor tendo uma contagem de cor de menos que C4 no quadro de cor de Ctifl tenha sido produzida, assim produzindo uma planta de couve-flor tendo uma cabeça branca brilhante.
24. Método de produzir uma planta de couve-flor compreendendo cabeça branca brilhante, o método compreendendo a) selecionar uma planta de couve-flor de linhagem de couve-flor CEL/1857, Pl 183214, 901203-2/FREMC>NT, NY6633, NY3339, 90331, BCSS, HOCE, ou PWCE como uma primeira planta original b) cruzar primeira planta original com uma segunda planta de couve-flor da linhagem de couve-flor CEL/1857, PM 83214, 901203- 2/FREMONT, NY6633, NY3339, 90331, BCSS, HOCE, ou PWCE como um segundo planta original para formar uma população segregante, c) triar a dita população segregante com um ou mais marcadores de ácido nucleico capazes de detectar um alelo branco em QTLOI, QTL02a, QTL02b, QTL07, e QTL09; d) selecionar da dita população segregante uma planta de couve-flor que é homozigoto para um alelo branco em QTL01, QTL02a, QTL02b, QTL07, e QTL09, e) determinar uma contagem de cor no quadro de cor de Ctifl para a planta de couve-flor selecionada, f) se a planta de couve-flor selecionada tiver uma contagem de cor igual ou maior que C4 no quadro de cor de Ctifl, repetir as etapas b) a d) usando a planta de couve-flor selecionada em cada ciclo sucessivo como primeira planta original até que uma planta de couve-flor tendo uma contagem de cor de menos que C4 no quadro de cor de Ctifl tenha sido produzida, assim produzindo uma planta de couve-flor tendo uma cabeça branca brilhante.
25. Planta de couve-flor tendo cabeça branca brilhante e características de cabeça favoráveis, em que a cor da cabeça branca brilhante persiste quando a planta de couve-flor é exposta à Iuz solar na ausência de cobertura.
26. Planta de couve-flor de acordo com a reivindicação 25 compreendendo pelo menos dois alelos brancos brilhantes selecionados do grupo que consiste em QTL01, QTL02a, QTL02b, QTL07, e QTL09.
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