BR102015010576B1 - método para reposicionar uma montagem de barra de corte de uma plataforma de uma colheitadeira agrícola - Google Patents

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Abstract

FERRAMENTA DE TRAVA PARA UMA PLATAFORMA DE COLHEITADEIRA COMBINADA E MÉTODO ASSOCIADO. Uma ferramenta de trava da barra de corte, uma plataforma incluindo tal ferramenta, e um método para travar e destravar uma unidade de barra de corte usando tal ferramenta, são fornecidos. A ferramenta de trava inclui uma parte de engate para acoplar uma unidade articulada para parada inferior da unidade de barra de corte e um corpo alongado estendendo-se desde a parte de engate. A ferramenta é usada para aplicar torque à unidade articulada para parada inferior, com uma significativa vantagem mecânica para reposicionar a unidade de barra de corte, segundo a qual, a unidade de barra de corte pode ser facilmente travada e destravada em relação a um chassi de plataforma .

Description

FUNDAMENTOS
[001] O presente Pedido se refere, em geral, a plataformas para colheitadei- ras agrícolas. Em particular, o presente Pedido se refere a uma ferramenta de trava de barra de corte, a uma plataforma incluindo tal ferramenta, e a um método para reposicionar uma montagem de barra de corte usando tal ferramenta.
[002] Colheitadeiras agrícolas, como ceifeiras-debulhadoras, são implementos conhecidos para colheita de cultura de grãos. Uma colheitadeira agrícola é normalmente um veículo automotor, que inclui um alimentador e mecanismos a jusante do alimentador para separar grãos de outro material de cultura. Uma plataforma é anexada à frente da colheitadeira e inclui mecanismos para corte de cultura, coleta de cultura e entrega de cultura ao alimentador da colheitadeira. Um cortador de cultura ou barra de corte convencional inclui uma faca estacionária e uma faca recipro- cante, que agem em conjunto como tesouras, que cortam a cultura perto do chão. Após o corte, a cultura é reunida, por exemplo, por um molinete, que alimenta a cultura cortada a um sistema de transporte, que transporta a cultura cortada ao alimentador da colheitadeira.
[003] Determinadas construções de plataforma incluem placas deslizantes ou patins, que estendem a largura da plataforma, que são operáveis para entrar em contato com a superfície do solo, quando a colheitadeira combinada se desloca ao longo de um campo sendo colhido. Os patins são transportados na linha da frente ou extremidades distais de uma pluralidade de braços flexionáveis ou de apoio, móveis de forma independente e espaçados, e o cortador de cultura ou barra de corte é conduzido na vanguarda dos patins. Os braços de suporte são conectados, de modo articulável, em suas extremidades proximais ou traseiras, ao chassi ou quadro de plataforma e o movimento descendente dos braços de suporte em relação ao chassi de plataforma é limitado por articulações para parada inferior. As articulações para parada inferior são normalmente articuladamente ligadas, em uma extremidade, ao chassi de plataforma e ligadas, de modo deslizante e/ou de modo articulável, em suas extremidades opostas aos braços de suporte. Em tais projetos de plataforma, as articulações para parada inferior são empregadas para travar e destravar os braços de suporte e, portanto, a barra de corte, em posições predeterminadas em relação ao chassi de plataforma. No estado destravado, os braços de suporte são capazes de pivotar para cima e para baixo, como ditado por mudanças no contorno do solo experimentado pelos patins. Por conseguinte, a barra de corte flutua perto do solo durante a colheita, o que é benéfico na colheita de culturas baixas, incluindo, mas não limitado, a soja.
[004] Em tais projetos de plataforma incluindo articulações para parada inferior, muitas vezes é desejável ou necessário fixar ou travar os braços de suporte e a barra de corte em uma posição estacionária ascendente em relação ao chassi de plataforma, para colher eficazmente culturas “em pé”, incluindo, mas não se limitando a, trigo e cevada. Também é comum travar os braços de suporte em relação ao chassi de plataforma, para evitar saltos descontrolados da barra de corte durante o transporte da plataforma entre campos ou partes de campos a ser colhidos. Em operação, o travamento e destravamento dos braços de suporte podem ocorrer várias vezes em uma temporada, se não várias vezes por semana ou até com mais frequência.
[005] O travamento e destravamento dos braços de suporte da plataforma convencional é uma tarefa demorada e trabalhosa. Durante o travamento dos braços de suporte, o operador ou outro trabalhador da colheitadeira combinada deve levantar fisicamente cada um dos braços de suporte e fixar o braço de suporte ao chassi de plataforma, inserindo um prendedor, como um pino de trava em aberturas coope-rantes fornecidas na articulação para parada inferior e um elemento correspondente do chassi de plataforma. Devido à interligação entre os braços de suporte, os patins e a barra de corte, a elevação de um braço de suporte fará com que os braços adjacentes se elevem um pouco. Daí, a pessoa levantando um braço de suporte vai levantar também, pelo menos parcialmente, os braços de suporte para a direita e a esquerda do braço de suporte sendo levantado. Além disso, o acúmulo de sujeira e/ou material de cultura pode dificultar a elevação dos braços de suporte. Como resultado, a força necessária para levantar um braço de suporte da plataforma convencional pode ser considerável e pode estar além da capacidade física de pessoas comuns. Nesse sentido, um trabalhador, que experimentar dificuldades ou for incapaz de levantar um braço de suporte e inserir o prendedor de trava, pode necessitar invocar a ajuda de outra pessoa.
SUMÁRIO
[006] De acordo com um primeiro aspecto, o presente Pedido fornece um método para reposicionar uma montagem de barra de corte de uma plataforma de uma colheitadeira agrícola. A plataforma inclui um chassi e a montagem de barra de corte estende-se a partir do chassi. A montagem de barra de corte inclui um braço de suporte, tendo uma extremidade unida de modo articulável ao chassi e uma extremidade oposta conectada a uma barra de corte. O método inclui o ato de conectar o braço de suporte ao chassi, sobre uma região central do braço de suporte, com uma montagem articulada para parada inferior posicionável entre as primeira e segunda posições. Na primeira posição, a barra de corte é posicionada próxima a uma extremidade dianteira do chassi e na segunda posição, a barra de corte é posicionada afastada da extremidade dianteira do chassi. O método ainda inclui os atos de acolher uma ferramenta de trava engatável com a montagem articulada para parada inferior, para aplicar um torque à montagem articulada para parada inferior e reposicionar a montagem articulada para parada inferior a partir da primeira posição ou da segunda posição, após a aplicação do torque.
[007] Em conformidade com um segundo aspecto, o presente Pedido fornece uma ferramenta de trava da barra de corte para uma montagem de barra de corte de uma plataforma de uma colheitadeira agrícola. A ferramenta inclui uma parte de engate engatável com uma montagem articulada para parada inferior da montagem de barra de corte e um corpo alongado estendendo-se desde a parte de engate.
[008] Em conformidade com um terceiro aspecto, o presente Pedido fornece uma plataforma para uma colheitadeira agrícola, incluindo um chassi, uma montagem de barra de corte, uma montagem articulada para parada inferior e uma ferramenta de trava. A montagem de barra de corte se estende a partir do chassi e inclui uma barra de corte e um braço de suporte tendo uma extremidade unida de modo articulável ao chassi e uma extremidade oposta conectada à barra de corte. A montagem articulada para parada inferior conecta o braço de suporte ao chassi de plataforma sobre uma seção central do braço de suporte e inclui um elemento de engate. A ferramenta de trava inclui uma parte de engate configurada para engatar uma parte da montagem articulada para parada inferior e um corpo alongado. A articulação para parada inferior e ferramenta de trava engatada produz uma vantagem mecânica de pelo menos cerca de 4:1 para mover a montagem de barra de corte.
[009] Em conformidade com um quarto aspecto, o presente Pedido fornece uma ferramenta para travar e destravar a barra de corte de uma plataforma de uma colheitadeira agrícola com um mínimo de trabalho e tempo. A ferramenta é de tamanho compacto, manipulável por uma pessoa e pode ser transportada pela plataforma. A ferramenta desliza sobre a articulação para parada inferior do braço de suporte da barra de corte e o usuário aplica força indutora de torque à ferramenta. Por aplicação do torque, força é transferida através da articulação para parada inferior para o braço de suporte através de, por exemplo, um pino. Significativa vantagem mecânica conseguida pela ferramenta permite que o operador erga facilmente a barra de corte com uma das mãos e insira ou remova um pino de trava com a outra mão. Como consequência, uma pessoa pode travar e destravar a barra de corte com pouca ou moderada dificuldade e em um curto período de tempo, eliminando, assim, a necessidade de assistência por parte de outras pessoas ou utilização de equipamento de levantamento pesado.
BREVE DESCRIÇÃO DAS VÁRIAS VISTAS DOS DESENHOS
[010] O Sumário precedente, bem como a seguinte descrição detalhada de vários aspectos do presente Pedido, serão mais bem compreendidos, quando lidos em conjunto com os desenhos acrescentados. Para ilustrar o presente Pedido, diversos aspectos são mostrados nos desenhos, mas deve ser entendido que o presente Pedido não está limitado às modalidades e instrumentalidades precisas mostradas.
[011] Nos desenhos:
[012] a Fig. 1 é uma vista de elevação dianteira de uma colheitadeira agrícola convencional, incluindo uma plataforma;
[013] a Fig. 2 é uma vista lateral parcial de um chassi de plataforma e uma ferramenta de trava da barra de corte, de acordo com um aspecto do presente Pedido, com uma montagem de barra de corte em uma posição afastada em relação ao chassi de plataforma;
[014] a Fig. 3 é uma vista lateral parcial do chassi de plataforma e da ferramenta de trava da barra de corte da Fig. 2, com a montagem de barra de corte em uma posição intermediária em relação ao chassi de plataforma;
[015] a Fig. 4 é uma vista lateral parcial da plataforma e da ferramenta de trava da barra de corte da Fig. 2, com a montagem de barra de corte em uma posição próxima em relação ao chassi de plataforma;
[016] a Fig. 5 é uma vista lateral de uma ferramenta de trava da barra de corte, de acordo com outro aspecto do presente Pedido, engatada com uma montagem articulada para parada inferior da plataforma;
[017] a Fig. 6 é uma vista lateral parcial de um chassi de plataforma e de uma ferramenta de trava da barra de corte, de acordo com outro aspecto do presente Pedido, com uma montagem de barra de corte em uma posição afastada em relação a um chassi de plataforma;
[018] a Fig. 7 é uma vista em perspectiva ampliada da ferramenta de trava da barra de corte e articulação para parada inferior da Fig. 6;
[019] a Fig. 8 é uma vista lateral parcial de um chassi de plataforma e de uma ferramenta de trava da barra de corte, de acordo com outro aspecto do presente Pedido, com uma montagem de barra de corte em uma posição afastada em relação a um chassi de plataforma;
[020] a Fig. 9 é uma vista em perspectiva ampliada da ferramenta de trava da barra de corte e articulação para parada inferior da Fig. 8;
[021] a Fig. 10 é uma vista lateral parcial de um chassi de plataforma, incluindo uma articulação para parada inferior, de acordo com um aspecto do presente Pedido, com uma montagem de barra de corte em uma posição afastada em relação ao chassi de plataforma;
[022] a Fig. 11 é uma vista em perspectiva dianteira de uma ferramenta de trava da barra de corte, de acordo com outro aspecto da presente Pedido, para uso com a articulação para parada inferior da Fig. 10; e
[023] a Fig. 12 é uma vista lateral parcial de um chassi de plataforma e de uma ferramenta de trava da barra de corte, de acordo com o presente Pedido, com uma montagem de barra de corte numa posição próxima em relação ao chassi de plataforma.
DESCRIÇÃO DETALHADA
[024] Será feita agora referência em detalhes a vários aspectos do presente Pedido ilustrado nos desenhos anexos. Sempre que possível, os números de referência iguais ou semelhantes serão usados em todos os desenhos, para se referir a recursos iguais ou semelhantes. Note-se que os desenhos são de forma simplificada e não desenhados em escala exata. Em referência à divulgação neste documento, apenas para fins de conveniência e clareza, termos direcionais, como superior, inferior, esquerda, direita, acima, abaixo e na diagonal, são utilizados em relação aos desenhos anexos. Tais termos direcionais, usados em conjunto com a seguinte descrição dos desenhos, não devem ser interpretados para limitar, de qualquer maneira, o escopo do presente Pedido não explicitamente estabelecido. Além disso, o termo "um(a)", como usado no relatório descritivo, significa "pelo menos um(a)." A terminologia inclui as palavras de maneira específica acima mencionadas, seus derivados e palavras de significado semelhante.
[025] Referindo-se agora aos desenhos, em que aspectos do presente Pedido são mostrados, a Fig. 1 ilustra uma colheitadeira agrícola 10, como uma colheitadeira combinada. A colheitadeira 10 inclui uma plataforma 12 incluindo um chassi ou quadro 13, que é fixado a uma extremidade dianteira 14 da colheitadeira. A plataforma 12 é configurada para cortar culturas e introduzir as culturas cortadas em um alimentador 16, quando a colheitadeira 10 avança sobre um campo de cultura.
[026] A plataforma 12 ainda inclui um piso 18, que é sustentado em proximidade desejada à superfície de um campo de cultura, e uma foice alongada ou barra de corte 20, que se estende transversalmente ao longo de uma borda dianteira do piso 18. A barra de corte 20 é configurada para cortar culturas em preparação para introdução no alimentador 16. Além disso, a plataforma 12 inclui um molinete alongado, transversalmente estendido 22, disposto acima da barra de corte 20. O molinete 22 é rotativo em uma direção adequada para facilitar a introdução de culturas cortadas no alimentador 16. A plataforma 12 ainda inclui um trado rotativo alongado 24, que se estende em estreita proximidade com uma superfície superior 26 do piso 18. O trado 24 é configurado para cooperar com o molinete 22, para transportar culturas cortadas ao alimentador 16, que é configurado para conduzir as culturas corta- das para dentro da colheitadeira 10 para debulha e limpeza. Embora a Figura 1 ilustre uma plataforma, incluindo um sistema transportador helicoidal, deve ficar claro que a plataforma, como alternativa, pode ser configurada para incluir um sistema transportador tipo ‘draper’ou qualquer combinação de sistema transportador tipo trado, draperou outros mais, que possam ser adequados para transportar material de cultura cortado para o alimentador 16.
[027] A barra de corte 20 se estende ao longo de uma borda dianteira 28 do piso 18, e geralmente é delimitada por uma primeira borda lateral 30 e uma segunda borda lateral oposta 32 do piso 18. A barra de corte 20 pode ser configurada para incluir uma primeira montagem de faca reciprocante 34 e uma segunda montagem de faca reciprocante 36 (juntamente com uma faca estacionária não-ilustrada). Os mecanismos reciprocantes de tais montagens de faca são conhecidos na arte e uma descrição mais detalhada de sua estrutura, função e operação não é necessária para uma compreensão completa do presente Pedido. No entanto, um mecanismo reciprocante convencional aplicável à montagem de faca do presente Pedido é divulgado na Patente dos E.U.A. n° 8.151.547, cuja divulgação completa é incorporada por referência neste documento.
[028] As Figs. 2-4 ilustram vistas parciais de uma plataforma de colheitadeira agrícola 112, de acordo com o presente Pedido. Em particular, a plataforma 112 inclui um chassi 113 e uma montagem de barra de corte 140 estendendo-se a partir do chassi. A montagem de barra de corte 140 inclui uma barra de corte 120 e um braço flexível ou braço de suporte 142. O braço flexível tem uma extremidade 144 conectada, de modo articulável, ao chassi no pivô 146 e uma extremidade oposta 148 conectada na barra de corte. A plataforma 112 ainda inclui uma montagem articulada para parada inferior 150, que conecta o braço flexível 142 ao chassi 113 sobre uma seção central ou região central 152 do braço flexível. A montagem articulada para parada inferior limita o movimento descendente do braço flexível 142 e, portanto, a barra de corte 120, em relação ao chassi de plataforma 113. A montagem articulada para parada inferior 150 inclui uma articulação para parada inferior 154 formada, por exemplo, como um elo ou corpo alongado. A articulação para parada inferior tem uma extremidade conectada a um dentre o chassi de plataforma 113 e o braço flexível 142, e uma extremidade oposta ligada, de modo articulável e deslizante, ao outro dentre o chassi de plataforma e o braço flexível. Por exemplo, o elo ou corpo alongado 154 tem uma primeira extremidade 156 unida, de modo articulável, ao chassi 113 no pivô 156a e uma segunda extremidade ranhurada 158 oposta à primeira extremidade unida, de modo articulável e deslizante, ao braço flexível 142 através de uma ranhura 158a, dentro de qual é acolhido um cubo ou bossa 158b conduzido pelo braço flexível 142 para guiar o movimento, ou produzir movimento de carne contra a montagem articulada para parada inferior, quando a montagem de barra de corte se move entre as primeira e segunda posições, conforme abaixo descrito.
[029] A montagem articulada para parada inferior 150 inclui a articulação para parada inferior 154, um prendedor ou elemento de fixação 160 (Fig. 4) e um elemento de engate 162, que pode assumir uma variedade de configurações, conforme descrito mais detalhadamente abaixo. No aspecto representado nas Figs. 2-4, o elemento de engate é construído como uma saliência 162 (Fig. 3) estendendo-se substancialmente perpendicularmente a um eixo longitudinal A da articulação para parada inferior. A título de exemplo, referindo-se à Fig. 10, em conformidade com outro aspecto, o elemento de engate é uma abertura ranhurada 509, formada dentro do corpo da articulação para parada inferior 154.
[030] O prendedor 160 é operável para engatar, de modo destacável, a articulação para parada inferior 154 com o chassi 113. De acordo com um aspecto, o prendedor 160 pode ser um pino de trava ou outro elemento que possa ser acolhido, de modo destacável, em aberturas alinháveis e cooperantes 166 e 168 (Fig. 2) fornecidas na articulação para parada inferior 154 e chassi 113, respectivamente. Após o alinhamento das aberturas 166, 168, o prendedor 160 é inserido nas aberturas alinhadas, como mostrado na Fig. 4, para travar a montagem de barra de corte em relação ao chassi 113.
[031] Referindo-se novamente às Figs. 2-4, a plataforma 112 ainda inclui uma ferramenta de trava 170. De acordo com um aspecto, a ferramenta de trava inclui uma parte de engate 172 configurada para engatar uma parte da montagem articulada para parada inferior 150 da montagem de barra de corte 140. De maneira específica, a parte de engate envolve o elemento de engate 162 da montagem articulada para parada inferior. Adicionalmente, a ferramenta de trava inclui um corpo alongado ou manipulo 174 estendendo-se desde a parte de engate 172, que pode ser agarrado por um operador para aplicar um torque na montagem articulada para parada inferior. A magnitude do torque, que pode ser gerada pelo corpo alongado 174, é suficiente para mover a montagem de barra de corte, ou seja, levantar e abaixar a montagem de barra de corte em relação ao chassi.
[032] As Figs. 2-4 mostram sequencialmente a ferramenta de trava 170, como ela apareceria, ao se erguer a montagem de barra de corte 140, de uma primeira posição afastada para uma segunda posição próxima em relação ao chassi de plataforma 113. Ou seja, a montagem articulada para parada inferior 150 é posicionável entre as primeira e segunda posições. Na primeira posição (Fig. 2), a barra de corte 120 é posicionada afastada de uma extremidade dianteira 113a do chassi 113. Na segunda posição (Fig. 4), a barra de corte é posicionada próxima à extremidade dianteira do chassi. Em uma posição intermediária (Fig. 3), a barra de corte 120 é posicionada entre as posições afastada e próxima em relação à extremidade dianteira 113a do chassi. A montagem articulada para parada inferior pode ser reposicionada da primeira posição ou da segunda posição, através da aplicação de força suficiente sobre a ferramenta de trava, que é convertida em torque no pivô 156a. Mediante posicionamento da montagem articulada para parada inferior, da primeira posição para a segunda posição, a montagem de barra de corte 140 pode ser fixada em uma posição fixa em relação ao chassi 113, inserindo o prendedor 160 nas aberturas alinhadas 166, 168. Da mesma forma, quando se deseja liberar a montagem articulada para parada inferior da segunda posição e colocá-la na primeira posição, torque é novamente aplicado na montagem articulada para parada inferior através do manipulo 174, o pino de trava é removido das aberturas 166, 168 e a montagem de barra de corte 140 é permitida baixar sob seu próprio peso.
[033] Como pode ser visto na Fig. 2, a parte de engate 172 da ferramenta de trava 170 inclui uma garra 176 tendo um estreitamento 178 para acolher a montagem articulada para parada inferior 150. De acordo com um aspecto, a garra pode incluir uma parte de corpo oco 180 (Fig. 4) incluindo roscas, uma ranhura em J ou coisa parecida, para engajar e acolher, de modo destacável, o corpo alongado 174.
[034] Referindo-se à Fig. 5, é mostrado outro aspecto da ferramenta de trava, de acordo com o presente Pedido. A ferramenta de trava, identificada como 270, inclui uma parte de engate 272 e um corpo alongado ou manipulo 274 estendendo- se desde a parte de engate. A parte de engate inclui uma garra 276 definindo um estreitamento 278 para acolher um elemento de engate de uma montagem articulada para parada inferior 250. Neste aspecto, o elemento de engate da montagem articulada para parada inferior é a extremidade da montagem articulada para parada inferior 250 próxima ao braço de suporte. Ou seja, o perfil externo da articulação para parada inferior 254 forma o elemento de engate, que é engatado pela ferramenta de trava. Como pode ser visto na Fig. 5, o estreitamento 278 da garra 276 envolve o elemento de engate e força é aplicada em um sentido horário (como mostrado na Fig. 5), ou numa direção para baixo, sobre o corpo alongado ou manipulo da ferramenta 274, para pivotar a articulação para parada inferior 254 sobre o pivô 256a, enquanto que movendo, de modo deslizante e articulável, o elo 254 através de interação de um cubo ou bossa 258a fornecido no braço de suporte 242 dentro ranhura 258b do elemento de engate. Quando a montagem articulada para parada inferior atinge a segunda posição ou posição próxima em relação ao chassi 213, um prendedor não-ilustrado pode ser inserido em uma abertura não-ilustrada prevista na articulação para parada inferior 254 e uma abertura 268 no chassi 213 semelhante à forma acima descrita em relação às Figs. 2-4, para segurar a barra de corte não- ilustrada na segunda posição.
[035] Como representado na Fig. 5, a garra 276 da ferramenta de trava 270 se situa em uma extremidade do manipulo 274 e se estende em ângulo em relação ao manipulo. A garra 276 inclui um par de elementos de garra espaçados 276a, 276b, que são configurados para engatar intimamente superfícies superior e inferior ou partes laterais da articulação para parada inferior 254. Ou seja, elementos de garra 276a, 276b são, de preferência, espaçados a uma distância ligeiramente maior que a largura da articulação para parada inferior 254 entre suas superfícies superior e inferior ou partes laterais, a fim de minimizar a possibilidade de deslizamento da ferramenta de trava 270 do elemento de engate durante giros da ferramenta. Conforme ilustrado, a extremidade da articulação para parada inferior 254, que é engatada pela garra 276 da ferramenta de trava 270, pode ser de formato curvo. Neste caso, o estreitamento 278 da garra 276 pode ser substancialmente em forma de U, para fornecer um ajuste conjugado firme e estreito entre a garra e o elemento de engate. Deve ficar claro, no entanto, que a extremidade do elemento de engate 280 pode assumir outros formatos, tais como retilíneo ou uma combinação de retilíneo e curvilíneo, e que o estreitamento 278 da garra 276 pode ser correspondentemente moldado para acolher, de modo substancialmente coincidente, o elemento de engate. Além disso, embora mostrada como estendida substancialmente perpendicular ao manipulo 274, a garra 276 pode se projetar em um ângulo maior que zero graus, um ângulo agudo ou um ângulo obtuso em relação ao manipulo.
[036] As Figs. 6 e 7 mostram uma montagem articulada para parada inferior 350 e ferramenta de trava 370, em conformidade com outro aspecto do presente Pedido. A montagem articulada para parada inferior 350 inclui uma articulação para parada inferior 354 e um elemento de fixação não-ilustrado semelhante ao elemento de fixação 160 da FIG. 4. De acordo com esse aspecto, a ferramenta de trava 370 é configurada, como mostrado nas Figs. 6 e 7, e inclui uma garra 376 integralmente ligada a um corpo alongado ou manipulo 374. A garra é uma garra alongada definindo um plano e tendo uma base alongada 384 para acoplar a montagem articulada para parada inferior 350. De maneira específica, pelo menos uma parte da base alongada 384 acopla um lado inferior da articulação para parada inferior 354. A garra 376 inclui uma primeira extremidade 386 estendendo-se desde a base alongada num primeiro sentido, que é uma direção substancialmente oposta à direção, em que o corpo alongado ou manipulo 374 da ferramenta 370 se estende desde a base alongada 384. A primeira extremidade 386 da garra 376 tem uma parte curva ou de formato crescente 388 estendida até o meio, ou seja, até um plano central, da garra definindo um estreitamento 378 (Fig. 6), para acolher uma saliência 389 fornecida numa primeira extremidade 390 da montagem articulada para parada inferior (Fig. 7). Conforme ilustrado, o estreitamento 378 tem uma abertura voltada para uma direção perpendicular a um eixo longitudinal do manipulo 374, isto é, em direção a uma segunda extremidade 392 da base alongada (embora a abertura de estreitamento possa ser disposta em qualquer ângulo em relação ao eixo longitudinal do manipulo). A segunda extremidade 392 se estende desde a base alongada 384 sobre uma extremidade oposta à primeira extremidade 386, em uma segunda direção, a um ângulo em relação à base alongada para se encostar em um lado inferior 394 da articulação para parada inferior 354 da montagem articulada para parada inferior 350. De maneira específica, como melhor mostrado na Fig. 7, a segunda extremidade 392 da base alongada 384 se estende para longe da primeira extremidade 386 e é direcionada em ângulo, em relação ao plano da garra 376. Como mostrado na Fig. 7, a segunda extremidade 392 é inclinada em direção ao braço de suporte 342, a fim de proporcionar uma superfície de encosto, para entrar em contato com o lado inferior 394 da articulação para parada inferior 354. De maneira alternativa, em vez de uma segunda extremidade angular 392, uma saliência pode ser fornecida sobre a articulação para parada inferior 354 ou a ferramenta 370, para alcançar o efeito de-sejado. Ou seja, a articulação para parada inferior pode ter uma saliência projetada para fora, cuja parte inferior pode ser engatada pela ferramenta, ou a ferramenta pode ter uma saliência projetada para dentro, que acopla o lado inferior da articulação para parada inferior. Em qualquer caso, aplicar força ao manipulo ou corpo alongado 374 de forma semelhante àquela mostrada nas Figs. 2-4 resulta em um torque sendo aplicado à articulação para parada inferior 354, que permite à montagem de barra de corte 340 ser erguida de uma primeira posição afastada ao chassi 313 para uma segunda posição próxima ao mesmo, em cujo ponto ela pode ser travada, de modo destacável.
[037] As Figs. 8 e 9 mostram uma montagem articulada para parada inferior 450 e ferramenta de trava 470, de acordo com outro aspecto do presente Pedido. De acordo com esse aspecto, a parte de engate 472 da ferramenta de trava inclui uma base 484 e uma primeira extremidade 486 estendendo-se desde a base. A primeira extremidade inclui uma abertura 496 para acolher a primeira parte 498 da montagem articulada para parada inferior. A parte de engate da ferramenta de trava tem, adicionalmente, uma segunda extremidade 492 se estendendo desde a base e configurada para confinar uma segunda parte 401 da montagem articulada para parada inferior espaçada da primeira parte 498. Como visto nas Figs. 8 e 9, a primeira extremidade 486 se estende desde a base ao longo de um primeiro plano e a segunda extremidade 492 inclui um elemento de encosto 403 estendendo-se desde a base ao longo de um segundo plano substancialmente perpendicular ao primeiro plano e configurado para confinar a segunda parte 401 da montagem articulada para parade inferior. A segunda extremidade 492 inclui um estreitamento, que se curva a cerca de 90° a partir do primeiro plano da base, assim que o elemento de encosto 403 se estende substancialmente perpendicular à primeira extremidade 486. O elemento de encosto 403 também se estende ainda mais para cima do estreitamento, assim que uma abertura substancialmente em forma de U é formada entre o elemento de encosto 403 e uma parede lateral central do primeiro elemento. A base da abertura em forma de U é posicionada mais abaixo na parte de engate, do que a abertura 496. Além disso, a distância entre a abertura 496 e o elemento de encosto 403 é dimensionada para ser substancialmente a mesma que o espaçamento entre a primeira parte 498 e a superfície inferior da articulação para parada inferior. Assim, em operação, quando a ferramenta de trava engata a primeira parte 498, o elemento de encosto engata um lado inferior da articulação para parada inferior próxima à extremidade da articulação para parada inferior em frente à primeira parte 498, para que uma força descendente sobre a ferramenta de trava produza um torque sobre a articulação para parada inferior, para aumentar ou diminuir o braço de suporte.
[038] As Figs. 10 e 11 mostram, respectivamente, uma montagem articulada para parada inferior 550 e ferramenta de trava 570, de acordo com outro aspecto do presente Pedido. Conforme ilustrado na Fig. 11, a parte de engate 572 da ferramenta de trava 570 tem uma base plana 584 com uma primeira superfície principal 505. Um cubo 507 se estende ou se projeta a partir da primeira superfície principal. O cubo 507 é configurado para se engatar com uma abertura de formato correspondente 509 fornecida sobre a articulação para parada inferior 554 da montagem articulada para parada inferior. Ou seja, o cubo 507 é inserido na abertura 509, através do qual, o operador pode aplicar uma força suficiente à parte de corpo alongado ou manipulo 574 (Fig. 11), para aplicar um torque para girar a articulação para parada inferior 554, para levantar a montagem de barra de corte 540 (Fig. 10), de uma primeira posição abaixada para uma segunda posição levantada em relação ao chassi 513. Embora mostrado como de formato substancialmente retangular, deve ficar claro que o cubo 507 e a abertura 509 podem assumir qualquer formato retilíneo, curvilíneo ou combinação de retilíneo e curvilíneo, além de um círculo. No presente exemplo, o cubo é um cubo retangular tendo um eixo longitudinal substancialmente paralelo ao eixo longitudinal do manipulo. Deve ser ainda entendido, que mais de um cubo pode se projetar da parte de engate da ferramenta de trava, cujos cubos serão capazes de ser acolhidos em um número correspondente de aberturas fornecidas sobre a articulação para parada inferior. Além disso, conforme mostrado, a abertura 509 é posicionada entre uma primeira extremidade da articulação para parada inferior unida, de modo articulável, ao chassi e uma ranhura da articulação para parada inferior unida, de modo articulável, ao braço de suporte 540. No entanto, a(s) abertura(s) acolhedora(s) de cubo pode(m) ser localizada(s) em qualquer lugar ao longo da articulação para parada inferior.
[039] Como discutido acima, o levantamento e travamento manual de uma barra de corte são uma tarefa trabalhosa e demorada, que muitas vezes é difícil para uma pessoa executar. A este respeito, muitas vezes é necessário, em muitas plataformas, aplicar pelo menos 244 N.m (180 Ibs-pés) de torque a um braço de suporte, para erguer a montagem articulada para parada inferior a uma distância suficiente, segundo a qual, o trabalhador possa inserir um prendedor nas aberturas cooperantes do chassi de plataforma e da montagem articulada para parada inferior. Essa tarefa deve ser repetida para cada braço de suporte, que é fornecido na plataforma. Visto que plataformas convencionais podem incluir até 10-16 braços de suporte, deve ser percebido que posicionar e fixar a barra de corte em uma posição travada po-de ser um desafio para muitos trabalhadores.
[040] Ferramentas de trava e montagens de articulação para parada inferior cooperantes do presente Pedido reduzem extremamente a quantidade de esforço que um trabalhador deve gastar ao colocar uma barra de corte em uma posição tra-vada em relação a um chassi de plataforma. Ou seja, as ferramentas de trava e montagens de articulação para parada inferior do presente objeto permitem que o trabalhador aplique torque de elevação considerável ao pino do braço de suporte, através da montagem articulada para parada inferior, em vez de fisicamente levantar o braço de suporte em si. As partes de manipulo ou corpo alongado das ferramentas de trava são de comprimento controlável suficiente para produzir torque substancial na montagem articulada para parada inferior. A título de exemplo, mas não de limitação, os corpos alongados das ferramentas de trava divulgados neste documento têm comprimentos que, quando combinados com o movimento da articulação para parada inferior, são desejavelmente suficientes para produzir um torque de cerca de 271 N.m (200 libras-pés), com a barra de corte para baixo, a cerca de 1084,65 N.m (800 libras-pés), com a barra de corte para cima, para mover eficazmente a montagem de barra de corte. Desta forma, um trabalhador pode elevar um braço de suporte com relativa facilidade usando uma das mãos, enquanto que introduzindo o prendedor ou pino de trava com a outra.
[041] De acordo com um aspecto, o presente Pedido contempla a utilização de ferramentas de trava, que produzem considerável vantagem mecânica em comparação com levantamento manual convencional dos braços de suporte. Referindo- se à Fig. 12, é mostrada uma vista lateral parcial do chassi de plataforma 113 e uma ferramenta de trava 170 das Figs. 2-4, com a montagem de barra de corte 140 em uma posição próxima em relação ao chassi de plataforma e retratando certos parâmetros dimensionais, para determinar a vantagem mecânica produzida pela ferramenta de trava. De acordo com o presente Pedido, a vantagem mecânica na posição superior de trava pode ser calculada da seguinte forma: Comprimento da ferramenta x Distância do pivô de braço ao pino : 1 a. Distância do pino Comprimento do braço
[042] No exemplo não-limitativo ilustrado, o comprimento da ferramenta é de 600 milímetros (cerca de 24 polegadas), a distância do pino é de 44 milímetros, a distância do pivô do braço de suporte ao pino é de 350 milímetros e o comprimento do braço de suporte é de 900 mm. A vantagem mecânica alcançada pela ferramenta de trava com um comprimento de 600 mm em uma montagem articulada para parada inferior e barra de corte, como acima dimensionada, será calculada da seguinte forma: (600/44)(350/900) ou cerca de 5,3:1. Em comparação com ferramentas convencionais, por exemplo, uma barra de alavanca, para alcançar semelhante vantagem mecânica usando a barra de alavanca, estima-se que tal bar precise ser de cerca de 4,57 m (15 pés) de comprimento, o que exigiria, necessariamente, a assistência de outra pessoa para manipular a barra de alavanca, quando um trabalhador inserir ou retirar os pinos de trava das articulações para parada inferior e chassi de plataforma. Embora o exemplo acima resulte em uma vantagem mecânica de cerca de 5,3:1, as presentes formas de realização do presente Pedido podem produzir vantagens mecânicas de pelo menos cerca de 4:1 ou maior.
[043] Além da montagem de plataforma e ferramentas de trava acima descritas, o presente Pedido fornece um método para reposicionar uma montagem de barra de corte de uma plataforma de uma colheitadeira agrícola. De acordo com o método, a plataforma inclui um chassi e uma montagem de barra de corte estendendo- se a partir do chassi. A montagem de barra de corte inclui um braço de suporte, ten-do uma extremidade unida, de modo articulável, ao chassi e uma extremidade oposta conectada a uma barra de corte. O método inclui o ato de conectar o braço de suporte ao chassi sobre uma região central do braço de suporte, com uma montagem articulada para parada inferior posicionável entre as primeira e segunda posições. Na primeira posição, a barra de corte é posicionada afastada de uma extremidade dianteira do chassi e, na segunda posição, a barra de corte é posicionada próxima à extremidade dianteira do chassi. Uma ferramenta de trava é acolhida pela, e engatável com a, montagem articulada para parada inferior, para aplicar um torque à montagem articulada para parada inferior. Em seguida, a montagem articulada para parada inferior é reposicionada a partir da primeira posição ou da segunda posição, após a aplicação do torque.
[044] O método também implica em fixar a montagem de barra de corte em uma posição fixa, em relação ao chassi, após o reposicionamento da montagem articulada para parada inferior, da primeira posição para a segunda posição, ao acolher um pino de trava em aberturas cooperantes na montagem articulada para parada inferior e o chassi. O torque aplicado necessário para levantar a montagem de barra de corte é de cerca de 244,05 N.m (180 Ibs-pés) e o ato de aplicar o torque na articulação para parada inferior, aplicando uma força sobre a ferramenta de trava, resulta em uma vantagem mecânica pelo menos 4:1. Foi observado, que realizar tal método com respeito a colheitadeiras agrícolas equipadas com articulações para parada inferior resulta em um único trabalhador ser capaz de travar, fácil e rapidamente, uma barra de corte em relação ao chassi de plataforma, superando, assim, as deficiências de trabalho e tempo excessivos associadas à prática convencional de levantar manualmente os braços de suporte.
[045] Deve ser percebido pelas pessoas qualificadas na arte, que alterações podem ser feitas nos aspectos acima descritos, sem se afastar de seu amplo conceito inventivo. Deve ficar claro, portanto, que o presente Pedido não é limitado aos aspectos particulares divulgados, mas se destina a cobrir modificações dentro do espírito e âmbito do presente Pedido, conforme definidos pelas reivindicações acrescentadas.

Claims (20)

1. Método para reposicionar uma montagem de barra de corte (140) de uma plataforma de uma colheitadeira agrícola, CARACTERIZADO pelo fato de que a plataforma (142) compreende um chassi (113), a montagem de barra de corte (140) se estendendo a partir do chassi (113), a montagem de barra de corte (140) compreendendo uma barra de corte (120) e um braço de suporte (142) tendo uma extremidade, uma extremidade oposta, e uma região central (152), a extremidade oposta conectada a uma barra de corte (120), e pelo fato do método compreender as etapas de: conectar a extremidade do braço de suporte ao chassi (113); conectar a região central (152) do braço de suporte (142) ao chassi (113) através da montagem articulada para parada inferior (150) posicionável entre as primeira e segunda posições, onde, na primeira posição, a barra de corte (120) é posicionada afastada de uma extremidade dianteira do chassi (113a) e, na segunda posição, a barra de corte (120) é posicionada próxima à extremidade dianteira do chassi (113a); engatar uma ferramenta de trava (170) com a montagem articulada para parada inferior (150), para aplicar um torque à montagem articulada para parada inferior (150) através da ferramenta de trava (170); e reposicionar a montagem articulada para parada inferior (150) a partir da primeira posição ou da segunda posição, após aplicação do torque.
2. Método, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de ainda compreender a etapa de fixar a montagem de barra de corte (140) em uma posição fixa em relação ao chassi (113), após o reposicionamento da montagem articulada para parada inferior (150), tanto da primeira posição, quanto da segunda posição.
3. Método, de acordo com a reivindicação 2, CARACTERIZADO pelo fato de a etapa de fixação compreender adicionalmente posicionar um pino de trava em aberturas cooperantes (166, 168) na montagem articulada para parada inferior (150) e no chassi (113).
4. Método, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que a etapa de aplicar o torque à montagem articulada para parada inferior (150) através da ferramenta de trava (170) compreende aplicar um torque de cerca de 271 N.m (200 Ibs-pés) a cerca de 1084,65 N.m (800 Ibs-pés) através da ferramenta de trava (170).
5. Método, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que a etapa de aplicar o torque à montagem articulada para parada inferior (150) através da ferramenta de trava (170) compreende aplicar uma força sobre a ferramenta de trava (170), resultando em uma vantagem mecânica de pelo menos 4:1 para mover a montagem de barra de corte (140).
6. Método, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de a montagem articulada para parada inferior (150) compreender um elo unido de modo articulável conectável a um dentre o chassi (113) e o braço de suporte (142), e ligada de modo deslizante a outro dentre o chassi (113) e o braço de suporte (142), em que a etapa de conectar a região central (152) do braço de suporte (142) ao chassi (113) através da montagem articulada para parada inferior (150) compreende as etapas de: conectar de modo articulável o elo a um dentre o chassi (113) e o braço de suporte (142); e conectar de modo deslizante o elo ao outro dentre o chassi (113) e o braço de suporte (142); por meio do que a montagem articulada para parada inferior (150) limita movimento do braço de suporte (142), relativo ao chassi (113).
7. Método, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO fato de que a ferramenta de trava (170) compreende uma parte de engate (172) compreendendo uma garra com um estreitamento para engatar a montagem articulada para parada inferior (150), a etapa de engatar a ferramenta de trava (170) com a montagem articulada para parada inferior (150) compreendendo o engate da garra da parte de engate (172) da ferramenta de trava com a montagem articulada para parada inferior (150).
8. Método, de acordo com a reivindicação 7, CARACTERIZADO pelo fato de que a garra é uma garra alongada tendo: uma base alongada compreendendo: uma primeira extremidade se estendendo da base alongada, a primeira extremidade tendo uma parte curva estendendo-se medialmente da garra definindo o estreitamento para engatar uma extremidade da montagem articulada para parada inferior; e uma segunda extremidade oposta à primeira extremidade, a segunda extremidade se estendendo da base alongada em um ângulo em relação à base alongada, em que a etapa de engatar a ferramenta de trava (170) com a montagem articulada para parada inferior (150) compreende engatar o estreitamento da ferramenta de trava (170) com a extremidade da montagem articulada para parada inferior.
9. Método, de acordo com a reivindicação 8, CARACTERIZADO pelo fato de que a parte curva da primeira extremidade se estende a partir da base alongada em uma primeira direção e a segunda extremidade se estende a partir da base alongada em uma segunda direção.
10. Método, de acordo com a reivindicação 7, CARACTERIZADO pelo fato de que a ferramenta de trava compreende ainda um corpo alongado e em que a parte de engate (172) inclui ainda uma parte de corpo oco (180) para engatar e receber de modo destacável o corpo alongado.
11. Método, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que a montagem articulada para parada inferior (150) compreende uma abertura e a ferramenta de trava compreende uma parte de engate (172) compreendendo uma base plana e um cubo (158b) que se estende a partir de uma primeira superfície principal da base plana para engatar na abertura da montagem articulada para parada inferior.
12. Método para reposicionar uma montagem de barra de corte (140) de uma plataforma de uma colheitadeira agrícola, CARACTERIZADO pelo fato de que a plataforma (112) compreende um chassi (113), a montagem de barra de corte (140) se estendendo do chassi (113), a montagem de barra de corte (140) compreendendo uma barra de corte (120) e um braço de suporte (142) tendo uma primeira extremidade e uma segunda extremidade, a segunda extremidade conectada à barra de corte (120), o método compreendendo as etapas de: conectar a primeira extremidade do braço de suporte ao chassi (113); conectar o braço de suporte (142) ao chassi (113) por meio de uma montagem articulada para parada inferior (150) com uma primeira extremidade e uma segunda extremidade conectando de forma articulada a primeira extremidade da montagem articulada para parada inferior a um dos braços de suporte e ao chassi (113) e conectando de forma articulada e deslizante a segunda extremidade da montagem articulada para parada inferior a outro dentre o braço de suporte (142) e o chassi (113), em que a montagem articulada para parada inferior (150) é posicionável entre a primeira e a segunda posições e em que na primeira posição a barra de corte (120) é posicionada afastada a uma extremidade dianteira do chassi (113a) e, na segunda posição, a barra de corte (120) é posicionada próxima à extremidade dianteira do chassi (113a); engatar uma ferramenta de trava (170) com a montagem articulada para parada inferior (150); aplicar um torque a montagem articulada para parada inferior (150) por meio da ferramenta de trava (170); e reposicionar a montagem articulada para parada inferior (150) da primeira posição ou da segunda posição após a aplicação do torque.
13. Método, de acordo com a reivindicação 12, CARACTERIZADO pelo fato de que compreende ainda uma etapa de fixar a montagem de barra de corte (140) em uma posição fixa em relação ao chassi (113) após o reposicionamento da montagem articulada para parada inferior (150) da primeira posição ou da segunda posição.
14. Método, de acordo com a reivindicação 13, CARACTERIZADO pelo fato de a etapa de fixação compreender adicionalmente posicionar um pino de trava em aberturas cooperantes (166, 168) na montagem articulada para parada inferior (150) e no chassi (113).
15. Método, de acordo com a reivindicação 12, CARACTERIZADO pelo fato de que a ferramenta de trava (170) compreende uma parte de engate (172) compreendendo uma garra com um estreitamento para engatar a montagem articulada para parada inferior (150), a etapa de engatar a ferramenta de trava (170) com a montagem articulada para parada inferior (150) compreendendo o engate da garra da parte de engate (172) da ferramenta de trava com a montagem articulada para parada inferior (150).
16. Método, de acordo com a reivindicação 15, CARACTERIZADO pelo fato de que a garra é uma garra alongada tendo: uma base alongada compreendendo: uma primeira extremidade se estendendo da base alongada, a primeira extremidade tendo uma parte curva estendendo-se medialmente da garra definindo o estreitamento para engatar uma extremidade da montagem articulada para parada inferior; e uma segunda extremidade oposta à primeira extremidade, a segunda extremidade se estendendo da base alongada em um ângulo em relação à base alongada, em que a etapa de engatar a ferramenta de trava (170) com a montagem articulada para parada inferior (150) compreende engatar o estreitamento da ferramenta de trava com a extremidade da montagem articulada para parada inferior (150).
17. Método, de acordo com a reivindicação 16, CARACTERIZADO pelo fato de que a parte curva da primeira extremidade se estende a partir da base alongada em uma primeira direção e a segunda extremidade se estende a partir da base alongada em uma segunda direção.
18. Método, de acordo com a reivindicação 12, CARACTERIZADO pelo fato de que a montagem articulada para parada inferior (150) compreende uma articulação para parada inferior (154) compreendendo uma ranhura (158a) e em que a conexão articulada e deslizante da segunda extremidade da montagem articulada para parada inferior (150) a outro dentre o braço de suporte (142) e o chassi (113) compreende conectar de forma articulada e deslizante a ranhura (158a) da articulação de parada inferior a outro dentre o braço de suporte (142) e o chassi (113).
19. Método, de acordo com a reivindicação 18, CARACTERIZADO pelo fato de que o braço de suporte (142) compreende um cubo (158b) e conectar de forma articulada e deslizante a ranhura (158a) da articulação de parada inferior com o outro dentre o braço de suporte (142) e o chassi (113) compreende conectar de forma articulada e deslizante a ranhura (158a) da articulação para parada inferior com o cubo (158b) do braço de suporte (142).
20. Método para reposicionar um montagem de barra de corte (140) de uma plataforma de uma colheitadeira agrícola, CARACTERIZADO pelo fato de que a plataforma (112) compreende um chassi (113), a montagem de barra de corte (140) se estendendo a partir do chassi (113), a montagem de barra de corte (140) compreendendo uma barra de corte (120) e um braço de suporte (142) tendo uma primeira extremidade e uma segunda extremidade, a segunda extremidade conectada à barra de corte (120), o método compreendendo as etapas de: conectar a primeira extremidade do braço de suporte ao chassi (113); conectar o braço de suporte (142) ao chassi (113) por meio de uma montagem articulada para parada inferior (150) que possui uma primeira extremidade e uma segunda extremidade conectando de forma articulada a primeira extremidade da montagem articulada para parada inferior ao chassi (113) e conectando de forma articulada e deslizante a segunda extremidade da montagem articulada para parada inferior ao braço de suporte (142), em que a montagem articulada para parada inferior (150) é posicionável entre a primeira e a segunda posições, e em que na primeira posição a barra de corte (120) é posicionada afastada a uma extremidade dianteira do chassi (113a) e na segunda posição a barra de corte (120) é posicionada próxima à extremidade dianteira do chassi (113a); engatar uma ferramenta de trava (170) com a montagem articulada para parada inferior (150); aplicar um torque à montagem articulada para parada inferior (150) por meio da ferramenta de trava (170); e reposicionar a montagem articulada para parada inferior (150) da primeira posição ou da segunda posição após a aplicação do torque
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