PT9364U - Caixote do lixo - Google Patents
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Description
DESCRIÇÃO CAIXOTE DE LIXO" O presente modelo refere-se a um caixote de lixo e, mais propriamente, a um caixote de lixo para uso de tipo doméstico ou análogo, designadamente para escritórios ou outros locais onde o volume diário de resíduos não seja muito significativo.
Trata-se de um caixote de lixo que permite a recolha de lixo seleccionado por categorias, podendo, assim, ser usado para a recolha de lixos específicos em pequenas quantidades, mesmo em indústrias dotadas de dispositivos que permitam o tratamento à parte dos resíduos resultantes do processo produtivo. É, por exemplo, o caso de uma serralharia mecânica automatizada onde pode haver um sistema próprio para a recolha do lixo industrial gerado pelo processo produtivo propriamente dito, designadamente para as limalhas e outros desperdícios resultantes do corte de metais, coexistindo com caixotes de lixo do presente tipo, destinados a recolher outro tipo de lixos classificados, tais como, papéis, garrafas plásticas de refrigerantes, vidros, etc.
Os caixotes de lixo de uso doméstico e afins são objectos que, apesar de imprescindíveis, se têm mantido praticamente inalteráveis no seu funcionamento ao longo dos tempos.
Com efeito, não obstante variarem mais ou menos significativamente em termos estéticos, os caixotes do lixo de uso doméstico, de um modo geral, são constituídos por um único receptáculo. Os mais simples são constituídos apenas por tal receptáculo e por uma tampa de fecho,
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outros, mais elaborados, são dotados de uma tampa de abertura mecânica, seja por accionamento de uma porta de um armário onde o caixote do lixo é previamente instalado, seja pela actuação num pedal existente num invólucro rígido dotado de tampa articulada onde o caixote do lixo propriamente dito é inserido.
Conhecem-se ainda, agora a nivel da recolha de grandes volumes de resíduos, contentores de formas variadas para a recolha selectiva de lixos, de que os mais vulgarizados são os tradicionalmente designados por vidrões, os quais apresentam a forma de uma campânula de grande dimensão.
Outros dispositivos de uso semi-industrial existem, para recolha de outros tipos de lixos, mas, de um modo geral, todos apresentam grandes dimensões e forma cilíndrica ou paraielepipédica com aberturas laterais por onde os utilizadores introduzem o lixo do tipo a que tais colectores se destinam.
Por vezes esses colectores são agrupados num local na proximidade uns dos outros, de modo a recolherem lixos de tipo diferente, sendo tais locais usualmente designados por ecocentros. Não obstante as boas intenções subjacentes a tais ecocentros, enquanto meios de ajuda à selecção de lixos e à preservação ambiental, o certo é que eles são pouco uti1izados.
Um dos problemas inerentes à fraca utilização de tais ecocentros reside no facto de obrigarem à prévia selecção dos lixos no local onde os mesmos são criados, isto é, nas habitações, locais de trabalho, etc.
Ora, os caixotes do lixo tradicionais são inadequados à recolha seleccionada de lixos na fonte, por serem a constituídos por um só recipiente. Por outro lado, utilização de vários caixotes do lixo tradicionais lado a lado, com o fim de recolherem lixos de tipo distinto, é pouco prática, tanto mais que a exiguidade das casas e apartamentos dos nossos dias torna-a inviável, pelo espaço que ocupam.
Na tentativa de resolver tal tipo de problemas foram desenvolvidos, mais recentemente, os dispositivos constantes dos documentos US 5,242,220 e US 5,607,112. O primeiro, inclui uma caixa exterior com uma pluralidade de receptáculos em coluna, cada um deles destinado a receber um saco do lixo, dispostos horizontalmente, estando dotado de mecanismos de deslizamento que permitem a cada receptáculo ser puxado para fora da caixa exterior para extracção do respectivo saco do lixo. 0 segundo é um centro de reciclagem de lixo dotado de um mecanismo de esmagamento, que processa o lixo, e de um mecanismo de accionamento de recipientes deslizantes que os coloca alternadamente sob o outro mecanismo consoante o tipo de lixo esmagado.
Contudo, em qualquer de tais casos, os dispositivos são insusceptíveis de evoluir de modo a, depois de adquiridos pelo consumidor, poderem crescer pela introdução de recipientes adicionais que permitam ir refinando, sucessivamente, a separação dos materiais.
Ora, uma vez que os sistemas centrais de recolha do lixo seleccionado geralmente são implementados por fases, e que, tendencialmente, os caixotes do lixo do tipo dos descritos nos documentos citados são proporcionalmente muito mais caros do que os simples caixotes individuais tradicionais, há toda a conveniência em não obrigar os consumidores a adquirirem um dispositivo caro (inicialmente sobredimensionado) ou um outro que ulteriormente terá de ser integralmente substituído por falta de recipientes suficientes para a especificidade da selecção pretendida.
Por outro lado, os dois dispositivos descritos naqueles documentos, ao recorrerem a caixas exteriores integrais, dificultam a limpeza do seu interior. 0 caixote de lixo segundo o presente modelo é de constituição modular, sendo os vários módulos dispostos em coluna e cada um deles constituído por um recipiente deslizante, autónomo e dotado de pega(s).
Uma estrutura, preferencialmente constituída por prumos laterais unidos por superfícies intermédias que servem de tampas fixas aos recipientes deslizantes, permite que tais recipientes sejam empilhados em coluna e deslizem nas referidas tampas fixas ou em calhas preferencialmente a elas unidas, sendo a parte de baixo dos prumos do módulo inferior fixada a uma base. A vantagem reside essencialmente no facto de numa mesma coluna estarem disponíveis de uma só vez vários recipientes distintos, com a consequente poupança de espaço, permitindo a fácil separação do lixo, por categorias ou tipos, mediante a simples deposição separada do mesmo em cada um dos recipientes preestabelecidos.
Para facilitar tal tarefa cada recipiente conterá, designadamente na face anterior, a indicação do lixo a que se destina. Para tornar tal indicação mais flexível e consentânea com as necessidades específicas de cada utilizador, preferencialmente os recipientes conterão um rebaixo, na parte frontal, destinado a afixar um elemento indicativo do tipo de lixo a que tal recipiente se destina, elemento esse que poderá ser um mero autocolante pré-impresso, ou uma etiqueta autocolante.
Nas figuras anexas, apresentadas a título exempli-ficativo e não limitativo, observa-se, de modo esquemático, a maneira preferencial de materializar o presente modelo de utilidade, segundo o qual cada tampa fixa está unida, de cada lado, a uma calha onde encaixa de modo deslizante um patim existente no correspondente lado do respectivo recipiente. Ainda segundo o referido modo preferencial, os prumos, em número de dois por cada módulo, são fixados de cada lado da respectiva tampa, a meio desta, encaixando, para tal efeito, em orifícios nelas existentes. O conjunto é completado a nível da estrutura, com uma base ou pés e, a nível dos recipientes, com uma pega articulada. A figura 1 representa o modelo em perspectiva, visto de frente, de lado e de cima. A figura 2 representa um conjunto de modelos conforme o presente modelo de utilidade, em perspectiva visto de lado. A figura 3 representa, ainda em perspectiva, um caixote de lixo, permitindo visualizar um dos recipientes puxado para a frente. A figura 4 representa o modelo segundo uma perspectiva idêntica à da figura 1, mas com todos os recipientes (1) retirados da estrutura formada pelos respectivos prumos (2) e tampas (3). A figura 5 representa, em perspectiva explodida, o modo de encaixe quer de um par de prumos (2), quer de um recipiente (1) na respectiva tampa (3), bem como a pega (11) na posição que ocupa quando movida para baixo. A figura 6 representa o módulo da figura anterior depois de montado, em perspectiva. reci pi ente segundo um 7 representa um A figura alçado lateral. A figura 8 representa o recipiente da figura 7 segundo outro alçado lateral. A figura 9 representa o recipiente da figura 7 em planta. A figura 10 representa o recipiente da figura 7 em perspect i va. A figura 11 representa o recipiente da figura 7 em corte, segundo o plano marcado na figura 9. A figura 12 representa um outro recipiente (mais alto do que o da figura 7) segundo um alçado lateral. A figura 13 representa o recipiente da figura 12 segundo outro alçado lateral. A figura 14 representa o recipiente da figura 12 em planta. A figura 15 representa o recipiente da figura 12 em perspecti va. A figura 16 representa o recipiente da figura 12 em corte, segundo o plano marcado na figura 14. À figura 17 representa um outro recipiente (mais alto do que o da figura 12) segundo um alçado lateral. A figura 18 representa o recipiente da figura 17 segundo outro alçado lateral. A figura 19 representa o recipiente da figura 17 em planta. A figura 20 representa o recipiente da figura 17 em perspect i va. A figura 21 representa o recipiente da figura 17 em corte, segundo o plano marcado na figura 19. A figura 22 representa um patim de um recipiente segundo uma vista frontal. A figura 23 representa o patim da figura 22 segundo um algado lateral. A figura 24 representa o patim da figura 22 em planta. A figura 25 representa o patim da figura 22 em corte, segundo o plano longitudinal representado na figura 24. A figura 26 representa o patim da figura 22 em corte, segundo o plano transversal representado na figura 24. A figura 27 representa uma pega dos recipientes, em planta. A figura 28 representa uma pega dos recipientes em perspect i va. A figura 29 representa a base segundo um alçado lateral. A figura 30 representa a base segundo outro alçado lateral. A figura 31 representa a base em planta. A figura 32 representa o varão central da base, segundo uma vista frontal. A figura 33 representa o varão central da base, segundo uma vista lateral. A figura 34 representa a base em perspectiva explodida. A figura 35 representa a base em perspectiva. A figura 36 representa prumos de três tamanhos distintos, segundo vistas frontais. A figura tintos, segundo 37 representa prumos de alçados laterais. t rês tamanhos dis- A figura 38 representa três prumos, segundo vistas superiores. A figura 39 representa prumos de três tamanhos distintos, em perspectiva. A figura 40 representa uma união de prumos segundo um alçado 1ateral. A figura 41 representa uma união de prumos segundo outro alçado lateral. A figura 42 representa uma união de prumos segundo um terceiro alçado lateral (oposto ao correspondente à figura 41j. A figura 43 representa uma união de prumos, em planta. prumos, em A figura 44 representa uma união de perspectiva. A figura 45 representa uma união de prumos, em corte, segundo o longitudinal ] pl ano representado na figura 43. A figura 46 representa uma união de prumos, em corte, segundo o plano transversal representado na figura 43. A figura 47 representa uma calha, segundo uma vista frontal. A figura 48 representa a calha da figura 47, segundo um alçado lateral. A figura 49 representa a calha da figura 47, em planta. A figura 50 representa a calha da figura 47, em corte, segundo o plano indicado na figura 49. A figura 51 representa a calha da figura 47, em perspect i va. A figura 52 representa uma tampa, segundo uma vista 1ateral. A figura 53 representa a tampa, segundo uma outra vista lateral. A figura 54 representa a tampa, em planta. Á figura 55 representa a tampa, em perspectiva. A figura 56 representa uma secção recta da tampa, segundo o plano representado na figura 54. A figura 57 representa uma das garras da tampa segundo uma vista lateral. A figura 58 representa a garra da figura 57, segundo uma vista frontal. A figura 59 representa a garra da figura 57, em pianta. A figura 60 representa a garra da figura 57, em perspecti va. A figura 61 representa a garra da figura 57, em corte, segundo o plano transversal representado na figura 59. A figura 62 representa a garra da figura 57, em corte, segundo o plano longitudinal representado na figura 59. A figura 63 representa a barra de travamento da parte superior da estrutura, segundo uma vista frontal. A figura 64 representa a barra de travamento da figura 63, segundo um alçado lateral. A figura 65 representa a barra de travamento da figura 63, em planta. A figura 66 representa a barra de travamento da figura 63, em perspectiva. A figura 67 representa a barra de travamento da figura 63, em corte, segundo o plano longitudinal indicado na figura 65! A figura 68 representa a barra de travamento da figura 63, em corte, segundo o plano transversal indicado na figura 65.
Por meio das referidas figuras, verifica-se que a montagem e funcionamento do presente caixote de lixo é simples. Para montar o caixote encaixa-se um par de prumos (2) na base (4), engata-se a tampa (3) - incluindo eventualmente a respectiva calha (31) e a união dos prumos (32), caso a tampa não seja constituída por uma peça única integrando a calha - e enfia-se nas calhas (31) desta o correspondente recipiente (1), fazendo deslizar os patins (12) em tais calhas. Os módulos seguintes são montados sobre os imediatamente anteriores exactamente segundo o mesmo princípio, construindo-se assim uma coluna com uma pilha de recipientes. A utilização do modelo processa-se em duas fases: A primeira, dita de enchimento, é aquela em que o utilizador identificando o tipo de lixo a despejar, puxa pela pega (11) - que se encontra deitada - o recipiente (1) que na face anterior possui identificação compatível com tal tipo de lixo, promovendo o deslizamento do dito recipiente relativamente á respectiva tampa (3) solidária com a estrutura, ficando a boca do mesmo aberta e livre para receber o lixo. 0 posterior fecho do recipiente faz-se empurrando-o de novo para a posição inicial. A segunda, dita de descarga, é aquela em que se pretende vazar um ou mais dos ditos recipientes (1), para o que basta puxa-lo da maneira indicada anteriormente, mas até que os patins (12) do mesmo se desengatem completamente das respectivas calhas (31), segurando-se no recipiente por meio da respectiva pega (11) que para tal efeito articula no recipiente de modo a assumir a posição vertical, transportando-se o dito recipiente como um balde convencional com asa. A pega (11) que articula a meio do correspondente recipiente, sendo susceptivel de rodar em torno de um eixo teórico perpendicular aos patins (12), possui uma altura superior ao semi-comprimento dos lados do recipiente onde a mesma articula, de modo a que, quando baixada, deixa, na sua zona central, espaço suficiente para introduzir uma mão entre ela e a superfície frontal do recipiente, para facilitar a operação de deslizamento e consequente acesso ao interior deste.
Como solução alternativa à atrás indicada, em vez dos patins (12), os recipientes podem estar dotados de rodízios que correm dentro das calhas (31), ou estarem as calhas dotadas de rodízios de apoio dos patins (12) dos recipientes (1), podendo ainda as calhas estar colocadas junto às tampas, ou mesmo nelas integradas, ou estar posicionadas mais abaixo, em qualquer outra cota.
Ainda a titulo alternativo, em vez dos patins (12) colocados nos lados dos correspondentes recipientes existirem alargamentos dos bordos superiores (laterais) dos recipientes (1), alargamentos estes que encaixam de modo deslizante em ranhuras rectilíneas de forma conjugada existentes na face inferior das respectivas tampas (3), sendo os alargamentos e respectivas ranhuras preferencialmente com secção recta em forma de rabo de peixe. mei o
Por forma a impedir o desengate extemporâneo dos patins das respectivas calhas, quando se puxe por um dos recipientes sem intensão de o retirar completamente a fim de o despejar, o movimento de deslizamento dos recipientes preferencialmente será dotado de uma limitação mecânica, promovida por um esbarro mecânico amovível, ou, preferencialmente, de uma limitação apenas parcial (ligeiro encravamento) susceptivel de ser vencida com uma tracção adicional , promovida designadamente pelo encaixe parcial numa cavidade talhada numa superfície (preferencialmente do patim) de uma esfera actuada por mola comprimida existente na superfície conjugada da primeira, ou por
ÍJ equivalente, designadamente a conjugação de dois esbarros parciais colocados um na calha e outro no respectivo patim, próximos das respectivas extremidades por forma a facultarem desencaixe do patim, para o que a calha possui a parte superior ligeiramente recuada junto à extremidade dotado do esbarro parcial.
Porto, 27 de Abril de 1959.
O tfAKiç-ArARlD
Claims (3)
- REIVINDICAÇÕES 1i. - Caixote de lixo com vários receptáculos individuais dispostos em coluna e constituídos por recipientes deslizantes, caracterizado pela construção modular com capacidade de crescimento vertical em que cada módulo possui um recipiente deslizante (1), autónomo e dotado de pegas articuladas (11), e meios estruturais (2, 3) de suporte do mesmo, susceptíveis de encaixar (amovivelmente) em meios similares dos módulos contíguos. 2¾. - Caixote de lixo segundo a primeira reivindicação, caracterizado por os ditos meios estruturais preferencialmente serem constituídos por prumos (2) e por tampas fixas (3), que permitem que tais recipientes sejam empilhados em coluna e deslizem nas referidas tampas fixas ou em calhas preferencialmente a elas unidas, sendo a parte de baixo dos prumos do módulo inferior fixada a uma base (4).
- 31. - Caixote de lixo segundo a primeira reivindicação, caracterizado por preferencialmente cada tampa fixa (3) estar unida/dotada, de cada lado, a/de uma calha (31) onde encaixa de modo deslizante um patim (12) existente no correspondente lado do respectivo recipiente, podendo, ainda as_. calhas, .estar.separadas das tampas e posicionadas mais abaixo, em qualquer outra cota. 4a. - Caixote de lixo conforme a terceira reivindicação, caracterizado por, alternativamente, em vez dos patins (12) os recipientes estarem dotados de rodízios que correm dentro das calhas (31). lixo 5§. - Caixote de reivindicação, caracterizado calhas (31) onde deslizam os de rodízios ou roletes. conforme a terceira por, alternativamente, as patins (12) estarem dotadas 6ã. - Caixote de lixo conforme a terceira reivindicação, caracterizado por, alternativamente, em vez dos patins (12) colocados nos lados dos correspondentes recipientes existirem alargamentos dos bordos superiores (laterais) dos recipientes (1), alargamentos estes que encaixam de modo deslizante em ranhuras rectilineas de forma conjugada existentes na face inferior das respec-tivas tampas (3), sendo os alargamentos e correspondentes ranhuras preferencialmente com secção recta em forma de rabo de peixe. 7ã. - Caixote de lixo segundo a primeira reivindicação, caracterizado por preferencialmente a pega (11) ser articulada a meio do correspondente recipiente e sus-ceptivel de rodar em torno de um eixo teórico perpendicular aos patins (12), possuindo uma altura superior ao semi-comprimento dos lados do recipiente onde a mesma articula, de modo a que, quando baixada, deixa, na sua zona central, espaço suficiente para introduzir uma mão entre ela e a superfície frontal do recipiente. 8ã. - Caixote de lixo conforme a primeira reivindicação, caracterizado por o movimento de deslizamento dos recipientes possuir uma limitação mecânica, promovida por um esbarro mecânico amovível, ou, preferencialmente, uma limitação apenas parcial (ligeiro encravamento) sus-ceptível de ser vencida com uma tracção adicional, promovida designadamente pelo encaixe parcial numa cavidade talhada numa superfície (preferencialmente do patim) de uma esfera actuada por mola comprimida existente na 3 superfície conjugada da primeira, ou por meio equivalente, designadamente a conjugação de dois esbarros parciais colocados um na calha e outro no respectivo patim, próximos das respectivas extremidades por forma a facultarem desencaixe do patim, para o que a calha possui a parte superior ligeiramente recuada junto à extremidade dotado do esbarro parcial. conforme a primeira rei-cada recipiente conter, a indicação do lixo a que um rebaixo destinado a tal destino, mormente uma 9ã. - Caixote de lixo vindicação, caracterizado por designadamente na face anterior, se destina ou alternativamente afixar um elemento indicativo de etiqueta autocolante.
- 101. - Caixote de lixo conforme a primeira e segunda reivindicações, caracterizado por haver dois prumos (2) por cada módulo e por tais prumos serem fixados de cada lado da respectiva tampa (3), a meio desta, encaixando, para tal efeito, em orifícios nelas existentes ou em peças intermédias de união (32). Porto, 27 de Abril de 1993. 0 Mandatário
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