PT82306B - Transformador de energia do movimento oscilatorio das ondas do mar noutro tipo de energia mais utilitaria - Google Patents
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Description
ÇfoXi^ άίrtf° 'g 2 BO <3 Antóni o Manuel Homem de tíouvci a e Lima
TRANSFORMADOR DAS ENERGIAS DO MOVIMENTO OsCILATOhIO DAS ONDAS DO MAR NOUTRO TIFO DE ENERGIA MAIS UTILITÁRIA DESCRICAQ O transformador em causa pertern.e ao domínio das enerqi as renovàvei s. Foi concebi do de: modo a funcionar quer emerso quer submerso. E constitui do por um flutuador de forma cilíndrica de bordos· arredondados (fid 1 ) ' de modo a reduz:i r o atrito provocado pela corrente das éguas.). Este flutuador está 1 i gadoa través duma articulação com cavilha mó vai, a uma alavanca in ter fixa ou int-eresi lente (braço da potência) (fig.2). O braço ida resistência está equipado com uma ou mais tombas premente(s)(que devera(ão) funcionar quando o engenho se encontra imerso) e aspirante-premente (caso este se encontre submerso) (fig. 3). A referida bomba foi adaptado um acumulador que possui um balão no seu interior (em borracha resistente) com ar. O balão tem por finalidade evitar que o ar se misture com o liquido (o que aconteceria inevitavelmente, ao longo do percurso de funcionamento do engenho) (fig. d); o ar c omprimi do no baleio irá acelerar o escoamento da água da bomba (por este ter uma compressibi 1 idade muito superior á do liquido) dal resultando maior rendi mento do aparelho e uma saída mais continua do liquido. O conjunto de tombas está equipado com um mecanismo que permite compensar os desníveis- provocados pelas, marés e pela eventual altura excessiva das; vagas (figs.3,5). Estes deslocam-se ao longo de três suportes, um dos quais tem reentrâncias, com espaços detrminados, onde actuam as cavilhas com ressalto. O mecanismo em causa tem as seguintes vantagens: maior robustez: das tombas,' que a haste que movi menta aprovei t-amento, funcionando 1 per mi ti r 2. permitir tenha maior totalidade; 2. 1 . evi tar que aquáticos quer na das tombas. E possi vel ainda evitar a oxidação último ponto dos segui ntes modos: a) anexar A tomta, a envolver o emto1 o quase na adi ram á mesma plantas e animais haste do embolo, quer no interior e o referido no hras te, um fole com oleo de tal modo que o liquido ao ser expelido ocupe o espaço libertado pelo embolo no momento da compressão ! : page l
bAD ORIGINAL ( 1 1 Q . b ) anex a r á LdO mba .> no lado· opos to· ac· da haste,. um rosar t o ri O 77« c UJ o iníori ·::· r ex i s te um fole de bo r ra c 1; a c o n tendo OJ t·· '0 tubo que 1iga a bomha a o fc !e dá a c i fSã· ze c.· a um f ode..... re serva t- ório contendo ó1 co que o 1 a n ç ri c om í'é ?' t a di 1 r ul da d e ( de vi do· a a r £ áo duma va 1 vul a .) ( f ·· •'.7 ã, > no:· Π rcuito da bomha e do tolo i a: ia) a Oc· no i n /· ta ri or do r esc r va tóri. o caso os to f i que ci esp •ro- vi dx . ' i eo. i.1 r oe e r va iório que contém :~i fole de bõ rrac ha er, i e. xi aqui pad o com duas vaivulas! de admi s são e de s car ga . i) segun •da va Ivula condão: a um a c · .··.··· i iad ;'j ' que c on - cem 14 xi ba 1 ãc· cie a r a 1 : /.·; tíe a color a r a sai cia d-ii água ( f Ί Q . /··, > O ref a r i do s i s iam xi de co mpensaçãc· de desníveis u S suma cone i l ra Vã'· o(s) aríibo 1 o(s ) hae ia da ( s .> s5'fío· da apox o da (a) ruo vai cuja ccxtremi qcioe apoia no hasÍe(s) que movimonta(m) ornha(s) (fio. 3), q -. o f.,··
/..•em .· i·:,c.···./, ·· / e7// na exre/ia ciade opost-a uma ar to culaçáo que a liga· a uma outra/ o-a ia última movi mania—o o arrastada podaϊ primoirst. Nas to· existe um Pa· tonto quo fOrmi iõ aí i nação·! quando este ata ngo o ponto supor i r arrasta c a·:; o · g- > um cursor quo tnxxismi ίο.· o ‘movi. monto a um soda cador (esto· qermi ί ο- iCimtxm, ,··.*; πλ cão) quo· solta, por sou turno, uma cavilha corri rossad to (a quail mani-iniia o si cd-ema cm dotermi nada posição!/ isto faia com quo o mocam smo do comi.iensação do desníveis aciuo no sentido ascendon o (fig. S). Quando o haío-nte atinge o ponto inferior arrasta consigo o cursor quo ira, iransmi ti r o luovi monto a outro E-siicador oqual acciona outra cavilha com ressalto permitindo assim, que- o si si c-ma ací-uo no sentido descendente (fig. 5).
Fara que o cursor não· so da i xe arrastar podo atrito cia has ta esta equj pado com duas moías! uma na parte superior, outra na parto inferior (fig. 3). O mocam smo do- compens-ciç Mo do- desni vei s poderá ainda, sor constituído por um si stema mo c a η i c o—hi dr Au J i ro ou seja! ec-i-ar assoe i ado a duas, bomPas com. fias to comum ( t ·: g 3) .
Na lado.· oposA·:· ac· da /·..·. ·i ·:. ,.-χι s í c.- ura tubo ( em material resistente.> quo as liga entro si . Este to furca-so convergi ndo depois, numa única via. Em cada bifurcação· e: :i tc- uma tornei ra e uma valvula instaldas em sentidos opostos. Cada tornei ra possui um sistema diã abo-rtura hidráulico. Este consiste fundamentalmente, em duas bombas ligadas entre si por um tubo resistente e flexível. Farte deste- enconta-se junto ás bombas e movimenía-se com estas- sempre que o sistema de compensação de desníveis actue- de forma a que quando o cursor atinja os limites máximos do seu curso (superior e inferior) actue sobre estas provocando movimentos ascendente e descendente' (fig. 3). Sempre que o cursor deixe de actuar no sistema hidráulico de abertura das tornei ras uma mo la si tuda no interior das bombas Tai-: com que estas se fechem permitindo. deste modo., situar no nível ma is conver/i ente o referido mecanismo de compensação de desniveis. bad original page i. ’· í· i- S 2 Γ- É -ri;:-; .~ 'r- Y Γ v-· r. -ia ti t Uj r o sup :Γ:Γ to C r n t r al do - ry : ;. smo 3FÍ: r.au ''" 3- F. Ό u Ό C ep i i vel .-V.· t: , , n r 1 d na r J rdi \ buo 1 /; :£ Π li: ou ilííi Π0: r a 1 el o No gy ndo c cs Ο Ό t v C cupo r í Cf ' 3 ,' i a : OU d : li lul dr- S p or d s i o: temas h i círc :ul:. c ‘OU,. / 1 c " a*: r; C-: \ ó . r r ; i- li r ' lho fu n c; one 0 í; A··.,.·. urso ç· po : oí v Ό1 o VI t Oi r o . . .... .<.= .... ..·-,..i ui 3. ] do L τ · . r S: c ΟΠ o ’ut a dc · -< 1 ÒO Oi ·:' o ) o 1 es :A pró r C /· -- s ie c c do 0: h Oui 7 >". Γ' ι .. 1 a da, per Í nio , u ;Ui c o ndu ί o no Judo ' d ru; 0> 1 o . ! . .-'7. í- . ί . :: fim de transportar a, i iernodamnnie, o :s bomba;s:. :.nv:dver a ha: cie desta,s deveró; a:, rida, exi ti r dor.:, foi o o (em horrachai J.i gados entro or oro roo oro: o. oro ror· o o foro od c ·.'··.''··!: : 7 caga: c orio'uzi do: iamf.-èm a i icrn odomen to pe\ra os iode:: c e: roxear te;· o: movi roo nlo do: hoste f Q ) 0 iransefor,madcr do cnerqia dc: ί,,,ονπκ: to csciliàrio do ·.:; bUdoo dc mor nouir O tipo de energia po :deró ...... rei , c o nsi eiir num, engenho de- l u;;c i ·.: namen io 33 •melhonie ao e-niado. ff:.· bombo:· de enoue;- na;ciem i r obo1ham cem olmo, per mi i. i ndo ossim , melhor ajusta-me n : o : dos peças. lubn f:. condo,-o s e evi to ' i-.-i-.g ei u r r d· l.j . empou t ental mente, oor UI: 3i 11li vSi '13 3·. n i-dr : 0 3 i-cn t o 1luiuao dr , roda den i-ada 3 bombas. No V';?.: o b/UiO ocor v e. do fu: c ro ά a.Ja:vonca: e 7-1 3 ie uma rodo der; ia do que s e movi mo nia arrastado p o lo braço da: roo.· t d:';c: .i u do a: 1 a; va n c a: (ti g . 7a .>. Na erida; r ::P ungud r:/v; roo 1as de di â metro inferior qu V r:.r,.:..i tem o íh-ov.1 m onio OS bomt.ias de enouer na, qem ( f : d 7b). Estos poder Zo funci o na r i ndi vi dua 1 mente ou e m f: ara leio. 7,a homba z deverá o bomba: r o cdoo — ali-ern a: d :: mente - em -:ε n H d 0·' õ CO? O 3 tos consc: ente o movimente· 3. 3 cendenie ou decen dente da alavanca (figs. 1,71. Quo VJ i-’.·; esto sofre ··'/.· “·'··;; .'···;:· osce ridente o liquido é bombodo 3 través duma v.i 0; , pa ra uma: pa r c o i a. de reser va: i-óri o rry epa< rac/a do res ia n t-c por uma: membr o na: (fig. 6i ou p 3; r c i um tole ou bo ião i ns ta 1 ada (ia ) no 3 nten or dum re 33 r vo tóri oj a: memor aOO í. V / í·,..: que o cleo Clubrificant >3' se· misture C Otu v.v 1 3.1 igua.: i ·'.··. j o i i ri·.. no reservatório. Quando· a t rvé s d lo ' o i-ubct QOl í\:l u ío c O· 1’ O·: ο.· o <0· 0.0: ,i.‘:: ol-o 1 une i o na coro ciois ombol os corro haste comum/. f to:: tem d:, Orne t roo cii terenícs: o do maic>r di Cimeiro d impelido pel o cdao proveniente daCs) bombo ( s 1.: o de diâmetro: menor comprime o liquido para um rc-ser va iori o semelhante ao referido an to ri c-rmen te (fig 8). Este si s i ema: permi te que·' o·::· do:.;. s reserv'atc:ri os lancem a água· a; scr elevada na mesma conduta. Justifica-se pelo facto de quando, o, alavaca ascendo produzi r uma força de maior valor sobre- as bombas do que' quando se deslc*ca: no·- sent-i do descendente (.torça: da: gra vi dade ) . Foi criado ainda, um mecanismo que funciona de- modo aí í gua lar as torçais exerci das pela alavanca sobre o liquido quer quando esta ascende quer quando desce ou sej a : na rodo assoe ι a: d a S: 1 a V ο n l a. (braço da resistência/1 enguernam rodas mais pequenas de diâmetros diferentes,' as de menor di ametro transmi tem o movimento
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BAD ORIGINAL Ο;" Ο : · C omf <' ’ fui Ί':Ί ό J quat';de· Λ Λ ./ a v :r;nc ascende / a;:; d-·"· maior diámetrc: : rer·- mi :·; ·.···· ο moto mento a outras bombos qwo compri mem, por sou turno, o liquido quando a alavanca sofro movi monto descender: to (figo. /a, b ) . Ui. sio roauJ i a ouo as Pomibcas ccorpotraar o oieo na mo mor ano, balar, ou Tolo o o it li vrcmcnto num
fo la......reserva i.ór i O: iam ÍU- m a 11 e r 11-22 d 3 2hL:n t 21' í 2 O-12 P .· 0-2: ) 0 mecanismo: r 0 te r i d '0 fi c. a 211 LU 11 cio nu 3 1 uno o:r ii. n O: n to Cf s tanque conter: 0 a· ·. ó ) : 22 Esie t L 77 i. r l' i' 2. bor lu ro ii / 3 pr 1 moira dá, ca 0 2 .-ir- j ala va nc o 2: 1 r 2, V' ,v. íc- du ungn fl exi ve 1 : a s du 2; 22 OU t r C! s abe ri Ui lá 11 pc r Ul i- OU 2: erd· r a d 2ϊ O 3 3 ida do liciuid Ei •cá. Sã 1 ei evado Um si tema •o emel h 7 ?: nie ao o. n to? ri 0 r P P-J dn rò f une 1 Cl ni: r do inodo a que a r o -do i.J d ratada que í ron s Π; i 21 PO- v 1 me n i 0 GO mbas de ençue Γ na gem ovi men i e u 03 C 312 tl-l / r. gue i r ò. a c cionar, por n ''‘o/ turno, uma; ou íh :A l '21 b omba s do dl a f: agmi;. O hombagem 0 22 O r O : e c i u: 'da por i::'S l õ: p 1 ’ ' L 0:0- a-c· de V 01: /' 21i 3' £'.:· r, no entanto: P lli iO h a 1x0 s ni vei 22 . O f 1 u í u,. 00: po 3:7'.·/ Ί. um s i 11 LSI 2 12. de 00 nur a n ç a 2áUi L PÉi rmi te sol !. á- - J õí / O fundá· — 1 0 c o :7 22 cá ái no UJ lá Çáo 0:2 2: 11 U;o í 0s eiiccade; - cm õ-fíip J. 2. i-ude má· η i mo Jo al V3 nc n No· primei r C.‘- c 2a 3 O sx si em ai a c iuo qu 1. / '22 22 a par O lho 3 J V eneontra eme 1 a oU submer S C; ( fl 21 . 1 O. s te corta 2 3 L12 nu ma placa de f 0 r iii t-Vl i.. í rcular ( fl g. d ) s i f Ul.i U<:.i na p 3i r ÍO: inferior do ilut-u Eido r a i ra; vês da 30-7.1 J t? ii cl iO t:nc he· GO água ta afunda qus ndo a corrente· se a t-es ta o remttve· a referida placa. Na parto superior existe uma abertura em chaminé (válvula) que permite a salda do ar no momento da imersão (fig. I). Eu is te ainda, urra escora submersa a / z tu o o ·.< ,0/ .o r a; r a Piaste· mor..ai 1 ca e o flutuador quando os tos 1 mergem.
Caso o engenhe; funcione imerso·,· a cor rente deverá prender nos suportes ide Per do ) da haste das bombas. Quando emerso a corrente deverá segurar numa poi ia.
No segunde^ caso (para soltar o flutuador) o sistema deverá ser usado apenas quando: o aporei hc: se encontra submerso, r instalada uma cavilha móvel, sob pressão duma moia, ficando presa faela acçár: de um . · i · o ç o (cavilha) (fig.2). Este troco e suzceptí vel de ser reli rodo através de uma corrente que> se ai-esía a medida que alavanca atinge o máximo: da sua ampdiiude· o que puxa no momento em que o braço·· metálico quase alcança o mi ái xi mo do seu curso,' como a ca\ilha se encontra sob pressão facilmente se sol i-a e desprende o flutuador do braço evi te;ndo., oeste modo, potenc 1 ai s danos.
Caso se pretenda que o engenho: fusiono emerso o flutuador deverá; se articular com o braço da potência através duma ca vi lha. Este possui então, numa extremidade uma articulaçâo munida duma haste onde exi s tem deds Patentes que ao colidirem com uma espera impedem que o flutuador adquira posição i ncorrec: ta (f igs. la, 1b). £1 aparelho acima mencionado possui um acessori o que quando adaptado ά Pomba permi te compensar as perdas existentes na hombagem de agua de nascente. Co se I ! page 4 bad original ia 7 i i no enia.ni-o, ou;:: ui-j. 1 i. u.ação -.;u: o desnível exi u len i-c - entre ou .*’ , í o'."·· mar e a nas; eni-c for ç/íu /"ca Li vo .
Lsi-e acesuccxo ti- compoui-ç: haeaca:;>en i-e por um reser vo. tóri o estanque munido: com dou. o; coo trec iuhos(1ig.6).
No pax mei.ro rarc- um dou iubou :onduu o um baldo, fole de borracha ou parcela de r euer tório separada do restante- por um o. membrana (com ó) cauiiuado(a) no n t e r i o r dum ;1 e o r vo tdr ι o . No .í a do e:o i e r i o r do rc í Q r 33 to ri C! Γ: r i? f fc"· ri do iui:: Cá ο .1. V C c 1. .. W.l’ L. 3 OU t r as Cf 3 i- 3 c up um r? Γ - mica ( ι r, PC 0 a h 3 3- te que mo\ L? C. obc- ' : ; ou d: homh 3 u c gu cr Γ; wr· qc m , ·/ r Ce : muni do duma V alv ul O. (que for ·:.? £' <·'·? d:i 7 .·; ui da rJo O m O auu g 00 CJO i í CjUJ do cki- VJ c O 3 a i ç Ui c du u/3 mc 7 ' Ne } r. T ê O OU ;~i 1 1 qui dc si c-n i r f r; outre r <r. 3 0 ,··· va t C r i p; s OJ 3 up: 3 C-O ----<'. 10.1 :-;··· (ha / . ou pr ?‘ r r- J 3 ,·-· ··? u a r \ .Γ-; f. / ;· : Γ- y c s epa 3 -··.;;· por n)ódn b Γ3Π a .·’ O 3 t O ueuc r 0 v 1 cio .::í de ríl OO /? O u f. r 0 iubo 1i ga 3 l-iiii .0 ·· que /. 00 rc rr> a O u 0 ·..· -r rc u dts í. '.C3 vai vul do ,::··« c, ///1 ::· - ·;·: J"< e na C- : / í ;· 3 U na '' ei VP c 0 c 3 3 r C- -» . Na pr l rnoi r 3 n t áca, 3 3 u e ir du L C nc U3 3 u.n . :\ LA muiador ϊ> um do L am ha 3 do ar, / i m 3 c 0 r > j d& do J q -.·> v. c· 0 O a pri n. rd r O com P ι-; iiic: r; ·/ C' c C-Ct O 30 ues t i > 10: O: SO1' 1 00: \ Vo do .
No segundo C iCS Cí LfO dos tubos ciá acesso ao baiáo ífole ou parcei 0 C··'' rvaiório) com ó 1 e 00 u tr: j i uri 0 e muni do c ou um. ?ã valvula de admissão. No úli-imo existe uma valvuía de Oesca c conducente a um acomu1 a dor equipo., do com balde: doo ar.
Nooís bambas de enguernagem, em suhsti iui cão do foie-reservaíóri o, ou no lodo do haste que movimenta o embolo no bombo premente ou oupi ranie~premente existe ainda, uma vi o que conduz o um depóui to com 61 eo (ui iuodo no nível cio reserva Lôri. o que contém o fole) (tig. i 0 ) . h‘re tendo com isici ρ ro vo c o r a equi valência dou pressões em a mio ou ou: Jod:ou do embolo: ( cev dau trombou de enguernagem) — melo princípio dou- 000:00 comum cantes— compensando assim, o desni vel exi s tente· c-nire ou águas do mar e o lugar da nascente. O flutuador deverá o.e r conuti tui do por fibra de vidro, fibra de carbono., alumínio ou ferro: os supiortes laterais deverão ser de- betão armado(para obtenção duma estrutura sólida e dum bom lastro).
Eu te pa ra .1 a 1 o tombado. disposto em de 1íquido amplitude dau
engenho é suscopifvel de ser ampliando, deste modo, o cauda O seu tamanho é condicionado a. vagas.
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page S ljcj x hJ ν'£Ξ /v ~rcj \7 /-/: 'derã. cies t-n\"ir-nh Γ: r múliie unçhes entre ^.e- Cfi.l uÀ 1 C.- li.· 1 iZ-yiil 1 en 1.-...-.1,1 1-.7Ϊ s ciogui n tes 1 . compri mi r ãg c~~i Cl Cl ar a fim, .-Λ». £ ar eder v.i -. · ;...·_/ _ : inversa (70 hg/c m2‘) du for;;; a a de sc: 11 n i : r o 1 i. quido; 2. bomha r ãgua do rcc: r para pi s Cl - :as , vi. V ei ros de am reais rua r:i nhos ou sa1inas ' d. 1-:-.:,0- ar ãgua de naco i-nt-e ã: bei /V;_ rr,ar fia ra ni vei s mais altos; 3.1. bom ba r águ a de r,a scentes Sl tua da s em oua1 quer a 1 iiiude ( c: aso s C:JD i.,V ti lizodo Ci acesa s o ci o ide compensação do doo rd ·. o 1 ); 4, fornecer energia r.ecãnicã (quando adi-.piado o um motor hidráulico do- engrenagem ou roí.aio vo de palhota, ou ainda a um motor hidraúlirc.· de des 1 ce amante, constante do tipo pistão· radial); 1' fornecer energi a elec trica (quando, adapi-ado a bomha um transformador do energia mecani ca em eneroia e 1ectri ca); 6. purificar água (de pi sei nas ou vi vei ros através da compressão: dez ta em filtros); 7. produzir energia mscânica ou electrica através da t- :.·í;ít‘c.‘.gtji)i da água P!^:m, urr,o rc,do oe a-ZL.nba ou t-urbi na.
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Claims (2)
- R £ l V I N D I C A Ç tf E 5 1 - - transformador do movimenta oscilatorio das ondas do mar nau- 0 0 tro tipo de energia mais utiiitaria caracterizado por ser constituído por uma alavanca interfixa ou interesistente munida dum flutuador na extremidade do brago da potência e dum sistema ae bombas ou roda ds enguex 0* 0 narjem no braço da resistência e ainda, om acessória.
- 2- - transformador do movimento oscilatorio das ondas do mar noutro tipo de energia mais utiiitaria,de acordo com a primeira (19) reivindica çaa, caracterizado por o flutuador estar equipada com cavilha movei ou 0 . tampa removível e valvula de descarga ue ar-na parte superior (caso seja utilizada a referida tampa). 0 35 - transformador do movimento oscilatorio das ondas do mar noutro tipo de energia mais utiiitaria, conforme a primeira (1?) reivindicação, caracterizado por as bombas serem prementes ou aspirante-permentes e es- f 0 tarem montadas num compensador de desníveis provocados pelas mares e al- 0 0» φ, 0 tura excessiva das vagas; este poderá ser mecânico ou mecanico-hidrauli_ uo. 4S - transformador de movimento oscilatorio das ondas do mar noutro tipo de energia mais utiiitaria de acordo com a terceira (3*) reivindicação, caracterizado por o sistema de compensação de desníveis mecânico ser constituído por tres suportes um doa quais-o central-possuír reentrâncias onde actuam cavilhas com ressalta; ao longo dos suportes deslizar um sistema composto por uma estrutura metalica onde apoia o ei. xo de suporte basbombas e um conjunto de transmissão do movimento das hastes das bombas para o cursor. 53 - transformador do movimento oscilatorio das ondas do mar noutro tipo de energia mais utiiitaria em conformidade com a quarta (4 -) reivin dicaçao, ser caracterizado por o conjunta de transmissão do movimento da haste das bombas para o cursor ser formado por duas varetas articula^ das munidas de chumaceira e batente. 6? - transformador do movimento oscilatorio das ondas do mar noutro $ipo de energia mais utiiitaria, de acordo com a terceira (3*) reivindicação, caracterizado por duas bombas com haste comum ligadas por uma via que se bifurca e prossegue depois, um curso unico; cada bifurcação possuir uma torneira (comandada por um processo hidráulico) e valvula 0 0 instaladas em sentidos .ppostos. este conjunto e susceptivel de funcionar individualmente uu em paralelo. 0 75 - transformador de movimento oscilatorio das ondas do mar noutro tipo de energia mais utiiitaria, de acordo com a quarta (4*) reivin. dicação caracterizado por o cursor ser constituído por uma calha (ou bandj) munida com duas molas (em espiral), duas esperas, um batente (ou dois engates). 09 - transformador do movimento oscilatorio das ontas do mar mou-tro tipo de energia mais utiiitaria, de acordo com a primeira (19) rei. vindicação, caracterizado por a roda da engrenagem estar centrada no fulcro da alavanca (braço da resistência) e ser arrastada por esta e na referida roda enguernarem uma (ou mais) roda (s) que transmitem o movimento as bombas de enguernagem ou a uma cambota associada a bomba ( s ) : def diaf ragrna. BAD ORIGINAL i 9- - transformador do movimento oscilatorio das ondas do mar noutro tipo de energia mais utilitária, de acordo, com a oitava (8*) reivindicação, caracterizado por as rodas que enguernam na primeira terem dois diâmetros diferentes: as de menor diâmetro accionarem as bombas que el» varn o liquido quando a alavanca ascende e as de maior diâmetro acciona-rem-nas quando a alavanca desce. |u> |o 10- - transformador do movimento oscilatorio das ondas do mar noutro tipo de energia mais utilitari? de acordo com a primeira reivindic çao ser caracterizada por o acessorio para proporcionar melhor funcion mento das bombas, evitar a corrosão e compensar as diferenças de altitude (entre os níveis das aguas do mar e da nascente) ser constituído por um reservatório com tres aberturas, duas delas equipadas com válvulas de admissao e descargo e outra (situada no lado oposto) dar ace£. so a um fole ou balao (em material flexível e resistente) ou a uma ρβχ cela de reservatório separada da restante por uma membrana e estar equj_ pada ainda, (a mesma abertura) - no lado exterior - com um fole-reserva. toriu munido de valvula de admissao com mola. Lisboa, 31 de Março de 1996J BAD ORIGINAL
Priority Applications (1)
| Application Number | Priority Date | Filing Date | Title |
|---|---|---|---|
| PT82306A PT82306B (pt) | 1986-04-01 | 1986-04-01 | Transformador de energia do movimento oscilatorio das ondas do mar noutro tipo de energia mais utilitaria |
Applications Claiming Priority (1)
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|---|---|---|---|
| PT82306A PT82306B (pt) | 1986-04-01 | 1986-04-01 | Transformador de energia do movimento oscilatorio das ondas do mar noutro tipo de energia mais utilitaria |
Publications (2)
| Publication Number | Publication Date |
|---|---|
| PT82306A PT82306A (en) | 1986-05-01 |
| PT82306B true PT82306B (pt) | 1995-12-29 |
Family
ID=20083807
Family Applications (1)
| Application Number | Title | Priority Date | Filing Date |
|---|---|---|---|
| PT82306A PT82306B (pt) | 1986-04-01 | 1986-04-01 | Transformador de energia do movimento oscilatorio das ondas do mar noutro tipo de energia mais utilitaria |
Country Status (1)
| Country | Link |
|---|---|
| PT (1) | PT82306B (pt) |
-
1986
- 1986-04-01 PT PT82306A patent/PT82306B/pt not_active IP Right Cessation
Also Published As
| Publication number | Publication date |
|---|---|
| PT82306A (en) | 1986-05-01 |
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