BRPI0809420A2 - Aparelho operável para facilitar o cálculo de uma profundidade para a qual uma condição ocorre em um furo de poço contendo um fluido, método para facilitar o cálculo de uma profundidade para a qual uma condição ocorre em um furo de poço contendo um fluido, e método para calcular uma profundidade para a qual uma condição ocorre em um furo de poço contendo um fluido - Google Patents
Aparelho operável para facilitar o cálculo de uma profundidade para a qual uma condição ocorre em um furo de poço contendo um fluido, método para facilitar o cálculo de uma profundidade para a qual uma condição ocorre em um furo de poço contendo um fluido, e método para calcular uma profundidade para a qual uma condição ocorre em um furo de poço contendo um fluido Download PDFInfo
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Description
I APARELHO OPERÁVEL PARA FACILITAR O CÁLCULO DE UMA PROFUNDIDADE NA QUAL UMA CONDIÇÃO OCORRE EM UM FURO DE POÇO CONTENDO UM FLUIDO, APARELHO OPERÁVEL PARA CALCULAR UMA PROFUNDIDADE NA QUAL UMA CONDIÇÃO OCORRE EM UM FURO DE POÇO 5 CONTENDO UM FLUIDO, MÉTODO PARA FACILITAR O CÁLCULO DE UMA PROFUNDIDADE NA QUAL UMA CONDIÇÃO OCORRE EM UM FURO DE POÇO CONTENDO UM FLUIDO, E MÉTODO PARA CÁLCULO UMA PROFUNDIDADE NA QUAL UMA CONDIÇÃO OCORRE EM UM FURO DE POÇO CONTENDO UM FLUIDO
Campo da invenção
Essa invenção está relacionada de modo geral a poços de petróleo e gás, e mais particularmente à medição da pressão no interior do poço em um poço durante operações de bombeio.
Fundamentos da Invenção
Conseguir medições precisas da pressão no fundo do poço em tempo real durante os tratamento de estimulação do poço tem sido uma meta na indústria de petróleo e gás. Durante os tratamento da fratura, em particular, a exata 20 medição da pressão no fundo do poço permitiria a um operador observar as tendências do crescimento da fratura em tempo real, e alterar por conseguinte as condições de tratamento. Todavia, as medições em tempo real da pressão no fundo do poço são raramente realizadas com a tecnologia 25 atual porque a abrasividade da lama de fraturamento é destrutiva a qualquer cabeamento exposto situado no poço para o fornecimento de dados para a superfície. Medidores providos de memória situados no interior do poço são às vezes utilizados para tratamentos selecionados, mas estes 5 não permitem tomar decisões em tempo real durante o tratamento porque os seus dados não são fornecidos à superfície até que o tratamento esteja terminado.
Uma tentativa de para fornecer dados da medição de pressão em tempo real é descrita em Doublet, L.E., Nevans, 10 J.W.,. Fisher, Μ. K., Heine, R.L, Blasingame, T.A., Pressão Transient Data Acquisition e Analysis Using Real Time Electromagnetic Telemetry, SPE 35161, March 1996 ("Doublet"). Doublet orienta que as medições de pressão são transmitidas a partir de um medidor situado no fundo do 15 poço para a superfície através da camada estratificada da formação por meio de sinais eletromagnéticos. Embora essa técnica tenha sido usada de modo bem sucedido em alguns poços, ela é limitada pela profundidade do poço e pelos tipos das camadas rochosas através das quais um sinal 20 poderia ser transmitido de forma clara. Em particular, os sinais eletromagnéticos são rapidamente atenuados pela formação. Essas limitações tornam a técnica impraticável para uso em muitos poços, e em particular em poços profundos.
É sabido que implosões profundas em um furo de poço
preenchido com fluido são efetivas fontes sísmicas. Por exemplo, esferas de implosão e outras formas têm sido usadas como fontes acústicas submarinas para aplicações oceânicas como descrito em Heard, GJ., McDonald, M., Chapman, N. R., Jashke, L., "Underwater light bulb 5 implosions — a useful acoustic source," Proc IEEE Oceans '97; M. Orr e M. Schoenberg, "Acoustic signatures from deep water implosions of spherical cavities," J. Acoustic Society Am., 59, 1155-1159, 1976; RJ. Urick, "Implosions as Sources of Underwater Sound," J. Acoustic Society Am, 35, 10 2026- 2027, 1963; e Giotto, A., e Penrose, J.D., "Investigating the acoustic properties of the underwater implosions of light globes e evacuated spheres," Australian Acoustical Society Conference, Nov 15-17, 2000. Tipicamente, um dispositivo com uma câmara de vácuo ou de 15 baixa pressão é liberado na água para afundar e eventualmente implodir quando a pressão hidrostática exceder o limite de implosão do dispositivo. Um mecanismo de disparo pode sr usado para induzir o dispositivo a implodir antes que a pressão sozinha o faça, como descrito 20 em Harben, P. E., Boro, C, Dorman, Pulli, J., 2000, "Use of imploding spheres: an Alternative to Explosives as Acoustic Sources at mid-Latitude SOFAR Channel Depths," Lawrence Livermore National Laboratory Report, UCRL-ID-139032. One exemplo of an implosive device is commercial light bulbs, 25 as described in both Heard, G. J., McDonald, M., Chapman, N. R., Jashke, L., "Underwater light bulb implosions — a useful acoustic source," Proc IEEE Oceans '97; e Giotto. O uso controlado de fontes implosivas em um poço é descrita na Patente norte americana U.S. No. 4805726 de Taylor, D.T., Brooks, J.E., intitulada "Controlled Implosive Downhole Seismic Source." Fontes sísmicas geram ondas tubulares de baixa frequência que se propagam para cima e para baixo no furo de poço por longas distâncias com uma velocidade claramente definida e pouca dispersão, particularmente em poços com tubulação de revestimento. Em realidade, as ondas tubulares se propagam com uma atenuação tão pequena que elas são a maior fonte de ruído nas pesquisas sísmicas convencionais do furo de poço. As ondas tubulares são descritas, por exemplo, em White, J.E., 1983, "Underground Sound: Application of Seismic Waves," Elsevier, ISBN 0-444-42139-4 ("White").
Sumário da Invenção De acordo com uma modalidade da invenção, o aparelho operável para facilitar o cálculo de uma profundidade na qual uma condição ocorre em um furo de poço contendo um fluido, o furo de poço possuindo uma cabeça e um fundo, compreende: um corpo oco que define uma câmara; e uma característica que inicia a geração de uma onda tubular com base na exposição a um valor predeterminado de pelo menos uma propriedade física selecionada a partir do grupo que compreende pressão, tempo, temperatura, pH e radiação de fundo. De acordo com uma outra modalidade da invenção, o aparelho operável para calcular a profundidade na qual uma condição ocorre em um furo de poço contendo um fluido, o furo de poço possuindo uma cabeça e um fundo, compreende: 5 um pequeno recipiente operável em resposta à ocorrência da condição em uma primeira posição no furo de poço para gerar primeira e segunda ondas tubulares, a primeira onda tubular se propagando a partir da posição diretamente no sentido da cabeça, e a segunda onda tubular se propagando a partir da 10 posição no sentido do fundo do furo de poço e em seguida sendo refletida no sentido da cabeça; pelo menos um sensor operável para detectar a chegada da primeira e segunda ondas tubulares numa segunda posição de profundidade conhecida; e um analisador operável para calcular a 15 profundidade da primeira posição relativamente à profundidade do fundo do furo de poço ou outro refletor como uma função da diferença no tempo de chegada detectado da primeira e segunda ondas tubulares na segunda posição.
De acordo com uma outra modalidade da invenção, um 20 método para facilitar o cálculo de uma profundidade na qual uma condição ocorre em um furo de poço contendo um fluido, o furo de poço possuindo uma cabeça e um fundo, compreende: gerar uma onda tubular com um corpo oco que define uma câmara e uma característica que inicia a geração da onda 25 tubular com base na exposição a um valor predeterminado de pelo menos uma propriedade física selecionada a partir do grupo que compreende pressão, tempo, temperatura, pH e radiação de fundo.
De acordo com uma outra modalidade da invenção, um método para calcular uma profundidade na qual uma condição ocorre em um furo de poço contendo um fluido, o furo de poço possuindo u um furo de poço contendo um fluido, o furo de poço possuindo uma cabeça e um fundo, compreende: gerar, com um pequeno recipiente operável em resposta à ocorrência da condição numa primeira posição no furo de poço no furo de poço, primeira e segunda ondas tubulares no furo de poço, a primeira onda tubular se propagando diretamente desde a posição no sentido para a cabeça, e a segunda onda tubular se propagando desde a posição no sentido ao fundo do furo de poço e em seguida sendo refletida no sentido da cabeça; detectar a chegada da primeira e segunda ondas tubulares numa segunda posição de profundidade conhecida com pelo menos um sensor; e empregar um analisador para calcular a profundidade da primeira posição relativamente à profundidade do fundo do furo de poço ou outro refletor como uma função da diferença no tempo de chegada detectado da primeira e segunda ondas tubulares na segunda posição.
Breve Descrição das Figuras A Figura 1 é uma ilustração esquemática do uso de um pequeno recipiente implosivo em um furo de poço para determinar uma relação pressão-profundidade ao longo da extensão do comprimento do furo de poço A Figura 2 é um gráfico que ilustra a reverberação dos pulsos de pressão gerados pela implosão do pequeno recipiente.
A Figura 3 é uma ilustração esquemática de um simples pequeno recipiente implosivo.
A Figura 4 é uma ilustração esquemática do uso de um dispositivo de disparo com o pequeno recipiente da Figura 3.
As Figuras 5 e 6 são ilustrações esquemáticas que mostram pequenos recipientes multi-implosivos.
Descrição Detalhada
A Figura 1 ilustra o uso de um pequeno recipiente implosivo (100) em um furo de poço para determinar uma relação pressão-profundidade ao longo da extensão do furo de poço. O pequeno recipiente é introduzido no fluido que está sendo bombeado para o interior do furo de poço por meio de um conduto de entrada (102) entre a bomba (104) e a cabeça do furo de poço (106). O pequeno recipiente (100) é projetado para implodir quando a pressão à qual ele está submetido ultrapassar um predeterminado valor de implosão, por exemplo, 2 MPa (300 psi) . Uma vez introduzido no fluido, o pequeno recipiente é transportado ao longo da extensão do furo de poço por pelo menos um de (a) o fluido que está sendo bombeado e (b) a força da gravidade. Quando a pressão à qual o pequeno recipiente está submetido ultrapassa o valor de implosão, por exemplo, 2 MPa (300 psi) , ο pequeno recipiente implode. A implosão do pequeno recipiente gera fortes ondas tubulares (108, 110) que transitam tanto para cima e para baixo no poço, isto é, uma onda tubular ascendente (108) e uma onda tubular 5 descendente (110a). A onda tubular ascendente (108) se propaga para cima ao longo da extensão do furo de poço até a cabeça do furo de poço (106) na superfície. A onda tubular descendente (110a) se propaga para baixo e é fortemente refletida pelo fundo do furo de poço (112). A 10 onda tubular descendente (110b) se propaga para cima no sentido da cabeça do furo de poço. As ondas tubulares direta ascendente e descendente refletida são detectadas por um ou mais sensores (114) na cabeça ou nas proximidades da cabeça do furo de poço. Por exemplo, um hidrofone ou um 15 pequeno arranjo de hidrofones pode ser empregado para detectar as ondas tubulares. Um digitalizador hidrofone, registrador, e analisador (116) possuindo um circuito de relógio é empregado para medir e registrar a diferença no tempo entre a detecção das ondas tubulares (108, 110b). A 20 profundidade na qual ocorreu a implosão é então calculada pelo analisador (116) a partir do lapso de tempo entre a onda tubular ascendente direta (108) e a onda tubular descendente refletida (110b), produzindo uma profundidade Z (medida ao longo da extensão do comprimento do furo de poço 25 a partir do fundo do poço (112)) na qual a pressão ultrapassa o valor de implosão (2 MPa (300 psi) no exemplo) . Uma vez que o valor de implosão é conhecido, o resultado é um ponto de dado indicativo da pressão na profundidade Z.
Deverá ser notado que a onda tubular descendente (IlOa) pode ser refletida antes de atingir o fundo do furo de poço (112). For exemplo, uma maior alteração na impedância do furo de poço pode induzir o reflexo da onda tubular descendente. Em alguns casos, pode ser necessário diferenciar essa reflexão de uma reflexão no fundo do poço. Em outros casos onde a profundidade da característica é conhecida, a onda tubular refletida pela característica pode ser empregada no cálculo da profundidade. Outros sinais gerados pela implosão tal como ondas que se propagam na extensão ou de flexão na tubulação de revestimento podem ser também detectadas na superfície. Se elas estiverem presentes e possuírem velocidades de propagação conhecidas então elas podem ser usadas como um método adicional ou alternativo para a determinação da profundidade da implosão. Ainda outros sinais, tais como aqueles gerados por uma bomba, podem precisar serem removidos por filtragem.
Diversas técnicas podem ser empregadas para calcular a profundidade de implosão a partir das diferenças dos tempos de chegada das ondas tubulares. Por exemplo, a velocidade de propagação, V, da onda tubular em um furo de poço com tubulação de revestimento cheio de fluido é descrito por White (1983) como:
V = \p(\IB + \l^ + (Ehl2b))\U2 ,
onde pé a densidade do fluido, B é o módulo de compressibilidade do fluido, μ é o módulo de cisalhamento da rocha, E é o módulo de Young para o material da tubulação de revestimento, h é a espessura da tubulação de revestimento e b é o diâmetro externo da tubulação de revestimento. Para um furo de poço cheio de água, uma aproximação aceitável de V é de 1450 m/s. Para a lama de perfuração essa velocidade pode variar ligeiramente devido aos aumentos na densidade, p, ou alteração no módulo de compressibilidade, B. Tanto a densidade ou o módulo de compressibilidade podem ser medidos para um fluido em particular sob considerações, e modificações feitas ao valor de Vr se necessário.
Diversas técnicas podem ser empregadas para calibrar a velocidade da onda tubular. Por exemplo, múltiplas mostram o período total de ida e volta. Além disso, a autocorrelação do ruído da bomba mostra o período 20 total de ida e volta. Ainda adicionalmente, uma fonte na superfície pode determinar o período total de ida e volta.
Na modalidade ilustrada pelas Figuras 1 e 2, a profundidade de implosão é calculada para um furo de poço de profundidade total conhecida, D, e uma implosão numa profundidade não conhecida, Z, que ocorre em um tempo desconhecido, T0. A onda tubular ascendente (108) é detectada pelo arranjo de hidrofones (114) no topo do furo de poço no tempo T1. Uma vez que o tempo da implosão T0 e a profundidade, Z, são desconhecidos, o resultado não pode 5 ser calculado a partir de T1 sozinho. Todavia, se o tempo de chegada da onda tubular (110b) refletida proveniente do fundo do poço, T2, é registrado, então duas equações para os dois desconhecidos são disponíveis:
T1 - T0 = Z/V e
T2 - T0 = (2D - Z)/V.
O desconhecido tempo de origem pode ser então eliminado dessas duas equações para obter uma expressão para a profundidade da implosão:
Z = D - V ( T2 - Ti ) / 2.
Existe uma variedade de modos para detectar os tempos de chegada e retardamentos de chegada das ondas tubulares, incluindo abordagens por escolha manual, algoritmos automáticos de limiarização, e autocorrelação. 20 Abordagens mais sofisticadas podem ser exigidas se o típico campo de ruído for mais complexo, ou se múltiplos pequenos recipientes projetados para implodir em variadas pressões são implantados simultaneamente.
Utilizando as técnicas descritas acima, múltiplos pequenos recipientes (100) podem ser usados para gerar um perfil de pressão multiponto do poço. Em particular, múltiplos pequenos recipientes possuindo diferentes valores de implosão proporcionam um perfil de pressão versus profundidade, e múltiplos pequenos recipientes possuindo o 5 mesmo valor de implosão inseridos seqüencialmente durante um periodo de tempo proporcionam uma indicação da alteração da pressão/profundidade durante o tempo. Em uma modalidade, o perfil de pressão multiponto é gerado pela repetição da técnica descrita acima com vários pequenos recipientes, 10 cada um dos quais está projetado para implodir numa pressão diferente, por exemplo, 690 kPa (100 psi) , 1,4 MPa (200 psi), 2 MPa (300 psi), 2,8 MPa (400 psi). Em particular, um segundo pequeno recipiente é introduzido após a implosão de um primeiro pequeno recipiente, um terceiro pequeno 15 recipiente é introduzido após a implosão do segundo pequeno recipiente, e assim por diante. Esse procedimento pode ser repetido afim de detectar as alterações do perfil de pressão em tempo real.
Referindo agora à Figura 3, um simples pequeno 20 recipiente (300) descrito em seção transversal inclui um corpo oco (302) que define uma câmara interna (304). A câmara (302) pode estar em vácuo, ou estar preenchida com gás numa pressão de zero a baixa pressão. Embora um corpo tubular seja descrito, formas esféricas e outras formas 25 podem ser utilizadas. Em particular, a forma do pequeno recipiente pode ser selecionada para facilitar o movimento dentro do poço, e também para produzir características acústicas particulares. 0 ilustrado corpo do pequeno recipiente tem um orifício (306) adaptado para receber um disco de ruptura de pressão (308). O orifício pode ser 5 provido de rosca tal que um disco de ruptura de pressão com um prendedor provido de rosca pode ser encaixado no campo para produzir um pequeno recipiente de valor de implosão selecionado. Alternativamente, os pequenos recipientes podem ser completamente montados antes de aplicar ao campo. 10 Diversos materiais podem ser utilizados para formar
o corpo do pequeno recipiente. Um corpo metálico é relativamente durável e facilmente construído. Todavia, se os detritos resultantes é uma preocupação, então materiais tais como certos tipos de vidro que são projetados para 15 estilhaçar na forma de muitas pequenas peças podem ser utilizados. Alternativamente, o corpo metálico pode ser formado com características de fragmentação que controlem o tamanho dos detritos após a implosão.
O volume da câmara (304) e a área de superfície do 20 disco de ruptura (308) (ou orifício) podem ser selecionados para produzir as características acústicas selecionadas quando da implosão. Um fator na determinação da amplitude da onda tubular é o tamanho (volume) da câmara (304) . Um outro fator é a diferença de pressão entre o interior e o 25 exterior da câmara no momento da implosão. Quanto maior o volume da câmara que estiver sofrendo colapso e quanto maior a diferença de pressão, maior a quantidade de energia que estará sendo liberada, e desse modo maior a amplitude da onda tubular resultante. Um fator na determinação da frequência da onda tubular é a área superficial de colapso 5 durante a implosão, porque o tempo durante o qual a energia da câmara é liberada é uma função da área superficial de colapso. Dependendo da modalidade, o orifício ou o disco de ruptura pode definir uma área sul de colapso durante a implosão. Em particular, em uma modalidade onde o valor de 10 implosão do corpo (302) é suficientemente maior que aquele do disco de ruptura por pressão (308), a área de colapso é definida pela área de superfície do disco que está montado no orifício. Em uma modalidade tal como uma esfera de vidro ou outro corpo monolítico, a área superficial de colapso 15 pode ser a área superficial do corpo (302). Em um ou outro caso, quanto maior a área superficial de colapso, menor o tempo durante o qual a energia é liberada, e maior a frequência da onda tubular resultante. As características particulares de amplitude e de frequência podem ser usadas 20 de modo proveitoso para marcar acusticamente pequenos recipientes particulares ou classes de pequenos recipientes. Em outras palavras, o pequeno recipiente acusticamente marcado produz uma onda tubular de freqüência e amplitude particulares que podem ser diferençadas das 25 outras ondas tubulares e energia ambiente como será descrito em detalhes adicionais adiante. Uma técnica para utilizar pequenos recipientes acusticamente marcados é ao mesmo tempo introduzir múltiplos pequenos recipientes marcados dentro do furo de poço a fim de reduzir o periodo de tempo requerido para 5 obter múltiplos pontos de dados de pressão. Um pequeno recipiente com um primeiro valor de implosão tem uma primeira etiqueta acústica, um pequeno recipiente com um segundo valor de implosão tem uma segunda etiqueta acústica, e assim por diante. As ondas tubulares 10 provenientes das implosões recebidas pelos hidrofones são diferenciadas umas das outras pelo analisador (116) com base na amplitude, frequência, ou ambos antes do cálculo da profundidade. O cálculo individual da profundidade Z de cada implosão então produz uma relação grosseira da 15 profundidade versus pressão para o furo de poço no momento da pesquisa. Esse procedimento pode ser repetido a fim de detectar alterações no perfil da pressão com o passar do tempo, e em tempo real.
Referindo à Figura 4, um mecanismo de disparo (400)
2 0 é empregado em uma modalidade alternativamente do pequeno recipiente (402) . O mecanismo de disparo pode agilizar ou uma implosão ou uma explosão (404) , tal como por meio de uma carga ou outro gerador sísmico tal como um dispositivo piezoelétrico. Além disso, o mecanismo de disparo (400) 25 pode ser iniciado com base em qualquer propriedade física mensurável, incluindo, mas não limitado a, pressão, tempo, temperatura, pH, radiação de fundo, e combinações desses mencionados.
A Figura 5 ilustra um pequeno recipiente de múltiplas explosões (500). 0 pequeno recipiente possui um corpo com divisões internas (502a, 502b, 502c)) que definem quatro câmaras distintas (504a, 504b, 504c, 504d). A primeira câmara (504a) está nas proximidades de um orifício externo (506). As divisões internas estão instaladas com discos de ruptura por pressão (508a, 508b, 508c) graduados para um valor de implosão cada vez maior. Por exemplo, um primeiro disco (508a)pode ser graduado para 690 kPa (100 psi), um segundo disco (508b) para 3,45 MPa (500 psi), e um terceiro disco para 6,9 MPa (1000 psi) . Cada câmara é operável para produzir ondas tubulares como já descrito acima com respeito ao pequeno recipiente de câmara única. Todavia, as câmaras implodem em seqüência devido ao colapso de um disco de ruptura para expor o disco adjacente ao fluido sob pressão. Defletores internos (510) podem ser empregados para reduzir a possibilidade de implosão prematura de um disco de ruptura de maior pressão devido à energia do fluido que chega devido ao colapso do disco adjacente. As áreas superficiais dos discos de ruptura e o volume das câmaras podem ser variados como já descrito acima a fim de marcar acusticamente as implosões individuais.
Um mecanismo de armar (512) é usado para evitar a implosão prematura. Em particular, o mecanismo de armar previne os discos internos de ruptura (508a, 508b, 508c) de serem submetidos ao fluido pressurizado do furo de poço até que um disco de ruptura de armar (514) montado no orifício 5 externo (506) seja rompido. O mecanismo de armar pode incluir um temporizador operável para retardar a armação do pequeno recipiente por uma predeterminada quantidade de tempo, por exemplo, para evitar implosão prematura devido a proximidade a uma bomba. O mecanismo de armar pode ser 10 também configurado para evitar as condições especificas que possam provocar implosão prematura, tais como pulsos de pressão resultantes da proximidade a uma bomba quando o pequeno recipiente é introduzido ao interior do poço. Em particular, a sobrepressão provocada pela bomba pode ser 15 identificada com base nas características de pressão versus tempo, e o mecanismo de armar pode ser projetado para armar o pequeno recipiente somente após a pressão da bomba ter sido determinada ter estado presente e em seguida se reduziu.
A Figura 6 ilustra uma modalidade alternativa de
pequeno recipiente de múltipla implosão (600). Nessa modalidade, divisões internas (602a, 602b, 602c) definem e isolam câmaras (604a, 604b, 604c, 604d) umas das outras. Cada câmara tem um orifício (606) com um disco de ruptura 25 (608) que é exposto ao fluido sob pressão. Tipicamente, os discos de ruptura (608) irão ter diferentes valores de implosão. As vantagens dessa modalidade incluem a instalação simplificada dos discos de ruptura e evitam a necessidade quanto a defletores internos.
Embora a invenção tenha sido descrita através das modalidades representativas acima, será entendido por aqueles usualmente versados na técnica que modificações e variações das modalidades ilustradas podem ser feitas sem se afastar dos conceitos inventivos aqui revelados. Além disso, embora as modalidades preferidas sejam descritas em conjunto com diversas estruturas ilustrativas, aquele usualmente versado na técnica irá identificar que o sistema pode ser materializado utilizando uma variedade de estruturas específicas. Consequentemente, a invenção não deverá ser visualizada como limitada exceto pelo escopo e espírito das reivindicações anexas.
Claims (50)
1. APARELHO OPERÁVEL PARA FACILITAR O CÁLCULO DE UMA PROFUNDIDADE NA QUAL UMA CONDIÇÃO OCORRE EM UM FURO DE POÇO CONTENDO UM FLUIDO, o furo de poço possuindo uma cabeça e um fundo, caracterizado por compreender: um corpo oco que define uma câmara; e uma característica que inicia a geração de uma onda tubular com base na exposição a um valor predeterminado de pelo menos uma propriedade física selecionada a partir do grupo que compreende pressão, tempo, temperatura, pH e radiação de fundo.
2. Aparelho, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por o corpo ser esférico.
3. Aparelho, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por o corpo ser cilíndrico.
4. Aparelho, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por o corpo ser construído a partir de pelo menos um material selecionado a partir do grupo que compreende: metal, material cerâmico e vidro.
5. Aparelho, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por a característica que inicia a geração de uma onda tubular incluir um mecanismo de disparo.
6. Aparelho, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por a característica que inicia a geração de uma onda tubular incluir uma carga explosiva operável em resposta ao mecanismo de disparo.
7. Aparelho, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por a característica que inicia a geração de uma onda tubular inclui um dispositivo piezoelétrico operável em resposta ao mecanismo de disparo.
8. Aparelho, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por a característica que inicia a geração de uma onda tubular incluir um disco de ruptura por pressão montado em um orifício do corpo.
9. Aparelho, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por adicionalmente incluir divisões internas que definem uma pluralidade de câmaras.
10. Aparelho, de acordo com a reivindicação 9, caracterizado por cada câmara incluir um orifício e um disco de ruptura por pressão montado no orifício, os discos de ruptura por pressão sendo expostos à pressão externa ao corpo.
11. Aparelho, de acordo com a reivindicação 9, caracterizado por cada câmara incluir pelo menos um orifício formado em uma das divisões internas, e um disco de ruptura por pressão montado no orifício.
12. Aparelho, de acordo com a reivindicação 11, caracterizado por pelo menos uma câmara incluir defletores internos.
13. Aparelho, de acordo com a reivindicação 11, caracterizado por adicionalmente incluir um mecanismo de armar operável para blindar as divisões internas da pressão externa até que o mecanismo de armar seja acionado.
14. Aparelho, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por o volume da câmara volume ser selecionado para produzir uma onda tubular de uma amplitude particular.
15. Aparelho, de acordo com a reivindicação 8, caracterizado por a área do disco de ruptura ser selecionada para produzir uma onda tubular de uma frequência particular.
16. APARELHO OPERÁVEL PARA CALCULAR UMA PROFUNDIDADE NA QUAL UMA CONDIÇÃO OCORRE EM UM FURO DE POÇO CONTENDO UM FLUIDO, o furo de poço possuindo uma cabeça e um fundo, caracterizado por compreender: um pequeno recipiente operável em resposta a ocorrência da condição numa primeira posição no furo de poço para gerar primeira e segunda ondas tubulares no poço, a primeira onda tubular se propagando diretamente desde a posição no sentido para a cabeça, e a segunda onda tubular se propagando desde a posição no sentido ao fundo do furo de poço e em seguida sendo refletida no sentido da cabeça; pelo menos um sensor operável para detectar a chegada da primeira e segunda ondas tubulares numa segunda posição de profundidade conhecida; e um analisador operável para calcular a profundidade da primeira posição relativamente à profundidade do fundo do furo de poço como uma função da diferença no tempo de chegada detectado da primeira e segunda ondas tubulares na segunda posição.
17.Aparelho, de acordo com a reivindicação 16, caracterizado por o pequeno recipiente ser operável para gerar as primeira e segunda ondas tubulares por implosão.
18.Aparelho, de acordo com a reivindicação 16, caracterizado por o pequeno recipiente ser operável para gerar as primeira e segunda ondas tubulares por explosão.
19.Aparelho, de acordo com a reivindicação 16, caracterizado por o pequeno recipiente incluir fontes sísmicas piezoelétricas para gerar as primeira e segunda ondas tubulares.
20.Aparelho, de acordo com a reivindicação 17, caracterizado por o pequeno recipiente ser projetado para implodir numa pressão predeterminada.
21.Aparelho, de acordo com a reivindicação 20, caracterizado por incluir uma pluralidade de pequenos recipientes, cada um dos quais implode numa pressão diferente.
22.Aparelho, de acordo com a reivindicação 20, caracterizado por o analisador ser operável para produzir um perfil de pressão versus profundidade do poço.
23.Aparelho, de acordo com a reivindicação 16, caracterizado por o pequeno recipiente ser operável para disparar a geração da primeira e segunda ondas tubulares com base em pelo menos uma propriedade física selecionada a partir do grupo que compreende tempo, temperatura, pH e radiação de fundo.
24. Aparelho, de acordo com a reivindicação 16, caracterizado por o analisador ser operável para diferenciar as primeira e segunda ondas tubulares das outras ondas tubulares com base na frequência.
25. Aparelho, de acordo com a reivindicação 16, caracterizado por o analisador ser operável para diferenciar as primeira e segunda ondas tubulares das outras ondas tubulares com base na amplitude.
26. MÉTODO PARA FACILITAR 0 CÁLCULO DE UMA PROFUNDIDADE NA QUAL UMA CONDIÇÃO OCORRE EM UM FURO DE POÇO CONTENDO UM FLUIDO, o furo de poço possuindo uma cabeça e um fundo, caracterizado por compreender: gerar uma onda tubular com um corpo oco que define uma câmara e uma característica que inicia a geração da onda tubular com base na exposição a um valor predeterminado de pelo menos uma propriedade física selecionada a partir do grupo que compreende pressão, tempo, temperatura, pH e radiação de fundo.
27. Método, de acordo com a reivindicação 26, caracterizado por o corpo ser esférico.
28. Método, de acordo com a reivindicação 26, caracterizado por o corpo ser cilíndrico.
29. Método, de acordo com a reivindicação 26, caracterizado por o corpo ser construído a partir de pelo menos um material selecionado a partir do grupo que compreende: metal, material cerâmico e vidro.
30. Método, de acordo com a reivindicação 26, caracterizado por incluir a etapa adicional de iniciar a geração da onda tubular em resposta a um mecanismo de disparo.
31. Método, de acordo com a reivindicação 26, caracterizado por incluir a etapa adicional de iniciar a geração de uma onda tubular com uma carga explosiva operável em resposta ao mecanismo de disparo.
32. Método, de acordo com a reivindicação 26, caracterizado por incluir a etapa adicional de iniciar a geração de uma onda tubular com um dispositivo piezoelétrico operável em resposta ao mecanismo de disparo.
33. Método, de acordo com a reivindicação 26, caracterizado por incluir a etapa adicional de iniciar a geração de uma onda tubular com um disco de ruptura por pressão montado em um orifício do corpo.
34. Método, de acordo com a reivindicação 26, caracterizado por adicionalmente incluir divisões internas que definem uma pluralidade de câmaras.
35. Método, de acordo com a reivindicação 34, caracterizado por cada câmara incluir um orifício e um disco de ruptura por pressão montado no orifício, os discos de ruptura por pressão sendo expostos a pressão externa ao corpo.
36. Método, de acordo com a reivindicação 34, caracterizado por cada câmara incluir pelo menos um orifício formado em uma das divisões internas, e um disco de ruptura por pressão montado no orifício.
37. Método, de acordo com a reivindicação 36, caracterizado por pelo menos uma câmara incluir defletores internos.
38. Método, de acordo com a reivindicação 36, caracterizado por adicionalmente a etapa de empregar um mecanismo de armar para blindar as divisões internas da pressão externa até o mecanismo de armar ser ativado.
39. Método, de acordo com a reivindicação 26 caracterizado por o volume da câmara volume ser selecionado para produzir uma onda tubular de uma amplitude particular.
40. Método, de acordo com a reivindicação 33, caracterizado por a área do disco de ruptura ser selecionada para produzir uma onda tubular de uma frequência particular.
41. MÉTODO PARA CÁLCULO UMA PROFUNDIDADE NA QUAL UMA CONDIÇÃO OCORRE EM UM FURO DE POÇO CONTENDO UM FLUIDO, o furo de poço possuindo uma cabeça e um fundo, caracterizado por compreender: gerar, com um pequeno recipiente operável em resposta a ocorrência da condição numa primeira posição no furo de poço, primeira e segunda ondas tubulares no furo de poço, a primeira onda tubular se propagando diretamente desde a posição no sentido para a cabeça, e a segunda onda tubular se propagando desde a posição no sentido ao fundo do furo de poço e em seguida sendo refletida no sentido da cabeça; detectar a chegada da primeira e segunda ondas tubulares numa segunda posição de profundidade conhecida com pelo menos um sensor; e empregar um analisador para calcular a profundidade da primeira posição relativamente à profundidade do fundo do poço como uma função da diferença no tempo de chegada detectado da primeira e segunda ondas tubulares na segunda posição.
42.Método, de acordo com a reivindicação 41, caracterizado por incluir a etapa adicional do pequeno recipiente gerar as primeira e segunda ondas tubulares por implosão.
43. Método, de acordo com a reivindicação 41, caracterizado por incluir a etapa adicional do pequeno recipiente gerar as primeira e segunda ondas tubulares por explosão.
44.Método, de acordo com a reivindicação 41, caracterizado por o pequeno recipiente incluir fontes sísmicas piezoelétricas para gerar as primeira e segunda ondas tubulares.
45.Método, de acordo com a reivindicação 41, caracterizado por o pequeno recipiente ser projetado para implodir numa pressão predeterminada.
46. Método, de acordo com a reivindicação 45, caracterizado por incluir uma pluralidade de pequenos recipientes, cada um implodindo numa pressão diferente.
47. Método, de acordo com a reivindicação 45, caracterizado por incluir a etapa adicional de produzir um perfil de pressão versus profundidade do poço com o analisador.
48. Método, de acordo com a reivindicação 41, caracterizado por incluir a etapa adicional de disparar, com o pequeno recipiente, a geração das primeira e segunda ondas tubulares com base em pelo menos uma propriedade fisica selecionada a partir do grupo que compreende tempo, temperatura, pH e radiação de fundo.
49. Método, de acordo com a reivindicação 41, caracterizado por incluir a etapa adicional do analisador diferenciar as primeira e segunda ondas tubulares das outras ondas tubulares com base na frequência.
50. Método, de acordo com a reivindicação 41, caracterizado por incluir a etapa adicional do analisador diferenciar as primeira e segunda ondas tubulares das outras ondas tubulares com base na amplitude.
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