BRPI0401034B1 - Conjunto de luva para um corpo de carretel de perfuração e método de testagem quanto à pressão de um corpo de carretel de perfuração - Google Patents
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Description
Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "CON- JUNTO DE LUVA PARA UM CORPO DE CARRETEL DE PERFU- RAÇÃO E MÉTODO DE TESTAGEM QUANTO À PRESSÃO DE UM CORPO DE CARRETEL DE PERFURAÇÃO".
Campo da Invenção [001] A presente invenção refere-se, em geral, a equipamento de perfuração de poço e produção e, em particular, a um conjunto de luva de corpo de carretei de perfuração para testar o corpo de carretei transversal a furos e válvulas e para proteger o corpo de carretei du- rante operações de perfuração.
Descrição da Técnica Relacionada [002] Um poço capaz de produzir óleo ou gás terá um alojamento de condutor preso a uma coluna de tubo condutor, o tubo condutor se estendendo uma curta profundidade no poço. Um alojamento de cabe- ça de poço é assentado no alojamento condutor. Um alojamento de cabeça do poço é preso a uma primeira ou coluna externa de revesti- mento. A primeira coluna de revestimento estende-se através do con- dutor até uma profundidade mais profunda no poço. Dependendo das condições particulares das camadas geológicas acima da zona alvo (tipicamente, uma zona de produção de óleo ou gás ou uma zona de injeção de fluido), uma ou mais colunas de revestimento adicionais se estenderão através da coluna externa de revestimento até profundida- des crescentes no poço até que o poço seja revestido até sua profun- didade final. Cada coluna de revestimento é suportada na extremidade superior por um suspensor de revestimento. O suspensor de revesti- mento assenta no alojamento de cabeça de poço e é suportado pelo mesmo. [003] Em poços típicos, múltiplas colunas de revestimento são suspensas dentro do alojamento de cabeça de poço para obter supor- te estrutural para o poço até a profundidade da zona alvo. Onde múlti- pias colunas de revestimento são colocadas dentro do revestimento externo, múltiplos suspensores de revestimento são assentados no alojamento de cabeça de poço, cada um colocado acima do anterior no alojamento de cabeça de poço.Entre cada suspensor de revesti- mento e o alojamento de cabeça de poço, um conjunto de vedação de suspensor de revestimento é colocado para isolar cada espaço anular entre colunas de revestimento. A última coluna de revestimento, e a mais interna, se estende no poço até a profundidade final, essa sendo a tubulação para revestimento de produção. As colunas de revesti- mento entre os revestimentos externos e os revestimentos de produ- ção são referidas, tipicamente, como colunas de revestimento inter- mediárias. [004] Quando da perfuração e transporte das colunas de revesti- mento no poço, é crítico que o operador mantenha o controle da pres- são do poço. Isso é realizado pelo estabelecimento de uma coluna de fluido com densidade de fluido predeterminada no interior do poço. Du- rante operações de perfuração, esse fluido é circulado para baixo no poço através do interior da coluna de perfuração para fora da extremi- dade terminal inferior da coluna de perfuração e de volta para cima até o anel em torno da coluna de perfuração até a superfície. Essa coluna de fluido de densidade controlada equilibra a pressão furo abaixo no poço. Quando da colocação dos revestimentos, os revestimentos são estendidos no poço com a pressão equilibrada e, então cimentados no lugar. [005] Um sistema de prevenção de explosões (BOP) é emprega- do durante a perfuração e o transporte das colunas de revestimento no poço como outro sistema de segurança para assegurar que o operador mantenha o controle da pressão do poço. O BOP está localizado aci- ma do alojamento de cabeça de poço estendendo-o em um tubo as- cendente de perfuração no alojamento de cabeça de poço. [006] Após a perfuração e a instalação das colunas de revesti- mento estarem completas, o poço deve ser completado para produ- ção. No poço, os fluidos de produção circulam através de perfurações feitas no revestimento de produção na zona de produção. Uma coluna de tubos de produção se estende para a zona de produção dentro do revestimento de produção para proporcionar um conduto de pressão controlada através do qual os fluidos do poço são produzidos. Em al- gum ponto acima da zona de produção, um obturador veda o espaço entre o revestimento de produção e os tubos de produção para asse- gurar que os fluidos do poço circulem através dos tubos de produção até a superfície. A tubulação é suportada por um conjunto de suspen- sor de tubos, que assenta e trava acima do suspensor de revestimento de produção. [007] Na cabeça do poço, várias disposições de válvulas de con- trole de produção são dispostas em uma montagem geralmente co- nhecida como uma árvore. Em alguns poços, uma árvore vertical é ins- talada no alojamento de cabeça de poço. Primeiro, o suspensor de produção e os tubos de produção são instalados no alojamento de ca- beça de poço. Em seguida, o BOP é removido e, então, a árvore verti- cal é bloqueada e vedada no alojamento de cabeça de poço. A árvore vertical tem um ou mais furos de produção contendo válvulas atuadas e se estendendo verticalmente às respectivas saídas laterais de fluido de produção na parede da árvore vertical. Os furos de produção e as válvulas de produção estão em linha com os tubos de produção. Um exemplo de uma árvore vertical incluirá uma árvore vertical de monofu- ros. [008] O uso de árvores verticais envolve problemas, porém. Se for necessário esticar a conclusão, consistindo essencialmente na co- luna de tubos e no suspensor de tubos, a árvore vertical precisa ser removida e substituída pelo BOP. Contudo, a substituição do BOP en- volve a colocação e a testagem de bujões ou contar com válvulas de fundo do poço, que podem não ser seguras por não terem sido usadas ou testadas por um longo tempo. O poço também está em uma condi- ção vulnerável enquanto a árvore vertical e o BOP estão sendo troca- dos e nenhum está em posição, o que é uma operação demorada. Is- so, usualmente, envolve a obstrução el ou o abandono do poço. [009] Além disso, a instalação do suspensor de produção e dos tubos de produção no alojamento de cabeça de poço pode envolver problemas. Por exemplo, o furo de vedação do alojamento de cabeça de poço na área onde o suspensor de produção assenta poderia ser prejudicado. Um alojamento de cabeça de poço danificado poderia causar problemas significativos porque os alojamentos de cabeça de poço não podem ser recuperados uma vez instalados. Também, o alo- jamento de cabeça de poço pode não ser compatível para conexão com a árvore vertical. Além disso, a cabeça do poço pode ter sido ins- talada em uma altura indesejável. Também, a cabeça do poço pode não ter espaço suficiente para um suspensor de tubos devido ao nú- mero de suspensores de revestimento instalados na cabeça do poço. [0010] Para aliviar alguns dos problemas associados com a insta- lação do suspensor de produção e os tubos de produção no alojamen- to de cabeça de poço, um corpo de carretei pode ser instalado entre a árvore vertical e o alojamento de cabeça de poço. Com um corpo de carretei, o suspensor de produção e os tubos de produção são instala- dos no corpo de carretei, em lugar do alojamento de cabeça de poço. [0011] Um exemplo de um corpo de carretei é um carretei de tu- bos. O carretei de tubos proporciona um furo não-danificado em que o suspensor de produção e os tubos podem ser instalados. Ele também pode atuar como um adaptador com sua extremidade de terminal infe- rior compatível com o alojamento de cabeça de poço e sua extremida- de de terminal superior compatível com a extremidade de terminal infe- rior da árvore vertical. Ele também pode localizar a árvore em uma al- tura mais desejável. Um carretei de tubos também pode proporcionar uma posição para o suspensor de tubos no caso em que não haja al- gum no alojamento de cabeça de poço. Quando da perfuração do po- ço, o carretei de tubos é instalado após o revestimento de produção ter sido instalado na cabeça do poço. Isso requer que o BOP primeiro seja removido da cabeça do poço antes da instalação do carretei de tubos.
Após o carretei de tubos ser instalado, o BOP é, então, instalado no carretei de tubos. Após, o suspensor de produção e os tubos de pro- dução serem instalados no carretei de tubos, o BOP é removido e a árvore vertical é instalada no carretei de tubos. [0012] Desse modo, o carretei de tubos, embora aliviando alguns dos problemas associados com o uso de uma árvore vertical sozinha, ainda deixa o poço em uma condição vulnerável enquanto o carretei de tubos e o BOP estão sendo trocados e nenhum está em posição.
Também, se for necessário esticar a conclusão, consistindo essenci- almente na coluna de tubos e no suspensor de tubos, a árvore vertical precisa ser removida e substituída pelo BOP. [0013] Outro exemplo de um carretei de tubos é um carretei de tubos de perfuração, que é um tipo de corpo de carretei de perfuração. O carretei de tubos de perfuração é instalado no alojamento de cabeça de poço no ponto onde um BOP é necessário para perfuração. O car- retei de tubos de perfuração tem um furo transversal grande capaz de passar o equipamento através do furo do carretei de tubos. Desse mo- do, o carretei de tubos de perfuração proporciona o benefício adicional de eliminar a necessidade de fazer múltiplas viagens do BOP. [0014] Contudo, o carretei de tubos de perfuração também apre- senta problemas para as operações de perfuração e de completamen- to. O carretei de tubos de perfuração inclui furos transversais com res- pectivas válvulas que precisam ser todas testadas quanto à pressão não só em pressões de operação de produção, mas também pressões de operação de perfuração. Os testes de pressão podem ser realiza- dos antes el ou após o carretei de tubos de perfuração ser instalado no alojamento de cabeça de poço. Para realizar os testes de pressão, uma luva protetora de furo é instalada, tipicamente, no furo atraves- sante do carretei de tubos. A luva protetora de furo deve ser de espes- sura suficiente para ser forte o bastante para resistir às pressões de teste, sem deformação. [0015] O furo atravessante do carretei de tubos de perfuração também deve ser protegido à medida que o equipamento é transporta- do através do carretei de tubos antes da instalação do suspensor de tubos. Para proteger a parede do furo do carretei de tubos de perfura- ção, uma luva protetora de furo deve ser inserida. Uma luva protetora de furo também é usada para proteger a parede do furo do carretei de tubos de perfuração, enquanto a coluna de perfuração, as colunas de revestimento e os suspensores de revestimento passam através do carretei de tubos de perfuração. Após as operações de perfuração se- rem completadas, a luva protetora de furo é puxada para fora do carre- tei de tubos de perfuração antes que os tubos de produção e o sus- pensor de tubos sejam instalados. [0016] Embora as luvas protetoras de furos possam ser usadas para testagem de pressão e também para proteger o carretei de tubos, a luva protetora de furo deve ter um diâmetro interno suficientemente grande para permitir que o equipamento passe através do furo de luva protetora. Além disso, a luva protetora de furo deve ter um diâmetro externo suficientemente pequeno para ser recuperada do carretei de tubos de perfuração, sem remover o BOP. Além disso, no caso de um poço offshore, a luva protetora de furo deve ser pequena o bastante para ser recuperada através de um tubo ascendente de perfuração conectando o poço à superfície da água. [0017] Uma luva protetora de furo de carretei de tubos de perfura- ção de tamanho suficiente para resistir à testagem de pressão é es- pessa demais para permitir a passagem do equipamento durante ope- rações de perfuração. Uma solução é instalar um protetor de furo de testagem no interior do carretei de tubos de perfuração para testagem de pressão do carretei de tubos de perfuração. Após a testagem estar completa, o protetor de furo de testagem é removido do carretai de tu- bos de perfuração. Então, uma luva protetora de furo de perfuração de um diâmetro interno maior é inserida no furo atravessante do carretei de tubos de perfuração para proteger o furo atravessante do carretei de tubos durante operações de perfuração. A luva protetora de furo de perfuração é recuperada antes que os tubos de produção e o suspen- sor de produção sejam instalados no carretei de tubos de perfuração.
Desse modo, três "viagens" são necessárias, uma primeira viagem pa- ra remover a luva protetora de furo de testagem do carretei de tubos de perfuração, uma segunda viagem para instalar a luva protetora de furo de perfuração e uma terceira viagem para remover a luva proteto- ra de furo de perfuração. [0018] Em lugar de usar árvores verticais, árvores com a disposi- ção de válvulas de controle de produção deslocadas dos tubos de pro- dução, em geral chamadas árvores horizontais, podem ser usadas.
Um tipo de árvore horizontal é uma Spool Tree® mostrada e descrita na patente norte-americana n° 5.544.707, aqui incorporada através de referência. Uma árvore horizontal também bloqueia e veda no aloja- mento de cabeça de poço. Em árvores horizontais, porém, o suspen- sor de tubos bloqueia e veda no furo de árvore. Com as válvulas de produção deslocadas dos tubos de produção, o suspensor de tubos de produção e os tubos de produção podem ser removidos da árvores sem ter que remover a árvore horizontal do alojamento de cabeça de poço. As árvores horizontais têm um furo atravessante maior do que uma árvore vertical e podem, assim, permitir a passagem de equipa- mento maior do que as árvores verticais. Um problema com as árvores horizontais, porém, é que elas são instaladas após o revestimento de produção ter sido instalado na cabeça do poço. Portanto, as árvores horizontais requerem que o BOP primeiro seja removido da cabeça do poço antes da instalação da árvore horizontal. Após a árvore horizontal ser instalada, o BOP é, então, instalado na árvore horizontal, assim, requerendo duas "viagens" para instalar a árvore horizontal e o BOP. [0019] Os furos transversais da árvore horizontal, tais como as sa- ídas e orifício de produção, bem como as válvulas de furos transver- sais, precisam ser testados quanto à pressão em pressões de opera- ção de produção antes da produção de fluidos de furo de poço. Os tes- tes de pressão podem ser realizados antes e/ou após a árvore ser ins- talada no alojamento de cabeça de poço. Se os testes de pressão fo- rem realizados após a instalação no alojamento de cabeça de poço, um meio de impedir a pressão de ser aplicada no fundo do poço deve ser empregado. [0020] Para realizar os testes de pressão, uma luva protetora de furo é instalada, tipicamente, no furo atravessante de árvore. A luva protetora de furo deve ser de espessura suficiente para ser forte o bas- tante para resistir às pressões de teste, sem deformação. Além disso, a luva protetora de furo protege a parede de furo atravessante de árvo- re do equipamento, à medida que ela passa através da árvore horizon- tal. [0021] Outro exemplo de uma árvore horizontal é uma árvore hori- zontal de perfuração. As árvores horizontais de perfuração também bloqueiam e vedam no alojamento de cabeça de poço, com o BOP as- sentado na árvore horizontal de perfuração. O conjunto de suspensor de tubos de produção bloqueia e veda na árvore horizontal de perfura- ção em lugar de no alojamento de cabeça de poço. A árvore horizontal de perfuração tem um furo atravessante grande para permitir que o equipamento passe através do furo de árvore. O furo grande de árvore horizontal de perfuração também permite que a coluna de tubos de produção seja puxada para fora através do BOP, sem perturbar a ár- vore de perfuração e a integridade de pressão do poço. Com uma ár- vore de perfuração, a árvore pode ser instalada no alojamento de ca- beça de poço no ponto em que um BOP é necessário para perfuração.
Os problemas associados com a árvore vertical e a árvore horizontal regular são resolvidos com a árvore de perfuração porque o poço pode ser perfurado e completado sem puxar o BOP para fora do poço para completamento do poço. Portanto, o poço é sempre seguro e apenas uma "viagem" de BOP é necessária para perfurar e completar o poço.
Desse modo, a árvore horizontal de perfuração também é outro tipo de corpo de carretei de perfuração, com a adição de alojamento dos orifí- cios e válvulas de produção. [0022] Contudo, a árvore horizontal de perfuração também apre- senta problemas para as operações de perfuração e de completamen- to. Como com a árvore horizontal regular, os furos transversais e res- pectivas válvulas da árvore de perfuração precisam ser testados quan- to à pressão. Contudo, os testes de pressão precisam ser realizados não só em pressões de operações de produção, mas também em pressões de operações de perfuração, antes da perfuração do poço e da produção de fluidos de furo de poço. Os testes de pressão podem ser realizados antes el ou após a árvore ser instalada no alojamento de cabeça de poço. Para realizar os testes de pressão, uma luva pro- tetora de furo também é instalada, tipicamente, no furo atravessante da árvore. A luva protetora de furo deve ser de espessura suficiente para ser forte o bastante para resistir às pressões de teste, sem de- formação. [0023] Como com a árvore horizontal regular, o furo atravessante de árvore de perfuração também deve ser protegido enquanto o equi- pamento é transportado através da árvore antes da instalação do sus- pensor de tubos. Uma luva protetora de furo também é usada para proteger a parede de furo de árvore de perfuração enquanto a coluna de perfuração, as colunas de revestimento e os suspensores de reves- timento passam através da árvore de perfuração. Após as operações de perfuração serem completadas, a luva protetora de furo é puxada para fora da árvore de perfuração antes que os tubos de produção e o suspensor de tubos sejam instalados. [0024] Embora as luvas protetoras de furos possam ser usadas para testagem de pressão da árvore e para proteger a árvore, a luva protetora de furo deve ter um diâmetro interno grande o bastante para permitir que o equipamento passe através do furo atravessante de ár- vore de perfuração. Além disso, a luva protetora de furo deve ter um diâmetro externo pequeno o bastante para ser recuperada da árvore de perfuração, sem remover o BOP. Além disso, no caso de um poço offshore, a luva protetora de furo deve ser pequena o bastante para ser recuperada através de um tubo ascendente de perfuração conec- tando o poço à superfície da água. [0025] Um protetor de furo de árvore de perfuração de tamanho suficiente para resistir à testagem de pressão é espesso demais para permitir a passagem de equipamento durante operações de perfura- ção. Uma solução é instalar um protetor de furo de testagem no interi- or da árvore de perfuração para testagem de pressão da árvore de perfuração. Após a testagem estar completa, o protetor de furo de tes- tagem é removido da árvore de perfuração. Então, uma luva protetora de furo de perfuração de um diâmetro interno maior é inserida no furo atravessante de árvore de perfuração para proteger o furo atravessan- te de árvore durante as operações de perfuração. A luva protetora de furo de perfuração é recuperada antes que os tubos de produção e o suspensor de produção sejam instalados na árvore horizontal de perfu- ração. Desse modo, três "viagens" são necessárias, uma primeira via- gem para remover a luva protetora de furo de testagem da árvore de perfuração, uma segunda viagem para instalar a luva protetora de furo de perfuração e uma terceira viagem para remover a luva protetora de furo de perfuração. [0026] Na perfuração de um poço, especialmente um poço offsho- re, tempo adicional pode elevar, significativamente, o custo de perfura- ção de um poço. Para reduzir o custo, alguns poços são perfurados apenas com o protetor de furo de perfuração instalado. A instalação da árvore de perfuração apenas com o protetor de furo de perfuração, po- rém, sacrifica a capacidade de testar quanto à pressão, adequada- mente, os furos transversais de árvore de perfuração e válvulas, tais como com um protetor de furo de teste. [0027] O pedido US 2003/0051878 refere-se a um sistema de ca- beça de poço Spool Tree provido de um revestimento instalado em um furo de poço e um invólucro de cabeça de poço sobre a extremidade superior do revestimento, em que uma luva protetora e uma bucha de desgaste são ambas removidas para a instalação da tubulação de produção. Contudo, tal documento não é capaz de realizar um teste de pressão. [0028] É desejado testar adequadamente conexões de árvore de perfuração, orifícios e válvulas e também proteger o furo de perfuração da árvore de maneira eficiente em tempo e custos. Consequentemen- te, para testar, efetivamente, os furos transversais de árvore de perfu- ração e válvulas e proteger o furo atravessante de árvore, a presente invenção foi desenvolvida. Outros objetivos de vantagens da invenção aparecerão da descrição seguinte.
SUMÁRIO DAS CONCRETIZAÇÕES [0029] O conjunto de luva de corpo de carretei de perfuração se instala no furo de um corpo de carretei de perfuração. O conjunto de luva compreende uma luva de teste instalada removivelmente dentro do furo de corpo de carretei de perfuração. O conjunto de luva também compreende uma bucha de desgaste instalada removivelmente no furo de corpo de carretei de perfuração entre a parede de furo e o lado de fora da luva de teste. A luva de teste encaixa vedavelmente a parede do furo de corpo de carretei de perfuração em ambas as extremidades da bucha de desgaste. A luva de teste é de espessura suficiente para testar quanto à pressão os furos transversais e as válvulas do corpo de carretei de perfuração. A luva de teste também veda o interior do furo de corpo de carretei de perfuração durante os testes de pressão. [0030] Após os testes de pressão serem completados, a luva de teste é removida do furo de corpo de carretei de perfuração, deixando a bucha de desgaste no lugar. A bucha de desgaste protege a parede de furo do corpo de carretei de perfuração, os furos transversais, as válvulas, as conexões hidráulicas e as conexões elétricas, ao mesmo tempo em que permitem que o equipamento passe através do furo de corpo de carretei de perfuração. [0031] Após o poço ser perfurado e as colunas de revestimento serem instaladas, a bucha de desgaste é removida do corpo de carre- tei de perfuração para permitir o completamento do poço através da instalação dos tubos de produção e do suspensor de produção. Após o completamento do poço, o poço pode ser produzido através da circu- lação de fluidos do poço através do corpo de carretei de perfuração. [0032] Se trabalho adicional no fundo do poço for necessário, os tubos de produção e o suspensor podem ser removidos do corpo de carretei de perfuração e a bucha de desgaste ser reinstalada. Após a proteção do furo de corpo de carretei de perfuração durante o trabalho adicional no fundo do poço, a bucha de desgaste é mais uma vez re- movida e os tubos de produção e o suspensor de produção são reins- talados para produção adicional de fluido de poço. [0033] Em outra concretização, a luva de teste não encaixa veda- velmente a parede de furo do corpo de carretei de perfuração em am- bas as extremidades da bucha de desgaste. Na verdade, pelo menos uma extremidade de terminal da bucha de desgaste encaixa vedavel- mente a parede de furo do corpo de carretei de perfuração para vedar o interior do furo de corpo de carretei de perfuração. Além disso, am- bas as extremidades de terminais da bucha de desgaste podem encai- xar vedavelmente a parede de furo com as extremidades de terminais da luva de teste encaixando vedavelmente a bucha de desgaste. Se apenas uma extremidade de terminal da bucha de desgaste encaixa vedavelmente a parede de furo, uma extremidade de terminal da luva de teste encaixa vedavelmente a mesma extremidade de terminal de bucha de desgaste enquanto a outra extremidade de terminal da luva de teste encaixa vedavelmente a parede de furo. Se ambas as extre- midades de terminais da bucha de desgaste encaixam vedavelmente a parede de furo, então, ambas as extremidades de terminais da luva de teste encaixam vedavelmente a bucha de desgaste. [0034] Ambas as concretizações podem ser usadas em qualquer corpo de carretei de perfuração. Por exemplo, as concretizações po- dem ser instaladas em uma árvore horizontal de perfuração instalada entre um alojamento de cabeça de poço e um BOP. As concretizações também podem ser instaladas em um carretei de tubos de perfuração instalado entre um alojamento de cabeça de poço e uma árvore verti- cal. [0035] Desse modo, as concretizações compreendem uma combi- nação de características e vantagens que vencem os problemas dos dispositivos da técnica anterior. As várias características descritas a- cima, bem como outras características, serão prontamente evidentes para aqueles versados na técnica mediante leitura da descrição deta- Ihada seguinte das concretizações através de referência aos desenhos anexos.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS [0036] Para uma descrição mais detalhada das concretizações, referência será feita agora aos desenhos anexos seguintes: [0037] A figura 1 é uma vista seccional transversal em alçado de uma árvore horizontal de perfuração com um conjunto de luva instala- do; [0038] A figura 2 é uma vista seccional transversal ampliada da árvore horizontal de perfuração da figura 1; [0039] A figura 3 é uma vista seccional transversal da árvore hori- zontal de perfuração com uma porção do conjunto de luva removido; [0040] A figura 4 é uma vista seccional transversal da árvore hori- zontal de perfuração com o conjunto de luva removido; [0041] A figura 5 é uma vista seccional transversal da árvore hori- zontal de perfuração com o conjunto de luva não instalado e os tubos de produção e o suspensor de tubos de produção instalados; [0042] As figuras 6 e 7 são vistas seccionais transversais amplia- das de outra concretização do conjunto de luva; [0043] A figura 8 é uma vista seccional transversal em alçado do carretei de tubos de perfuração com o conjunto de luva instalado; e [0044] A figura 9 é uma vista seccional transversal ampliada do carretei de tubos de perfuração da figura 8.
DESCRIÇÃO DETALHADA DAS CONCRETIZAÇÕES [0045] A presente invenção se refere a um conjunto de luva de corpo de carretei de perfuração e inclui concretizações de formas dife- rentes. Os desenhos e a descrição abaixo descrevem concretizações específicas da presente invenção com a compreensão de que as con- cretizações devem ser consideradas uma exemplificação dos princí- pios da invenção e não são destinadas a limitar a invenção àquelas ilustradas e descritas. Ainda, deve ser completamente reconhecido que os diferentes ensinamentos das concretizações discutidas abaixo podem ser empregados separadamente ou em qualquer combinação adequada para produzir resultados desejados. [0046] O conjunto de luva de corpo de carretei de perfuração 10 se instala no furo de um corpo de carretei de perfuração. Um corpo de carretei de perfuração inclui qualquer corpo que aloja o suspensor de produção e os tubos de produção e que também pode permitir a pas- sagem do equipamento. Um corpo de carretei de perfuração, desse modo, pode incluir um carretei de perfuração instalado entre um alo- jamento de cabeça de poço e uma árvore vertical. Um corpo de carre- tei de perfuração também pode incluir uma árvore horizontal de perfu- ração instalada entre um alojamento de cabeça de poço e um BOP. [0047] As figuras de 1 a 5 mostram como o conjunto de luva 10 é usado em uma árvore horizontal de perfuração 14. As figuras 1 e 2 mostram um conjunto de luva de corpo de carretei de perfuração 10 instalado no furo atravessante 12 da árvore 14. O furo atravessante 12 forma uma parede geralmente cilíndrica 15. A extremidade de terminal inferior da árvore 14 é conectada e vedada a um alojamento de cabe- ça de poço 16 que, por sua vez, é conectado a um alojamento de con- dutor (não-mostrado) e ao poço. A extremidade de terminal superior da árvore 14 é conectada e vedada a um equipamento de prevenção de explosões (BOP) (não-mostrado). A árvore 14 compreende uma plura- lidade de furos transversais abrindo no furo atravessante 12. Exemplos desses furos transversais incluem um orifício de conexão hidráulica 18, um orifício conexão eletrônica 19, uma saída lateral de produção 59 controlada por uma válvula de produção 58, um orifício de limpeza 63 e um orifício de anel 61, que são controlados, opcionalmente, por uma ou mais válvulas, tais como um válvula de orifício de anel 60 e uma válvula de orifício de limpeza 65. [0048] Antes da árvore 14 ser instalada no alojamento de cabeça de poço 16, uma bucha de desgaste 22, compreendendo uma extre- midade de terminal inferior 27 e uma extremidade de terminal superior 29, é instalada no furo 12, usando uma ferramenta de funcionamento de bucha de desgaste 23. A ferramenta de funcionamento de bucha de desgaste 23 encaixa uma ranhura de funcionamento 68 na bucha de desgaste. A ferramenta de funcionamento de bucha de desgaste 23 instala a bucha de desgaste 22 no furo 12 até que um ressalto de bu- cha de desgaste 40 na extremidade de terminal inferior 27 da bucha de desgaste 22 encaixe uma inserção de ressalto anular 42. A inser- ção anular 42 é disposta em uma ranhura anular 45 na parede 15 do furo atravessante 12. A bucha de desgaste 22 também compreende orifícios 46 ao longo do comprimento longitudinal da bucha de desgas- te 22 que se estendem radialmente através da bucha de desgaste 22. A bucha de desgaste 22 ainda compreende vedações de orifício 48, 50 que vedam contra a parede de furo 15 acima e abaixo do orifício de conexão hidráulica 18, quando a bucha de desgaste 22 é instalada. As vedações de orifício de bucha de desgaste 48, 50 também vedam con- tra a parede de furo 15 acima e abaixo do orifício conexão eletrônica 19. Uma vez em posição, um conjunto de bloqueio de bucha de des- gaste 55, então, trava a bucha de desgaste 22 em posição. Conforme mostrado nas figuras 2 e 3, o conjunto de bloqueio de bucha de des- gaste 55 pode compreender pinos de cisalhamento 54, que são esten- didos para encaixar uma reentrância correspondente 56 na parede de furo 15. [0049] Após a bucha de desgaste 22 ser instalada, uma luva de teste 20 é inserida no furo atravessante 12 usando uma ferramenta de funcionamento de luva de teste 21. A ferramenta de funcionamento de luva de teste 21 encaixa uma ranhura de transporte de luva de teste 66 para instalar a luva de teste 20. A luva de teste 20 é recebida desli- zavelmente através do diâmetro interno 25 da bucha de desgaste 22, com a luva de teste 20 se estendendo além de ambas as extremida- des de terminais 27, 29 a bucha de desgaste 22. Contudo, a luva de teste 20 não precisa se estender além das extremidades 27, 29 da bu- cha de desgaste 22. À medida que a luva de teste 20 é colocada em posição, uma vedação de luva de teste inferior 24 veda contra a pare- de de furo 15 na extremidade de terminal inferior de luva de teste 31.
Uma vedação de luva de teste superior 26 também veda contra a pa- rede de furo 15 na extremidade de terminal superior de luva de teste 33. A configuração da luva de teste 20 e da parede de furo 15 é tal que a luva de teste 20 não pode passar através da extremidade de terminal inferior do furo atravessante 12. Por exemplo, a parede de furo 15 e o diâmetro externo da luva de teste 20 podem ter perfis afunilados cor- respondentes com um diâmetro reduzido em direção à extremidade de terminal inferior do furo atravessante 12. [0050] Uma vez instalada, a luva de teste 20 é, então, bloqueada em posição usando um conjunto de travamento 28. Conforme mostra- do melhor na figura 2, o conjunto de bloqueio 28 pode compreender um colar de retenção 30 e garras 36 instaladas entre uma porção do diâmetro externo do colar de retenção 30 e a parede de furo 15. O di- âmetro externo do colar 30 compreende um ressalto 34 que encaixa um ressalto correspondente 35 em cada garra 36. As garras 36 são correspondidas para encaixar um perfil 38 na parede de furo 15. Inici- almente, as garras 36 estão em uma posição não-encaixada mostrada na figura 2 no lado esquerdo da porção superior da luva de teste 20.
Sob uma força axial no colar 30, o ressalto de colar 34 atua carnes nos ressaltos de garras 35 para expandir as garras 36. Quando as garras 36 se expandem, elas se movem para uma posição encaixada com o perfil 38 da parede de furo 15 mostrada na figura 2, no lado direito da porção superior da luva de teste 20. Encaixadas com o furo de árvore de perfuração 12, as garras 36 travam a luva de teste 20 no lugar na árvore 14. [0051] Uma vez que o conjunto de luva 10 seja instalado na árvore 14, os furos transversais da árvore e as válvulas dispostas nos furos podem, opcionalmente, ser testados quanto à pressão. Após a testa- gem, a extremidade de terminal inferior da árvore 14 é encaixada com o alojamento de cabeça de poço 16, conforme mostrado na figura 1.
Um BOP é, então, conectado e vedado com a extremidade de terminal superior da árvore 14. [0052] Uma vez em posição no alojamento de cabeça de poço 16 com o BOP preso, os testes de pressão podem ser realizados no inte- rior da árvore 14 para testar as válvulas e conexões nos furos trans- versais, tais como o orifício de conexão hidráulica 18, a saída de pro- dução 59, o orifício conexão eletrônica 19 e as válvulas 58, 60 e 65.
Os testes de pressão também podem ser realizados contra o interior das válvulas 58, 60 e 65 por intermédio da introdução de pressão no anel entre a luva de teste 20 e o furo de árvore 12. Os testes de pres- são são realizados para inspecionar a integridade das vedações, orifí- cios, saídas e válvulas sob pressões operacionais. [0053] Durante os testes de pressão, as vedações de luvas de tes- te 24, 26 impedem a pressão de passar entre o interior da luva de tes- te 20 e o orifício de conexão hidráulica 18 e o orifício conexão eletrôni- ca 19. As vedações de luvas de teste 24, 26 também impedem a pres- são de passar entre o interior da luva de teste 20 e a saída de árvore de perfuração 59 e os orifícios 61, 63. A luva de teste 20 é de espes- sura suficiente para resistir às pressões dos testes de pressão sem deformação. Durante os testes de pressão, a pressão colocada no in- terior da luva de teste 20 não atua sobre a bucha de desgaste 22 por causa das vedações de luva de teste 24, 26. Contudo, a pressão apli- cada através dos furos transversais de árvore no anel entre a luva de teste 20 e a parede de furo 15 atua sobre a bucha de desgaste 22. Os orifícios de bucha de desgaste 46 atuam para aliviar quaisquer dife- renciais de pressão através da bucha de desgaste 22, exceto através das vedações 48, 50 da bucha de desgaste no orifício de conexão hi- dráulica 18 e no orifício conexão eletrônica 19. Durante os testes de pressão, as vedações 48, 50 de bucha de desgaste podem criar um diferencial de pressão através da bucha de desgaste 22 por causa da vedação formada entre o exterior da bucha de desgaste 22 e a parede de furo 15. As vedações 48, 50 de bucha de desgaste 48, 50 formam uma vedação para impedir quaisquer detritos de entrar no orifício de conexão hidráulica 18 e no orifício conexão eletrônica 19 entre a bu- cha de desgaste 22 e furo de árvore de perfuração 12. [0054] Além das forças de pressão radial que atuam sobre o con- junto de luva 10 há, também, forças axiais que atuam na direção do fundo do poço na luva de teste 20 e na bucha de desgaste 22. As for- ças axiais são um resultado de carga extrema de pressão resultante do diâmetro diferente das vedações 24 e 26 das luvas de teste. Em alguns casos onde a bucha de desgaste 22 é fina demais para absor- ver as cargas extremas de pressão, a bucha de desgaste 22 pode compreender um elemento de compartilhamento de carga 62. O ele- mento de compartilhamento de carga 62 permitirá que as garras 36 compartilhem as cargas com a bucha de desgaste 22. Conforme mos- trado na figura 2, o elemento de compartilhamento de carga 62 pode compreender um anel dobrável 64. Conforme mostrado, comparando o lado esquerdo e o direito da porção superior da luva de teste 20 na figura 2, o anel dobrável 64 permite que a luva de teste 20 se mova para o fundo do poço em relação à bucha de desgaste 22 sob a carga axial do teste de pressão. À medida que o elemento de compartilha- mento de carga 62 se ajusta sob a carga axial na luva de teste 20, as garras 36 interagem com o perfil 38 para absorver qualquer carga axial adicional. Desse modo, o elemento de compartilhamento de carga 62 trabalha em conjunto com o conjunto de bloqueio 28 para absorver a carga axial colocada sobre a luva de teste 20 e impedir a luva de teste 20 de não suportar e deformar a bucha de desgaste 22. [0055] Uma vez que os testes de pressão estejam completos e as conexões, vedações, furos transversais e válvulas tenham sido testa- dos, a luva de teste 20 é removida. O conjunto de bloqueio de luva de teste 28 é primeiro desencaixado usando a ferramenta de funciona- mento de luva de teste 21 para liberar as garras 36 do perfil 38. A fer- ramenta de funcionamento de luva de teste 21 também encaixa uma ranhura de funcionamento 66 na luva de teste 20 para recuperação da luva de teste 20. À medida que a ferramenta de funcionamento 21 re- move a luva de teste 20, o conjunto de bloqueio de bucha de desgaste 55 mantém a bucha de desgaste 22 em posição. [0056] Após a ferramenta de funcionamento de luva de teste 21 remover a luva de teste 20, a bucha de desgaste 22 permanece na árvore 14, conforme mostrado na figura 3. O diâmetro interno da bu- cha de desgaste 22 é grande o bastante para permitir a passagem de equipamento, tal como equipamento de perfuração e cabeça de poço através do furo de árvore 12. Durante as operações de perfuração, a bucha de desgaste 22 protege a parede de furo 15, o orifício de cone- xão hidráulica 18, o orifício conexão eletrônica 19, a saída de produ- ção 59, o orifício de anel 61 e o orifício de limpeza 63. À medida que cada seção do poço é perfurada, uma coluna de perfuração com uma broca de perfuração está correndo através do BOP, da árvore 14 e do alojamento de cabeça de poço 16. Após a seção ser perfurada, a co- luna de perfuração é removida do poço e uma coluna de revestimento inserida no poço e instalada no alojamento de cabeça de poço 16 em sua extremidade de terminal superior com um suspensor de revesti- mento. Esse procedimento é repetido até que o poço seja perfurado até a profundidade apropriada. Além da proteção da parede de furo de árvore 15 da passagem da coluna de perfuração e colunas de revesti- mento através da árvore 14, a bucha de desgaste 22 também protege da passagem de quaisquer ferramentas de fundo do poço que possam ser usadas durante a perfuração do poço. Durante as operações de perfuração, os orifícios de bucha de desgaste 46 impedem um diferen- cial de pressão de se formar através da bucha de desgaste 22. Desse modo, os orifícios 46 impedem a deformação da bucha de desgaste 22 durante as operações de perfuração devido aos diferenciais de pres- são. Durante as operações de perfuração, as vedações 48, 50 da bu- cha de desgaste também impedem detritos de entrar no orifício de co- nexão hidráulica 18 e no orifício conexão eletrônica 19 de entre a bu- cha de desgaste 22 e do furo de árvore 12. [0057] Após as colunas de revestimento terem sido instaladas e o poço estar pronto para ser completado para a produção, a ferramenta de funcionamento de bucha de desgaste 23 é colocada no furo de ár- vore 12 para encaixe com a bucha de desgaste 22. A ferramenta de funcionamento de bucha de desgaste 23 encaixa com uma ranhura de funcionamento 68 para remoção da bucha de desgaste 22. Uma vez encaixada, a ferramenta de funcionamento 23 puxa a bucha de des- gaste 22 para fora da árvore 14, conforme mostrado na figura 4. Após a bucha de desgaste 22 ser removida da árvore 14, conforme mostra- do na figura 4, o poço está pronto para completamento. [0058] Conforme mostrado na figura 5, após a bucha de desgaste 22 ser removida da árvore 14, os tubos de produção 70 são inseridos no poço e instalados na árvore 14 com um suspensor de tubos 72. O suspensor de produção 72 pode agora ser encaixado com o orifício de produção 59 para completamento do poço a fim de produzir fluidos do poço. [0059] Se, durante a produção do poço, surgir a necessidade de realizar trabalho adicional no fundo do poço, os tubos de produção 70 e o suspensor de tubos 72 podem ser removidos da árvore 14. Uma vez removidos, o orifício de conexão hidráulica 18 e o furo de árvore 12 devem ser ainda protegidos durante o trabalho adicional no fundo do poço. Com essa finalidade, a bucha de desgaste 22 pode ser rein- serida no furo de árvore 12. A bucha de desgaste pode ser mantida em posição por qualquer meio adequado. Por exemplo, a força de en- caixe das vedações 48, 50 pode ser suficiente para manter a bucha de desgaste 22 em posição. Após o trabalho adicional no fundo do poço ser completado, a ferramenta de funcionamento de bucha de desgaste 23 pode mais uma vez ser colocada no furo de árvore 12 para encai- xar a ranhura de funcionamento de bucha de desgaste 68 e, então, remover a bucha de desgaste 22 da árvore 14 mais uma vez. [0060] Após a bucha de desgaste 22 ser removida da árvore 14, os tubos de produção 70 e o suspensor de tubos 72 são, mais uma vez, instalados na árvore de perfuração 14 para completamento do poço. [0061] As figuras 6 e 7 mostram um conjunto de luva 610 de con- cretização alternativa. O conjunto de luva opera da mesma maneira que o conjunto de luva 10, exceto conforme descrito abaixo. No con- junto de luva 610, a luva de teste 620 não encaixa vedavelmente a pa- rede de furo 615 em ambas as extremidades da bucha de desgaste 622 no furo 612. Ao contrário, a bucha de desgaste 622 encaixa veda- velmente a parede de furo 615. [0062] Para vedar contra a parede de furo 615, a bucha de des- gaste 622 compreende, adicionalmente, uma vedação de extremidade de terminal inferior 629 mostrada na figura 6 e uma vedação de extre- midade de terminal superior 627 mostrada na figura 7. As vedações 627, 629 da bucha de desgaste desempenham uma função similar a das vedações 24, 26 da luva de teste do conjunto de luva 10 de impe- dir a pressão de passar entre o interior da luva de teste 620 e o orifício de conexão hidráulica (não-mostrado) e o orifício de conexão eletrôni- ca (não-mostrado). As vedações 627, 629 da bucha de desgaste tam- bém impedem a pressão de passar entre o interior da luva de teste 620 e a saída de árvore de perfuração (não-mostrada) e os orifícios (não-mostrados). A bucha de desgaste 622 também compreende orifí- cios 646 para aliviar quaisquer diferenciais de pressão através da bu- cha de desgaste 622 devido às vedações 627, 629 da bucha de des- gaste. [0063] Para impedir a pressão de passar entre o anel 611 entre a bucha de desgaste 622 e a luva de teste 620, a luva de teste 620 en- caixa vedavelmente a bucha de desgaste 622 com uma vedação 624 de luva de teste em sua extremidade de terminal inferior e uma veda- ção 626 de luva de teste em sua extremidade de terminal superior. As vedações 624, 626 de luva de teste trabalham em conjunto com as vedações 627, 629 da bucha de desgaste para impedir a pressão de passar entre o interior da luva de teste 620 e a saída da árvore de per- furação (não-mostrada) e os orifícios (não-mostrados). [0064] Alternativamente, a bucha de desgaste 622 pode encaixar vedavelmente apenas a parede de furo 615 em sua extremidade de terminal superior ou de seu terminal inferior, em lugar de encaixar ve- davelmente a parede de furo 615 em ambas as extremidades. Se uma extremidade da bucha de desgaste 622 não encaixa vedavelmente a parede de furo 615, então, a luva de teste 620 pode ser configurada similarmente à luva de teste 20 para encaixar vedavelmente a parede de furo 615. Além disso, a luva de teste 620 não se estende necessa- riamente além de ambas as extremidades da bucha de desgaste 622. A luva de teste 620 pode mesmo estar com ou no interior das extremi- dades da luva 622 da bucha de desgaste. [0065] Conforme previamente mencionado, os conjuntos de luva 10,610 podem ser usados em qualquer corpo de carretei de perfura- ção. Outro exemplo de um corpo de carretei de perfuração é um carre- tei de tubos de perfuração usado com uma árvore vertical. As figuras 8 e 9 mostram um conjunto de luva 810 conforme usado em um carretei de tubos de perfuração 870. O conjunto de luva 810 é instalado no furo atravessante 812 do carretei de tubos 870. O furo atravessante 812 forma uma parede 815 geralmente cilíndrica. A extremidade de termi- nal inferior do carretei de tubos 870 é conectada e vedada a um aloja- mento de cabeça de poço 816, o qual, por sua vez, é conectado a um alojamento de condutor (não-mostrado) e ao poço. A extremidade de terminal superior do carretei de tubos 870 é conectada e vedada a uma árvore vertical (não-mostrada). O carretei de tubos 870 compre- ende uma pluralidade de furos transversais que se abrem no furo atra- vessante 812. Exemplos desses furos transversais incluem um orifício de conexão hidráulica 818 e um orifício de anel 861, que é controlado por uma válvula de orifício de anel 860. [0066] O conjunto de luva 810 compreende uma bucha de desgas- te 822 e uma luva de teste similar a ambos os conjuntos de luva 10 ou 610 descritos acima. O conjunto de luva 810 também opera de manei- ra similar ao conjunto de luva 10 ou ao conjunto de luva 610 descritos acima. A única diferença sendo o tipo de corpo de carretei de perfura- ção com que o conjunto de luva 810 é usado para testar e proteger. [0067] Após o conjunto de luva 810 ser instalado no carretei de tubos de perfuração 870, ele pode, opcionalmente, ser testado quanto à pressão na superfície. Quando pronto para perfuração, o carretei de tubos de perfuração 870 é, então, instalado no alojamento de cabeça de poço 816 e um BOP (não-mostrado) é instalado no carretei de tu- bos de perfuração 870. Uma vez instalado, o carretei de tubos de per- furação 870 é testado quanto à pressão para verificar a integridade dos furos transversais e respectivas válvulas, tais como o orifício 861 e a válvula 860, bem como o orifício de conexão hidráulica 818. Após o carretei de tubos de perfuração 870 ser testado, a luva de teste820 é removida, usando uma ferramenta de funcionamento de luva de teste (não-mostrada). O poço é, então, perfurado, conforme descrito acima, com a árvore de carretei de perfuração 10, 610. Uma vez que os tubos de produção e o suspensor de produção estejam prontos para serem instalados, a bucha de desgaste 822 é removida com uma ferramenta de funcionamento de bucha de desgaste (não-mostrada). O suspensor de produção e os tubos de produção são, então, instalados no carretei de tubos de perfuração 870. Uma vez que o suspensor de produção e os tubos de produção estejam instalados, o BOP é removido do carre- tei de tubos de perfuração 870 e uma árvore vertical (não-mostrada) é instalada no carretei de tubos de perfuração 870 para a produção dos fluidos do poço. [0068] Embora concretizações específicas tenham sido mostradas e descritas, modificações podem ser feitas por alguém habilitado na técnica, sem afastamento do espírito e do ensinamento da presente invenção. As concretizações conforme descritas são exemplificativas apenas e não estão limitando. Muitas variações e modificações do sis- tema e do conjunto são possíveis e estão dentro do escopo da inven- ção. Consequentemente, o escopo de proteção não está limitado às concretizações descritas, mas é limitado apenas pelas reivindicações que seguem, o escopo das quais incluirá todos os equivalentes da ma- téria em questão das reivindicações.
Claims (29)
1. Conjunto de luva para um corpo de carretei de perfura- ção (10), o referido corpo de carretei de perfuração (10) tendo um furo tendo uma parede, o conjunto caracterizado pelo fato de que com- preende: uma bucha de desgaste (22) instalada removivelmente no furo; uma luva de teste (20) instalada removivel mente dentro do furo e dentro da bucha de desgaste (22); a luva de teste (20) permite que o corpo de carretei de per- furação (10) seja testado quanto à pressão; e o diâmetro interno da bucha de desgaste (22) é suficiente- mente largo para permitir a passagem do equipamento através da bu- cha de desgaste (22).
2. Conjunto de luva para um corpo de carretei de perfura- ção (10), o referido corpo de carretei de perfuração (10) tendo um furo tendo uma parede, o conjunto caracterizado pelo fato de que com- preende: uma bucha de desgaste (22) instalada removivel mente no furo; uma luva de teste (20) instalada removivel mente dentro do furo e dentro da bucha de desgaste (22); e pelo menos uma porção do diâmetro externo da luva de teste (20) encaixada de forma vedante à parede do furo.
3. Conjunto de acordo com a reivindicação 2, caracteriza- do pelo fato de que uma primeira extremidade de terminal de luva de teste (20) encaixa vedavelmente a parede de furo, uma primeira ex- tremidade de terminal da bucha de desgaste (22) é adaptada para en- caixar vedavelmente a parede de furo, e uma segunda extremidade de terminal encaixa vedavelmente a primeira extremidade de terminal da bucha de desgaste (22).
4. Conjunto, de acordo com qualquer uma das reivindica- ções a 1 a 3, caracterizado pelo fato de que a luva de teste (20) é removível do corpo de carretei sem remover a bucha de desgaste (22) do corpo de carretei.
5. Conjunto, de acordo com qualquer uma das reivindica- ções 1 a 4, caracterizado pelo fato de que a bucha de desgaste (22) protege pelo menos uma porção da parede de furo após a luva de tes- te (20) ser removida do corpo de carretei.
6. Conjunto, de acordo com qualquer uma das reivindica- ções 1 a 5, caracterizado pelo fato de que a bucha de desgaste (22) é removível do corpo de carretei para completar e produzir o poço.
7. Conjunto, de acordo com qualquer uma das reivindica- ções 1 a 6, caracterizado pelo fato de que pelo menos uma porção da luva de teste (20) encaixa vedavelmente a parede de furo para permitir a testagem quanto à pressão das saídas, orifícios e válvulas do corpo de carretei.
8. Conjunto, de acordo com a reivindicação 7, caracteriza- do pelo fato de que a bucha de desgaste (22) ainda compreende ori- fícios que se estendem entre o exterior e o interior da bucha de des- gaste (22).
9. Conjunto, de acordo com a reivindicação 8, caracteriza- do pelo fato de que os orifícios da bucha de desgaste (22) impedem a deformação da bucha de desgaste (22) devido aos diferenciais de pressão durante a testagem quanto à pressão e durante as operações de perfuração.
10. Conjunto, de acordo com a reivindicação 3 , caracteri- zado pelo fato de que a bucha de desgaste (22) compreende um furo interior que permite a passagem de equipamento através da bucha de desgaste (22).
11. Conjunto, de acordo com qualquer uma das reivindica- ções 1 a 10, caracterizado pelo fato de que a luva de teste (20) inte- rage com a parede de furo para impedir a passagem da luva de teste (20) para fora do corpo de carretei na direção do fundo do poço.
12. Conjunto, de acordo com a reivindicação 3, caracteri- zado pelo fato de que a bucha de desgaste (22) interage com a pare- de de furo para impedir a passagem da bucha de desgaste (22) para fora da extremidade de terminal inferior do corpo de carretei.
13. Conjunto, de acordo com a reivindicação 12, caracteri- zado pelo fato de que a extremidade de terminal inferior da bucha de desgaste (22) contacta um ressalto da bucha de desgaste (22) para suportar a bucha de desgaste (22) no corpo de carretei.
14. Conjunto, de acordo com a reivindicação 3, caracteri- zado pelo fato de que a bucha de desgaste (22) encaixa vedavelmen- te a parede de furo para impedir a introdução de detritos em pelo me- nos um furo transversal através do corpo de carretei a partir do furo de corpo de carretei.
15. Conjunto, de acordo com a reivindicação 3, caracteri- zado pelo fato de que a bucha de desgaste (22) é conectável com uma ferramenta de funcionamento para instalação e remoção da bu- cha de desgaste (22) do corpo de carretei.
16. Conjunto, de acordo com a reivindicação 3, caracteri- zado pelo fato de que a luva de teste (20) é conectável com uma fer- ramenta de funcionamento para instalação e remoção da luva de teste (20) do corpo de carretei.
17. Conjunto, de acordo com a reivindicação 3, caracteri- zado pelo fato de que a bucha de desgaste (22) ainda compreende um conjunto de bloqueio de bucha de desgaste (22) travando veda- velmente a bucha de desgaste (22) no corpo de carretei.
18. Conjunto, de acordo com a reivindicação 17, caracteri- zado pelo fato de que em que o conjunto de bloqueio de bucha de desgaste (22) compreende elementos de cisalhamento para reter libe- ravelmente a bucha de desgaste (22) no furo durante a remoção da luva de teste (20).
19. Conjunto, de acordo com a reivindicação 3, caracteri- zado pelo fato de que a luva de teste (20) ainda compreende um con- junto de bloqueio de luva de teste (20) para travar liberavelmente a luva de teste (20) no corpo de carretei.
20. Conjunto, de acordo com a reivindicação 19, caracteri- zado pelo fato de que o conjunto de bloqueio de luva de teste (20) compreende um colar encaixado com garras, em que o movimento re- lativo do colar em direção à luva de teste (20) expande as garras para encaixe com um perfil correspondente na parede de furo.
21. Conjunto, de acordo com a reivindicação 3, caracteri- zado pelo fato de que a bucha de desgaste (22) ainda compreende um elemento de compartilhamento de carga.
22. Conjunto, de acordo com a reivindicação 21, caracteri- zado pelo fato de que o elemento de compartilhamento de carga compreende um anel dobrável encaixado entre a bucha de desgaste (22) e a luva de teste (20), o anel dobrável projetado para dobrar sobre uma carga designada colocada sobre o anel dobrável.
23. Conjunto, de acordo com a reivindicação 3, caracteri- zado pelo fato de que o corpo de carretei é um carretei de tubos de perfuração conectável com um alojamento de cabeça de poço e uma árvore vertical.
24. Conjunto, de acordo com a reivindicação 3, caracteri- zado pelo fato de que o corpo de carretei é uma árvore horizontal de perfuração conectável a um alojamento de cabeça de poço e a um BOP.
25. Método de testagem quanto à pressão de um corpo de carretei de perfuração (10) caracterizado pelo fato de que compre- ende: instalação, removivelmente, de uma bucha de desgaste (22) em um furo com uma parede no corpo de carretei; instalação, removivelmente, de uma luva de teste (20) den- tro do furo e dentro da bucha de desgaste (22) e em que as extremi- dades terminais da luva de teste (20) encaixam vedantemente a pare- de de furo para impedir que a pressão passe entre o interior da luva de teste (20) e orifícios, saídas e válvulas do corpo de carretei; testagem quanto à pressão dos orifícios, saídas e válvulas do corpo de carretei.
26. Método de testagem quanto à pressão de um corpo de carretei de perfuração (10) que compreende um furo com uma parede, saídas, orifícios e válvulas, caracterizado pelo fato de que compre- ende: instalação, removivelmente, de uma bucha de desgaste (22) em um furo com a parte externa da bucha de desgaste (22) em contato com a parede do furo; instalação, removivelmente, de uma luva de teste (20) den- tro do furo e dentro da bucha de desgaste (22) e em que as extremi- dades terminais da luva de teste (20) encaixam vedantemente a pare- de de furo para impedir que a pressão passe entre o interior da luva de teste (20) e orifícios, saídas e válvulas do corpo de carretei; conexão do corpo de carretei a um invólucro de cabeça de poço; testagem quanto à pressão dos orifícios, saídas e válvulas do corpo de carretei; remoção da luva de teste (20) a partir do corpo de carretei sem remover a bucha de desgaste (22); e proteção da parede do furo e das saídas, orifícios e válvu- Ias durante a perfuração do furo de poço com a bucha de desgaste (22).
27. Método, de acordo com a reivindicação 26, caracteri- zado pelo fato de que compreende ainda a remoção da bucha de desgaste (22) do corpo de carretei, a instalação de tubos de produção e de suspensor no corpo de carretei e produção de fluidos do poço através dos tubos de produção.
28. Método, de acordo com a reivindicação 26, caracteri- zado pelo fato de que o corpo de carretei é uma árvore horizontal de perfuração e ainda compreende a conexão da árvore horizontal de perfuração a um BOP.
29. Método, de acordo com a reivindicação 26, caracteri- zado pelo fato de que o corpo de carretei é um carretei de tubos de perfuração e ainda compreende a conexão do carretei de tubos de perfuração a uma árvore vertical.
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