BRPI0716229A2 - Método de utilizar medições de limiar da dor - Google Patents
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Description
Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "MÉTODO DE UTILIZAR MEDIÇÕES DE LIMIAR DA DOR".
CAMPO TÉCNICO
A presente invenção refere-se a um método de determinação imediata do tono simpáticoA/VSS/DRS e a um sistema para medição dos mesmos. Visto que o método provê a pessoa com uma determinação imedi- ata do tono simpático possivelmente em combinação com um registro de trajetória de medições, ele é aplicável para determinar o nível de potenciali- dade de pessoas saudáveis para um desempenho otimizado, tanto física quanto mentalmente. A invenção adicionalmente refere-se ao uso do siste- ma de acordo com a invenção para determinar o tono simpático e ao uso da medição de nocicepção para determinar o tono simpático. TÉCNICA ANTECEDENTE
Nos mamíferos, o sistema nervoso é funcionalmente dividido em um sistema nervoso somático e um sistema nervoso autônomo. O sistema nervoso autônomo funciona automaticamente e por reflexo. O sistema ner- voso autônomo pode ser adicionalmente dividido nos sistemas simpático e parassimpático contrários. Os nervos simpáticos e parassimpáticos apresen- tam efeitos opostos.
O sistema nervoso simpático mobiliza os recursos no organismo
em uma "resposta ao estresse" assim chamada, de tal modo que uma situa- ção perigosa imediata/um desafio possam ser muito bem controlados. Quando a resposta ao estresse tiver causado mudanças exigidas na função do corpo, um novo estado do corpo será estabelecido, o qual é chamado de "fase de estresse". Nesta fase, mentalmente, a pessoa pensa mais rápido e mais claramente ao mesmo tempo em que aguça a capacidade de focalizar seus pensamentos. Para sustentar esta finalidade, impressões de sentido irrelevantes são efetivamente impedidas. Fisicamente, o corpo responde di- minuindo o tempo de resposta, aumentando a resistência muscular, aguçan- do os sentidos, e otimizando a coordenação entre pensamento e habilidades motoras.
Em conclusão, o acima lega que a "fase de estresse" será um fenômeno fisiológico positivo, quando se manifestar na quantidade certa e no equilíbrio certo com a recuperação necessária, que, conforme descrito abaixo, será efetuada, quando dominar o sistema nervoso parassimpático.
O sistema nervoso parassimpático media os processos biológi- cos, o que restaura e desenvolve os recursos do organismo, assegurando assim que os recursos necessários estejam disponíveis, quando eles forem mobilizados em uma situação de estresse agudo/transitório.
Fisiologicamente, a simulação através dos nervos simpáticos aumenta a pulsação e a pressão sangüínea e inibe a formação de secreção nas glândulas, etc., ao passo que os nervos parassimpáticos inter allia dimi- nuem o batimento cardíaco e a pressão sangüínea a um nível de estado de repouso fisiológico e estimulam glândulas à secreção. Durante o estresse, o sistema nervoso simpático é ativado.
O estresse pode ser agradável, mas pode também ser desagra- dável e, às vezes, perigoso para a vida. É essencial distinguir entre duas formas de estresse: transitório e persistente. O estresse transitório = estres- se agudo) é o estado fisiológico de prontidão, um estado que é automatica- mente induzido no corpo através de sinais neurais/hormonais do cérebro, quando for percebida uma ameaça. Desse modo, ele serve como um meca- nismo de defesa. O nível de estresse depende do equilíbrio entre as expec- tativas individuais do resultado da estimulação e dos recursos disponíveis. Quando o desafio/a ameaça tiverem terminado, a homeóstase será restabe- lecia. Se a pessoa tiver disponíveis os recursos necessários, a situação po- derá ser percebida de maneira positiva. Se a situação representar um estado no qual a tensão excede os recursos do corpo, a situação será mais prova- velmente percebida de modo negativo. Se esta última situação continuar, os recursos do organismo poderão ficar sobrecarregados e o desempenho do corpo prejudicado. Este estado é chamado de estresse persistente ou de estresse crônico, e é uma disfunção dos processos neurais/hormonais do cérebro devido a uma exposição prolongada aos hormônios/processos neu- rais envolvidos no estresse transitório, e com restituição insuficiente no meio. Ele pode ser prejudicial à saúde. Em sua forma mais branda, o estresse persistente ou crônico se manifesta como sintomas moderados do corpo, tais como tensão muscular, fadiga ou dor de cabeça. Em um grau mais grave de estresse, sintomas adi- cionais são experimentados, por exemplo, na forma de problemas de memó- ria, falta de concentração e padecimento dos órgãos internos (por exemplo, palpitações, dor de estômago, Iibido diminuída). Em um estado de estresse ainda mais sério, a habilidade social também é prejudicada, por exemplo, tolerância reduzida, irritabilidade e rompantes incontrolados de fúria. Neste último caso, o estresse crônico não-tratado pode ocasionar enfermidade, por meio do que a capacidade produtiva é perdida por um período de tempo.
A reação do corpo à tensão/percepção de ameaça acima men- cionadas é controlada pelo sistema hipotalâmico-pituitátio-adrenal que ativa a liberação de hormônios esteroidais (glicocorticóides) incluindo o cortisol. Adicionalmente, outros hormônios são liberados entre outras catecolaminas incluindo a dopamina, a noradrenalina e a adrenalina. Como resultado, é criado um conjunto de reações fisiológicas, o qual, em combinação, é cha- mado de resposta ao estresse. Substancialmente, todos os sistemas do cor- po são afetados, incluindo o cérebro, o sistema cardiovascular, o sistema imune, o sistema respiratório e o sistema digestivo. Quando perigos/desafios/tensões físicos e mentais tiverem pas-
sado, a resposta do corpo a estes será inativada e a fase de recuperação será iniciada.
A resposta ao estresse não é ativada por ameaças puramente físicas ou psicológicas, mas também por nossos pensamentos. Inúmeras situações do dia-a-dia, inter alia a pressa, as preocupações, os problemas de relação pessoal e as preocupações financeiras, podem ativar a resposta ao estresse sem que a pessoa tenha sua vida ameaçada. O efeito acumula- do destas tensões menores, mas diárias, pode levar ao estresse persisten- te/crônico.
Como parte de impedir que a condição de estresse se desenvol-
va e, portanto, resulte em implicações negativas, a determinação de um ní- vel de estresse agudo ou acumulado de uma pessoa é vital para permitir que o processamento cognitivo e as ações adequadas sejam iniciados, o que pode reduzir ou completamente eliminar as tensões que causam o estresse, e/ou a disposição da pessoa em controlar estas tensões pode ser aumenta- da de tal modo que as conseqüências negativas relacionadas ao estresse - tanto pessoais quanto sociais - possam ser prevenidas e/ou impedidas. O estresse não pode por si só ser considerado como doença, mas o estresse acumulado pode tornar uma pessoa mais suscetível a impactos que podem se desenvolver em uma enfermidade.
São conhecidos inúmeros métodos para determinar o tono sim- pático (a atividade do sistema nervoso simpático) como uma medida do nível de estresse de uma pessoa, incluindo a medição do cortisol na saliva, a me- dição de catecolaminas (adrenalina e/ou noradrenalina) e o cortisol no soro, bem como a medição de catecolaminas na urina (Ekaman R. and Lindstedt. G.: "Molekyler pá Iiv og d0d" (moléculas em vida e morte), em Ekman R. and Arnetz B. (red) "Stress; Molekylerne, Individen, Organisationen, Samhàllet" (estress; moléculas, organização de pessoas e sociedade), Libers publishing firm, Estocolmo 2002, páginas 77-89; Hansen A.M., Garde A.H., Christensen J.M., Eller N.H. & Nettestrom B. "Evaluation of a radioimmunoassay and es- tablishment of a reference interval for salivary cortisol in healthy subjects in Denmark", Scand J Lab Invest 2003; 63: 303-10.). A medição da temperatura da pele (Normell LA, Wallin BG. "Sympathetic skin nerve activity and skin temperatura chances in man". Acta Physiol Scand 1974; 91: 417-26) e se- creção de suor são outros métodos conhecidos para medir o estresse.
Os métodos conhecidos de determinar o estresse e o tono sim- pático são dificultados pelas desvantagens de que ou análises técnicas complicadas envolvendo retardos, comunicação e despesas são exigidas ou métodos não são insuscetíveis a impactos/influências do ambiente físico. A determinação de soro, por exemplo, de cortisol, exige uma análise laborato- rial. Adicionalmente, uma desvantagem de tal determinação é a de que uma mudança na concentração de soro de cortisol pode contar com outras cau- sas que não um maior nível de estresse. A determinação de secreção de suor é dificultada pela desvantagem de que esta determinação pode ser al- tamente falível, especialmente em um dia quente onde a secreção de suor aumenta, não obstante o nível de estresse da pessoa.
Os sistemas de advertência e os mecanismos de reação de de- fesa são partes essenciais da estratégia de sobrevivência de organismos vivos. Os receptores polimodais especiais do sistema nociceptivo estão pre- sentes para detectar os estímulos ambientais de danos ao tecido, provendo o organismo com a informação necessária para uma resposta otimazada às condições adversas - tal como uma resposta de reflexo ou uma reação de retirada. Os receptores são suscetíveis à modulação por uma variedade de substâncias exógenas e endógenas, incluindo a entrada simpática, a respos- ta sendo regulada em um nível molecular por canais TRPV permeáveis Ca2+. O estresse é conhecido como geralmente suprimindo a sensação de dor destes sensores.
Existe, portanto, a necessidade de um método rápido, confiável e econômico de determinar o tono simpático como uma medida do potencial de uma pessoa para um desempenho otimizado tanto físico como mental. DESCRIÇÃO DA INVENÇÃO
Foi descoberto anteriormente que, em áreas vitais, o estresse aumenta a sensação de dor. Também foi descoberto que reações/reflexos de defesa se tornam mais sensíveis pelo estresse, levando assim a um au- mento do potencial de sobrevivência.
Agora é demonstrado que uma maior sensibilidade à dor por es- tresse do osso do tórax observada em seres humanos (cf. WO 2005/084529 e WO 2006/092146) está correlacionada com um aperfeiçoamento corres- pondente do reflexo de retirada em resposta a um estímulo nocivo (NWR) não-cognitivo, indicando um aperfeiçoamento benéfico potencial do sistema de advertência, bem como das reações de defesa, e que há uma ligação entre os dois.
Até agora, uma maior sensibilidade à dor foi considerada como uma resposta local aos danos do tecido, como em uma inflamação, ou como uma disfunção geral, como em dor neurogênica; por isso, não se sabe se uma maior sensibilidade à dor está ligada a reações de defesa. A sensibilidade foi medida por um meio simples e confiável (con- forme ensinado em WO 2005/084529 e WO 2006/092146 do presente ces- sionário), e foi mostrada como sendo normalizada, quando a influência indu- tora de estresse tiver terminado. Visto que atualmente não existem métodos objetivos e confiáveis simples para o diagnóstico de estresse, é previsto que a metodologia tenha o potencial para uma ampla faixa de aplicações práti- cas, em casos em que profissionais ou não-profissionais podem se benefici- ar de uma medida confiável para estresse, tal como em distúrbios de estres- se pós-traumáticas em soldados de combate, em doença do coração, em síndrome metabólica (hipertensão, adiposites, depressão e diabetes melli- tus), e na parte saudável da população para medidas preventivas, bem como no bem-estar de criação de animais.
A presente invenção apresenta assim um novo entendimento do potencial modulador de sistemas de advertência biológicos e reações de defesa com o objetivo de aperfeiçoar o potencial de sobrevivência, incluindo tanto a resposta sensória aferente como a resposta motora eferente. Pode ser enfatizado que há um motivo funcional, estrutural e molecular conhecido para as modulações observadas.
Atualmente, um aumento na sensibilidade de reações de defesa, conforme refletido na resposta motora eferente mais simples, o reflexo de retirada em resposta a um estímulo nocivo (NWR), não foi sugerido como parte de um potencial de sobrevivência geralmente aperfeiçoado, seja para animais, seja para seres humanos durante a percepção de uma ameaça. A modulação de NWR ou de outras reações de defesa por estresse ou outros fatores ambientais gerais não era um tópico para investigação. O NWR foi considerado como uma resposta à dor objetiva dependente de dose. Entre- tanto, a modulação local foi observada em caso de ferimento, protegendo o local ferido.
O elo entre a sensibilidade do sistema de advertência e as rea- ções de deferência é, consequentemente, novo e sugere um novo campo de pesquisa biológica.
Visto que os estímulos com uma ameaça potencial são proces- sados no cérebro na ausência de percepção consciente, e a percepção consciente de sintomas de estresse clínicos pode ser suprimida no caso de estresse grave, as presentes descobertas estabelecem um novo caminho no campo da pesquisa do elo entre a percepção consciente e inconsciente de ameaças.
Atualmente, métodos fisiológicos para distinguir um aumento na atividade do sistema nervoso simpático devido ao estresse daquele do exer- cício físico não foram identificados. A presente invenção apresenta tal méto- do.
A presente invenção apresenta um método de determinar o tono
simpático. Ele é rápido, simples, confiável e econômico e pode ser usado como uma medida do nível agudo e acumulado de estresse de uma pessoa, mas, conforme mencionado acima, ele pode também ser útil em estabelecer o estado da sensibilidade do sistema de advertência (WSS) de uma pessoa, bem como a sensibilidade de reação/reflexo de defesa (DRS).
A invenção adicionalmente apresenta um sistema para executar
o método.
Em um primeiro aspecto, a invenção se refere a um método de determinar o tono simpático e/ou o nível de estresse e/ou o estado da sensi- bilidade do sistema de advertência em uma pessoa, incluindo as etapas de medir um estímulo aplicado em um valor limiar de estimulação em um ou mais pontos neutros de tono simpático e medir um estímulo aplicado no mesmo valor limiar em um ou mais pontos dependentes de tono simpático, ou medir um estímulo aplicado em um valor limiar em um ou mais pontos dependentes de tono simpático e opcionalmente comparar o dito valor limiar a um valor limiar de calibração predeterminado ou pré-estabelecido. Em um segundo aspecto, a invenção se refere a um método de determinação quan- titativa e/ou qualitativa do nível de WSS/DRS e/ou tono simpático e/ou nível de estresse em um animal, incluindo um ser humano, o dito método incluin- do:
a) o armazenamento de um valor limiar de calibração e de um valor limiar de estimulação, o valor limiar de calibração sendo uma medida quantitativa de um valor limiar de nocicepção em um ponto neutro de tono simpático no ou dentro do corpo do animal e o valor limiar de estimulação sendo uma medida quantitativa de um valor limiar de nocicepção em um ponto dependente de tono simpático no ou dentro do corpo do animal e o valor limiar de estimulação sendo uma medida quantitativa de um valor limiar de nocicepção em um ponto dependente de tono simpático no ou dentro do corpo, e subseqüentemente;
b) o cálculo de um valor de indicação de WSS e/ou DRS e/ou tono simpático e/ou nível de estresse por meio da comparação do valor Iimi- ar de estimulação com o valor limiar de calibração, por meio do que o valor de indicação é uma medida do nível de WSS/DRS e/ou nível de estresse e/ou tono simpático na pessoa.
Um aspecto adicional se refere a um método de determinação quantitativa e/ou qualitativa do estado de WSS/DRS e/ou tono simpático e/ou nível de estresse em um animal, incluindo um ser humano, o dito méto- do incluindo:
a) o armazenamento de um valor limiar de calibração e de um valor limiar de estimulação, o valor limiar de calibração sendo uma medida quantitativa de um valor limiar de nocicepção em um ponto neutro de tono
simpático no ou dentro do corpo do animal e o valor limiar de estimulação sendo uma medida quantitativa do limiar de excitação de célula sensora po- Iimodal em um ponto dependente de tono simpático no ou dentro do corpo, e subseqüentemente;
b) o cálculo de um valor de indicação da sensibilidade do siste- ma de advertência por meio da comparação do valor limiar de estimulação
com o valor limiar de calibração, por meio do que o valor de indicação da sensibilidade do sistema de advertência e/ou tono simpático e/ou nível de estresse é uma medida da sensibilidade do sistema de advertência e/ou tono simpático e/ou sensibilidade do sistema de advertência no animal. Aspectos adicionais da invenção se referem a várias implemen-
tações práticas dos métodos da invenção explicados acima, onde estas im- plementações têm por objetivo otimizar os tratamentos e programas, a eficá- cia ou a flexibilidade dos quais são dependentes do nível de estresse e/ou tono simpático na pessoa submetida ao tratamento ou programa. Por exem- plo, a invenção se refere a um método para controlar o progresso de um re- gime terapêutico de um paciente, onde a eficácia e/ou a complacência do paciente do dito regime são dependentes do tono simpático e/ou nível de estresse e/ou WSS e/ou DRS no dito paciente, compreendendo:
i) a determinação de um ou mais tempos durante o curso do re- gime terapêutico, do tono simpático e/ou do nível de estresse e/ou do estado da WSS e/ou da DRS no dito paciente, e ii) o ajuste do regime terapêutico com base em uma medida in-
tegrada do benefício do paciente do regime terapêutico e da determinação na etapa i.
Com relação a estes aspectos, é um método da invenção que inclui uma possibilidade de intervenção no caso de o nível de estresse e/ou tono simpático e/ou nível de WSS e/ou DRS ser considerado elevado pelos métodos acima mencionados. Mais precisamente, a presente invenção tam- bém se refere a um método para a prevenção de estresse indesejado ou improdutivo, o método compreendendo:
a) a determinação de tono simpático e/ou o nível de estresse e/ou o nível de WSS e/ou DRS em um paciente por meio do uso dos méto- dos acima descritos para tal determinação,
e se a determinação na etapa a indicar um tono simpático e/ou nível de estresse e/ou nível de WSS e/ou DRS, submeter um ponto depen- dente de tono simpático a uma estimulação apresentando uma intensidade mais baixa do que o valor limiar de estimulação por um período de tempo.
Também é abarcado pela presente invenção um método de prognóstico de uma doença em um paciente, que compreende:
1) a determinação do tono simpático e/ou nível de estresse e/ou nível de WSS e/ou DRS no paciente, e subseqüentemente 2) a provisão de um prognóstico para o paciente com relação à
doença por meio da incorporação na determinação do prognóstico do resul- tado da determinação na etapa 1, uma determinação na etapa 1 indicando um tono simpático e/ou nível de estresse e/ou nível de WSS e/ou DRS baixo sendo indicativa de um melhor prognóstico do que uma determinação na etapa 1 de um tono simpático e/ou nível de estresse e/ou nível de WSS e/ou DRS mais alto.
A invenção também se refere a um método para determinar se uma avaliação do nível de estresse em uma pessoa com base em entrevista provê uma real indicação de estresse, compreendendo:
a) em paralelo à entrevista, a determinação do tono simpático e/ou nível de estresse e/ou nível de WSS e/ou DRS no paciente por meio da utilização dos métodos de determinação descritos aqui, e
b) a averiguação de se a avaliação com base em entrevista pro- vê um resultado que se correlaciona positivamente com a determinação na etapa a, uma correlação positiva indicando que a avaliação com base em entrevista provê uma real indicação.
Em um terceiro aspecto, a invenção se refere a um sistema para medir o tono simpático e/ou o nível de estresse e/ou o estado da sensibilida- de do sistema de advertência em um animal, incluindo um ser humano, o dito sistema incluindo:
a) um meio de memória para armazenar um valor limiar de cali- bração de nocicepção determinado em um ponto neutro de tono simpático no ou dentro do corpo humano e para armazenar um valor limiar de estimu- lação de nocicepção determinado em um ponto dependente de tono simpáti- co no ou dentro do corpo humano;
b) um circuito eletrônico programado para processar dados do valor limiar de calibração de nocicepção e do valor limiar de estimulação de nocicepção de modo a obter a medição; e
c) meio operado por usuário para aplicar um estímulo evocativo de desconforto no corpo do animal e meio de armazenamento operado por usuário adaptado para armazenar o valor limiar de estimulação de nocicep- ção resultante de uma primeira operação de usuário;
d) um meio operado pelo usuário para aplicar um estímulo evo- cativo de desconforto no corpo do animal e meio de armazenamento opera- do por usuário adaptado para armazenar o valor limiar de estimulação de nocicepção resultante de uma segunda operação de usuário;
onde o estímulo evocativo de desconforto envolve 1) a vibração aplicada por meio de uma primeira base de vibração e/ou 2) calor aplicado por meio de uma primeira base de aquecimento e/ou 3) eletricidade aplicada por meio de uma primeira base de eletricidade, e onde o meio para aplicar um estímulo evocativo de desconforto é adaptado para aplicar um estímulo que é gradualmente aumentado, o meio de armazenamento sendo adaptado para armazenar um nível de estimulação em um momento no tempo que corresponde às primeira e segunda operações de usuário, respectivamente.
O valor limiar de calibração pode ser um valor predeterminado ou pré-estabelecido, que é armazenado permanentemente, por exemplo, o valor zero.
Em um sexto aspecto, a invenção se refere ao uso de medir a nocicepção para determinar o nível de WSS e/ou DRS em uma pessoa.
Os pedidos de patente internacionais anteriores do presente cessionário WO 2005/084529 e WO 2006/092146 descrevem sistemas, mé- todos e usos que serão todos aplicáveis, quando da execução da presente invenção. Consequentemente, a presente invenção inclui aspectos que utili- zam métodos e sistemas de determinação descritos em WO 2005/084529 e WO 2006/092146, bem como aperfeiçoamentos aos métodos, usos e siste- mas descritos em WO 2005/084529 e WO 2006/092146. Notavelmente, to- dos os ensinamentos em WO 2005/084529 e WO 2006/092146 aplicam mu- tatis mutandis à determinação de níveis WSS de acordo com a presente in- venção e será entendido que os métodos para a determinação de tono sim- pático e/ou nível de estresse em WO 2005/084529 e WO 2006/092146 po- derão ser igualmente aplicados quando da determinação do nível de WSS de acordo com a presente invenção.
Entretanto, a presente invenção também demonstra que WSS e/ou DRS em um animal (bem como o nível de estresse) podem ser deter- minados por meio da medição do reflexo de retirada em resposta a um estí- mulo nocivo (NWR) em um animal (incluindo um ser humano) - notavelmen- te, descobertas anteriores usando os métodos e sistemas de WO 2005/084529 e WO 2006/092146 que estabelecerem métodos de determinar os níveis de estresse e níveis de tono simpático foram também demonstra- das de acordo com a invenção como sendo correlacionadas com o valor li- miar de NWR.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
A invenção é explicada em detalhes abaixo com referência aos desenhos, nos quais:
Figura 1 mostra a posição do ponto neutro de tono simpático anteriormente no lado superior da clavícula, e a posição do ponto dependen- te de tono simpático, Per 1, a área sombreada cinza, entre o mamilo e a prega axilar anterior, o ponto preto na área sombreada cinza indicando o ponto mais freqüentemente usado dentro de Per 1 de acordo com a inven- ção.
Figura 2 mostra a posição do ponto neutro de tono simpático posteriormente na coluna espinal, mais precisamente em TH-10-11 e a posi- ção do ponto dependente de tono simpático posteriormente correspondendo a TH 3-6 na área entre as omoplatas.
Figura 3 mostra a posição do ponto neutro de tono simpático anteriormente no lado superior da clavícula, e a posição do ponto neutro de tono simpático, C.V. 17, a área sombreada cinza, no meio do esterno, o pon- to preto na área sombreada cinza indicando o ponto mais freqüentemente usado dentro de C.V. 17 de acordo com a presente invenção.
Figura 4 mostra a posição do ponto neutro de tono simpático anteriormente no lado superior da clavícula, e a posição do ponto dependen- te do tono simpático, ST 18, a área sombreada entre duas costelas abaixo do mamilo, o ponto preto na área sombreada cinza indicando o ponto mais freqüentemente usado dentro de ST 18 de acordo com a invenção.
Figura 5 mostra um sistema de acordo com a invenção, as par- tes do sistema sendo mostradas como integradas em um mesmo aparelho. O aparelho inclui uma base de pressão com uma face de contato adaptada para exercer uma força compressiva externa sobre o corpo do usuário, um sensor para medir a força compressiva exercida sobre o corpo pela base de pressão. O aparelho inclui uma unidade de leitura para exibir o valor de leitu- ra.
a Figura 6 mostra uma porção final de um aparelho de um sis- tema de acordo com a invenção, a porção final compreendendo uma face de contato adaptada para exercer uma força sobre o corpo de uma pessoa e um sensor para medir a força exercida sobre o corpo.
Figura 7 mostra um diagrama do princípio de uma concretização do sistema da Figura 5. Figura 8 mostra um diagrama do fator de estresse.
Figura 9 mostra um fluxograma com o princípio fundamental pa- ra o tratamento de dados.
Figura 10 mostra uma seção transversal das partes mecânicas do atuador para uma concretização do sistema da presente invenção para estimulação mecânica usando vibração.
Figura 11 mostra o campo magnético criado pelo atuador para uma concretização do sistema da presente invenção para estimulação me- cânica usando vibração.
Figura 12 mostra diferentes partes do atuador na Figura 10. Figura 13 mostra um diagrama do princípio para o sistema da
Figura 10.
Figura 14 mostra uma representação visual do controle de atua- dor (ajuste de freqüência e curso).
Figura 15 mostra o ponto de ajuste de temperatura como função
do tempo.
Figura 16 mostra o fator de estresse como uma função do tem- po.
Figura 17 mostra um diagrama simplificado para o desenho do hardware de uma concretização do sistema da presente invenção para a estimulação térmica.
Figura 18 mostra o pulso de tempo e o pulso de potência At co- mo uma função do tempo. Figura 19 mostra os resultados de um estudo com 27 cantores de ópera com medições de acordo com a invenção (valor SA) como uma medida de mudanças no estresse em relação ao estresse mental. No estu- do, as medições de MBP1 PRP, cortisol da saliva e SA foram feitas antes, durante e depois da performance de canto. Mudanças nos valores SA foram correlacionadas significativamente às mudanças no PRP (r = 0,5; ρ < 0,005)< MBP (r = 0,4; ρ < 0,01) e Cortisol (r = 0,3; ρ < 0,05).
Figura 20 mostra os resultados de um estudo com 14 trainees de ópera com medições de acordo com a invenção (valor SA) como uma medi- da de mudanças no estresse em relação ao estresse mental. Medições de PRP e SA foram executadas nos seguintes intervalos: Depois de 10 minutos de repouso, seguido por desafio (teste de estresse mental). A figura repre- senta mudanças no PRP e SA (delta SA versus delta PRP). A mudança de SA e PRP é positivamente correlacionada durante o estresse mental. Figura 21 mostra os resultados de um estudo com 14 trainees de
ópera com medições de acordo com a invenção (valor SA) como uma medi- da de mudanças no estresse como resultado de um teste de ciclismo. Medi- ções de PRP e SA foram executadas nos seguintes intervalos: Depois de 10 minutos de repouso, seguido por desafio (teste de ciclismo). A figura repre- senta mudanças em PRP e SA (delta SA versos delta PRP). Mudança em SA e PRP é negativamente correlacionada durante o desempenho físico.
Figura 22 mostra os resultados de um estudo com 14 trainees de ópera com medições de acordo com a invenção (valor SA) como uma medi- da de mudanças no estresse como resultado do canto. Medições de PRP e SA foram executadas nos seguintes intervalos: Depois de 10 minutos de re- pouso, seguidos por desafio (desempenho de canção). A figura representa mudanças em PRP e SA (delta SA versus delta PRP).
Figura 23 mostra os resultados de um estudo com 112 pacientes consecutivos com cardiopatia isquêmica verificada. O método usado foi o registro do perfil transversal de uso de medição de betabloqueio e de medi- ção de valor SA. Os resultados não mostraram nenhuma diferença significa- tiva na medição SA entre pacientes com e sem betabloqueio (p> 0,1). Figura 24. Cantores solos de ópera (N=26), mudanças durante uma performance de estreia em valores médios de PT (Figura 24A), HR (Fi- gura 24B), PRP (Figura 24C), MBP (Figura 24D) e cortisol salivar (Figura 24E) com 95% de limites de confiança. PT: 34, 45, 32 (p < 0,0001); HR: 69, 84, 72 (p < 0,001); PRP 9828, 12053, 9865 (p < 0,005); MBP: 103, 107, 101 (p < 0,001); cortisol salivar: 4, 5, 3 (p < 0,05).
Figura 25. Mudanças no PRP e no PT.
(A) Cantores solos de ópera (N=26), mudanças no PRP e no PT durante uma performance de estreia (r = 0,54, ρ < 0,0001). (B) Trainees de ópera (N=27), mudanças no PRP e no PT duran-
te um teste de exercício em bicicleta, (r = 0,70, ρ < 0,0001).
Figura 26. Ocorrência de reflexo de retirada em resposta a um estímulo nocivo não-cognitivo (NWR) em pacientes: PT < 30 (N = 46); 30 <= PT < 60 (N = 64); PT > = 60 (N = 43). Figura 27. Teste de confiabilidade.
(A) Primeira medição de tempo de PT conduzida por HCP em 82 pessoas saudáveis (r = 0,94, ρ < 0,0001.
(B) Medição de PT conduzida por HCP em 181 pacientes conse- cutivos em uma clínica médica de paciente de ambulatório (r = 0,97, ρ <
0,0001 .(C): Automedições PT por 36 Não-HCP (r = 0,95, p< 0,0001).
Figura 28. Um exemplo do desempenho de pico bem conduzido e grau total de elasticidade.
SO (=WSS, mostrado com 0) é alto e alto na audição de canto, que é boa, visto que esta é uma situação importante da vida real com es- tresse transitório, quando comparado ao teste de exercício mental e físico, que não têm nenhuma importância à vida real. Nota: O nível SO poderá ser elevado na medição antes da audição de canto, se a medição for conduzida nos últimos minutos antes da audição.
Um bom nível de elasticidade é indicado como um aumento tan- to no SO como no PRP (mostrado com □) na audição de canto, bem como no teste de estresse mental. Além disso, os níveis aumentados tanto de SO como de PRP serão ambos rapidamente normalizados quando as situações de estresse tiverem terminado.
No teste em bicicleta, SO diminui significativamente, à medida que aumenta o PRP, e vice-versa, quando o andar de bicicleta estiver termi- nado - novamente indicação de total elasticidade.
Figura 29. Um exemplo com uma possível performance de pico
insuficiente e um menor nível de elasticidade.
As curvas usam os mesmos símbolos para SO e PRP1 conforme mostrado na Figura 28.
O desempenho de pico pode ser insuficiente durante o teste de estresse mental. Embora o nível de estresse aumente durante o teste, o tra- balho do coração diminui, o que leva a um desempenho de tarefa insuficien- te. Quando o teste tiver terminado, o nível de estresse cairá, enquanto au- menta o trabalho do coração, indicando falta de elasticidade e uma resposta cardiofisiológica paradoxal ao estresse. Depois da audição de canto, SO aumenta enquanto PRP diminui
como durante o teste mental. Isto sustenta a falta de elasticidade, visto que o corpo físico está descansando depois da audição de canto, o nível de es- tresse aumenta - indicação de falta de restituição mental.
No teste em bicicleta, são encontradas mudanças menores em SO1 a despeito de mudanças maiores no PRP - por conseguinte, um indica- dor adicional para elasticidade insuficiente.
O trabalho do coração se dá em 30% elevados em comparação a um rapaz e durante repouso também.
Figura 30. Desenvolvimento no nível de estresse medido como WSS nos despertares durante 12 semanas de automedição.
SO está inicialmente em um nível elevado (valores normais para homem < 15). Além disso, como a medição SO é consistentemente alta du- rante as primeiras semanas, pode ser concluído que a pessoa fique exposta a um estresse persistente. Com o uso diário e sistemático do programa Selfcare©, confor-
me ensinado aqui, o nível geral de SO (=WSS) finalmente chegou a um nível normal. melhor(es) modo(s) de se executar a invenção definições
Antes de uma descrição detalhada da invenção, são definidas expressões especificas referentes aos aspectos da invenção: A expressão "estresse" indica uma condição de tensão na qual a
tensão excede os recursos do corpo. O estresse pode ser agradável, mas pode também ser desagradável e, às vezes, perigoso para a vida. É essen- cial distinguir entre duas formas de estresse: transitório e persistente. "Es- tresse transitório" (= "estresse agudo") indica o estado fisiológico de pronti- dão, um estado que é automaticamente induzido no corpo através de sinais neurais/hormonais do cérebro, quando uma ameaça for percebida. O nível de estresse depende do equilíbrio entre as expectativas individuais da con- seqüência do estímulo e dos recursos disponíveis. Quando o desafi- o/ameaça estiver terminado, a homeóstase será restabelecida. Se a pessoa tiver os recursos necessários disponíveis, a situação poderá ser percebida em uma maneira positiva. Se a situação representar um estado no qual a tensão excede os recursos do corpo, a situação será mais provavelmente percebida negativamente. Se esta última situação continuar, os recursos do organismo poderão ficar sobrecarregados e o desempenho do corpo prejudi- cado. Um nível maior de estresse é expresso como um maior tono simpático. Entretanto, um aumento no tono simpático pode não expressar um nível maior de estresse como é visto no exercício físico brando.
As expressões "estresse persistente" ou "estresse crônico" são usadas como sinônimos, e são uma disfunção dos processos neu- ral/hormonal do cérebro devido a uma exposição prolongada aos proces- sos/hormônios neurais envolvidos no estresse transitório, e com restituição insuficiente no meio. Pode ser prejudicial para nossa saúde.
A expressão "tono simpático" indica o nível de atividade na parte simpática do sistema nervoso e é útil na medida do potencial de uma pessoa para um desempenho otimizado, tanto físico como mental.
A expressão "estresse agudo" indica uma condição na qual uma pessoa sobre um curto período de tempo, tipicamente horas/dias, passou por situações que causaram uma maior atividade no sistema nervoso simpá- tico devido ao estresse.
A expressão "estresse transitório" é usada como sinônimo a "es- tresse agudo.
A expressão "estresse persistente" é usada como sinônimo ao "estresse crônico". O termo estresse persistente é preferido, visto que é neu- tro em relação à terminologia de doença, em contraste a "crônico" que é u- sado para uma condição relacionada à doença prolongada. Isto é considera- do importante, visto que o estresse persistente brando pode não ser insalu- bre ou nocivo para sua saúde, se acontecer a restituição subsequente. Para permitir consistência na terminologia, a noção de "estresse transitório" é pre- ferida à de "estresse agudo".
A expressão "estresse acumulado" indica uma condição na qual uma pessoa sobre um longo período de tempo, semanas/meses/anos, pas- sou por situações que causaram uma maior atividade no sistema nervoso simpático.
A expressão "estresse clínico" indica uma condição na qual o estresse dá início aos sintomas clínicos.
A expressão "estresse fisiológico" indica a determinação do tono simpático sem distinção entre a mudança no tono simpático devido ao es- tresse psicológico (=estresse) ou devido ao estresse físico (= estresse indu- zido por exercício).
A expressão "estresse psicológico" indica estresse, e é princi- palmente usada quando da importância de uma distinção ao estresse físico.
A expressão "estresse físico" indica um aumento no tono simpá- tico devido a um exercício físico apenas. Contudo, deve ser enfatizado que esta denotação sustenta exercício de brando a moderado apenas, visto que exercício físico em excesso pode levar a um estresse psicológico.
A expressão "estresse mental" indica um aumento no tono sim- pático devido ao exercício mental apenas. Contudo, deve ser enfatizado que a condução de um exercício de estresse mental pode levar ao estresse em outras pessoas ou nas mesmas pessoas sob outras circunstâncias. Se um teste de estresse mental leva ao estresse ou não vai depender da pessoa e do equilíbrio circunstancial entre as expectativas individuais do resultado do estímulo e dos recursos disponíveis.
A expressão "estimulação" indica qualquer tipo de estimulação que ative os mecanorreceptores da pele, os termorreceptores e/ou os recep- tores nociceptivos. A estimulação pode ser provida como estímulos mecâni- cos, térmicos, elétricos, de radiação e/ou químicos. Um estímulo mecânico pode, por exemplo, ser provido por meio de uma força compressiva e/ou por meio de vibração. Um estímulo térmico pode, por exemplo, ser provido por meio de frio e/ou calor. Um estímulo elétrico pode, por exemplo, ser provido por meio de corrente alternada e/ou corrente contínua. Um estímulo de radi- ação pode, por exemplo, ser provido por meio de uma luz infravermelha, vi- sível e/ou ultravioleta aplicada ou espectros combinados das mesmas, por exemplo, um laser, um diodo de emissão de luz, fonte de luz infravermelha, ultravioleta e/ou branca. O estímulo químico pode ser provido por meio de um composto orgânico e/ou inorgânico.
A expressão "ponto neutro de tono simpático" indica um ponto no ou dentro do corpo no qual a sensibilidade a um estímulo aplicado é in- dependente do nível de atividade do sistema nervoso simpático e/ou do nível de estresse agudo. Um ponto no ou dentro do corpo é também coberto pela expressão, onde um maior tono simpático e/ou nível de estresse causa um maior limiar para sensibilidade ou nocicepção no dito ponto.
A expressão "ponto dependente de tono simpático" indica um ponto no ou dentro do corpo no qual a sensibilidade a um estímulo aplicado é dependente do nível de atividade do sistema nervoso simpático, no sentido de que um maior tono simpático ou um maior nível de estresse faz com que o ponto exiba um menor limiar para sensibilidade e/ou nocicepção.
Conforme ficará evidente a partir da presente descrição, a locali- zação anatômica dos pontos de tono simpático-neutro e tono simpático- dependente não é essencial. Em casos onde o estímulo é executado utili- zando um dispositivo implantado, o ponto em questão estará "dentro do" corpo, ao passo que o uso de um dispositivo manual tipicamente terá como objetivo estimular um ponto "no" o corpo.
A expressão "valor limiar da estimulação" indica em que intensi- dade o estímulo aplicado deve ser aplicado em um determinado ponto a fim de que a pessoa perceba o estímulo aplicado como não agradável, mais es- pecificamente como desagradável ou como dor.
A expressão "valor limiar de sensibilidade à pressão" indica em qual intensidade a pressão aplicada deve ser aplicada em um determinado ponto a fim de que uma pessoa perceba a pressão aplicada como não agra- dável, mais especificamente como desagradável ou como dor.
A expressão "valor limiar de nocicepção" indica o limiar no qual a pessoa no respectivo ponto percebe um estímulo como nociceptivo, isto é, como danoso ao tecido. A expressão também inclui estímulo que é percebi- do como desconfortável pela pessoa.
A expressão "substancialmente ao mesmo tempo" indica que as medições, por exemplo, do valor limiar de calibração e do valor limiar de es- timulação, são executadas dentro de um período de alguns minutos, por e- xemplo, um minuto, dois minutos, três minutos, cinco minutos, dez minutos, quinze minutos.
A expressão "significativamente inferior" indica que o valor limiar de nocicepção em um ponto de tono simpático-dependente é não mais do que 85%, particularmente não mais do que 80%, e mais particularmente não mais do que 75%, do valor limiar em um ponto neutro de tono simpático.
A expressão "sistema para aplicar e medir um estímulo" indica um sistema, por exemplo, um aparelho ou vários aparelhos, que podem apli- car e medir um estímulo.
A expressão "aparelho sensível à pressão" indica um aparelho que pode aplicar e medir uma pressão.
A expressão "marcador" indica um meio que marca um ponto de
medição.
A expressão "ponto de medição" indica um ponto cujo valor limi- ar da estimulação em um estímulo aplicado é ou neutro ou dependente do tono simpático. As expressões "C.V. 17", "Per 1" e "ST 18" indicam pontos de meridiano de acordo com a teoria chinesa convencional (Beijing College of Traditional Chinese Medicine: Essentials of Chinese Acupunture, Beijing Fo- reign Languages Press, 1980). C.V. é um vaso de concepção, Per é o peri- cárdio, e ST é o estômago. O ponto C.V. 17, a área sombreada cinza, é mostrado na Figura 3, onde o ponto mais freqüentemente usado de acordo com a presente invenção dentro de C.V. 17 na área sombreada cinza é indi- cado pelo ponto preto. O ponto Per 1, a área sombreada cinza, é mostrado na Figura 1, onde o ponto mais freqüentemente usado de acordo com a pre- sente invenção dentro de Per 1 na área sombreada cinza é indicado por meio do ponto preto. O ponto ST 18, a área sombreada cinza, é mostrado na Figura 4, onde o ponto mais freqüentemente usado dentro de St 18, na área sombreada cinza, é indicado por meio do ponto preto. Os pontos descritos, C.V. 17, Per 1 e ST 18, são bem-definidos de acordo com os nomes chine- ses e são apresentados na forma de pontos sobre a superfície do corpo. Nas Figuras 1, 3 e 4, as áreas sombreadas de cinza são providas para marcarem que uma área efetiva deve ser examinada e que o ponto é meramente defi- nido por sua qualidade como sendo o ponto mais dolorido, quando estimula- do. Isto também indica que o ponto pode estar fora da área sombreada cinza marcada nos desenhos. Na realidade, o ponto pode estar em qualquer posi- ção dentro da porção da pele correspondendo ao suprimento nerval para o coração do sistema nervoso simpático (como, por exemplo, afirmado nas seguintes referências: Rutherford J.D., Braunwald E. & Cohn P.F., "Chronic heart disease"; Braunwald E.,extremidade distai. "Heart Disease. A textbook of Cardiovascular Medicine". Philadelphia: W.B. Saunders Company, 1988: 1314-67; Williams P.L., Warwich R., Dyson M. & Bannister L.H., eds Gray's Anatomy. New York: Churchill Livingstone, 1989; 723-1168, F., "Textbook of acupuncture", William Henemann medicai books, London 1987; 57-64).
As expressões "TH 3-6" e "TH 10-11" indicam os processos es- pinosos 3-6 e os processos espinosos 10-11, respectivamente, nas vérte- bras torácicas dos mesmos números. Os processos espinosos são as partes da coluna espinal que parecem projeções rígidas. Os processos espinosos 3-6 e os processos espinosos 10-11 são mostrados na Figura 2, os proces- sos espinosos 3-6 sendo os quatro pontos pretos mais altos na coluna espi- nal e os processos espinosos 10-11 sendo os dois pontos mais baixos na coluna espinal.
As expressões "sensibilidade do sistema de advertência" ou
"WSS" indicam um sistema de alerta controlado CNS que atua através do sistema nervoso simpático para estabelecer um maior desempenho ou pre- caução em situações de estresse. Desse modo, um aumento em WSS é sempre acompanhado por um maior tono simpático, ao passo que um maior tono simpático não é necessariamente acompanhado por um aumento em WSS (por exemplo, quando o aumento no tono simpático dor devido a uma necessidade fisiológica para aumentar o tono simpático, tal como em exercí- cios físicos de brando a moderado). As descobertas das presentes inven- ções indicam que um aumento geral na WSS é acompanhado com uma maior brandura (diminuição do limiar nociceptivo) em pontos dependentes de tono simpático no ou dentro do corpo, indicando que uma medição da pre- sente invenção que demonstra tal aumento na brandura provê uma indica- ção de maior sensibilidade de WSS.
A expressão "sensibilidade de reação/reflexo de defesa" ou "DRS" indica um sistema de defesa mediado por reflexo não-cognitivo con- trolado por CNS, ligado ao sistema nervoso simpático e à WSS a fim de es- tabelecer reações de defesa acentuadas. Desse modo, um aumento no DRS é sempre acompanhado por um maior tono simpático e WSS, ao passo que um maior tono simpático não é necessariamente acompanhado por um au- mento em DRS (por exemplo, quando o aumento no tono simpático for devi- do a uma necessidade fisiológica para aumentar o tono simpático, tal como no exercício físico de brando a moderado). As descobertas das presentes invenções indicam que um aumento geral na DRS é acompanhado com uma maior brandura (diminuição do limiar nociceptivo) nos pontos dependentes de tono simpático no ou dentro do corpo, indicando que uma medição da presente invenção que demonstra tal aumento na brandura apresenta uma indicação de maior sensibilidade de DRS. A expressão "reflexo de retirada em resposta a um estímulo no- civo" durante a medição é usada para a presença de contrações musculares involuntárias na região do olho, bochechas (= reflexo de medo) ou nos mús- culos flexores do pescoço e extremidade superior.
A expressão "elasticidade do sistema nervoso" indica a capaci- dade do organismo de exercitar os ajustes apropriados de função em res- posta a mudanças nas circunstâncias, isto é, o tamanho da resposta a uma situação estressante e a taxa de recuperação. Uma boa elasticidade indica que o organismo se ajusta rápida e adequadamente a tais mudanças. Em relação a uma situação específica de estresse transitório, isto significa que a resposta ao estresse é ativada suficientemente no pico do desempenho e que a homeóstase será restabelecida rapidamente, quando a situação esti- ver terminada. O grau de elasticidade é uma medida útil para nível de es- tresse persistente, com uma falta crescente de elasticidade representando um aumento no nível de estresse persistente. CONCRETIZAÇÕES DA INVENÇÃO
Para assegurar a utilização otimizada dos recursos totais de uma pessoa, em uma determinada situação evocativa de estresse, é vital que isto possa ser assegurado por meio da medição do nível funcional do sistema nervoso em qualquer tempo determinado.
O método, de acordo com a invenção, provê aos seres humanos uma ferramenta na forma de um método de determinar o nível de atividade imediato (imediata) do sistema nervoso simpático:
1) Um baixo valor medido indica um baixo nível de atividade no sistema nervoso simpático e, portanto, a melhor base possível para otima- mente lidar com uma futura situação de estresse.
2) Um único valor alto provê ao usuário a informação de que a pessoa - fisiologicamente falando - mobilizou os recursos do organismo na "fase de estresse" assim denominada com vistas a lidar com uma situação que o cérebro percebe como perigosa ou potencialmente perigosa.
3) Altas medições repetitivas munem o usuário com a informa- ção de que a pessoa está em uma "fase de estresse" prolongada, que, no longo percurso, pode sobrecarregar os recursos do organismo e prover uma base para um nível funcional reduzido mental, física, emocional e socialmen- te.
4) Medições altas e baixas variáveis munem o usuário com a informação de que a pessoa está em situações nas quais a "fase de estres- se" é alternativamente ativada e desativada. Como resultado, há a possibili- dade de aprendizado e percepção.
Em uma concretização específica, o método é assim ligado a ferramentas e programas educacionais especiais que, baseados na medição efetiva, podem ensinar a pessoa como impedir e tratar o estresse negativo e ensinar a pessoa o que especificamente aumenta/diminui o nível de estresse nela.
A presente invenção é o resultado de pesquisa intensa em mé- todos para determinar o nível de atividade do sistema nervoso simpático e, portanto, o potencial de uma pessoa para um desempenho otimizado, tanto físico como mental, e claramente solucionar os problemas dos métodos co- nhecidos de determinar o tono simpático, que é precisamente uma medida do nível de atividade do sistema nervoso simpático, aqui denominado de estresse psicológico, em contraste ao estresse físico. De acordo coma presente invenção, foi surpreendentemente
descoberto que existem pontos no corpo, cujo valor limiar de um estímulo, quando este for aplicado ao ponto, será neutro de tono simpático ou mesmo capaz de reagir por analgesia, enquanto outros pontos serão dependentes de tono simpático, cf. a definição acima - foi adicionalmente descoberto que este é apenas o caso em que o tono simpático é ligado ao estado de WSS e/ou DRS, ao passo que um aumento no tono simpático, que é a conse- qüência, por exemplo, de exercício físico simples de brando a moderado, não leva a um aumento na brandura nas áreas/pontos dependentes de tono simpático. Em outras palavras, existem certos pontos, onde a sensibilidade a um estímulo aplicado é independente do nível de atividade do sistema ner- voso simpático ou onde um maior tono simpático/nível de estresse induz a- nalgesia, enquanto há outros pontos, onde a sensibilidade a um estímulo aplicado é dependente do nível de atividade do sistema nervoso simpático (quando dependente de WSS/DRS) no sentido de que estes pontos podem se tornar hiperalgésicos em resposta a um maior tono simpático e/ou nível de estresse e/ou nível de WSS/DRS. Consequentemente, de acordo com a invenção, a sensibilidade de uma pessoa ao estímulo aplicado em um ponto dependente de tono simpático aumentará, quando o nível de atividade do sistema nervoso simpático também aumentar em conexão com um aumento na WSS/DRS. Esta realização é surpreendente pelo fato de ter sido anteri- ormente descrito que o estresse e, portanto, um maior tono simpático, ge- ralmente aumentam a tolerância à dor (Amit and Galina, Physiol. Rev. 66: 1091-1120, 1986). Os pontos identificados dependentes de tono simpático respondem assim diferentemente do que é conhecido para o corpo em geral. De fato, os pontos identificados dependentes do tono simpático são aqueles onde o estresse e/ou um maior tono simpático podem ser demonstrados pa- ra efetuar a hiperalgesia (isto é, uma maior sensibilidade ou maior nocicep- cão), algo que está em contraste à analgesia anteriormente demonstrada induzida por estresse ou por um maior tono simpático.
Com a medição de qual intensidade de um estímulo aplicado é necessária para se obter um valor limiar da simulação em um ponto neutro de tono simpático e com a comparação desta com a intensidade necessária de um estímulo aplicado para se obter o mesmo valor limiar de estimulação em um ponto dependente de tono simpático, é obtida uma medida fisiológica de WSS/DRS (e, às vezes, do tono simpático) e, portanto, do estresse psico- lógico da pessoa ou nível de estresse imediato. A medição pode ser consi- derada como uma determinação imediata do nível da WSS.
Quando do uso do método de acordo com a invenção para de- terminar o nível de estresse crônico, imediato ou agudo e/ou o estado de WSS/DS, o método mune a pessoa com uma ferramenta para ajustar o es- tado de estresse e assim otimizar seu desempenho. Um aumento agudo no nível de atividade do sistema nervoso simpático pode ter um efeito benéfico sobre o desempenho da pessoa. Portanto, é bem conhecido que um maior nível de adrenalina possa ser benéfico para otimizar o desempenho. O mé- todo de acordo com a invenção é, portanto, usado para ajustar o tono simpá- tico de tal modo que um maior nível de atividade do sistema nervoso simpá- tico seja obtido resultando em um efeito benéfico.
Também é importante a capacidade de o método da invenção permitir que uma pessoa identifique fatores em seu ambiente ou estilo de vida que resultam em aumentos ou decréscimos não-reconhecidos em WSS/DRS (por exemplo, observados como estresse transitório ou persisten- te) porque o método da invenção permite determinações repetidas do nível de WSS/estresse - se uma pessoa fizer registros em um diário durante um período com tais determinações repetidas, poder-se-á correlacionar eventos da vida diária com a determinação, facilitando assim a identificação dos fato- res de indução de estresse, bem como atividades/ações de redução de es- tresse.
Um método de determinar o nível de atividade imediato do sis- tema nervoso simpático e/ou do nível de estresse e/ou do nível de WSS e/ou DRS é assim provido, o dito nível de atividade sendo significativo à capaci- dade ou potencial da pessoa para um desempenho otimizado. O método pode ser de natureza diagnostica e ter valor diagnóstico, mas pode também ser descrito como um método prognóstico em que ele provê um prognóstico do potencial imediato da pessoa para otimamente executar e assim impedir o desempenho subótimo. Conforme mencionado na introdução, o sistema nervoso simpático mobiliza os recursos do organismo em uma "resposta ao estresse" assim chamada, de tal modo que uma situação ou um desafio pe- rigoso efetivo seja conduzido da melhor maneira possível. Isto significa que mentalmente a pessoa pensa mais rápido e mais claramente ao mesmo tempo, à medida que é aumentada capacidade de focalizar seus pensamen- tos. Para sustentar esta finalidade, as impressões de sentido irrelevantes são efetivamente impedidas. Fisicamente, o corpo responde por meio da diminuição do tempo de resposta, do aumento da resistência muscular, da precisão dos sentidos, e da otimização da coordenação entre o pensamento e as habilidades motoras.
Um teste entre 146 pessoas saudáveis selecionadas aleatória- mente revelou que metade (41) das 79 pessoas que estavam extremamente estressadas, isto é, em um grupo de estresse de nível 3, conforme definido abaixo, se perceberam como não tendo nenhum estresse/pouco estresse. Como resultado, o presente método e a ferramenta de medição são de grande valor prático por munir a pessoa com informação vital a qual a pes- soa de outro modo não teria acesso.
Conforme mencionado acima, o método de acordo com a inven- ção pode também ser usado para registrar o nível de atividade do sistema nervoso simpático e, portanto, a WSS e/ou DRS em uma base a longo prazo e pode, portanto, ser eficaz para impedir a tempo que tal estado leve a com- plicações relacionadas ao estresse. Tais registros podem, por exemplo, ser enviados a um centro de dados/registro central que monitora os dados da pessoa e envia a tempo uma advertência de volta para a pessoa, por meio do que as ditas complicações podem ser evitadas.
De acordo com a invenção, a sensibilidade de estimulação nos pontos pode variar grandemente de uma pessoa para a outra, e uma única determinação do tono simpático/WSS/DRS para uma determinada pessoa pode não ser necessariamente relacionada ao estado de estresse efetivo da pessoa, a menos que o estado normal da pessoa seja conhecido. Portanto, pode ser necessário suplementar a única determinação do tono simpáti- co/WSS/DRS com informação adicional. Um baixo nível de atividade do sis- tema nervoso simpático/WSS/DRS e uma pequena diferença entre as de- terminações repetidas indicam assim uma utilização otimizada prognostica dos recursos da pessoa. Um alto nível de atividade e uma baixa diferença entre determinações repetidas não estão, contudo, claros, mas exigem in- formação adicional. Uma situação, onde um alto nível de atividade é deter- minado por meio do método, pode assim ocorrer, enquanto uma análise adi- cional por meio de uma forma de estresse (questionário) revela que a pes- soa não exibe nenhum sinal de estresse clínico. Neste caso, a medição pode refletir: 1) estresse transitório e não estresse crônico persistente, ou pode refletir 2) estresse persistente com a pessoa não estando consciente dos sintomas de estresse clinico. Este último pode ser observado em pessoas com sérios níveis de estresse persistente. Testes suplementares com rela- ção à elasticidade podem distinguir entre as duas situações: alto nível de elasticidade indica que a pessoa está exposta a estresse transitório, enquan- to elasticidade insuficiente pode indicar que a pessoa está exposta a estres- se persistente (vide Figuras 28-30). Uma situação, onde altos valores de WSS/DRS são combinados com baixos valores de WSS/DRS, durante um curto período de tempo, indica que a alta medição reflete situações associa- das com estresse transitório, e que o nível de estresse persistente é baixo (vide figura 28-29).
Contudo, para muitas finalidades práticas, é conveniente deter- minar os valores limiares de calibração que representam vários níveis em uma população (por exemplo, com relação à idade, sexo e antecedente étni- co), uma vez que isto permite apurar o nível de estresse e/ou tono simpático em uma pessoa com a execução de uma única medição do valor limiar de estimulação, dispensando assim a necessidade da medição de um valor li- miar de calibração.
Portanto, o valor limiar de calibração pode, em vez de ser um valor obtido de uma medição, ser um valor predeterminado ou preestabele- cido, isto é, um valor baseado nas observações anteriores de uma pessoa ou de um grande grupo de pessoas.
De acordo com a invenção, uma estimulação pode ser qualquer tipo de estimulação que ative os mecanorreceptores da pele, termorreceptor e/ou receptores nociceptivos, ou receptores equivalentes dentro do corpo (por exemplo, no tecido periostal). Os estímulos podem ser providos como estímulo mecânico, térmico, elétrico, de radiação e/ou químico. Um estímulo mecânico pode, por exemplo, ser provido por meio de uma força compressi- va e/ou por vibração. Um estímulo térmico pode, por exemplo, ser provido por meio de frio e/ou calor. Um estímulo elétrico pode ser, por exemplo, pro- vido por meio de corrente alternada e/ou corrente contínua. O estímulo de radiação pode, por exemplo, ser provido por meio de uma luz infravermelha, visível e/ou ultravioleta aplicada ou de espectros combinados das mesmas, por exemplo, um laser, um diodo de emissão de luz, uma fonte de luz infra- vermelha, ultravioleta e/ou branca. O estímulo químico pode ser provido por meio de um composto orgânico e/ou inorgânico.
Também é possível interagir diretamente com as células senso- ras polimodais ou células nervosas motoras eferentes, cf. a discussão deta- Ihada abaixo. Estas células podem ser estimuladas com CA ou CC1 neuro- transmissores ou produtos químicos que podem dar início à excitação de uma célula nervosa.
A medida psicológica registrada do tono simpático é uma medida total da soma do nível de estresse agudo da pessoa e do nível de estresse acumulado da pessoa - isto é, a WSS e/ou a DRS. O método de acordo com a invenção também permite o registro do efeito de quaisquer iniciativas de intervenção/redução de estresse.
O valor limiar da estimulação será obtido, quando a pessoa, a quem foi aplicado um estímulo em um ponto específico, não mais sentir o estímulo aplicado como confortável, mais especificamente, quando a pessoa sentir o estímulo aplicado como desagradável ou como dor. Novamente, uma medição de correlação pode ser obtida com a determinação do limiar de excitação para células sensoras polimodais ou células nervosas motor eferentes em um ponto dependente de tono simpático. Os pontos neutros de tono simpático podem também ser indica-
dos como pontos de calibração. Estes pontos podem ser localizados anteri- ormente no lado superior da clavícula e posteriormente na coluna espinal, especificamente indicado como TH 10-11. Os pontos podem também ser localizados em qualquer lugar em um dedo da mão ou do pé, embora prefe- rivelmente no lado dorsal de um dedo da mão ou do pé.
Pontos dependentes de tono simpático podem também ser indi- cados como pontos de registro. Estes pontos podem ser localizados em qualquer lugar sobre/na pele, os quais inervacionalmente correspondem ao suprimento nerval do sistema nervoso simpático para o coração, por exem- pio, anteriormente, a cujos três pontos são conectados: C.V. 17 no meio do esterno, ST 18 entre duas costelas abaixo do mamilo, e Per 1 entre o mami- Io e a prega axilar anterior e posteriormente correspondendo a TH 3-6 na área entre as omoplatas. De acordo com uma concretização, o ponto mais dolorido dos ditos pontos é preferivelmente escolhido, tal ponto reproduzindo a representação mais precisa do nível de atividade.
A presente invenção permite uma medição total do estresse a- gudo de uma pessoa sobre um curto período de tempo, por exemplo, ho- ras/dias, bem como do estresse acumulado sobre um longo período de tem- po, por exemplo, meses/anos.
A distinção entre o estresse transitório e persistente pode ser executada por meio de técnicas conhecidas daqueles versados na técnica. Estas técnicas incluem sem limitação: conversas a cerca do estado físico e mental da pessoa ou outras maneiras nas quais o estado pode ser opcio- nalmente elucidado com o preenchimento de um formulário de estresse (questionário). Além disso, as causas do estresse podem ser encontradas por meio de técnicas que são conhecidas daquele versado na técnica. Estas técnicas incluem sem limitação: uma conversa a cerca do estado físico e mental de uma pessoa ou outras maneiras nas quais o estado pode ser op- cionalmente elucidado com o preenchimento de um formulário de equilíbrio de recurso/estresse. Estas técnicas incluem sem limitação: medição freqüen- te da WSS/DRS pela pessoa em combinação com diário com relação ao que é brevemente discutido acima como suplemento de informação adicional à determinação de acordo com a invenção. Também é possível monitorar um nível de atividade de uma pessoa sobre um período de tempo (com a contí- nua medição do batimento cardíaco, da pressão sangüínea, etc.), bem como permitir que a pessoa faça registros diários detalhados com relação a 1) WSS/DRS, 2) eventos, 3) pensamentos, 4) emoções e 5) sintomas clínicos relacionados ao estresse pessoalmente identificados, que, em combinação com o processamento cognitivo da informação alcançada, irão prover uma resposta para que se possa fazer a distinção entre estresse transitório e per- sistente.
Também pode ser incluído um teste específico quanto à elastici- dade. Estas técnicas incluem, sem limitação, a condução de teste de estres- se mental, teste de exercício físico (por exemplo, um teste de exercício em bicicleta) e/ou testes de desempenho referentes à vida profissional da pes- soa (vide Figura 20-30). Os aspectos dos testes refletem a elasticidade: o tamanho da resposta ao estresse com relação ao estímulo e à taxa de recu- peração subsequente.
Os primeiros sinais clínicos de estresse crônico são a fadiga e uma maior tensão muscular nos músculos do aparelho motor. Eles podem se manifestar como, por exemplo, dor de cabeça e dor nas costas, nos om- bros e no pescoço. Este estado é inofensivo e é experimentado em muitas das situações que são percebidas como estresse positivo.
No caso de cargas de estresse prolongadas, sintomas adicionais serão disparados nas porções do sistema nervoso que não são controlados pela força de vontade, isto é, o sistema nervoso automático. Estes sintomas podem, por exemplo, se manifestar como mau humor, dor de estômago, pal- pitações e falta de concentração.
Se a carga de estresse for adicionalmente exacerbada, sintomas além dos sintomas acima serão disparados nas porções do sistema nervoso, os quais são controlados pela força de vontade. Uma pessoa, por exemplo, pode não mais controlar sua raiva ou irritabilidade, sendo então negativa- mente afetado o comportamento social.
A medição de cuja intensidade de um estímulo aplicado é ne- cessária para se obter um valor limiar da estimulação pode ser determinada pelo uso de um sistema capaz de medir a intensidade do estímulo aplicado. Um exemplo de tal sistema para medir um estímulo aplicado é um sistema capaz de medir um estímulo mecânico aplicado, um estímulo térmico aplica- do, um estímulo elétrico aplicado, um estímulo de radiação aplicado e/ou um estímulo químico. Um sistema para medir um estímulo mecânico aplicado pode, por exemplo, ser um aparelho para medir uma força compressiva apli- cada, o dito aparelho sendo, por exemplo, um manômetro. Depois de testes, por exemplo, com um aparelho capaz de medir uma força compressiva apli- cada, pode ser executada com um dedo a medição de cuja intensidade de uma força compressiva aplicada é necessária para se obter um valor limiar da sensibilidade à pressão. O método de acordo com a invenção pode adicionalmente ser usado como uma medida do efeito das várias iniciativas. Estas iniciativas, que podem ou não ser relacionadas ao tratamento de saúde profissional, podem, por exemplo, incluir iniciativas correspondentes às situações perce- bidas como evocativas de estresse.
O método de acordo com a invenção pode ser executado por uma pessoa que não a pessoa em que está sendo feita a medição ou pela pessoa em que está sendo feita a medição. A medição mais precisa será obtida, quando a própria pessoa executar a determinação. Estudos compreensivos revelaram agora que os níveis de ativi-
dade do sistema nervoso simpático (nível 0-3) podem ter correlação entre a qual o estímulo na forma de uma força compressiva aplicada é necessário para se obter um valor limiar da sensibilidade à pressão em um ponto neutro de tono simpático em relação ao que o estímulo na forma de uma força compressiva aplicada é necessário para se obter o mesmo valor limiar da sensibilidade à pressão em um ponto dependente de tono simpático:
Nível O: quando a força compressiva aplicada em um valor limiar da sensibilidade à pressão em um ponto dependente de tono simpático ex- ceder ou for igual a 80% da força compressiva aplicada no mesmo valor Ii- miar da sensibilidade à pressão em um ponto neutro de tono simpático.
Nível 1: quando a força compressiva aplicada em um valor limiar da sensibilidade à pressão em um ponto dependente de tono simpático esti- ver entre 55% e menos de 80% da força compressiva aplicada no mesmo valor limiar da sensibilidade à pressão em um ponto neutro de tono simpáti- co.
Nível 2: quando a força compressiva aplicada em um valor limiar da sensibilidade à pressão em um ponto dependente de tono simpático esti- ver entre 30% e menos de 55% da força compressiva aplicada no mesmo valor limiar da sensibilidade à pressão em um ponto neutro de tono simpáti- co.
Nível 3: quando a força compressiva aplicada em um valor limiar da sensibilidade à pressão em um ponto dependente de tono simpático for menor do que 30% ou a força compressiva aplicada no mesmo valor limiar da sensibilidade à pressão no ponto neutro de tono simpático.
As relações acima entre o nível de atividade do sistema nervoso simpático e a força compressiva aplicada em um valor limiar da sensibilidade à pressão em um ponto dependente de tono simpático em relação à força compressiva aplicada no mesmo valor limiar da sensibilidade à pressão em um ponto neutro de tono simpático podem variar de uma pessoa para a ou- tra. Em alguns casos, a variação pode ser de até cerca de 90%.
Na mesma pessoa, as medições podem adicionalmente variar entre diferentes pontos dependentes de tono simpático e entre diferentes pontos neutros de tono simpático. A fim de se obter a determinação mais precisa do nível de atividade do sistema nervoso simpático, é, portanto, vital escolher um ponto neutro de tono simpático, que não é sensível devido a outros fatores.
A correlação acima entre a qual a força compressiva aplicada é
necessária para se obter um valor limiar da sensibilidade à pressão em um ponto neutro de tono simpático em relação ao que a força compressiva apli- cada é necessária para se obter o mesmo valor limiar da sensibilidade à pressão em um ponto dependente de tono simpático foi também considera- da como sendo aplicada, quando do uso de um estímulo térmico, elétrico, de radiação, ou químico. Como um exemplo, foi descoberto que, quando do uso de uma força compressiva aplicada, um ponto dependente de tono simpático é mais sensível, por exemplo, ao calor e ao frio, o calor, por exemplo, sendo transferido por condução de calor ou por radiação, o dito ponto sendo mais sensível a influências de compostos orgânicos e/ou inorgânicos do que um ponto neutro de tono simpático.
Qualquer ponto neutro de tono simpático pode ser usado com o ponto dependente de tono simpático. O uso de conjuntos de um ponto neu- tro de tono simpático e de um ponto dependente de tono simpático, seja an- teriormente, seja posteriormente, é preferido. Como um exemplo, é preferível usar o ponto neutro de tono simpático anteriormente no lado superior da cla- vícula em combinação com os pontos dependentes de tono simpático C.V. 17 ou St 18 ou Per 1 ou preferível usar o ponto neutro de tono simpático TH 10-11 em combinação com o ponto dependente de tono simpático TH 3-6.
A invenção se refere, portanto, a um método de determinar o tono simpático e/ou o nível de estresse e/ou o estado de sensibilidade do sistema de advertência em uma pessoa, incluindo as etapas de medir um estímulo aplicado em um valor limiar da estimulação em um ou mais pontos neutros de tono simpático e medir um estímulo aplicado no mesmo valor li- miar em um ou mais pontos dependentes de tono simpático, ou medir um estímulo aplicado em um valor limiar em um ou mais pontos dependentes de tono simpático e opcionalmente comparar o dito valor limiar a um valor limiar de calibração predeterminado ou preestabelecido. Tipicamente, o valor limiar do dito estímulo é o valor limiar de nocicepção da estimulação no ponto rele- vante de estimulação.
De acordo com uma concretização específica da invenção, um estímulo aplicado pode ser provido por um estímulo mecânico, térmico, elé- trico, de radiação e/ou químico aplicado.
De acordo com uma concretização específica da invenção, um estímulo mecânico pode ser provido por uma força compressiva aplicada.
De acordo com uma concretização específica da invenção, um estímulo mecânico pode ser provido por uma força vibratória aplicada.
De acordo com uma concretização específica da invenção, um estímulo térmico pode ser provido por uma fonte de calor ou frio aplicada.
De acordo com uma concretização específica da invenção, um estímulo elétrico pode ser provido por uma corrente alternada aplicada ou por uma corrente contínua aplicada.
De acordo com uma concretização específica, um estímulo de radiação pode ser provido por meio de uma luz infravermelha, visível e/ou ultravioleta ou de espectros combinados das mesmas, por exemplo, um la- ser, um diodo de emissão de luz, uma fonte de luz infravermelha, ultravioleta e/ou branca.
De acordo com uma concretização específica da invenção, um estímulo químico pode ser provido por um composto orgânico e/ou inorgâni- co aplicado.
De acordo com uma concretização específica da invenção, a determinação de um estímulo aplicado em um valor limiar da estimulação pode ser executada por meio de um sistema para medir o estímulo aplicado.
De acordo com uma concretização específica da invenção, a
medição do estímulo aplicado em um valor limiar da estimulação em um ponto neutro de tono simpático pode ser executada anteriormente no lado superior da clavícula e/ou posteriormente na coluna espinal correspondendo a TH 10-11 e/ou em um dedo da mão e/ou em um dedo do pé; nos dois últi- mos casos, o estímulo aplicado é preferivelmente executado no lado dorsal do dedo da mão/dedo do pé.
De acordo com uma concretização específica da invenção, a medição do estímulo aplicado em um valor limiar da estimulação em um ponto neutro de tono simpático pode ser executada anteriormente no lado superior da clavícula e/ou posteriormente na coluna espinal correspondendo a TH 10-11 e/ou em um dedo da mão e/ou em um dedo do pé; nos últimos dos casos, o estímulo aplicado é preferivelmente executado no lado dorsal do dedo do pé/dedo a mão.
De acordo com uma concretização da invenção, a medição do estímulo aplicado em um valor limiar da estimulação em um ponto depen- dente de tono simpático pode ser executada em uma ou mais localizações na pele que inervacionalmente correspondem ao suprimento nerval do sis- tema nervoso simpático para o coração, por exemplo, em um ou mais pontos anteriores aos quais são conectadas três conexões: C.V. 17 no meio do es- terno, ST 18 entre duas costelas abaixo do mamilo, e Per 1 entre o mamilo e a prega axilar anterior e posteriormente correspondendo a TH 3-6 na área entre as omoplatas, onde é escolhido o mais dolorido dos ditos pontos.
De acordo com uma concretização específica da invenção, ela se refere a um método de determinação quantitativa e/ou qualitativa de tono simpático e/ou nível de estresse em um animal, incluindo o ser humano, e/ou o nível de WSS e/ou DRS, o dito método incluindo:
a) o armazenamento de um valor limiar de calibração e um valor limiar de estimulação, o valor limiar de calibração sendo uma medida quanti- tativa de um valor limiar de nocicepção em um ponto neutro de tono simpáti- co no ou dentro do corpo do animal e o valor limiar de estimulação sendo uma medida quantitativa de um valor limiar de nocicepção em um ponto de- pendente de tono simpático no ou dentro do corpo do animal, e subseqüen- temente;
b) o cálculo de um valor de indicação de tono simpático e/ou ní- vel de estresse e/ou nível de WSS e/ou DRS por meio da comparação do valor limiar de estimulação com o valor limiar de calibração, por meio do que o valor de indicação é uma medida do tono simpático e/ou nível de estresse e/ou nível de WSS no animal.
Em uma concretização, o valor limiar de calibração e o valor li- miar de estimulação são medidos substancialmente de modo simultâneo. O valor limiar de calibração pode, contudo, também representar um valor mé- dio histórico na base das medições anteriores ou um valor predeterminado, tal como uma constante, que, por exemplo, pode representar um valor médio de inúmeras pessoas diferentes. Em certas concretizações, o valor limiar de calibração é ajustado em zero.
Quando do uso de valores limiares de calibração preestabeleci- dos e predeterminados, isto é principalmente feito a fim de facilitar uma a- bordagem favorável ao usuário para os métodos da invenção, uma vez que será apenas necessário executar uma única medição a fim de se obter uma indicação simples e prontamente acessível do nível de estresse e/ou tono simpático.
Em qualquer taxa, o valor de indicação do tono simpático/nível
de estresse é preferivelmente uma combinação matemática do valor limiar de calibração e do valor limiar de estimulação. Isto é, a leitura do método é um valor (ou outra indicação alfanumérica, tal como um código de cor, um tom, etc.) que é obtido por meio da combinação matemática do valor limiar de estimulação e do valor limiar de calibração. Tipicamente, a combinação matemática é uma função matemática (normalmente uma função monotôni- ca) da relação entre o valor limiar de calibração e o valor limiar de estimula- ção (isto é, uma função do valor limiar de calibração dividido pelo valor limiar de estimulação). Contudo, a combinação matemática pode também ser uma função da diferença entre os dois valores.
Deve ser notado que embora seja prático se fazer isto de acordo com a invenção, estes dois valores limiares não precisam ser medidos u- sando a mesma unidade de medida, sendo ainda concebível (embora não altamente prático) que os dois valores limiares sejam valores limiares para diferentes tipos de estimulação.
Em uma concretização, a nocicepção é induzida por meio de uma exposição à força compressiva, calor, frio, radiação, estímulo químico ou combinações dos mesmos.
De acordo com uma concretização, um valor limiar de nocicep- ção significativamente mais baixo em um ponto dependente de tono simpáti- co do que em um ponto neutro de tono simpático indica que uma pessoa tem um maior tono simpático relacionado a WSS/DRS.
Os valores limiares de determinação do tono simpático podem ser registrados imediata ou sobre um período prolongado de tempo. Uma concretização específica se refere assim a um método no qual o valor de indicação do tono simpático é comparado a pelo menos um valor de indica- ção anteriormente determinado do tono simpático, o dito valor anterior indi- cado um tono simpático em um ponto anterior no tempo. VÁRIOS USOS DO MÉTODO DA INVENÇÃO
Uma vez que métodos mencionados acima sejam capazes de prover uma medida quantitativa e/ou qualitativa de tono simpático e/ou nível de estresse e/ou nível de WSS e/ou DRS, é possível utilizar os métodos em conexão com um grande número de tratamentos (médico e não-médico) on- de a eficácia do tratamento é até certo ponto dependente do tono simpático e/ou do nível de estresse no paciente que é submetido ao tratamento espe- cífico.
Inúmeros estados de doença são conhecidos como sendo asso- ciados com mudanças no tono simpático, que podem ou contribuir direta- mente para a patogênese da doença (por exemplo, cardiopatia isquêmica, hipertensão) ou ser uma conseqüência da doença principal (por exemplo, dor, distúrbios endocrinológicos, distúrbios psicológicas). Em cada caso, o método da invenção pode ser usado para monitorar com precisão a influên- cia de qualquer intervenção farmacológica prescrita ou para tratar a doença principal ou para aliviar os sintomas que são associados com um maior des- conforto. Para o paciente e/ou médico, esta medida provê uma leitura men- surável que permite que o paciente monitore a eficácia do tratamento farma- cológico e, caso necessário, efetue uma mudança da terapia a fim de prover uma otimização da mesma.
Assim, a presente invenção provê um método para controlar o progresso de um regime terapêutico de um paciente (medicinal, cirúrgico ou por qualquer outro meio), onde a eficácia e/ou a complacência do paciente do dito regime são dependentes do tono simpático e/ou nível de estresse e/ou nível de WSS e/ou DRS no dito paciente, compreendendo:
i) a determinação de uma ou mais vezes durante o curso do re- gime terapêutico do tono simpático e/ou do nível de estresse e/ou do nível de WSS e/ou DRS no dito paciente, e
ii) o ajuste do regime terapêutico com base em uma medição integrada do benefício do paciente do regime terapêutico e determinação na etapa i. Preferivelmente, a etapa i é executada por um dos métodos para determinar o tono simpático e/ou o nível de estresse e/ou o nível de WSS descrito aqui.
O termo "medida integrada do benefício do paciente do regime terapêutico e determinação do nível de estresse/WSS e/ou DRS" indica uma combinação de informação concernindo o estado médico geral e/ou especí- fico do paciente, o equilíbrio de recurso/estresse do paciente e a medição do nível de estresse/WSS/DRS descrita aqui juntamente com a informação que mede exatamente a que ponto o paciente, de fato, seguiu ou foi submetido ao regime terapêutico. Em outras palavras, os métodos atualmente descritos para determinação do tono simpático e/ou nível de estresse/WSS/DRS são usados juntos com meios e medidas mais tradicionais para avaliar o efeito ou a complacência de um regime terapêutico a fim de chegar a uma avalia- ção mais precisa da dita eficácia e/ou complacência.
Exemplos de otimização de complacência farmacológica é espe- rada durante a terapia com o seguinte grupo não-limitante de regimes tera- pêuticos: tratamento com SSRI (Inibidores Seletivos de Reabsorção de Se- rotonina), tratamento psicofarmacológico de distúrbios psicológicos, mentais ou comportamentais, que são influenciados por estresse, incluindo a depres- são, outros distúrbios de humor, vício, distúrbio de dependência, neurose, e comportamento suicida, tratamento de insulina no diabetes, substituição de nicotina usada como terapia adjuvante na cessação de fumar, terapia hor- monal nas síndromes pós-menopausa, hormônio e outro meio terapêutico com relação ao tratamento de reprodução, fertilidade e aborto espontâneo, terapia anti-inflamatória em inflamação aguda e crônica, terapia anti- infecciosa em doenças infecciosas, tratamento de condições de hipo- ou hi- pertiroidismo, tratamentos com relação ao tratamento dentário, tratamento de doenças do coração, vasos, e fígado usando fármacos cardiovasculares, tratamento de úlceras, síndrome de intestino irritável, má absorção, náusea, e outros sintomas usando fármacos gastrointestinais, tratamento farmacoló- gico com drogas de diminuição de peso corpóreo, programas de exercícios, programas de relaxamento, programas de dieta, aconselhamento ou desen- volvimento de competência, programas de controle de estresse, programas de desenvolvimento pessoal, programas de desempenho pessoal e progra- mas de autotratamento.
Notavelmente, o uso do método da invenção no tratamento de controle com SSRI se baseia nas descobertas surpreendentes feitas recen- temente pelos presentes inventores. Em geral, pacientes de câncer recen- temente diagnosticadas exibem um nível muito alto de estresse/WSS, con- forme determinado pelo uso do método atualmente descrito (conforme evi- denciado por um nível limiar mais baixo para estímulos de dor em pontos dependentes de tono simpático), mas foi observado que uma única paciente, que diferiu de outras pacientes examinadas pelo fato de ter recebido um tra- tamento SSRI, exibiu um nível significativamente mais baixo de estresse/ WSS, apesar do fato de ela ter sido recentemente diagnosticada com câncer metástico. Além disso, a condição geral das pacientes de câncer incluía a presença de NWR1 algo que poderia não ser encontrado na mulher tratada com SSRI.
Conforme discutido acima, também é possível utilizar os méto- dos para determinar o estresse/WSS/DRS da presente invenção com vistas à intervenção. Desse modo, a invenção também se refere a um método para prevenção de estresse indesejado ou improdutivo, o método compreenden- do:
a) a determinação de tono simpático e/ou nível de estres- se/WSS/DRS em uma paciente por meio dos métodos descritos aqui,
e, se a determinação na etapa a indicar um tono simpático e/ou nível de estresse/WSS/DRS, então, submeter um ponto dependente de tono simpático sobre ou no paciente a um estímulo apresentando uma menor in- tensidade do que o valor limiar de estimulação para um período de tempo.
Esta intervenção específica pode, por exemplo, ser usada para tratar um paciente que sofra gravemente de estresse e que esteja em uma situação onde o tratamento imediato se faz necessário. Contudo, também é possível usar um regime de tratamento mais a longo prazo em casos menos críticos, onde o método acima adicionalmente compreende, depois da etapa a,
b) a determinação de tono simpático e/ou nível de estresse em um paciente através dos métodos descritos aqui, e, se esta nova determina- ção não indicar um tono simpático e/ou nível de estresse menos elevados, então, submeter um ponto dependente de tono simpático a um estímulo a- presentando uma menor intensidade do que o valor limiar de estimulação por um período de tempo que é diferente (preferivelmente mais longo) do período de tempo na etapa a, e
c) repetir a etapa b até que a determinação indique um tono simpático e/ou nível de estresse menos elevado do que a determinação na etapa a. Convenientemente, e especialmente prático em casos onde a inter- venção não é executada por um médico versado, a sujeição do ponto de- pendente de tono simpático à intensidade de estimulação mais baixa pode ser controlada com a indicação de uma intensidade de estimulação correta por meio de uma indicação visível ou audível - desta forma, é impedido que a estimulação se torne insuficiente ou forte demais. Naturalmente, esta con- cretização exige que um sistema ou aparelho incluindo um meio para detec- tar a intensidade da estimulação seja usado ou pelo próprio paciente ou por um médico.
Esta concretização pode incluir que a sujeição do ponto depen- dente de tono simpático à intensidade de estimulação inferior seja controlada por um sistema de elo fechado capaz de estimular uma célula sensora poli- modal e capaz de medir impulsos aferentes da dita célula sensora polimodal e/ou células motoras eferentes relacionadas às reações de reflexo de defesa muscular; para detalhes em tais sistemas, cf. abaixo.
Também é possível usar a presente invenção prognosticamente em um método compreendendo: 1) a determinação do tono simpático e/ou nível de estresse no
paciente, e subseqüentemente,
2) a provisão de um prognóstico para o paciente com relação à doença por meio da incorporação na determinação do prognóstico do resul- tado da determinação na etapa 1, uma determinação na etapa 1 indicando um tono simpático e/ou nível de estresse/WSS/DRS baixo que é indicativo de um melhor prognóstico do que uma determinação na etapa 1 de um tono simpático e/ou nível de estresse/WSS/DRS mais alto. Também, aqui, é pre- ferido que a determinação na etapa 1 seja executada por métodos descritos aqui. Consequentemente, também é possível usar este método profilatica- mente, já que se pode intervir em pacientes que apresentem um prognóstico pobre e/ou que estejam em risco para desenvolver ou uma condição de do- ença específica e/ou doença em geral.
A doença é preferivelmente selecionada do grupo que consiste
em:
uma condição inflamatória aguda, subaguda ou crônica;
uma condição na qual as reações imunológicas causam prejuízo aos órgãos humanos ou na qual função insuficiente do sistema imunológico produz uma função prejudicada e/ou doença;
uma doença infecciosa aguda, subaguda ou crônica; um distúrbio cardiovascular, que é afetado pelo tono simpático, tais como choque circulatório, arteriosclerose, trombose, uma condição is- quêmica, infarto, arritmia cardíaca, hipertensão;
um distúrbio de crescimento neoplástico; um distúrbio metabólico adquirido;
envenenamento ou danos físicos devido à energia mecânica, térmica, elétrica ou por radiação; um distúrbio psicológico, mental ou comportamental, que é influ-
enciado pelo tono simpático, tal como depressão ou outras distúrbios de humor, um vício ou distúrbio de dependência de qualquer tipo, uma neurose, um comportamento suicida, um distúrbio do sono, fadiga, uma queixa rela- cionado ao estresse de caráter psicológico e/ou metal; uma diminuição da fertilidade tanto nos homens como nas mu-
lheres;
um distúrbio ginecológico, que é influenciado pelo tono simpáti- co, tais como síndrome pré-menstrual, dismenorreia, problemas da meno- pausa, hiperêmese da gravidez, pré-eclâmpsia e eclâmpsia, trabalho de par- to prematuro, situs invertus, indução do trabalho de parto, hemorragia pós- parto;
um distúrbio otolaringológico, que é influenciado pelo tono sim- pático, tal como zumbido no ouvido e presbiacusia;
um distúrbio dermatológico, que é influenciado pelo tono simpá- tico, tal como prurido;
uma doença gastrointestinal com sinais e sintomas clínicos sen- síveis ao estresse, tais como gastrite e úlcera duodenal, síndrome de intesti- no irritável, má absorção, diarréia, constipação, náusea, e vômitos;
um distúrbio neurológico, tais como dor de cabeça de tensão, enxaqueca, concussão, mal de Parkinson, mal de Alzheimer, traumas intra- cranianos, e neuropatias, uma distúrbio endocrinológica, tais como diabe- tes, hipotiroidismo, hipertiroidismo, uma distúrbio adrenocortical, distúrbio adrenomedular, uma distúrbio hipotâmica, uma distúrbio pituitária, e síndro- me de ovário policístico;
uma alergia, tal como aquela com reações na pele, nos brôn- quios, e no trato gastrointestinal;
uma doença pulmonar com troca de gás prejudicada, tais como
bronquite e enfisema;
uma doença nas juntas e nos ossos, tais como artrite e osteopo- rose aguda ou crônica;
um distúrbio relacionada às mudanças na composição do peso do corpo, tal como obesidade, perda de peso, caquexia;
um estado de doença de retenção de sódio e água, tais como falha do coração, falha do rim, falha do fígado; e dor.
Uma concretização especialmente interessante da invenção se baseia na descoberta de que o método da invenção para medir estres- se/WSS/DRS e/ou tono simpático se correlaciona bem com medições co- nhecidas para consumo de oxigênio do miocárdio. Desse modo, a invenção provê um método para determinar o consumo de oxigênio do miocárdio em uma pessoa, o método compreendendo uma determinação de acordo com o método da invenção na pessoa e a determinação do nível do consumo de oxigênio do miocárdio com base em uma correlação predeterminada às me- dições de tono simpático. Esta correlação foi mostrada como sendo significa- tiva no sentido de que há uma correlação significativa entre as medições do "Produto da Pressão Sangüínea Sistólica-Batimento Cardíaco" (o produto entre a pressão sangüínea sistólica e o batimento cardíaco; cf. Opie LH. Normal and abnormal cardiac function: in Heart Disease, Braumwald E., Zip- pes DP & Libby P. (extremidade distai); W.B. Saunders 2001 (6th extremida- de distai.): 468-469; and Noble RE: Diagnosis of stress: Metabolism 2002; 51 (5): 37-39)) e as medições da invenção; consequentemente, a correlação entre o consumo de oxigênio do miocárdio e o tono simpático ou WSS/DRS se baseia preferivelmente em uma correlação preestabelecida entre os de- terminadores de tono simpático e determinações de PRP (Produto da Pres- são Sangüínea Sistólica-Batimento Cardíaco).
O PRP reflete o suprimento de sangue do coração e, portanto, a capacidade de trabalho. Ele também reflete o grau de estresse. O PRP constitui um índice prático para a absorção de oxigênio do coração, refletin- do assim o trabalho do coração. A necessidade do coração por oxigênio po- de ser aumentada com o batimento cardíaco, a contratilidade e o estresse das paredes no músculo do coração, que são condições que podem prece- der a isquemia em um paciente com cardiopatia isquêmica (Opie LH. Normal and abnormal cardiac function: in Heart Disease. Braumwald E., Zippes DP & Libby P. (extremidade distai): W.B. Saunders 2001 (6th extremidade dis- tai.): 468-469.). A absorção do oxigênio é regulada por catecolaminas beta- adrenérgicas. Como tal, é um indicador útil da atividade simpática do cora- ção e, portanto, do grau da carga de estresse fisiológico do coração (Noble RE: Diagnosis of stress: Metabolism 2002; 51 (5): 37-39). Outra concretização interessante da invenção se baseia na des-
coberta de que, com o uso do método de acordo com a invenção, é possível distinguir entre estresse psicológico e estresse físico. Desse modo, foi mos- trado que as medições obtidas de acordo com a invenção (níveis SA) nem sempre seguem o PRP (isto é, tono simpático do coração). Quando a carga de trabalho do coração for mudada devido a mudanças no estresse men- tal/estresse psicológico, as medições obtidas de acordo com a invenção se- guirão o tono simpático do coração. Contudo, quando o impulsor atrás da carga de trabalho, isto é, o tono simpático do coração, for exclusivamente um desempenho físico, o impulsor simpático no coração mudará concomi- tantemente, conforme esperado, mas as medições obtidas de acordo com a invenção não (níveis SA). Desse modo, em um aspecto da invenção, as me- dições obtidas de acordo com a invenção podem ser usadas para refletir o nível psicológico de estresse (isto é, o nível de WSS/DRS), em vez do tono simpático do coração como tal. Elas não refletirão o tono simpático do cora- ção, quando o estresse psicológico estiver envolvido; vide estudo mostrado nas Figuras 20, 21, 22 e 25. O resultado do estudo mostrado nas Figuras 20, 21, 22 e 25 foi subseqüentemente confirmado em outro estudo com 112 pa- cientes consecutivos com angina do peito verificada (cardiopatia isquêmica), os resultados do qual foram mostrados na Figura 23. O grupo testado de pacientes é relevante, visto que mais de 90% destes pacientes apresentam níveis SA elevados. A medicação de betabloqueio inibe a transformação em receptores simpáticos de beta-adrenérgicos do coração, levando assim a um decréscimo no tono simpático do coração. A hipótese a ser testada neste estudo foi a de que nenhuma mudança nas medições SA entre dois subgru- pos de pacientes (tratamento de +/- betabloqueio) suportaria as descobertas acima mencionadas, enquanto uma diferença na brandura sugeriria que SA mede o tono simpático do coração. Neste estudo, o nível de medições SA foi comparado em dois subgrupos desta população: 1) 62 pacientes sem qual- quer uso de betabloqueio e 36 pacientes com uso diário de betabloqueio (para os 14 últimos pacientes, esta informação não estava disponível). Os resultados não mostraram nenhuma diferença significativa no nível SA no exame inicial entre os dois grupos de pacientes (p >0,1). Os resultados de- fendem, portanto, que as medições obtidas de acordo com a invenção (ní- veis SA) medem o estresse psicológico (= estresse), em vez de meramente o tono simpático do coração.
O método da invenção também apresenta um medição substitu- ta para a capacidade de trabalho cardíaco - isto, contudo, exige que 2 medi- ções da invenção sejam combinadas, uma para o "estado estressado" e uma para um estado relaxado:
O método vincula a determinação da capacidade de trabalho cardíaco em uma pessoa por meio da determinação do tono simpático de acordo com o método da invenção sob condições de estresse e durante o repouso, respectivamente, e a determinação da capacidade de trabalho car- díaco da pessoa com base em uma combinação matemática das determina- ções de tono simpático sob condições de estresse e durante o teste. A com- binação matemática é selecionada a partir de uma diferença, uma relação, e qualquer função monotônica da mesma.
Na diabete, as medições do nível de hemoglobina glicada são usadas para determinar a eficácia de longo prazo do tratamento antidiabe- tes, mas é também aceito que tais medições forneçam informação sobre o nível de estresse crônico dos pacientes de diabete (onde valores elevados estão correlacionados com um nível de estresse elevado crônico). Entretan- to, foi demonstrado que em níveis similares de estresse em uma pessoa, a hemoglobina glicada medida se correlaciona com as medições de estresse da invenção, provendo assim um método para indiretamente determinar o nível de hemoglobina glicada em uma pessoa diabética por meio da deter- minação do tono simpático de acordo com o método da invenção e, subse- qüentemente, com a determinação do nível de hemoglobina glicada como uma função monotônica da determinação de tono simpático.
Esta determinação será melhor executada, quando for prede- terminado que a pessoa não sofre de um alto nível de estresse crônico, por exemplo, por meio dos métodos acima descritos ou por meio de uma deter- minação direta do nível de hemoglobina glicada. Isto permite também uma variante do método acima descrito pa-
ra impedir/reduzir o estresse, isto é, em uma pessoa diabética. O método compreende a consolidação das medições de valores limiares de estimula- ção com pelo menos uma medição da hemoglobina glicada (uma vez que esta pode confirmar que a pessoa está, de fato, sofrendo sob um alto nível de estresse crônico, indicando que se espera que a intervenção de redução de estresse tenha um efeito benéfico). Que a intervenção é certamente ne- cessária pode ser adicionalmente confirmado por um estudo de uma medi- ção para estresse transitório (tal como o PRP acima mencionado), que não será correlacionada com a medição da invenção no caso de a pessoa estar sofrendo de estresse crônico, ao passo que há uma correlação forte e positi- va entre a medição da invenção e o PRP, quando houver um baixo nível de estresse crônico.
O método da invenção permite inúmeros esquemas de automo- nitoramento ou monitoramento automático possíveis de variações no pro- gresso de doença ou de tratamento e estes podem ser combinados com in- tervenção racional:
Um paciente com diabetes mellitus (DM) regularmente mede o açúcar no sangue para avaliar a necessidade de insulina. Contudo, isto atu- almente vincula a necessidade de um teste sangüíneo, que nem sempre es- tá disponível ou é prático. Entretanto, a utilização dos métodos e sistemas da presente invenção, por exemplo, onde o sistema é incorporado em um telefone móvel, irá permitir que o paciente DM se mantenha informado sobre o açúcar no seu sangue em vários ambientes. Uma vez que o nível de açú- car no sangue diminui mais rápido, quando o nível de estresse for alto, com- parado a quando o nível de estresse é baixo, uma medição de estresse da invenção irá prover uma medição substituta que poderá indicar a necessida- de de mais açúcar ou mais insulina comparada à dosagem esperada. Por exemplo, um paciente DM pode experimentar inúmeras medições de indica- ção de estresse que indicam um desvio do equilíbrio delicado entre a absor- ção de insulina, a absorção de açúcar e a taxa metabólica e, com um calcu- Iador integrado conectado a um alarme no sistema (por exemplo, o telefone celular), é possível receber uma advertência adequada de que tal desvio ocorreu a fim de facilitar o curso correto de ação.
Também, um paciente com câncer que recebe quimioterapia se beneficiará de um efeito otimizado da terapia. De acordo com o acima ex- posto, uma série das medições da invenção poderá prover a informação de que o nível de estresse foi elevado até um ponto durante tal período de tem- po em que o menor efeito da quimioterapia pode ser uma conseqüência. Consequentemente, quando esta informação for provida pelo sistema da invenção para o paciente, ele terá a opção de tomar a ação adequada, isto é, ações que irão diminuir o nível de estresse a fim de que a terapia seja maximamente efetiva. Subseqüentemente, a eficácia deste esforço pode ser registrada como suficiente ou não - até o que o efeito total seja alcançado.
Além disso, um paciente com cardiopatia isquêmica (IHD) pode usar informação similar provida por um registro de conduta variável de valo- res de estresse medidos. Ele pode saber que, futuramente em um determi- nado dia, uma situação física estressante pode ocorrer, havendo o risco substancial de a IHD poder causar limitação de um caráter definitivo. Com o registro de conduta do sistema da invenção e a medição contínua no período até o evento, o paciente pode atuar de forma a assegurar um nível de es- tresse baixo permanente (conforme medido pelo método da invenção), que irá permitir que a tarefa física seja executada sem limitações. Entretanto, enquanto no meio do evento, o registro poderá prover a informação, se fo- rem necessárias ações de redução de tono simpático adicionais. Tais ações poderiam, por exemplo, ser medicações antianginais profiláticas, de repouso ou de acupressão.
Uma das descobertas importantes que levam à presente inven- ção é a de que os métodos de determinar o tono simpático e/ou o nível de estresse/WSS/DRS descritos aqui propiciam uma avaliação objetiva do nível de estresse. Portanto, é possível utilizar os métodos como um controle de qualidade ou outros métodos para determinar o estresse em pessoas.
Questionários para o uso do nível medido de estresse são hoje considerados como sendo baseados em evidências e usados em todo o mundo. Contudo, em pacientes com estresse persistente/crônico - tais como, por exemplo, mulheres com câncer de mama - os presentes inventores des- cobriram que a correlação entre o nível de estresse medido por questioná- rios e o hormônio do estresse no sangue é negativa, indicação de que negli- gência psicológica encontra-se presente. Entretanto, foi descoberto que a presente técnica tem a capacidade de identificar esta correlação negativa - e, portanto, prover um controle objetivo (e não-invasivo) para o uso de ques- tionários na medição de estresse clínico. Isto é sustentado pelo teste de 146 pessoas saudáveis, mencionado anteriormente, que revelou que metade das pessoas com um alto nível de estresse persistente se sentiam como não estando estressadas ou apenas estressadas no menor grau. Adicionalmen- te, sabe-se que estímulos com uma ameaça potencial são processados no cérebro na ausência de percepção consciente. Além disso, estudos científi- cos, que testam o uso de questionários com relação à medição do estresse indicam que os resultados são distorcidos devido 1) à distorção da memória, 2) ao impacto de experiências significativas e 3) à distorção do presente es- tado de estresse.
Consequentemente, a presente invenção se refere a um método para determinar se uma avaliação do nível de estresse com base em entre- vistas provê uma indicação verdadeira do estresse, que compreende:
a) em paralelo à entrevista, a determinação do tono simpático e/ou do nível de estresse/WSS/DRS no paciente com a utilização de qual- quer dos métodos descritos aqui, e
b) a averiguação de se a avaliação à base de entrevistas provê um resultado que se correlaciona positivamente com a determinação na eta- pa a, uma correlação positiva indicando que a avaliação à base de entrevis- tas provê uma indicação verdadeira.
O acima permite, portanto, a delineação correta de estudos do estresse com base em entrevistas.
Com relação ao acima exposto, foi concluído que o método da invenção é uma maneira conveniente e não-invasiva de monitorar o estres- se/WSS/DRS em um grande número de situações. Por exemplo, o método da invenção pode ser usado para monitorar o nível e/ou a natureza do es- tresse em uma pessoa que esteja passando por um experimento investigati- vo de uma natureza potencialmente relevante ao estresse. Portanto, é pos- sível examinar se um tratamento de teste, que tem por objetivo reduzir o es- tresse, apresenta, de fato, este efeito, mas também é possível determinar se um tratamento de teste exibe uma tendência a induzir ou reduzir o estresse, mesmo no caso de o foco do tratamento poder não estar relacionado ao es- tresse.
Método de elo fechado para controlar o tono simpático/estresse
Os presentes inventores mostraram que a célula sensora poli- modal afeta o limiar da dor durante o estresse psicológico (Ballegaard S, Karpatschof, Nyboe J, W. Trojaborg, Hansen AM, Magnusson G & Petersen BP. "Stress increases sensitivity of the biological warning system e defense reactions"; manuscrito submetido para publicação).
Isto permite uma concretização da presente invenção que utiliza um dispositivo de elo fechado implantado para controlar o tono simpático e/ou nível de estresse:
Uma pequena unidade de estimulação intracutânea ou subcutâ- nea envia impulsos (elétricos típicos) com uma maior intensidade, e o limiar da dor dos sensores polimodais adjacentes podem ser eletrofisiologicamente aferidos, à medida que as fibras nervosas aferentes são ativadas. As células nervosas motoras eferentes associadas com o reflexo de retirada em res- posta a um estímulo nocivo podem ser também usadas. Neste caso, é aferi- do o limiar de disparo destas células.
Quando o limiar de disparo aferente for baixo, e/ou o limiar de disparo eferente for baixo - indicando que o nível de estresse psicológico é elevado, um estímulo elétrico eferente será iniciado pelo dispositivo, levando assim a uma transmissão de sinal eferente para o sistema nervoso central com o objetivo de modular = diminuir o nível de atividade simpática.
Este elo fechado: 1) impulso aferente - 2) processamento de resposta ao impulso - 3) impulso eferente com o objetivo de mudar o estado fisiológico do organismo - e 4) controle do efeito por impulsos aferentes re- petidos, pode ser mais útil em condições associadas com o estresse persis- tente, por exemplo, síndrome metabólica, hipertensão, depressão, diabetes mellitus ou cardiopatia isquêmica. Outras indicações possíveis são vários cânceres, bem como condições caracterizadas por dor crônica.
A terceira parte do elo descrito acima já existe e sabe-se que dispositivos usados na estimulação de medula espinal epidural em pacientes com cardiopatia isquêmica (Sanderson JE, Brooksby P. Waterhouse D, Pal- mere RBG, Neubauer K. "Epidural spinal electrical stimulation for severe an- gina: a study of its effects on symptoms, exercise tolerance and degree of ischaemia". Eur Heart J 1992; 13: 628-633; De Jongste MJL, Haaksma J, Hautvast RWM, Hillege HL, Meyler PWJ, Stall MJ, Sanderson JE & Lie Kl. "Effect of spinal cord stimulation on myocardial ischemia during daily Iife in patients with severe coronary artery disease", Br Heart J 1994; 71: 413-418; Landsherre CD, MannheimerC1 Habets A, Guilaume M, Bourgeois, I, Augus- tinsson LE, Eliassson T, Lamotte D; Kulbertus H & Rigo P. "Effect of spinal cord stimulation on regional myocardial perfusion assessed by positron e- mission tomography". Am J Cardiol 1992; 69: 1143-1149).
Consequentemente, uma concretização da invenção se refere a um método para reduzir o nível de tono simpático e/ou o nível de estresse e/ou a percepção de dor em uma pessoa em necessidade do mesmo, o mé- todo compreendendo:
a) a estimulação de célula(s) sensora(s) polimodal(dais) e/ou células nervosas motoras eferentes na pessoa, de modo a aferir o limiar de
excitação, onde a estimulação se dá preferivelmente por meio de estímulos elétricos;
b) o monitoramento de impulsos aferentes originários da(s) célu- la(s) polimodal(dais) e/ou célula nervosa motora eferente em resposta à es-
timulação na etapa a);
c) se o monitoramento na etapa b) revelar um limiar menor para excitação, o que é indicativo de estresse psicológico/WSS/DRS elevado, estimular fibras nervosas eferentes para mudar o estado fisiológico da pes- soa, e
d) repetir as etapas a)-c).
Nesta concretização da invenção, é preferido que a estimulação das fibras nervosas eferentes na etapa c) envolva a estimulação de medula espinal epidural.
Uma concretização afim é um dispositivo de elo fechado para
estimulação controlada de fibras nervosas eferentes, que compreende:
- um meio para aplicar estímulos elétricos a células sensoras polimodais e/ou células nervosas motoras,
- um meio para medir impulsos aferentes originários das células sensoras polimodais e/ou células nervosas motoras eferentes;
- um meio para comparar os impulsos aferentes medidos com os
valores padrão;
- um meio para aplicar estímulos elétricos a fibras nervosas efe- rentes; e
- um meio para controlar a aplicação de estímulos elétricos em
fibras nervosas eferentes como uma resposta à comparação entre os impul- sos aferentes com os valores padrão.
Os avanços do novo conceito são: - Uma intensidade muito baixa de estimulação aferente é neces- sária, visto que o local de estimulação está próximo da célula nervosa poli- modal/célula nervosa motora eferente.
- A intensidade de estimulação eferente precisa ser baixa tam- bém, pela mesma razão.
- O paciente pode ou não estar envolvido - dependendo da etapa dois ser executada automaticamente ou com o auxílio consciente para que a pessoa indique o limiar de dor - por exemplo, com o pressionamento de um botão.
- Visto que a estimulação pode ser executada freqüentemente, o
ajuste necessário do estado fisiológico com relação à estimulação individual pode ser minimizado.
MÉTODO ALERNATIVO PARA DETERMINAÇÃO DE ESTRESSE/TONO SIMPÁTICO
Conforme se tornará evidente a partir do Exemplo 12, o método
para determinar o nível de tono simpático/estresse/WSS/DRS pelo uso de medições em pontos dependentes de tono simpático no ou dentro do corpo foi considerado como sendo correlacionado com a presença de reflexo de retirada em resposta a um estímulo nocivo (NWR) - em breve, um aumento no nível de estresse/tono simpático é acompanhado por um aumento na presença de NWR.
Isto permite usar NWR como um meio para determinação con- veniente e rápida da presença ou ausência de um maior nível de estres- se/tono simpático em um animal com a determinação da presença no animal de um reflexo de retirada em resposta a um estímulo nocivo (NWR) em res- posta a um estímulo, o dito estímulo sendo aquele que não evoca um NWR em uma maioria de animais individuais em uma população apresentando um tono simpático normal ou não estando estressada, mas que evoca um NWR em uma maioria de animais individuais em uma população apresentando um maior tono simpático ou alto nível de estresse, onde a observação de um NWR em resposta ao dito estímulo é uma indicação de que o dito animal tem um maior tono simpático e/ou nível de estresse. O estímulo pode ser um estímulo que induz dor branda, mas po- de também ser qualquer estímulo dos sentidos (um estímulo visível ou audí- vel, por exemplo) que foi demonstrado como provocando um NWR em uma maioria de animais estressados, mas não em uma maioria de animais não- estressados.
Uma vantagem de usar NWR (que filogeneticamente é uma pro- priedade muito bem conservada) é a de que se pode prover uma rápida res- posta qualitativa à pergunta: Ό animal observado está em uma condição estressada?" A resposta a esta pergunta não é apenas relevante, quando do estudo de seres humanos, mas igualmente adequada, quando do estudo de animais experimentais, i.a. porque o estresse em tais animais experimentais poderá influenciar a confiabilidade de experimentos científicos executados nos animais - em termo mais simples: um estudo científico onde os animais exibem graus variados de estresse/WSS/DRS ou tono simpático produzirá mais provavelmente variação de resultado entre animais, e a conseqüência sendo a de que o estudo irá exigir uma maior quantidade de animais a fim de demonstrar qualquer efeito de diferenças. Isto significa que se for possível selecionar os animais, de modo a excluir aqueles que estão (severamente) estressados, o número de animais usados no estudo poderia ser reduzido. Neste contexto, seria conveniente observar tais animais quanto à presença ou ausência de NWR - isto podendo ser feito com a exposição regular dos animais a um estímulo que predominantemente irá evoca NWR em animais estressados.
Naturalmente, seres humanos podem ser também "padroniza- dos" de acordo com este princípio, por exemplo, em cenários de experimen- tos clínicos ou pré-clínicos, onde medições de efeitos fisiológicos são rele- vantes. Assim, o planejamento de um simples teste de indução de NWR pu- tativo e a observação de se o ser humano em questão reage ou não com um NWR permitirá uma escolha objetiva de seres humanos que passam por ex- perimentos científicos.
Do mesmo modo, será possível prover uma aferição confiável do bem-star animal dentre animais domesticados ou de fazenda e, já em um estágio precoce, determinar que tais animais estão em um estado estressa- do, mesmo antes que eles desenvolvam um comportamento induzido por estresse.
A sobrevivência para NWR pode ser conduzida em qualquer uma das inúmeras maneiras. Para um tipo específico de animal, pode ser selecionado um NWR relevante, podendo ser escolhido um estímulo de in- dução de NWR correspondente. O comportamento dos animais pode ser então monitorado, por exemplo, por vigilância de câmera ou por qualquer outro meio conveniente de contínua ou regularmente observar o NWR nos animais.
SISTEMAS DA INVENÇÃO
A invenção também se refere a um sistema para medir o tono simpático em um animal, incluindo um ser humano, o dito sistema incluindo:
a) Um meio de memória para armazenar um valor limiar de cali- bração de nocicepção determinado em um ponto neutro de tono simpático
no ou dentro do corpo do animal e para armazenar um valor limiar de esti- mulação de nocicepção em um ponto dependente de tono simpático no ou dentro do corpo do animal.
b) Um circuito eletrônico programado para processar o valor Ii- miar de calibração de nocicepção e o valor limiar de estimulação de noci- cepção, de modo a ser obter a medição.
Em uma concretização, o sistema de acordo com a invenção pode adicionalmente incluir um meio operado por usuário para aplicar um estímulo de indução de desconforto à superfície do corpo do animal e um meio de armazenamento operado por usuário adaptado para armazenar o valor limiar de calibração de nocicepção resultante de uma primeira opera- ção de usuário.
O sistema pode adicionalmente, ou alternativamente, incluir um meio operado por usuário para aplicar um estímulo de indução de desconfor- to à superfície do corpo do animal e um meio de armazenamento operado por usuário adaptado para armazenar o valor limiar de estimulação de noci- cepção resultante de uma segunda operação de usuário. O meio para aplicar um estímulo evocativo de desconforto pode ser contido em uma primeira unidade e o dito circuito eletrônico pode ser contido em outra unidade. Para se obter a transferência de dados necessá- rios entre as primeira e segunda unidades, as unidades podem, por exem- plo, ser providas com um meio para comunicação sem fio. Em um "sistema distribuído" assim chamado, a primeira unidade pode, por exemplo, ser uma unidade portátil que o usuário pode facilmente carregar com ele, enquanto que a outra unidade pode ser um computador central em posse de um médi- co ou em um hospital, o dito computador coletando dados de inúmeros usuá- rios diferentes que apresentam, cada qual, uma unidade portátil. Opcional- mente, o computador pode ser colocado na casa do usuário. Em um sistema distribuído, um telefone móvel pode vantajosamente ser usado como um meio de comunicação para transferir dados da unidade portátil para o com- putador, a unidade portátil, por exemplo, transmitindo por meio sem fio da- dos para o computador através de um sinal de telefone móvel convencional. Este sinal pode ser emitido por um provedor de telefone móvel para o com- putador através da internet. Opcionalmente, a segunda unidade pode ser formada de um telefone móvel programado, por exemplo, que se comunica com a primeira unidade através de Bluetooth™, em cujo caso um sistema que utiliza a resistência do computador e o armazenamento de memória do telefone móvel é usado no lugar de um sistema distribuído.
Em uma segunda concretização, o meio para aplicar um estímu- lo evocativo de desconforto e o dito circuito eletrônico são integrados em um mesmo aparelho.
Em uma concretização, o meio para aplicar um estímulo de pro- vocação de desconforto é adaptado para aplicar um estímulo que é gradu- almente aumentado, o meio de armazenamento sendo adaptado para arma- zenar um nível de estímulo em um momento no tempo correspondendo às primeira e segunda operações de usuário, respectivamente.
Em uma concretização, a invenção se refere a um sistema no qual o estímulo evocativo de desconforto aplicado inclui exposição à força compressiva, vibração, calor, frio, eletricidade, radiação, estímulo químico ou combinações dos mesmos.
Em uma concretização específica do sistema, o estímulo de in- dução de desconforto aplicado é detido no tempo das primeira e segunda operações de usuário.
A invenção adicionalmente se refere a um sistema para aplicar e
medir um estímulo para determinar o tono simpático, o dito sistema incluindo uma unidade de medição e opcionalmente uma unidade de leitura que exibe o estímulo aplicado.
De acordo com uma concretização específica da invenção, o sistema inclui um marcador para marcar os pontos de medição, de tal modo que possa ser estabelecido onde o estímulo foi aplicado.
De acordo com uma concretização específica da invenção, o sistema é provido com uma escala dividida em pelo menos duas zonas, par- ticularmente quatro zonas, as quais se referem, cada qual, por exemplo, aos níveis acima de estresse 0, 1, 2 e 3.
De acordo com uma concretização específica da invenção, estas zonas podem ter diferentes cores, padrões ou outras marcas distintivas que as tornam distinguíveis entre si.
Em uma concretização, a pressão pode ser aplicada por meio de uma base de pressão ou um grampo.
A face de contato da base de pressão é resiliente em uma con- cretização específica.
Em uma concretização adicional, a base de pressão contém um líquido, um gel e opcionalmente bolhas cheias de gás. Em uma concretização específica, a face de contato na base de
pressão é menor do que 4 cm2, preferivelmente entre 1 e 2 cm2.
O sistema de acordo com uma concretização específica da in- venção inclui uma base de pressão com uma face de contato adaptada para exercer uma força compressiva externa no corpo do animal, um sensor para medir a força compressiva exercida pela base de pressão sobre o corpo, um circuito eletrônico adaptado para armazenar uma primeira força compressiva medida e uma segunda força compressiva medida, respectivamente, e para calcular um valor de leitura como uma expressão da relação entre a primeira força compressiva medida e a segunda força compressiva medida, uma concretização do sistema também incluindo uma unidade de leitura para exi- bir o valor de leitura. Se a primeira força compressiva medida for a medição executada em um ponto neutro de tono simpático e a segunda força com- pressiva medida for a medição executada em um ponto dependente de tono simpático, o nível de atividade do sistema nervoso simpático poderá ser exi- bido como o valor de leitura.
O sistema de acordo com uma concretização específica da in- venção inclui uma base de vibração com uma cabeça de vibração adaptada para exercer uma força vibratória externa sobre o corpo do animal, um sen- sor para medir a força vibratória exercida pela base de vibração sobre o cor- po, um circuito eletrônico adaptado para armazenar uma primeira força vi- bratória medida e uma segunda força vibratória medida, respectivamente, e para calcular um valor de leitura como uma expressão da relação entre a primeira força vibratória medida e a segunda força vibratória medida, uma concretização do sistema também incluindo uma unidade de leitura para exi- bir o valor de leitura. Se a primeira força vibratória medida for a medição e- xecutada em um ponto neutro de tono simpático e a segunda força vibratória medida for a medição executada em um ponto dependente de tono simpáti- co, o nível de atividade do sistema nervoso simpático poderá ser exibido como o valor de leitura.
O sistema de acordo com uma concretização específica da in- venção inclui uma base de aquecimento com uma face de contato adaptada para aplicar calor sobre o corpo do animal, um sensor para medir a tempera- tura aplicada pela base de aquecimento sobre o corpo, um circuito eletrônico adaptado para armazenar uma primeira temperatura medida e uma segunda temperatura medida, respectivamente, e para calcular um valor de leitura como uma expressão da relação entre a primeira temperatura medida e a segunda temperatura medida, uma concretização do sistema também inclu- indo uma unidade de leitura para exibir o valor de leitura. Se a primeira tem- peratura medida for a medição executada em um ponto neutro de tono sim- pático e a segunda temperatura medida for a medição executada em um ponto dependente de tono simpático, o nível de atividade do sistema nervo- so simpático poderá ser exibido como o valor de leitura.
O sistema de acordo com uma concretização específica da in- venção inclui uma base de eletricidade com um cabeçote de eletricidade pa- ra exercer uma força elétrica externa sobre o corpo do animal, um sensor para medir a força elétrica exercida pela base de eletricidade sobre o corpo, um circuito eletrônico adaptado para armazenar uma primeira força elétrica medida e uma segunda força elétrica medida, respectivamente, e para calcu- lar um valor de leitura como uma expressão da relação entre a primeira força elétrica medida e a segunda força elétrica medida, uma concretização do sistema também incluindo uma unidade de leitura para exibir o valor de leitu- ra. Se a primeira força elétrica medida for a medição executada em um pon- to neutro de tono simpático e a segunda força elétrica medida for a medição executada em um ponto dependente de tono simpático, o nível de atividade do sistema nervoso simpático poderá ser exibido como o valor de leitura.
A face de contato da base de pressão pode ser resiliente. Visto que é obtido um resultado de uma medição mais precisa, a face de contato é adaptável a áreas irregulares no corpo e provê uma pressão uniforme. A pressão corresponde assim à força aplicada dividida pela área da face de contato.
A base de pressão pode conter um líquido, um gel e opcional- mente bolhas cheias de gás, por meio do que é obtido um ajuste particular- mente apertado à superfície do corpo no ponto de medição. De acordo com uma concretização, a área da face de contato
sobre a base de pressão pode ser menor do que 4 cm2, tal como entre 1 e 2 cm2, ou menor do que 1 cm2, tal como entre 0,5 e 1 cm2.
O sensor pode incluir um sensor de força piezorresistivo.
A base de vibração pode compreender um cabeçote de vibração essencialmente esférico ou hemisférico. Em algumas concretizações, o diâ- metro do cabeçote de vibração é menor do que 1 cm, tal como entre 0,05 mm e 0,5 mm, ou menor do que 0,5 mm, tal como entre 1 mm e 4 mm. Uma concretização onde um estímulo mecânico é provido por uma força vibratória aplicada pode compreender um atuador magnético para o aparelho da força vibratória. O atuador magnético pode, em algumas con- cretizações, ser disposto ao longo de um eixo linear possivelmente reto. O eixo pode, contudo, ser também curvado ou de outro modo ergonomicamen- te formado, por exemplo, a fim de se ajustar em uma mão do usuário.
O atuador magnético pode compreender uma pluralidade de e- Iementos corrediços e uma barra corrediça. Cada elemento corrediço pode incluir um orifício ou uma cavidade que permite que ele fique posicionado na barra corrediça, permitindo assim que os elementos corrediços deslizem ao longo da barra corrediça. Os elementos corrediços e a barra corrediça po- dem ser formados de um metal não-magnético, tal como alumínio.
Os elementos corrediços podem ter uma forma substancialmen- te circular, e cada dos elementos corrediços pode compreender uma ranhura circunferencial em sua superfície externa. A ranhura pode ser provida para sustentar enrolamentos envoltos em torno dos elementos corrediços. Os en- rolamentos podem ser formados de um metal magnético, tal como cobre.
O atuador magnético pode adicionalmente compreender uma pluralidade de magnetos e separadores, os separadores sendo formados de um material com uma alta permeabilidade magnética para assegurar que eles não sejam saturados.
Em algumas concretizações, a barra corrediça apresenta um orifício ou cavidade que se estende longitudinalmente, com os magnetos e os separadores sendo alternadamente posicionados dentro da barra corredi- ça. A barra corrediça pode adicionalmente compreender duas peças de ex- tremidade que prendem os magnetos e os separadores no lugar dentro da barra corrediça. Os magnetos podem ser magnetizados na direção axial (em paralelo com o tubo), e podem ser posicionados com direções de pólo alter- nadas.
A barra corrediça pode ser projetada para se mover dentro dos
elementos corrediços, que juntos formam um orifício; portanto, a barra cor- rediça e/ou os elementos corrediços podem ser revestidos com um material de redução de atrito, tal como uma lubrificação.
Um campo magnético perpendicular à barra corrediça pode ser criado pelos magnetos. Os elementos corrediços e a barra corrediça podem ser colocados dentro de um invólucro de ferro, que pode adicionalmente ma- ximizar o campo magnético na área dos enrolamentos.
O atuador magnético pode ser adicionalmente conectado a uma unidade de controle que permite a alternação de uma corrente que flui nos enrolamentos. A conexão pode ser por fio ou alternativamente por comuni- cação sem fio.
O atuador magnético pode criar vibrações por meio de alternân- cia da corrente que flui nos enrolamentos. Em uma concretização específica, as vibrações podem ser criadas da seguinte maneira: a corrente que flui nos enrolamentos é essencialmente perpendicular ao campo magnético e ambos estão essencialmente no mesmo plano perpendicular ao eixo do sistema. Uma força é assim criada em paralelo à barra corrediça. Visto que a direção do campo magnético é alternada para cada elemento corrediço e os elemen- tos corrediços apresentam direções de enrolamento alternantes, cada par de elemento corrediço/magneto irá desenvolver uma força na mesma direção. Com a mudança da direção da corrente, a barra corrediça será empurrada para trás e para frente.
Em uma concretização específica, a área de uma face de conta- to da base de aquecimento é menor do que 4 cm2, tal como entre 1 e 2 cm2,ou menor do que 1 cm2, tal como entre 0,5 e 1 cm2.
A base de aquecimento pode ser compreendida em um atuador de aquecimento que pode adicionalmente compreender uma unidade de controle. A unidade de controle pode ser posicionada dentro do atuador de aquecimento ou pode alternativamente ser conectada ao atuador de aque- cimento por um sistema de conexão com fio ou sem fio.
Uma unidade de controle pode ser provida para mudar a tempe- ratura da face de contato. Uma medição pode ser iniciada pelo pressiona- mento de um botão de partida na unidade de controle. Quando uma tempe- ratura inicial desenvolvida for atingida, as medições poderão ser iniciadas. A temperatura inicial desenvolvida pode, em algumas concretizações, ser vari- ada por um usuário. Uma temperatura de partida preferida é de 35°C. As medições podem automaticamente ser iniciadas quando um usuário pres- sionar a face de contato na direção do corpo.
A unidade de controle pode aumentar a temperatura da face de
contato até que a temperatura máxima desenvolvida seja atingida ou até que um usuário interrompa o movimento de temperatura ascendente. O usuário poderá interromper o movimento de temperatura ascendente, quando seu limite de dor for alcançado. A unidade de controle pode registrar a tempera- tura na qual a medição é interrompida.
A face de contato pode ser resfriada por resfriamento natural. Em uma concretização alternativa, um elemento de resfriamento pode ser incorporado no atuador de aquecimento.
A base de eletricidade pode compreender um cabeçote de eletri- cidade essencialmente esférico ou hemisférico. Em algumas concretizações, o diâmetro do cabeçote de eletricidade é menor do que 1 cm, tal como 0,05 mm e 0,5 mm,ou menor do que 0,5 mm, tal como entre 1 mm e 4 mm.
A concretização onde um estímulo elétrico é provido por uma força elétrica aplicada pode compreender um atuador elétrico para o apare- lho. Estas concretizações podem adicionalmente compreender uma unidade de controle que permite o fluxo de corrente do cabeçote de eletricidade.
Em algumas concretizações, a unidade de controle permite a mudança da corrente de corrente alternada para corrente contínua e vice- versa. Na concretização alternativa, apenas a corrente alternada ou a cor- rente contínua é permitida.
Na concretização que usa corrente contínua, a unidade de con- trole pode ser provida para mudar o fluxo da corrente no cabeçote de eletri- cidade. Uma medição pode ser iniciada com o pressionamento de um botão de partida na unidade de controle. A unidade de controle pode compreender um nível inicial desenvolvido para o fluxo de corrente. O nível inicial desen- volvido pode, em algumas concretizações, ser variado por um usuário. As medições podem automaticamente ser iniciadas quando um usuário pres- sionar o cabeçote de eletricidade na direção do corpo.
A unidade de controle pode aumentar o fluxo de corrente contí- nua no cabeçote de eletricidade até que um fluxo máximo desenvolvido seja atingido ou até que um usuário interrompa o crescente fluxo de corrente. O usuário poderá interromper o crescente fluxo de corrente, quando seu limite de dor for alcançado. A unidade de controle pode registrar o fluxo de corren- te no qual a medição é interrompida.
Na concretização que usa corrente alternada, a unidade de con- trole pode ser provida para mudar a freqüência do fluxo de corrente alterna- da no cabeçote de eletricidade. Uma medição pode ser iniciada com o pres- sionamento de um botão de partida na unidade de controle. A unidade de controle pode compreender um nível inicial desenvolvido para a freqüência. O nível inicial desenvolvido pode, em algumas concretizações, ser variado por um usuário. As medições poderão ser automaticamente iniciadas, quan- do um usuário pressionar o cabeçote de eletricidade na direção do corpo.
A unidade de controle pode aumentar a freqüência do fluxo de corrente alternada no cabeçote de eletricidade até que uma freqüência má- xima desenvolvida seja alcançada ou até que um usuário interrompa a fre- qüência crescente. O usuário poderá interromper o fluxo de corrente cres- cente, quando seu limite de dor for alcançado. A unidade de controle pode registrar a freqüência na qual a medição é interrompida.
Em algumas concretizações, a corrente alternada e a corrente contínua podem ser combinadas.
O atuador elétrico pode, em algumas concretizações, ser adicio- nalmente usado para localizar o ponto para estimular.
O sistema pode ser integrado em um aparelho que é preferivel- mente portátil e suprido por força por uma ou mais baterias. Como resultado, o usuário pode carregar o aparelho em viagens.
A unidade de leitura pode compreender um visor eletrônico.
O circuito eletrônico pode ser adaptado para determinar o valor de leitura como um de inúmeros, por exemplo, quatro, valores de leitura dis- cretos (0, 1, 2, 3), a relação entre o primeiro valor medido e o segundo valor medido sendo arredondada para ou alocada para um valor de leitura discreto (0, 1, 2, 3) exibido na unidade de leitura.
O valor de leitura discreto (0, 1, 2, 3) pode ser não-proporcional à relação entre o primeiro valor medido e o segundo valor medido. O apare- Iho pode ser assim acomodado em uma proporcionalidade ou linearidade deficiente entre os resultados de medição e o nível de atividade do sistema nervoso simpático. O nível 0 pode assim corresponder ao segundo valor medido que é 80% ou mais do primeiro valor medido, o nível 1 pode corres- ponder ao segundo valor medido que é 55-80% do primeiro valor medido, o nível 2 pode corresponder ao segundo valor medido que é de 30-55% do primeiro valor medido, e o nível 3 pode corresponder ao segundo valor me- dido que é 30% ou menos do primeiro valor medido.
O circuito eletrônico pode ser adaptado para calcular o primeiro valor medido como uma média de inúmeros valores medidos e calcular o segundo valor medido como uma média de inúmeros valores medidos. Uma medição mais confiável do nível de estresse da pessoa é assim obtida, a indicação de erro do valor de leitura causada pela incerteza de medição nas medições individuais sendo reduzida.
A Figura 5 mostra um sistema de acordo com a invenção, o sis- tema sendo mostrado como integrado em um mesmo aparelho por razões de clareza. O aparelho é portátil e inclui um alojamento 10, um visor eletrôni- co 8, um botão de controle 9 e uma base de pressão 5 que se estende de uma extremidade do alojamento 7. A extremidade livre da base de pressão 5 apresenta uma face de contato 6. Dentro do aparelho, a base de pressão 5 está em contato com um sensor de força ou sensor de pressão 7 conectado a um circuito eletrônico não-mostrado. O circuito eletrônico é capaz de ar- mazenar as medições de força ou pressão detectadas pelo sensor 7. O cir- cuito é adicionalmente capaz de fazer cálculos e transmitir um valor de leitu- ra para o visor eletrônico 6. Uma bateria não mostrada supre o circuito com força.
Em uso, a pessoa segura o aparelho em sua mão e exerce uma maior pressão em um ponto neutro de tono simpático sobre o corpo até que o valor limiar de desconforto tenha sido alcançado. O circuito eletrônico re- gistra a força compressiva máxima detectada pelo sensor. A pessoa pres- siona o botão de controle 9 e exerce então uma maior pressão sobre o ponto dependente de tono simpático no corpo até que o valor limiar de desconforto seja alcançado. O circuito eletrônico registra a força compressiva máxima. Quando o botão de controle 9 tiver sido pressionado, o circuito calculará um valor de leitura como uma expressão da relação entre a primeira força com- pressiva medida e a segunda força compressiva medida. Neste exemplo, o valor de leitura será 0, 1, 2 ou 3, se a segunda força compressiva medida for mais de 80%, 55-80%, 30-55%, respectivamente, ou menos de 30% da pri- meira força compressiva. O aparelho pode opcionalmente ser adaptado para determinar um valor médio de inúmeras medições da primeira força com- pressiva e um valor médio de inúmeras medições da segunda força com- pressiva, o valor de leitura sendo determinado com base nestes valores mé- dios. A Figura 5 mostra uma medição na qual o nível de atividade do sistema nervoso simpático é 2 correspondente à força compressiva no ponto depen- dente de tono simpático no desconforto estando entre 30% e 55% da força compressiva no ponto neutro de tono simpático.
A Figura 6 ilustra um detalhe de uma face de contato 16 para aplicar uma força de pressão a um corpo humano. A face de contato 16 in- clui um membro convexo relativamente macio 18 formado de um material resiliente, tal como material de borracha. O membro 18 constitui uma extre- midade distai de um dispositivo que concretiza o sistema da presente inven- ção. O membro relativamente macio 18 é sustentado por um membro de suporte relativamente rígido 19 formado, por exemplo, de um plástico ou ma- terial de borracha ou aço e definindo uma protuberância central no membro relativamente macho 18. Consequentemente, uma porção central da face de contato 16 é menos resiliente do que uma porção externa periférica da mesma. O membro relativamente macio 18 pode assegurar que a face de controle seja capaz de adaptar sua forma a superfícies irregulares do corpo humano. Por outro lado, o membro de suporte relativamente duro 19 pode assegurar que a força aplicada pelo usuário é apropriadamente transferida para o corpo. O membro de suporte relativamente rígido 19 é sustentado por um sensor de pressão 17, por exemplo, um sensor piezoelétrico, montado ou acomodado em um alojamento 20 do dispositivo.
Considerando que a face de contato 16 é ilustrada como um membro cilíndrico com uma porção de extremidade convexa na Figura 6, deve ser entendido que formas alternativas são consideradas. Por exemplo, ela pode ser cônica com uma porção de extremidade plana ou convexa.
Será apreciado que o sistema da presente invenção pode incluir um meio para aplicar um estímulo adicional à superfície do corpo de um a- nimal, o estímulo adicionalmente apresentando uma menor intensidade do que o valor limiar de estimulação, por exemplo, para fins de tratamento e/ou alívio do estresse. Por exemplo, tal meio pode ser provido como uma segun- da base de pressão separada ou pode ser constituído pela base de pressão também usada para fins de medição, conforme descrito acima. As primeira e segunda bases de pressão podem ser providas em uma extremidade livre de uma unidade portátil, por exemplo, uma unidade na forma de caneta. Em uma concretização, a primeira base de pressão é cambiável com a segunda, em cujo caso o sistema da invenção preferivelmente inclui um ponto de mon- tagem de base de pressão apenas. Na outra concretização, o sistema pode acomodar as primeira e segunda bases de pressão simultaneamente, por exemplo, nas porções de superfície opostas de uma unidade portátil, por exemplo, nas extremidades opostas da mesma.
A face de contato ou base de pressão do dispositivo pode ser cambiável, de modo a permitir que o usuário ou o médico escolha uma base de pressão melhor adequada para uma finalidade específica ou paciente par- ticular. Uma pluralidade de bases de pressão pode ser provida em um conjun- to de elementos juntamente com, por exemplo, um dispositivo portátil que in- corpora outras características do sistema da invenção, por exemplo, o sensor de pressão, o elo de controle eletrônico, um meio de memória e um visor. Um dispositivo de emissão de som pode ser provido para prover
um sinal acústico ao usuário indicativo de aplicação de uma força desejada durante o tratamento ou alívio do estresse. Alternativamente, um emissor de sinal óptico, vibratório ou outro emissor de sinal pode ser provido. O disposi- tivo de emissão de som é preferivelmente conectado a um elo de controle eletrônico do dispositivo, que recebe entrada do sensor de pressão 7 ou 17, de modo que uma característica do som possa ser variada dependendo da força aplicada. Por exemplo, o nível de som, a freqüência, ou a duração dos intervalos de silêncio entre fragmentos de som ou a duração dos fragmentos de som pode ser variada. Em uma concretização, nenhum som será emitido, quando o usuário aplicar uma força, que é baixa demais, ao passo que um som apresentando uma primeira característica, por exemplo, um sinal de som de baixa freqüência, será aplicado, quando a força aplicada for apropri- ada. Se a força aplicada exceder um nível limiar predeterminado, um sinal de alarme de alta freqüência será emitido. Outras concretizações são consi- deradas, incluindo concretizações provendo sinais ópticos em um visor do dispositivo ou por meio de diodos de emissão de luz. EXEMPLO DE ESTÍMULO MECÂNICO USANDO PRESSÃO
Uma concretização do aparelho de acordo com a presente in- venção é compreendida de um alojamento na forma de caneta 4 (vide Figura 5) e é ativada com a ativação do botão de pressão 9 na caneta. Medições são executadas com o pressionamento de um revestimento de borracha 5, colocado em uma extremidade da caneta, contra um ponto sensível à pres- são no paciente. A caneta automaticamente será desativada, quando ne- nhuma medição adicional for feita dentro de 1 minuto.
A caneta 4 mede a força mecânica que atua sobre o revestimen- to de borracha. O elo de medição será iniciado, quando a força se elevar acima de aproximadamente 500 gramas, e será interrompido, quando a for- ça cair abaixo de aproximadamente 250 gramas. Durante o elo de medição, o valor de medição da força mais alta será armazenado na memória do computador embutido.
Depois de cada elo de medição, o computador calcula um fator de estresse, que é mostrado no visor 8. Esta exibição permanece até que um novo elo de medição seja iniciado - ou o sistema seja desligado pelo limi- te de tempo. Princípio de medição de linearizacão
O sensor de força dentro do alojamento na forma de caneta do sistema é um resistor ôhmico sensível à pressão. Em nenhuma força, a re- sistência é relativamente alta. Para aumentar a força, a resistência do sensor diminui, a resistência recíproca sendo quase proporcional à força.
Conforme visto na Figura 7, o sensor está eletricamente em sé- rie com um resistor fixo R1, e esta conexão em série é conectada através da bateria no sistema. A voltagem sobre o resistor R1 é, portanto, uma função da força que atua no sensor. Esta voltagem se elevará, quando a força for aumentada, porém a relação será não-linear.
A voltagem no ponto superior de R1 é alimentada em uma porta de entrada analógica do computador, transformando a voltagem de medição em um número entre 0 e 1023 no conversor CA integrado. Visto que a volta- gem de bateria é usada como voltagem de referência para o conversor CA, a medição não é influenciada por mudanças da voltagem de bateria.
A relação não-linear entre a força e o valor de medição é muda- da para uma relação linear correspondente usando o seguinte algoritmo:
valor corrigido = valor de medição * fator de correçâo/(fator de correção - valor de medição) O fator de correção nem sempre é um fator predeterminado. Seu
valor é determinado durante um procedimento de ajuste inicial. Calculando o fator de estresse
Durante a calibração do sistema, o valor Iinearizado para uma força de 15 kg é armazenado como um valor de referência de força chamado de "ref. O valor Iinearizado da força máxima durante o último elo de medi- ção é armazenado na memória como uma variável chamada de "corretmax". Em seguida a "correctmax" é transformada em uma porcentagem da força de referência:
percent =100* correctmax / ref Finalmente, o visor de 7 segmentos mostra um valor de estres-
se, truncado em 2 dígitos decimais:
display = 200 - 100* log10(percent) O fator de estresse como uma função de "porcentagem" é mos- trado como um gráfico na Figura 8. Estrutura do software
O princípio básico para o tratamento de dados é visto na Figura 9, mostrando um fluxograma para a função principal, que deve ser direta- mente legível sem explanação adicional. Funções secundárias, tais como a observação da voltagem de bateria, a geração de um som de bipe quando o sensor for sobrecarregado (força > 15 kg) etc., não são mostradas.
O processador gira continuamente com alta velocidade através de um elo principal, alternando a atenção entre:
- O tratamento de dados: coleta de dados analógicos, conversão de dados em valores digitais, execução de cálculos matemáticos, etc., e
- O controle da luz nos segmentos do visor LED, um dígito de
cada vez.
Apenas cerca de 20% do tempo de elo são usados para o trata-
mento de dados. O tempo restante é usado para controlar o visor. EXEMPLO DE ESTÍMULO MECÂNICO USANDO VIBRAÇÃO
A formação mecânica do atuador se baseia no atuador de pres- são descrito acima. O tampão de borracha é substituído por um cabeçote de vibração. A dimensão do cabeçote esférico ou hemisférico é de aproxima- damente 2 mm. Uma unidade de controle conectada baseada em micropro- cessador controla a amplitude e a freqüência da vibração.
A parte mecânica do atuador é mostrada em seção transversal na Figura 10. As partes protuberantes são rodas de alumínio 30 envoltas com fio de cobre de 0,1 mm (não mostrado) na ranhura. Oito destes são co- nectados em paralelo com direção de enrolamento alternada. As rodas são impulsionadas juntas formando um orifício com um diâmetro interno de 6 mm e um comprimento de 48 mm. Um tubo de alumínio 32 com paredes é dis- posto no orifício. Em cada extremidade do tubo, uma peça de extremidade 34 retém os conteúdos no lugar. O tubo é projetado para poder se mover dentro do orifício com atrito mínimo. O tubo é enchido com magnetos de ter- ra rara resistente (neodímio) 36 separados por pequenos discos de ferro 38. Os magnetos são magnetizados na direção axial (em paralelo com o tubo) e colocados com direções de pólo alternadas.
A configuração magnética cria um campo magnético mostrado na Figura 11 para 5 magnetos e 6 separadores. Preferivelmente1 os separa- dores são essencialmente formados de ferro com uma alta permeabilidade magnética para assegurar que eles não sejam saturados.
O tubo é colocado dentro das bobinas, conforme mostrado na Figura 10. Preferivelmente, os separadores são centralizados com relação às rodas. Qualquer deslocamento irá enfraquecer a tração criada, quando a corrente fluir através das bobinas. As oito rodas são dispostas dentro de um invólucro de ferro (não mostrado) que adicionalmente maximiza o campo magnético na área dos enrolamentos. A situação ideal seria se todas as li- nhas de campo fossem perpendiculares ao tubo na área dos enrolamentos, visto que isto maximizaria a força que é desenvolvida quando do fluxo da corrente. Conforme visto a partir da Figura 11, este é, contudo, o caso em uma implementação prática do sistema.
Um invólucro de ferro é formado de placas de corte a laser empi- lhadas 40. As placas de extremidade 41 fecham o invólucro. Uma haste de aço (não mostrada) é usada para alinhar as placas empilhadas perfeitamen- te usando os orifícios pequenos de 2 mm em cada placa. O invólucro de fer- ro é disposto dentro do perfil de alumínio estrusado, e peças de extremidade adequadas fecham o dispositivo. Cada extremidade do tubo é carregada com uma mola que mantém o tubo centralizado com relação às rodas.
A espessura das paredes do tubo foi minimizada levando-se em consideração as capacidades de produção. Conforme visto a partir da figura de fluxo (Figura 11), o campo magnético é mais forte mais próximo do tubo. As paredes do tubo e a espessura das rodas no fundo da ranhura afasta o enrolamento da região com o campo magnético mais resistente.
As rodas e a haste devem ser preferivelmente formadas de um material essencialmente não-magnético.
Idealmente, o tubo e as rodas devem ser formados de um mate- rial não-condutor. Um campo alternado irá criar correntes parasitas e induzir perdas no alumínio.
A Figura 12 mostra uma parte diferente do atuador: rodas de alumínio 30, tubo de alumínio 32, peça de extremidade 34, magneto de terra rara 36, disco de ferro 38, e partes do invólucro de ferro 40 e 41. Descrição funcional
A corrente que flui nos enrolamentos é essencialmente perpen- dicular ao campo magnético, e ambos estão no plano essencialmente per- pendicular ao eixo do dispositivo. Uma força é assim criada em paralelo ao eixo. Visto que a direção do campo magnético é alternada para cada roda e as rodas apresentam direções de enrolamento alternadas, cada par de ro- das/magnetos irá desenvolver uma força na mesma direção. O atuador a- presenta um curso limitado, visto que o efeito descrito acima irá cessar o trabalho, quando o tubo não estiver centralizado com relação aos enrola- mentos.
Acionamento e software do atuador
O atuador é acionado com o uso de uma ponte H simples com interruptores de corrente que limitam a corrente de estado invariável nos en- rolamentos (vide Figura 13). O FPGA contém um sistema uP baseado em Altera NIOS equipado com uma interface USB para conexão a um hóspede. Com a mudança da direção da corrente, o tubo será empurrado para trás e para frente.
O curso é ajustado com o ajuste do limite de corrente. Isto irá afetar a corrente que flui nas bobinas e, portanto, a força exercida sobre o tubo. Um programa baseado em PC pequeno cuida do ajuste de freqüência e do curso (vide Figura 14). O dispositivo é conectado como um simples dis- positivo USB HID e recebe comandos simples através dos programas. A vi- bração é interrompida depois de 10 segundos a fim de impedir o superaque- cimento das bobinas.
De acordo com uma concretização da invenção, o sistema pode aplicar e medir um estímulo térmico, por exemplo, calor ou frio. EXEMPLO DE ESTÍMULO TÉRMICO
A formação mecânica do atuador se baseia no atuador de pres- são acima descrito. O tampão de borracha é substituído por uma superfície de aquecimento. A forma da superfície de aquecimento é quase idêntica à forma do atuador de pressão.
Desse modo, a presente concretização inclui: - um alojamento na forma de caneta incluindo o hardware do
sistema,
- uma caixa de controle, e
- uma unidade carregadora de bateria.
A presente concretização inclui um botão de metal na extremi- dade superior e um botão de pressão chamado de "HEAT" no lado do aloja- mento na forma de caneta. A caixa de controle apresenta um botão de parti- da iluminado e um visor de 2 linhas na tampa. A caneta é conectada à caixa de controle com um cabo fino. A caixa de controle compreende um micro- processador que controlar a faixa de temperatura e a temperatura versus tempo.
Uma medição é iniciada com o pressionamento do botão de par- tida na caixa de controle. O botão de pressão acende uma luz vermelha indi- cando que a energia está ativa, e o botão de metal na caneta está sendo aquecido. O visor mostra: "Aquecendo, espere". Quando a caneta, depois de alguns segundos, tiver alcançado a temperatura inicial (35°C), um vibrador integrado soará repentinamente e o visor mostrará: "Pronto".
O botão de metal é pressionado contra um ponto sensível sobre o corpo do paciente e o botão de pressão "HEAT" na caneta será pressiona- do. Enquanto o botão de pressão está ativado, o ponto de ajuste para a temperatura é gradualmente aumentado com uma inclinação constante, e- ventualmente detendo em uma temperatura máxima (45°C). O ponto de a- juste de temperatura como uma função do tempo é mostrada na Figura 15. Um elo de controle implementado no software faz com que a temperatura do botão de metal siga o ponto de ajuste de temperatura. Durante este período, a palavra "Medição" aparecerá no visor.
Quando o paciente alcançar seu limite de dor, o botão de pres- são na caneta deverá ser solto e a caneta movida da pele. A luva vermelha no botão de partida na caixa de controle é desligada, mostrando que a medi- ção terminou e a potência da caneta é desligada.
A caixa de controle calcula e exibe então Fator de estresse, Tempo de medição decorrido, e
Temperatura máxima atingida. Esta demonstração é mantida até que uma nova medição seja iniciada ou até que o sistema alcance um intervalo de potência. Quando o período de medição estiver terminado (a luz no botão de partida estiver des- ligada), a temperatura do botão de metal diminuirá com o resfriamento natu- ral. Se uma nova partida for inicializada antes que a temperatura de partida seja alcançada, a partida será adiada e o visor mostrará "Resfriando, espe- re". Quando a temperatura de partida for novamente alcançada, um som de bipe será ouvido, e a palavra "Pronto" aparecerá no visor. Algoritmo para calcular o fator de estresse
O fator de estresse é um número entre 0 e 100. O fator de es- tresse é uma função Iogaritmica do tempo de medição decorrido t. Quando este for baixo, o fator de estresse será alto e vice-versa. O fator de estresse é calculado a partir das seguintes equações, onde t é o tempo de medição decorrido, tmax e tmin são fixos, mas valores de tempo máximo e mínimo ajus- táveis.
se t < tmin fator de estresse 180
se tmin £ t < tmax fator de estresse = 100[logio(tmax-
Iog=I 0(tmin)]
se t > tmax fator de estresse = 0
A Figura 16 mostra o fator de estresse como uma função do
tempo.
Desenho do Hardware
Um diagrama de bloco simplificado para o desenho do hardware é mostrado na Figura 17. A caneta contém um transistor de força Darlington Q1, um resistor R1 e um botão de pressão chamado de "HEAT". O transistor tem um contato térmico com o botão de metal na caneta. Quando pressio- nado, o botão de pressão enviará um comando de aquecimento para a CPU. Q1 apresenta duas funções. Em cada período de amostragem, que dura 10 milissegundos, ele acionará um sensor de temperatura nos primeiros 2 milis- segundos. Na primeira parte dos próximos 8 milissegundos, ele aciona um elemento de aquecimento. Isto é mostrado no diagrama de sincronização da Figura 18.
No período de medição de 2 milissegundos acontece o seguinte, cf. o diagrama da Figura 17: o transistor Darlington Q2, colocado na caixa de controle, atua como um comutador que corta a corrente do coletor Q1. Atra- vés do resistor R2, uma corrente baixa (alguns miliamperes) flui através dos diodos emissores de base Q1 e do resistor R1 para a terra. A voltagem no ponto A é determinada unicamente pela queda de voltagem Vbe através dos diodos emissores de base, que são dependentes da temperatura. A partir da temperatura ambiente, onde Vbe é de cerca de 1,4V, esta voltagem irá dimi- nuir em aproximadamente 4 mv/°C, quando a temperatura aumentar. Um amplificador CC amplifica a voltagem no ponto A, fornecendo uma saída de 0 - 5 V correspondendo a 15 - 75°C. Um conversor AD de 10 bits na CPU recebe esta tensão e converte a temperatura em um número de 0 a 1023 no software.
No período de aquecimento de no máximo 8 milissegundos a-
contece o seguinte: O transistor Darlington Q2 atua como um comutador ele- trônico e é ligado, controlado pela CPU. A voltagem no ponto B está próxima da voltagem de bateria Vbat = 14 V. A voltagem no ponto A está próxima a 2,1 V, porque ela agora é determinada pelo divisor de voltagem compreen- dendo R2 e os diodos D1-D3, cada qual apresentando uma voltagem angu- lar de 0,7 V. Visto que a voltagem de emissor base Vbe é de cerca de 1,4 V, e R1 = 1 Ω, a corrente coletor Ic em Q1 é
Ic = (VA - Vbe)/R = (2,1 - 1,4)/1 = 0,7 A Quando esta corrente flui, a potência distribuída em Q1 será P = Vsat-Ic= 14 V. 0,7 A = 9,8 W
criando temperatura rapidamente crescente em Q1 e o botão de metal co- nectado. Conforme visto na Figura 18, esta potência é apenas distribuída na primeira parte dos 8 milissegundos. A largura do pulso de potência At é modulada pela CPU por meio de um elo de controle proporcional com base de software: At = K . (Tsetpoint" Tmeasured)
onde K é uma constante de ganho ajustável, Tsetpoínt o ponto de ajuste de temperatura e a temperatura medida Tmeasured-
O visor é um visor de matriz de pontos de 16 dígitos e 2 linhas com controlador e iluminação traseira integrados, controlada por 14 linhas da CPU. 5 botões de pressão, não mostrados na Figura 17, são colocados dentro da caixa de controle, todos conectados à CPU. Estes botões nomeados de: Reset, Mode, Up, Down e Save pode ser usados para restabelecer a CPU e ajustar os seguintes parâmetros: Tstart. Tmax, slope, tmin, tmaxe o ganho K.
A potência é suprida de um pacote de bateria de Lítio-íon recar- regável de 14V incorporado. Quando o botão de partida for pressionado, a lógica de controle com base em hardware ativará a potência, também su- prindo 5 V para a CPU e outras partes do circuito. Quando 3 minutos tiverem passados sem quaisquer ações, a CPU enviará um sinal de interrupção de força para o elo de controle de força. Um carregador de bateria é uma unidade comercial suprida com
linhas de alimentação. Para carregar, ele é conectado a uma caixa de con- trole com um cabo. Por razões de segurança, a eletrônica será desprendida da babetia, quando a tomada do cabo de carregamento for inserida na caixa de controle. Software
A estrutura de software é assim chamada de "Máquina de Esta- do Finito", uma estrutura comumente usada nos PLC's (Controladores Lógi- cos Programáveis). Esta estrutura contém um elo fechado de estados, cada qual contendo uma ou mais ações e uma transição. Um indicador corre atra- vés do circuito total com alta velocidade, ativando a(s) ação(ções) de um estado apenas. Esta ativação continua por muitas corridas consecutivas, até que eventualmente as condições para a transição competente sejam cum- pridas (verdadeiro). Na corrida seguinte, outro estado é ativado.
As condições para as transições são: desconexões de cronôme- tro, contadores alcançando certos números, sinais de outras partes do circui- to sendo ajustados ou restabelecidos, botão de pressão sendo pressionado ou solto, etc. (Explanação adicional, vide "wikipedia.org" entre outros.) EXEMPLO DE ESTÍMULO ELÉTRICO
O estímulo elétrico pode ser provido pelo uso de corrente alter- nada e/ou corrente contínua. Como um exemplo, um atuador comercialmen- te disponível: TAO disponível pela MibiTech ApS, Denmark, pode ser usado, cf. WO 2004/062723, que é aqui incorporado para referência. O cabeçote deste atuador elétrico é essencialmente esférico ou na forma de bola apre- sentando um diâmetro de cerca de 2 mm. Este atuador elétrico supre estí- mulo por meio uma corrente alternada aplicada.
O atuador elétrico apresenta duas funções: 1) o atuador pode ser usado para localizar a posição exata para estimulação, e 2) o atuador pode ser usado para condução da estimulação. Isto é, se a determinação do tono simpático e/ou nível de estresse indicar um tono simpático e/ou nível de estresse elevados, um ponto dependente de tono simpático poderá ser sub- metido a um estímulo elétrico apresentando uma menor intensidade do que o limiar de estimulação para um período de tempo.
Uma vantagem deste atuador elétrico é a de que a capacidade de localizar o ponto para estimulação é muito adequada.
Este atuador elétrico pode ser descrito como um dispositivo ele- troterapêutico apresentando um primeiro e um segundo eletrodos ou sondas para fazer contato elétrico para o corpo de uma pessoa. O dispositivo apre- senta um meio de suprimento de tensão para suprir uma tensão de saída alternada através dos eletrodos para passar uma corrente alternada através do corpo da pessoa, e o meio de suprimento de tensão é adaptado para con- trolar a freqüência da tensão de saída, de modo que a freqüência da tensão de saída esteja automaticamente mudando no tempo entre uma baixa fre- qüência e uma alta freqüência. O meio de suprimento de tensão pode ser adaptado para controlar a freqüência da tensão de saída, de modo que a freqüência da tensão de saída esteja mudando entre uma baixa freqüência e uma alta freqüência em intervalos de tempo regulares. O atuador é adicio- nalmente descrito em WO 2004/062723 "Dispositivo eletroterapêutico e mé- todo de tratamento eletroterapêutico"(MibiTech ApS) que é aqui incorporado para referência.
De acordo com uma concretização específica da invenção, o dito sistema pode aplicar e medir uma radiação, por exemplo, uma luz infraver- melha, visível e/ou ultravioleta ou espectros combinados das mesmas, pro- vida como um exemplo por meio de um laser, um diodo de emissão de luz, uma fonte de luz infravermelha, ultravioleta e/ou branca.
De acordo com uma concretização específica da invenção, o dito sistema pode aplicar e medir um estímulo químico, por exemplo, um com- posto orgânico ou inorgânico.
A invenção adicionalmente se refere ao uso de um sistema para aplicar e medir um estímulo para determinar o tono simpático incluindo as etapas de medir um estímulo aplicado em um valor limiar da estimulação em um ou mais pontos neutros de tono simpático e de medir um estímulo apli- cado no mesmo valor limiar da estimulação em um ou mais pontos depen- dentes de tono simpático.
De acordo com uma concretização específica da invenção, um sistema é usado para aplicar e medir um estímulo para determinar o tono simpático, a medição de um estímulo aplicado em um valor limiar da estimu- lação em um ou mais pontos neutros de tono simpático que são executados anteriormente no lado superior da clavícula e/ou posteriormente na coluna espinal correspondendo a TH 10-11.
Em uma concretização, a invenção se refere ao uso de um sis- tema para aplicar e medir um estímulo para determinar o tono simpático, a medição de um estímulo aplicado em um valor limiar da estimulação em um ou mais pontos dependentes de tono simpático sendo executada em uma ou mais localizações na pele que ínervacionalmente (isto é, referente ao supri- mento nerval) correspondem ao suprimento nerval do sistema nervoso sim- pático para o coração, por exemplo, em um ou mais dos pontos contidos nas áreas: C.V. 17 nomeio do esterno, ST 18 entre duas costelas abaixo do ma- milo, e Per 1 entre o mamilo e a prega axilar anterior e nas costas corres- pondendo a TH 3-6 na área entre as omoplatas, onde é escolhido o mais dolorido dos ditos pontos.
De acordo com uma concretização específica da invenção, é
usado um sistema que é capaz de aplicar e medir um estímulo mecânico, tal como uma força compressiva.
De acordo com uma concretização específica da invenção, é usado um sistema que é capaz de aplicar e medir um estímulo mecânico, tal como vibração.
De acordo com uma concretização específica da invenção, é usado um sistema que é capaz de aplicar e medir um estímulo térmico, tal como calor ou frio.
De acordo com uma concretização específica da invenção,é u- sado um sistema que é capaz de aplicar e medir um estímulo elétrico, tal como uma corrente alternada ou uma corrente contínua.
De acordo com uma concretização específica da invenção, é usado um sistema que é capaz de aplicar e medir radiação, por exemplo, luz infravermelha, visível e/ou ultravioleta ou espectros combinados das mes- mas, provida como um exemplo na forma de um laser, um diodo de emissão de luz, uma fonte de luz infravermelha, ultravioleta e/ou branca.
De acordo com uma concretização específica da invenção, é usado um sistema que é capaz de aplicar e medir um estímulo químico, tal como um composto orgânico ou inorgânico. Em um aspecto adicional, a presente invenção provê um telefo-
ne móvel compreendendo ou sendo conectado a uma concretização de um sistema da presente invenção. O sistema pode ser inteiramente integrado no telefone móvel, incluindo assim um meio evocativo de desconforto, bem co- mo um meio de leitura no telefone. Alternativamente, apenas partes do sis- tema podem ser integradas no telefone. Por exemplo, o meio evocativo de desconforto pode ser incluído em um alojamento do telefone móvel, ao pas- so que o meio de leitura pode ser provido em uma localização remota, na qual um meio apropriado é provido para receber dados comunicados a partir do telefone. Em uma concretização, um sistema de computador pode ser provido em um hospital ou em uma clínica de um médico, ao qual são co- municados valores de leitura indicativos de limiares de dor, fator de estresse ou outros valores. Tal sistema de computador pode também ser provido na casa do paciente. O meio de leitura pode ser conectado a um visor do tele- fone móvel e/ou a um alto-falante do telefone capaz de emitir um sinal de áudio adequado, tal como um sinal de voz artificial. Por exemplo, um fator de estresse crítico pode ser exibido como uma advertência no visor, ou pode ser indicado por um sinal de advertência acústico.
O telefone móvel pode ser adaptado para lembrar o usuário do telefone para executar medições de limiar de dor. Por exemplo, o telefone pode ser programado para emitir um sinal de lembrete em qualquer ponto determinado no tempo, ou pode ser programado para emitir um lembrete com o recebimento de um sinal sem fio predeterminado, incluído, por exem- plo, em uma mensagem de SMS ou MMS. Desse modo, um médico ou outra pessoa pode aprontar o usuário do telefone móvel para executar uma esti- mulação de nocicepção por meio do sistema da presente invenção incorpo- rado no telefone.
O telefone pode ser programado para registrar medições execu-
tadas pelo usuário, isto é, para armazenar valores de diversas medições, incluindo, por exemplo, valores limiares de estimulação de nocicepção, fato- res de estresse ou outros valores produzíveis pelo sistema da invenção. O tempo das medições pode ser igualmente registrado. Tal registro pode tam- bém ser executado em uma facilidade remota, à qual pode ser conectado o telefone através de comunicação sem fio. Alternativamente, dados registra- dos podem ser transmitidos do telefone para um sistema de computador a- través de uma conexão com fio ou sem fio, tal como Bluetooth™, onde o telefone está próximo do sistema de computador. A ativação do meio evocativo de estímulo incorporado no telefo-
ne pode ser executada através do teclado do telefone, através de tela de toque, por reconhecimento de voz ou através de um botão de pressão sepa- rado indicado para essa finalidade.
A invenção é adicionalmente ilustrada nos seguintes exemplos: EXEMPLOS
A unidade em todas as medições nos exemplos, quando da me- dição de uma força compressiva aplicada por meio de um manômetro, é li- bras britânicas (lbs)/cm2, a seguir, indicada como libras.
Unidades em todas as medições nos exemplos, quando da me- dição de uma força compressiva aplicada com um dedo no valor limiar da sensibilidade à pressão são: 0, +, ++, +++, onde 0 é a força compressiva aplicada em um valor limiar da sensibilidade à pressão em um ponto neutro de tono simpático, e onde =, +, ++, +++ são a força compressiva aplicada com um dedo no mesmo valor limiar da sensibilidade à pressão em um pon- to dependente de tono simpático, onde 0 é igual à força compressiva aplica- da em um ponto neutro de tono simpático, e +, ++, +++ são a força com- pressiva aplicada relativamente mais baixa. Exemplo 1 Exemplo 1a
O tono simpático de uma pessoa foi determinado da seguinte maneira. Por meio de um manômetro em um valor limiar da sensibilidade à pressão no ponto neutro de tono simpático anteriormente no lado superior da clavícula, a força compressiva aplicada foi medida em 61,38 N (13,8 libras). Depois, a força compressiva aplicada foi medida em 57,82 N (13,0 libras) no mesmo valor limiar da sensibilidade à pressão no ponto dependente de tono simpático C.V 17. No mesmo valor limiar da sensibilidade à pressão no pon- to dependente de tono simpático, a força compressiva aplicada era, portanto, 94% da força compressiva aplicada no ponto neutro de tono simpático. De acordo com a presente invenção, isto corresponde ao estresse de Nível 0. A pessoa preencheu então um questionário a cerca de seu nível de estresse, o dito questionário confirmando que a pessoa não exibia nenhum sinal de es- tresse clínico. Exemplo 1b
O tono simpático de outra pessoa foi determinado da seguinte maneira. Por meio de um manômetro em um valor limiar da sensibilidade à pressão no ponto neutro de tono simpático anteriormente no lado superior da clavícula, a força compressiva aplicada foi medida em 63,6 N (14,3 libras). Depois, a força compressiva aplicada foi medida em 48,9 N (11,0 libras) no mesmo valor limiar da sensibilidade à pressão no ponto dependente de tono simpático C.V. 17. No mesmo valor limiar da sensibilidade à pressão no pon- to dependente de tono simpático, a força compressiva aplicada era, portanto, 77% da força compressiva aplicada no ponto neutro de tono simpático. De acordo coma presente invenção, isto corresponde ao estresse de Nível 1. Exemplo 1c
O tono simpático de uma terceira pessoa foi determinado da se- guinte maneira. Por meio de um manômetro em um valor limiar da sensibili- dade à pressão no ponto neutro de tono simpático anteriormente no lado superior da clavícula, a força compressiva aplicada foi medida em 44,48 N (10,0 libras). Depois, a força compressiva aplicada foi medida em 31,14 N (7,0 libras) no mesmo valor limiar da sensibilidade à pressão no ponto de- pendente de tono simpático Per 1. No mesmo valor limiar da sensibilidade à pressão no ponto dependente de tono simpático, a força compressiva apli- cada era, portanto, 70% da força compressiva aplicada no ponto neutro de tono simpático. De acordo com a presente invenção, isto corresponde ao estresse de Nível 1.
Exemplo 1d
O tono simpático de uma quarta pessoa foi determinado da se- guinte maneira: Por meio de um manômetro em um valor limiar da sensibili- dade à pressão no ponto neutro de tono simpático posteriormente na coluna espinal correspondendo a TH-10-11, a força compressiva aplicada foi medi- da em 106,75 N (24,0 libras). A força compressiva aplicada no mesmo valor limiar da sensibilidade à pressão no ponto dependente de tono simpático posteriormente na coluna espinal correspondendo a TH 3-6 foi medida em 100,08 N (22,5 libras). No mesmo valor limiar da sensibilidade à pressão no ponto dependente de tono simpático, a força compressiva aplicada era, por- tanto, 94% da força compressiva aplicada no ponto neutro de tono simpático. De acordo com a presente invenção, isto corresponde ao estresse de Nível 0. A pessoa preencheu então um questionário a cerca de seu nível de es- tresse, o dito questionário confirmando que a pessoa não exibia qualquer sinal de estresse clínico.
Exemplo 2 Exemplo 2a
O tono simpático de uma pessoa foi determinado da seguinte maneira: Por meio de um manômetro em um valor limiar da sensibilidade à pressão no ponto neutro de tono simpático anteriormente no lado superior da clavícula, a força compressiva aplicada foi medida em 75,62 N (17 libras). Depois, a força compressiva aplicada foi medida em 35,58 N (8,0 libras) no mesmo valor limiar da sensibilidade à pressão no ponto dependente de tono simpático C.V. 17. No mesmo valor limiar da sensibilidade à pressão no pon- to dependente de tono simpático, a força compressiva aplicada era, portanto, 47% da força compressiva aplicada no ponto neutro de tono simpático. De acordo com a presente invenção, isto corresponde ao estresse de nível 2. Exemplo 2b
O tono simpático de outra pessoa foi determinado da seguinte maneira. Por meio de um manômetro em um valor limiar da sensibilidade à pressão no ponto neutro de tono simpático anteriormente no lado superior da clavícula, a força compressiva aplicada foi medida em 46,7 N (10,5 libras). Depois, a força compressiva aplicada foi medida em 22,24 N (5,0 libras) no mesmo valor limiar da sensibilidade à pressão no ponto dependente de tono simpático St. 18. No mesmo valor limiar da sensibilidade à pressão no ponto dependente de tono simpático, a força compressiva aplicada era, portanto, 48% da força compressiva aplicada no ponto neutro de tono simpático. De acordo com a presente invenção, isto corresponde ao estresse de Nível 2. Exemplo 2c
O tono simpático de outra pessoa foi determinado da seguinte maneira. Por meio de um manômetro em um valor limiar da sensibilidade à pressão no ponto neutro de tono simpático anteriormente no lado superior da clavícula, a força compressiva aplicada foi medida em 62,28 N (14,0 libras). Depois, a força compressiva aplicada foi medida em 22,24 N (5,0 libras) no mesmo valor limiar da sensibilidade à pressão no ponto dependente de tono simpático Per 1, e em 24,46 N (5,5 libras) no ponto dependente de tono sim- pático St. 18. No mesmo valor limiar da sensibilidade à pressão nos pontos dependentes de tono simpático, a força compressiva aplicada era, portanto, 36% e 39%, respectivamente, da força compressiva aplicada no ponto neu- tro de tono simpático. De acordo com a presente invenção, isto corresponde ao estresse de Nível 2. Exemplo 3
O tono simpático de uma pessoa foi determinado da seguinte maneira: por meio de um manômetro em um valor limiar da sensibilidade à pressão no ponto neutro de tono simpático anteriormente no lado superior da clavícula, a força compressiva aplicada foi medida em 40,04 N (9,0 libras). Depois, a força compressiva aplicada foi medida em 8,9 N (2,0 libras) no mesmo valor limiar da sensibilidade à pressão do ponto dependente de tono simpático C.V. 17. No mesmo valor limiar da sensibilidade à pressão no pon- to dependente de tono simpático, a força compressiva aplicada era, portanto, 22% da força compressiva aplicada no ponto neutro de tono simpático. De acordo com esta presente invenção, isto corresponde ao estresse de Nível 3.
Exemplo 4
A pessoa mencionada no exemplo 3 recebeu um sistema pes- soalmente calibrado de acordo com a invenção para medir uma força com- pressiva aplicada para determinar o tono simpático, o dito sistema incluindo um dispositivo de medição e uma escala, que, neste exemplo, foi dividida em quatro zonas correspondendo a quatro níveis de estresse, o dito sistema exibindo a força compressiva aplicada e provido com um marcador para marcação de um ou mais pontos de medição. Com o uso do sistema suprido de acordo com a invenção, a pessoa pôde determinar seu tono simpático em qualquer momento conveniente. Como resultado, a pessoa pôde subseqüen- temente determinar o tono simpático por meio da observação de que a que zona uma força compressiva aplicada correspondia no valor limiar da sensi- bilidade à pressão em um ponto dependente de tono simpático. Uma zona corresponde a menos de 30% (Nível 3); outra zona corresponde a entre 30% e menos de 55% (Nível 2); uma terceira zona corresponde a entre 55% e menos de 80%; e uma quarta zona corresponde a mais do que ou igual a 80% da força compressiva aplicada no valor limiar da sensibilidade à pres- são em um ponto neutro de tono simpático. Exemplo 5
O tono simpático de uma pessoa foi determinado da seguinte maneira: Por meio de um manômetro em um valor limiar da sensibilidade à pressão no ponto neutro de tono simpático anteriormente no lado superior da clavícula, a força compressiva aplicada foi medida em 9,0 libras (4,08 kg). Depois, a força compressiva aplicada foi medida em 2,0 libras (0,90 kg) no mesmo valor limiar da sensibilidade à pressão no ponto dependente de tono simpático C.V. 17. No mesmo valor limiar da sensibilidade à pressão no pon- to dependente de tono simpático, a força compressiva aplicada era, portanto, 22% da força compressiva aplicada no ponto neutro de tono simpático. De acordo com a presente invenção, isto corresponde ao estresse de Nível 3. A pessoa preencheu então um questionário a cerca do nível de estresse da pessoa, o dito questionário mostrando que a pessoa exibia sintomas de es- tresse acumulado crônico.
O valor limiar da sensibilidade à pressão foi determinado em "+++" com o uso de um dedo.
Quatro semanas mais tarde - depois de uma intervenção ade- quada - as mesmas medições foram repetidas para a pessoa.
Por meio de um manômetro em um valor limiar da sensibilidade à pressão no ponto neutro de tono simpático anteriormente no lado superior da clavícula, a força compressiva aplicada foi medida em 10,0 libras (4,53 kg). Depois, a força compressiva aplicada foi medida em 9,5 libras (4,30 kg) no mesmo valor limiar da sensibilidade à pressão no ponto dependente de tono simpático C.V. 17. No mesmo valor limiar da sensibilidade à pressão no ponto dependente de tono simpático, a força compressiva aplicada era, por- tanto, 95% da força compressiva aplicada no ponto neutro de tono simpático. De acordo com a presente invenção, isto corresponde ao estresse de Nível 0. O valor limiar da sensibilidade à pressão foi determinado em "0" com o uso de um dedo.
Ao mesmo tempo, a pessoa advertiu que os sinais clínicos ante- riormente registrados de estresse tinham passado. Exemplo 6
Em um teste com 250 pessoas aleatoriamente selecionadas, foi examinada a correlação entre o estresse fisiológico e o estresse clínico. Foi solicitado que as 250 pessoas aleatoriamente selecionadas preenchessem um questionário para averiguar se elas tinham experimentado algumas situ- ações específicas dentro das últimas quatro semanas. Foram 35 questões no total que representaram diferentes sinais clínicos de estresse.
As pessoas foram então instruídas a se examinarem - in plenum - inicialmente identificando o lado superior da clavícula e, nesse lugar, regis- trarem que intensidade de uma pressão aplicada foi necessária para obter o valor limiar da sensibilidade à pressão. Com isto como um ponto de partida, as pessoas foram instruídas a localizarem o C.V. 17 e, com base no mesmo procedimento usado no lado superior da clavícula, determinarem a relativa força compressiva aplicada necessária para se obter o mesmo valor limiar da sensibilidade à pressão em uma escala de quatro pontos: 0, +, ++, +++.
Todos os questionários foram então coletados e analisados.
A correlação entre a força compressiva aplicada para obter o valor limiar no lado superior da clavícula em relação a C.V. 17 foi significati- va (p < 0,001), isto é, os sintomas de mais estresse experimentados pela pessoa dentro das últimas quatro semanas, a força menos compressiva foi aplicada no tórax no ponto C.V. 17 em relação ao lado superior da clavícula. Exemplo 7. (Uso prognóstico do método/sistema)
Uma pessoa completamente saudável, por exemplo, um músico ou um maestro, emprega o método e o sistema a cada manhã para assegu- rar uma medição baixa, o que prognosticamente confere uma utilização oti- mizada de seus recursos, quando a música for executada/conduzida poste- riormente no dia. Se em uma manhã a medição for alta, a medição permitirá a ini- ciação de atividades de redução de estresse, tal como exercí- cio/relaxamento. Quando a atividade tiver sido completada, a pessoa poderá medir se isto teve um efeito suficiente, isto é, se foi obtida uma baixa medi- ção. Se o objetivo desejado não tiver sido atendido, o procedimento poderá ser repetido.
Exemplo 8. (Estimulação diária com um efeito preventivo)
Como no exemplo 7, o sistema, neste exemplo, e, contudo, tam- bém usado para executar as seguintes ações: Por meio do sistema, tal pressão forte contínua é mantida em
um ponto dependente de tono simpático em que a pressão é sentida sem que a estimulação cause dor. Depois de 20-40 segundos, a pessoa registra que a sensibilidade subjacente diminuiu.
Por meio do sistema, isto pode ser registrado como um limiar de dor maior de 50%. O limiar de dor pode, portanto, aumentar de 40% a 60% do valor limiar no ponto neutro de tono simpático.
Fisiologicamente, isto vincula que a "fase de estresse" passou e a fase de restituição é ativada.
Esta ação pode contribuir para impedir o estresse negativo. Exemplo 9. (Estimulação ad hoc para alívio imediato do estresse)
Como o exemplo 7, neste exemplo, contudo, o usuário registra um valor elevado e imediatamente executa a ação, conforme descrito no exemplo 8. Em uma ação corretamente executada, o usuário será capaz de registrar um provável aperfeiçoamento de 50% no valor medido depois de 20-40 segundos.
Exemplo 10. (Medição para aprendizado)
Visto que o método e o sistema propiciam uma medição imedia- ta do nível de estresse, isto é, a atividade no sistema nervoso simpático, a pessoa pode estar ciente de seu "valor da manhã" e repetir as medições du- rante o dia, de modo a identificar as situações específicas que afetam o nível de estresse (por exemplo, uma conversa, uma ordem, uma mensagem tele- fônica, uma tarefa). À medida que a fase de estresse é ativada dentro de alguns se- gundos e passa novamente dentro de 20-40 segundos, o método e o siste- ma propiciam uma possibilidade completamente nova para aprender quão diferente as situações diárias afetam o nível de estresse - tanto na direção negativa quanto na direção positiva.
Examinado os efeitos a longo prazo, o método pode, portanto, dizer para a pessoa se, por exemplo, um feriado teve o efeito relaxante de- sejado.
Exemplo 11 (Uso da invenção para determinar o estado do sistema de ad- vertência biológico)
Introdução - Sistemas de advertência biológicos e sensibilidade do sistema de advertência
Os sistemas de advertência e de defesa foram uma parte essen- cial da estratégia de sobrevivência de organismos vivos por toda a evolução. Na primeira parte da evolução, a bactéria, como a Escherichia coli, desen- volveu um sistema sensor especial, com base nas moléculas sobre a super- fície da bactéria, que monitora a condição química do ambiente em relação aos fatores críticos para sua sobrevivência - e desenvolveu um sistema mo- dulador com o potencial de induzir a tolerância ao estresse. Além disso, o reflexo em espiral (um reflexo de retirada) no anfioxo, um predecessor aos vertebrados, representa o reflexo nervoso mais primitivo.
Nos animais, a capacidade de detectar um estímulo ambiental potencialmente danoso ao tecido é adicionalmente desenvolvida no que é chamado de sistema nociceptivo, que provê o organismo com informação necessária para uma ótima resposta às condições ambientais adversas - e pode ser acompanhado por uma resposta de reflexo, tal como retirada. O sistema nociceptivo se baseia em um receptor polimodal, uma célula nervo- sa não-diferenciada de natureza idêntica por toda a cadeia evolutiva, do pei- xe para vertebrados e seres humanos superiores. O receptor é estimulado pela pressão mecânica, pela temperatura e pela acidez. A sensibilidade do receptor pode sofrer diferentes tipos de modulação:
Um aspecto é a analgesia induzida por estresse, na qual a sen- sação de dor é suprimida. Isto ajuda o animal ferido/brigão a suprimir a sen- sação de dor geral a fim de otimizar a capacidade de luta/fuga. Um segundo aspecto é a hiperalgesia induzida por estresse, na qual a sensação de dor é aumentada. Isto é visto em animais como uma maior sensibilidade em teste de pressão na pata e em teste de toque na cauda, respectivamente. Obser- vações clínicas em pacientes cardíacos indicaram que um nível elevado de tono simpático estava associado com uma maior brandura em pontos de acupuntura específicos, enquanto que outros pontos na superfície do corpo não foram afetados. Similarmente, um nível mais baixo de tono simpático estava associado com um decréscimo na brandura destes pontos de acu- puntura.
Em um estudo piloto não publicado em 250 pessoas saudáveis e conduzido pelos presentes inventores, uma correlação significativa foi en- contrada entre o grau de autoapalpamento de brandura em pontos de acu- puntura específicos, quando comparados a pontos de não-acupuntura e grau de estresse auto-relatado. Esta observação não tinha sido anteriormente descrita como parte do sistema de advertência em animais e/ou seres hu- manos. A partir de um ponto de vista teleológico e evolutivo, ambos os as- pectos de modulação de estresse de nocicepção aperfeiçoam o potencial de sobrevivência com o uso de um mecanismo, o que pode ser demonstrado tão remotamente na evolução quanto o peixe.
Os presentes inventores realizaram, portanto, no caso de um ambiente aversivo, que a sensibilidade dos receptores polimodais dentro da inervação segmentai do coração é aumentada simultaneamente com o au- mento na atividade simpática. Esta sensibilidade do sistema de advertência (WSS) pode ser medida por meio do aparelho e do sistema descritos aqui. Cortisol de soro como uma medida para o estresse transitório
Diversos estudos indicam que o cortisol de soro ou saliva podem ser indicadores úteis do estresse transitório. Em pacientes apresentando parada cardiopulmonar em um departamento de emergência urbano, os ní- veis de cortisol de soro aumentaram significativamente durante as primeiras 6 horas depois do retorno da circulação espontânea e diminuíram significati- vãmente durante as 18 horas seguintes. Em pessoas que passam pelo transplante de revascularização de artéria coronária (CABG), o cortisol de soro foi considerado como sendo elevado depois da cirurgia. Medições do cortisol de soro em 24 horas foram consideradas como sendo úteis no en- tendimento da respostas à apoplexia, com níveis mais altos de cortisol de soro associados com uma maior severidade do déficit neurológico, lesões isquêmicas maiores em CT e prognóstico pior (p < 0,05).
Em pessoas desempregadas durante curto e longo prazo, um decréscimo no desempenho físico foi associado com um aumento no cortisol de soro e um maior distúrbio emocional, este avaliado a partir de um questi- onário. Nos soldados, foi encontrada uma correlação positiva entre o cortisol de soro e o estresse agudo. No peixe, um aumento no cortisol de soro foi encontrado durante a exposição ao estresse agudo. Entretanto, esta respos- ta estava ausente no peixe exposto a estresse persistente. Em mulheres com câncer de mama precoce, um programa de
controle de estresse cognitivo-comportamental reduziu o cortisol de soro, quando comparado a um grupo de controle não-tratado. Em um estudo piloto não-controlado em mulheres com câncer de mama primário e em um perío- do de observação de 6 meses, um programa de controle de estresse com- preensivo foi considerado como abaixando a pressão sangüínea média, di- minuindo o número de sinais clínicos de estresse persistente, o nível de es- tresse autoavaliado, e diminuindo em grau de brandura em localizações es- pecíficas na tórax. Contudo, não houve nenhuma mudança nem a hemoglo- bina glicada nem o cortisol de soro. roduto da pressão sangüínea sistólica-batimento cardíaco (PRP) como uma medida para estresse transitório
Em cardiologia, o Produto da Pressão Sangüínea Sistólica- Batimento Cardíaco (PRP) serve como um índice prático para absorção de oxigênio do miocárdio e, portanto, reflete o trabalho cardíaco. Ele é princi- palmente controlado por catecolaminas beta-adrenérgicas, sendo assim um marcador adequado para mudanças transitórias no tono simpático do cora- ção. Hemoglobina qlicada como uma medida para o estresse persistente
Vários estudos indicam que a hemoglobina glicada HbAIc pode ser usada como uma medição para o estresse persistente. Em estudantes de medicina, a HbAIc foi considerada como sendo elevada antes de um e- xame, quando comparados com outros estudantes. Além disso, 4 meses mais tarde a HbAIc foi significativamente diminuída no grupo de exame. Es- tes resultados são posteriormente confirmados em outros estudos. Entre australianos nativos, quando comparados com australianos ocidentais, uma HbAIc foi considerada como um possível sinal de estresse persistente de "ocidentalização" dentre as pessoas nativas. Em pacientes com infarto do miocárdio e nenhum diabetes, a HbAIc e o cortisol de soro no momento da admissão foram significativamente correlacionados à sobrevivência de 5,5 anos. A tensão de trabalho persistente foi considerada como sendo associa- da com níveis elevados de HbAIc tanto em trabalhadores japoneses como em trabalhadores dinamarqueses. Dentre as mulheres queimadas, um maior nível de HbAIc foi encontrado, quando comparadas a um grupo de controle. Em uma revista sobre medidas físicas para estresse, Kelly e Hertsman ener- gicamente recomendam a HbAIc como útil para medição de estresse persis- tente.
Pressão sangüínea como uma medida para o estresse persistente
O estresse persistente é um fator patogênico forte na Síndrome Metabólica. A síndrome metabólica, que afeta aproximadamente 40 milhões de americanos, está associada com a obesidade, a resistência à insulina, a hipertensão e a dislipidermia, todas sendo fatores de risco para doença car- diovascular e morte prematura. O aumento na pressão sangüínea com o aumento da idade foi considerado como sendo relatado ao estresse persis- tente.
A pressão sangüínea sistólica muda mais rapidamente do que a pressão sangüínea diastólica durante o estresse transitório. Em um estudo piloto não-controlado em mulheres com câncer de mama primário e em um período de observação de 6 meses, um programa de controle de estresse compressivo foi considerado como abaixando a pressão sangüínea, diminu- indo o número de sinais clínicos de estresse persistente, o nível de estresse autoavaliado, bem como a Sensibilidade do Sistema de Advertência. Contu- do, não houve nenhuma mudança significativa nem na hemoglobina glicada nem no cortisol de soro.
Resposta ao estresse prejudicada com estresse persistente
Uma resposta ao estresse de cortisol prejudicada foi observada no peixe exposto à poluição ambiental. Nos ratos, a privação materna! foi considerada como produzindo anormalidades persistentes em funções com- portamentais e neuroendócrinas do hipocampo, uma região importante do cérebro em relação à resposta ao estresse. O estresse maternal em seres humanos, medido como redução de peso no nascimento e na infância, foi considerado como influenciando a resposta ao estresse mais tarde na vida, e com uma diferença de sexo marcada. Dois estudos demonstraram uma resposta cardiovascular imprecisa ao estresse agudo em pessoas de outro modo saudáveis expostas a estresse persistente.
Em um estudo piloto não-publicado sobre cantores de ópera, os presentes inventores observaram que, quando o estresse persistente for baixo, medido como níveis de HbAIc baixa ou normal, será encontrada uma correlação entre a mudança na WSS e PRP de antes para depois da atua- ção, e esta correlação poderia não ser encontrada, quando o grau de estres- se persistente fosse alto (medido como um nível alto de HbA1c).
Os presentes inventores descobriram que o estresse persistente é associado com uma elasticidade reduzida durante o estresse relacionado a um desempenho ou a um teste de estresse mental (vide figuras 28-30). Escolha do tratamento para reduzir a Sensibilidade do Sistema de Advertên- cia (WSS)ZSensibiIidade de reação/reflexo de defesa (DRS)
A partir de uma perspectiva clínica, a habilidade de medir WSS/DRS como uma medida de estresse será apenas interessante, se pu- der ser positivamente influenciada por um esforço consciente. Um estudo piloto clínico não publicado em 183 pacientes consecutivos em uma clínica de acupuntura dinamarquesa e japonesa, indicou que, depois de 3 minutos de acupuntura, 94% dos pacientes experimentaram um decréscimo na WSS com um decréscimo de 35% como o efeito mediano. Não foi possível identi- ficar as intervenções de outros tipos com uma resposta familiar e taxa de efeito. Consequentemente, visto que o objetivo do presente exemplo é o de verificar que uma Sensibilidade do Sistema de Advertência medida pelo mé- todo e pelo aparelho da presente invenção pode ser diminuída, os resultados do estudo piloto sugeriram o uso de tratamento com acupuntura como uma primeira escolha. Em outros estudos publicados anteriormente, a acupuntura foi considerada como aumentando o Produto da Pressão Sangüínea Sistóli- ca-Batimento Cardíaco (PRP) em pacientes cardíacos e modulando o PRP em pessoas saudáveis.
Desenho do estudo investigatório 1
O objetivo principal do estudo 1 é o de verificar a descoberta da invenção de que, quando o nível de estresse transitório for igual, as pessoas com altos níveis de soro de hemoglobina glicada (HbAIc) exibirão uma mai- or Sensibilidade ao Sistema de Advertência (WSS), medida pelo método da invenção como um maior grau de brandura em pontos específicos da pele, quando comparadas a pessoas com HbAIc baixa.
O segundo objetivo do estudo é o de explorar as seguintes hipó- teses:
a. Pessoas com uma alta Pressão Sangüínea Média (MBP) a-
presentam uma alta WSS, quando comparadas com pessoas com uma bai- xa MBP.
b. Pessoas com um PRP elevado apresentam uma alta WSS, quando comparadas com pessoas com PRP baixo. O experimento será um estudo aberto, prospectivo e observa-
cional.
O recrutamento é feito por parte de companhias privadas e por meio de convite na mídia. 300 pessoas no total serão incluídas: pessoas com um alvo nível esperado de estresse, bem como pessoas com um baixo nível esperado de estresse. Homens e Mulheres com idade de 18-75 anos são incluídos.
Critério de Exclusão: Diabetes Mellitus (dependente de insulina e não dependente de insulina), doença psiquiátrica, mulheres grávidas e mu- lheres que estejam amamentando, medição esteróide sistêmica dentro dos últimos 6 meses, medição anterior de WSS.
A seleção de pessoas se baseia no fato de que os grupos incluí- dos refletem a população adulta saudável geral.
O seguinte procedimento será usado:
• Informação verbal e escrita provida para a pessoa antes da visita através de uma chamada telefônica e carta/email.
• Assinatura de consentimento informado
• Informação de linha de base
O questionário é preenchido antes que as medições de linha de base sejam conduzidas a fim de excluir falhas de seleção. Todos os dados são coletados na forma impressa. Todos os dados serão transferidos para um banco de dados SPSS antes da análise. Um registro de seleção e inscri- ção será usado.
O estudo será conduzido no local da companhia ou no centro de acupuntura do inventor.
As variáveis de efeito individuais são medidas, como segue:
Questionários
• Dados demográficos: idade, sexo, MBI1 cintura, doença con- comitante, medição concomitante, percepção própria do nível de estresse
Medidas fisiológicas
• Hemoglobina glicada (HbAc) será medida a partir do sangue capilar, isto é, uma amostra de sangue a partir da ponta do dedo da pessoa. Ela é usada como uma medida para estresse persistente.
• Pressão sangüínea e pulsação serão registradas por monitores automáticos.
• Pressão sangüínea média (MBP) é calculada como o mediano de 3 medições automáticas dentro de um minuto - e é usada para refletir o nível geral do tono simpático de longo prazo do sistema cardiovascular, visto que é usada como uma medida para estresse persistente (vide introdução).
• Sensibilidade do Sistema de Advertência (WSS) medida como um grau de brandura é medida nos pontos de acupuntura específicos no tórax (Nussbaum & Downes 1998). Ela é medida por StressZensor© e usada como uma possível medida para tono simpático, de acordo com a patente (Ballegaard 2004). A WSS é medida no dedo indicador esquerdo (no local dorsal da falange média) e no ponto de acupuntura CV 17 (vide introdução). A presença de "reflexo de retirada" em associação com a medição será re- gistrada.
Variáveis de efeito primário
WSS em relação a HbA1c.
Variáveis de efeito secundário
• WSS em relação a MBP.
• WSS em relação ao PRP.
É solicitado que as pessoas não consumam nenhum alimento, chá, café, fumo, álcool dentro das 2 últimas horas antes do exame.
Todas as pessoas com um nível > 40 de WSS serão convidadas a participarem no experimento escolhido a esmo descrito abaixo ("estudo investigativo 2"), no qual a acupuntura de curto prazo é comparada ao pla- cebo restante com relação à diminuição de WSS.
A pessoa pode se retirar a qualquer momento.
Não-influência
As pessoas não são influenciadas pela hipótese do estudo: o ní- vel de WSS sendo determinado pelo nível de hemoglobina glicada - e esta informação sendo desconhecida delas. Com relação à não-influência do pes- quisador, o pesquisador que conduz a medição de WSS não pode ser influen- ciado. Consequentemente, dois grupos de pesquisadores trabalham juntos, cada qual não sendo influenciado com relação ao resultado do outro grupo. Um grupo mede a WSS e o outro mede a HbA1c, a pressão sangüínea e a pulsação. O uso de maquinaria automática para medição da pressão sangüí- nea, pulsação, e HbAIc ajuda a não influenciar o pesquisador, que conduz estas medições. Além disso, é solicitado que a pessoa não trave qualquer comunicação verbal com os observadores, exceto quando, durante a medição SO1 disser para parar, quando o limiar de pressão-cor tiver sido alcançado. Cálculo do Tamanho da Amostra
A partir dos estudos anteriores (Câncer de Mama & Ópera), é esperado que a WSS média aumente 10 unidades para cada aumento de 1 na HbA1c. Também foi observado que os homens apresentam valores con- sideravelmente mais baixos de WSS. Com base na experiência destes estu- dos, é assumido que os diferentes níveis para homens/mulheres podem ex- plicar 43% da variação total, e que a combinação de sexo de HbAIc pode explicar 45% da variação total. Testando a hipótese de nenhuma influência de HbAIc usando um teste F com a = 0,05 (Tipo 1), as seguintes potências podem ser alcançadas:
N = 200 250 300 350 400 β= 77% 85% 91% 95% 97% (Tipo II)
Desse modo, o tamanho de amostra planejado de 300 resulta em uma potência aceitável de 91%;
Métodos Estatísticos
A análise principal será feita com o uso de regressão linear de WSS em HbAIc com controle quanto ao sexo e á idade. A hipótese principal será testada usando um teste F tipo Ill para a inclusão de HbAIc no modelo. Subseqüentemente, uma análise explorativa será feita incluindo
qualquer regressão linear de WSS ou RPT e MBP no modelo acima mencio- nado.
Desenho de estudo investiqacional 2
Este estudo descrito, a seguir, tem por objetivo verificar as se- guintes hipóteses:
Objetivo principal: Quando comparada a uma pílula de placebo e repouso, a acupuntura diminui a Sensibilidade do Sistema de Advertência
Objetivos secundários se destinam a verificar as descobertas dos estudos pilotos acima mencionados de que: a. Pessoas com um alto nível de HbAIc apresentarão uma me-
nor elasticidade de seu sistema nervoso, medido como uma resposta impre- cisa com relação ao Produto da Pressão Sangüínea Sistólica-Batimento Cardíaco (PRP), NBP1 cortisol de saliva e Sensibilidade do Sistema de Ad- vertência, quando expostas a um tratamento de acupuntura padronizado.
b. Pessoas com um baixo nível de estresse persistente, medido como um baixo nível de HbAIc de soro, apresentarão um sistema nervoso elástico, medido como uma resposta significativa e concomitante com rela- ção ao PRP e WSS, quando expostas a um tratamento de acupuntura pa- dronizado.
Um estudo de comparação prospectivo, simplesmente não influ- enciado e entre grupos, incluindo três ramos de tratamento, será executado. O estudo envolve 100 pessoas consecutivas, que satisfazem os critérios de inclusão, escolhidas a esmo para um dos três tratamentos: acupuntura, pla- cebo e repouso.
Critérios de inclusão: Homens e mulheres de 18-75 anos de ida- de, com uma WSS > 40.
Critérios de Exclusão: Diabetes Mellitus (dependente de insulina e não-dependente de insulina), doença psiquiátrica, mulheres grávidas, e mulheres que estão amamentando, medição esteróide sistêmica dentro dos 6 últimos meses, medição anterior de WSS, tratamento com acupuntura den- tro dos 6 últimos meses.
A seleção de pessoas para o estudo se baseia no seguinte:
1) As hipóteses do estudo foram geradas através de um estudo piloto com base em pacientes adultos consecutivos em uma clínica de acu- puntura.
2) Pessoas incluídas representam a população geral, apresen- tam uma elevada Sensibilidade do Sistema de Advertência, não foram ante- riormente medidas com o uso do aparelho e do método da invenção e não são usuárias regulares de acupuntura.
No experimento clínico escolhido a esmo, será usado o seguinte procedimento:
1) Informação verbal e escrita provida ao paciente antes da visita através de uma chamada telefônica e uma carta/email.
2) Assinatura de consentimento informado. 3) Informação de linha de base.
4) Escolha aleatória para cada dos três possíveis tratamentos (acupuntura, pílula de placebo ou repouso).
5) Período de duração de 3 minutos com o paciente na posição
supina
6) Medições de pré-tratamento: cortisoi de saliva, pulsação, pressão sangüínea, Sensibilidade do Sistema de Advertência medidas pelo método da presente invenção.
7) 3 minutos de tratamento com o paciente em posição inaltera- da: ou com tratamento com acupuntura, placebo ou repouso.
8) Medições de pós-tratamento: cortisoi de saliva, pulsação, pressão sangüínea, Sensibilidade do Sistema de Advertência medidas pelo método da invenção.
O placebo se apresenta na forma de um tablete de vitamina, que se dissolve depois da administração sublingual. Para o tratamento de acu- puntura, os pontos Zuzanli (ST 36) são usados bilateralmente. As agulhas (agulhas de aço inoxidável descartáveis, Serin©) são inseridas perpendicula- res à pele no músculo subjacente, a uma profundidade de aproximadamente mm sem qualquer estímulo mecânico ou elétrico e deixada no lugar por 3 minutos. O repouso, no estudo, é definido como estando na posição supina sem qualquer ação adicional, seja pelo experimentador, seja pela pessoa.
Para o experimento aleatório, todas as medições e tratamentos serão conduzidos no centro de acupuntura do inventor.
As variáveis de efeito individual são medidas como segue:
Questionários
• Dados demográficos: idade, sexo, BMI, cintura, doença con- comitante, medicação concomitante, percepção própria de nível de estresse, expectativas referentes ao efeito dos três tratamentos alocados.
• Saúde geral.
• Presença de sinal clínico de estresse persistente.
• Presença de estresse ocupacional (Instituto Nacional de Saúde Ocupacional) para AMH. Referências internacionais para validade do questi- onário
Medidas fisiológicas
• Hemoglobina glicada (HbAIc) será medida a partir do sangue capilar; isto é, uma amostra de sangue tirada da ponta do dedo da pessoa.
Ela é usada como uma medida para estresse persistente.
• Pressão sangüínea e pulsação serão registradas por monitores automáticos.
• Pressão sangüínea média (MBP) é calculada como 2/3 χ pres- são sangüínea diastólica + 1/3 χ pressão sangüínea sistólica. É usado o me-
diano de 3 medições automáticas dentro de um minuto. A MHP é usada para refletir o nível geral de tono simpático de longo prazo do sistema cardiovas- cular e usado como uma medida para estresse persistente (vide introdução).
• Cortisol de saliva será coletado por uma amostra de salina no local, enquanto a análise da saliva será conduzida em um laboratório espe-
ciai. É usado como uma medida para estresse transitório.
• Produto da Pressão Sangüínea Sistólica-Batimento Cardíaco (PRP) é calculado como um indicador de trabalho cardíaco e consumo de oxi- gênio de miocárdio, refletindo assim o tono simpático transitório do coração.
• Sensibilidade do Sistema de Advertência (WSS) medida como
grau brandura é medida nos pontos de acupuntura específicos no tórax des- crito aqui. Ela é medida pelo método da invenção e usada como uma medida para o tono simpático. A WSS é medida primeiro no dedo indicador esquer- do (no local dorsal da falange média) e subseqüentemente no ponto de acu- puntura CV 17.
Variáreis de efeito primário
Nas diferenças entre grupos de WSS em relação aos três ramos de tratamento: acupuntura, repouso e pílula de placebo.
Variáveis de efeito secundário
• Nas diferenças entre grupos em relação a três ramos de trata-
mento concernindo PRP, MBP e cortisol de saliva.
• Correlação entre mudanças em WSS e mudanças em PRP, MBP1 cortisol de saliva com relação ao nível de pré-tratamento de hemoglo- bina glicada (HbA1c).
Expectativas referentes ao efeito dos três tratamentos alocados serão obtidas na linha de base.
Visto que uma verdadeira não-influência em experimentos de acu- puntura não é possível, devido à natureza do tratamento, ser usado um dese- nho especial, combinando variáveis de efeito psicológico, fisiológico e clínico.
As expectativas dos pacientes referentes a cada um dos trata- mentos são medidas antes do início do tratamento. O uso de um placebo, o nível desconhecido de HbAIc de soro, bem como o uso de variáveis fisioló- gicas objetivas servem para não influenciarem o paciente. O pesquisador envolvido no tratamento pode ser influenciado por razões óbvias. Entretanto, a influência das expectativas do pesquisador envolvido no tratamento é eli- minada pela hipótese do estudo: o efeito do tratamento sendo determinado pelo estado fisiológico de pré-tratamento da pessoa - e esta informação es- tando indisponível para ele. O pesquisador que faz a observação irá condu- zir todas as medições e não será influenciado quanto à escolha do tratamen- to, como a acupuntura, o tratamento com placebo, e o repouso que apresen- tam a mesma aparência a partir da localização dos observadores, isto é, as pernas dos pacientes (nas quais está localizado o ponto de acupuntura ST 36) serão cobertas por um pedaço de pano durante todos os tratamentos. O pesquisador que faz a observação estará fora da sala de tratamento no mo- mento da escolha aleatória e quando da condução do tratamento alocado. Além disso, com o uso da maquinaria automática, a expectativa do observa- dor poderá ser eliminada. A pessoa é aconselhada a não ter comunicação verbal com o observador ou o acupunturista, exceto quando, durante a me- dição WSS, para dizer para parar, quando o limiar de dor de pressão tiver sido alcançado. Entre o pesquisador que faz a observação e o acupunturista, a comunicação se refere à sincronização do procedimento, apenas. Informação de pacientes
Os pacientes que recebem o placebo são informados de que eles recebem um tablete, que acredita-se ter o mesmo efeito que a acupun- tura. Contudo, um efeito exato da pílula não pode ser descrito, visto que isto induziria um efeito de expectativa no paciente. Os pacientes são informados de que o objetivo do estudo é o de registrar as mudanças fisiológicas, que podem ocorrer durante os dois tipos de tratamento, e comparam estas mu- danças às mudanças, que podem acontecer durante o repouso.
Os pacientes são aconselhados a não ingerirem alimento, chá, café, e álcool e a não fumarem dentro das 2 últimas horas antes do exame. Procedimento de escolha aleatória
O procedimento de escolha aleatória se baseia em um programa de computador. A escolha aleatória será conhecida do pesquisador o trata- mento e do paciente apenas. A escolha aleatória é desconhecida do estatís- tico até que o banco de dados seja liberado para análise estatística.
As pessoas poderão se retirar à vontade a qualquer momento. Eventos adversos durante o experimento serão registrados. Não é esperado nenhum risco significativo.
O estudo será submetido a "Datatilsynet" na Dinamarca em tem- po amble antes do início do estudo, e não será iniciado até que aprovado pelo "Datatilsynet".
A análise principal será baseada em todas as pessoas escolhi- das aleatoriamente de acordo com o princípio de intenção de tratar (ITT). Considerações Estatísticas
Cálculo do Tamanho da Amostra
Com base nas observações anteriores, espera-se que a WSS diminua 35% depois de 3 minutos de acupuntura, e que o desvio padrão (SD) da relativa mudança de WSS seja de 25%. Os testes da hipótese de nenhuma diferença entre a acupuntura e o tratamento de placebo usando um teste t com a = 0,05 (Tipo I) irão resultar nas seguintes potências (erro do Tipo II), quando o tamanho total da amostra for de 100 pessoas (3 em cada ramo de tratamento):
Mudança relativa de WSS 20% 18% 16% 14% 12% No grupo de placebo
β= 67% 78% 86% 92% 96%
(Tipo II) Desse modo, o tamanho de amostra planejado de 100 resultará em uma potência aceitável de cerca de 90%, se a WSS for diminuída em 15% no grupo de tratamento com placebo. Métodos Estatísticos
A análise principal será baseada na relativa mudança de WSS
calculada como:
WSSdepois do tratamento " WSSantes do tratamento^WSSantes do tratamento
O teste da hipótese de nenhuma diferença entre a acupuntura e o tratamento com placebo será feito usando o teste t com a=0,05. O estudo será aprovado pelo Comitê Ético local.
As descobertas acima descritas nos experimentos pilotos permi- tem novos aspectos da invenção:
Antes de mais nada, é provido um método para determinar o estado da sensibilidade do sistema de advertência (WSS) em uma pessoa, compreendendo a determinação de um estímulo aplicado em um valor limiar no(s) ponto(s) ou dentro do corpo onde a nocicepção é dependente do tono simpático e a correlação do limiar da estimulação com um valor WSS. Con- sequentemente, as determinações aqui descritas de estresse e tono simpáti- co podem ser suplementadas com medições de WSS, supondo que o con- junto exato de circunstância esteja presente. Por exemplo, as medições de WSS serão otimizadas quando a pessoa estiver em um ambiente substanci- almente livre de fatores indutores de estresse agudo ou onde for determina- do que não a possível presença de fatores indutores de estresse agudo. Do mesmo modo, o ambiente (ou o nível de atividade da pessoa) deve estar preferivelmente livre de fatores que si mesmos induziriam um aumento no tono simpático (por exemplo, a pessoa não deve estar preferivelmente em um estado imediatamente após exercício extremamente pesado porque isto irá aumentar o tono simpático). Em tal situação, a leitura de WSS do método da invenção irá indicar àquele versado na técnica se a pessoa apresenta uma maior nocicepção e, consequentemente, uma maior WSS - isto poden- do, por sua vez, indicar a necessidade de algum tipo de intervenção clínica.
Em geral, todos os ensinamentos que aqui se referem a detalhes técnicos envolvidos nas medições de tono simpático e estresse (escolha de tipos de estimulação, etc.) se aplicam, com a devida alteração de pormeno- res, ao método para determinação de WSS.
Conforme mencionado acima, as descobertas referentes a WSS também permitem uma intervenção, de modo que as descobertas também permitam um método para modular o estado de sensibilidade do sistema de advertência, o método compreendendo a) a determinação de tono simpático e/ou o nível de estresse e/ou WSS em um paciente descrito aqui, e, se a determinação indicar um tono simpático e/ou nível de estresse elevado, submeter um ponto dependente de tono simpático a um estímulo apresen- tando uma menor intensidade do que o valor limiar de estimulação para um período de tempo. Esta sujeição de uma menor intensidade é preferivelmen- te executada por meio de acupressão ou terapia de acupuntura. Exemplo 12 - Limiar de pressão-dor medido por algometria Sistemas de advertência e defesa foram uma parte essencial da
estratégia de sobrevivência de organismos vistos por toda a evolução. Na pele, sensores especiais foram desenvolvidos a fim de detectarem estímulos ambientais potencialmente danosos ao tecido, provendo o organismo com a informação necessária para uma ótima resposta às condições ambientais adversas - e pode ser acompanhado por uma resposta de reflexo, tal como medo ou retirada.
Este sistema nociceptivo se baseia em um receptor polimodal, uma célula nervosa não diferenciada de natureza idêntica por toda a cadeia evolutiva, do peixe a vertebrados e seres humanos superiores. O receptor é estimulado por pressão mecânica (nociva, bem como não nociva), tempera- tura e acidez: Duas classes distintas foram identificadas: receptor delta-A com um baixo limiar de dor e receptor C com um alto limiar, ambos suscetí- veis à modulação (1), apesar do subgrupo de canal Cation TRPV 4 (TRPV = Transient Receptor Potential Vanilloid). Uma variedade de substâncias exó- genas e endógenas, incluindo uma entrada simpática, bem como parassim- pática, Khasar SG 2003, pode causar modulação, criando assim uma diver- sidade de portas. O estresse psicológico é conhecido como suprimindo a sensa- ção de dor destes sensores (analgesia induzida por estresse), provendo um potencial de sobrevivência com a supressão geral de sensação de dor em luta e fuga ou meramente como um gesto de salivação natural na derrota final. Com um aumento de sensação de dor (hiperalgesia induzida por es- tresse) foi observado o oposto, principalmente no local em relação ao trauma ou ferimento ou como uma resposta aperfeiçoada de toque na cauda ou pressão na pata no animal durante o estresse de restrição, cada qual pro- vendo potencial de sobrevivência com a intensificação da sensibiliade do sistema de advertência. Similarmente, a entrada visionária que causa o es- tresse psicológico foi considerada como intensificando a audição, e a entra- da olfativa como aumentando o reflexo de medo.
A existência de pontos sobre a pele com maior sensibilidade, e de órgãos/regiões doentes especificamente afins tem sido a base da tradi- ção de acupuntura oriental por séculos, e observações clínicas em pacientes com cardiopatia isquêmica indicaram que uma maior brandura em pontos de acupuntura específicos no osso do tórax pode ser associada com um au- mento no tono simpático e no estresse, enquanto outros pontos na superfície do corpo não foram afetados. O elo entre o estresse e a cardiopatia isquêmi- ca é forte. Além disso, um complexo de tratamento variado, no qual pacien- tes usaram o grau de brandura como um marcador de retorno biológico para o estresse, conferiu aos pacientes uma taxa de sobrevivência superior àque- la da população geral.
Neste ambiente, formulou-se a hipótese de que o estresse psico- lógico aumenta a sensibilidade do ponto de acupuntura do osso do tórax CV 17, localizado nivelado com o mamilo e o espaço intercostal adiante.
Primeiro foi medido o limiar de dor (PT), usando algometria em 48 membros do Coro da Ópera Real antes e depois de uma performance de ópera. Com medições com intervalo de 5 segundos, foi encontrada uma cor- relação significativa entre a primeira e a segunda medições, (r = 0,92; ρ < 0,0001). O PT foi significativamente menor depois da performance, quando comparado à performance anterior (média de 33,6 versus 38,9) (p < 0,05). Em segundo lugar, para aumentar as flutuações nos níveis de estresse psicológicos registrados, preferivelmente durante uma performance de noite de estreia, foram feitas medições em cantores solos: 1) antes do início da performance; 2) logo após o auge de sua performance, e 3) no final da noite. Para variáveis de efeito, foram incluídos o Produto da Pressão Sangüínea Sistólica-Batimento Cardíaco (PRP), o batimento cardíaco (HR), a Pressão Sangüínea Média (MBP) e o cortisol de saliva. A Figura 24 mostra que mudanças foram significativas para todas as variáveis de efeito. Mudan- ças no PT se correlacionaram significativamente a mudanças no PRP (r = 0,54, ρ < 0,0001) (vide Figura 25a), HR (r = 0,55, ρ < 0,0001), MBP (r = 0,42, ρ < 0,005), e cortisol salivar (r = 0,28, ρ < 0,05).
Com relação à correlação entre mudanças no PRP e no PT, du- as medições se desviaram do padrão geral, conforme indicado por setas na Figura 25: um aumento no PRP sendo associado com um decréscimo no PT. Uma exploração de possíveis explanações revelaram que, comparados ao restante dos cantores, estes dois cantores tiveram um alto nível de ativi- dade física nos últimos minutos antes da segunda medição (correndo pelo palco e subindo uma escada).
Subseqüentemente, 26 trainees de ópera passaram por um teste de exercício em bicicleta, simulando os padrões de exercício dos cantores de ópera no palco. A Figura 25B mostra a correlação negativa entre as mu- danças no PRP e no PT durante o exercício em bicicleta (r = -0,70; ρ < 0,0001). Além disso, os trainees foram medidos em relação a uma audição de canto, com a descoberta de que mudanças no PRP e no PT forem corre- !acionadas significativamente (r = 0,32; ρ < 0,01).
Estes estudos sugerem que, quando pessoas saudáveis forem expostas a uma situação de estresse psicológico, isto será associado com uma maior sensibiliade do ponto de acupuntura de osso de tórax CV 17, e, quando a situação for resolvida, a sensibilidade será revertida. As observa- ções iniciais nos cantores de coro de ópera foram confirmadas sob melhores condições experimentais, primeiro nos cantores solos de ópera e posterior- mente nos trainees de ópera. Mudanças na sensibilidade foram correlacio- nadas a variáveis de estresse psicológico e bioquímico. Além disso, a inclu- são de um estudo de exercício físico revelou que, embora as mudanças fi- siológicas do sistema cardiovascular durante uma performance de ópera sejam similares àquelas do exercício físico, elas se referem a diferentes fe- nômenos: estresse psicológico e exercício físico, com a performance de ópe- ra contendo uma combinação dos dois.
O exercício é conhecido como reduzindo a sensibilidade à dor e reduzindo o estresse psicológico. Neste ambiente, é concluído que mudan- ças na sensibilidade à dor do ponto de acupuntura de osso da tórax refletem diferentes níveis de estresse psicológico.
Um aspecto de medição de estresse psicológico é a capacidade de registrar mudanças transitórias no estresse. Um segundo aspecto é a capacidade de medir níveis de linha de base. Consequentemente, valores de repouso de limiar de dor de ponto de acupuntura CV17 e do dedo indicador foram registrados juntamente com HR, PRP e MPT em 181 pacientes con- secutivos em uma clínica de acupuntura médica de paciente de ambulatório. O PT de repouso no CV 17 foi significativamente correlacionado ao PRP de linha de base (r = 0,23; ρ < 0,01) e HR (r = 0,25; ρ < 0,01). Uma correlação significativa a MBP estava presente entre 63 mulheres com PT elevado, isto é PT > 45 (r = 0,30; ρ > 0,05). As mulheres apresentaram um PT significati- vamente mais alto (média de 46), quando comparadas aos homens (média de 32) (p < 0,0001). O PT mediano no dedo indicador era 0, comparado a 39 no ponto de acupuntura CV 17 (P < 0,0001), e, consequentemente, a medi- ção do PT no dedo indicador não exibiu uma sensibiliade útil. HR, PRP e MBP foram todos considerados como sendo variá-
veis úteis nas condições relacionadas ao estresse e indicadores prognósti- cos em doença cardiovascular. Além disso, em homens aparentemente sau- dáveis, o batimento cardíaco em repouso foi considerado como estando as- sociado a uma resposta microinflamatória. O denominador comum foi suge- rido como sendo ativação simpática. Desse modo, a descoberta de uma cor- relação significativa entre a sensibilidade do osso do tórax e as variáveis cardiovasculares sustenta a hipótese do estudo. A Figura 26 mostra a conexão entre o PT e a freqüência do re- flexo de retirada em resposta a um estímulo nocivo NWR entre pacientes divididos em três grupos, com um aumento de 100% na sensibilidade à dor que separa cada grupo. Entre os pacientes com baixa sensibilidade (PT < 30), um reflexo de retirada foi observado em 17% dos pacientes, compara- dos a 56% no grupo do meio, e 93% entre pacientes com a mais alta sensi- bilidade (PT > 60) (p para diferença de grupo < 0,0001; coeficiente de corre- lação entre PT e presença de NWR; r = 1,0).
O reflexo de retirada tem sido um meio de sobrevivência por to- da a evolução - como uma resposta defensiva a um estímulo de danos po- tenciais - e representa a resposta mais simples centralmente organizada aos estímulos doloridos. Esta reação ajuda o animal a se manter longe do estí- mulo nocivo. É provável que todos os sistemas reguladores nervosos te- nham sido construídos com a fundação deste reflexo de retirada primitivo. Uma variedade de NWR existe em ambos os animais e seres humanos, com cada NWR sendo considerado como um módulo funcional polisináptico, de- pendendo de uma área específica de estimulação. Nos cavalos, foi observa- da uma relação dependente de dose entre a dose de estímulo e a magnitude de NWR, e a concordância do observador foi alta. A diferenciação dos refle- xos de retirada aperfeiçoa o potencial de sobrevivência: Os estímulos injuri- osos aumentam a função protetora dos reflexos aumentando (sensibilizando) os reflexos que protegem o local ferido e inibindo aqueles reflexos que pode- riam exacerbar o insulto.
Consequentemente, a hipótese do estudo, isto é, a de que o sis- tema de advertência pode aumentar a sensibilidade das áreas vitais a fim de intensificar a sobrevivência, é sustentada pelas presentes descobertas. O potencial de sobrevivência é aperfeiçoado através da otimização da resposta motora eferente não cognitiva mais simples: o reflexo de retirada. Em um nível de resposta mais sofisticado, o potencial de sobrevivência pode ser aperfeiçoado para a pessoa, que, através de automedições repetitivas e pro- cessamento cognitivo da informação alcançada, tem êxito em impedir pa- drões comportamentais subótimos associados com níveis elevados e pro- Iongados de hormônios do estresse.
A Figura 27 mostra os resultados dos testes de confiabilidade: 27a) medição conduzida por HCP em 82 pessoas saudáveis, que são medi- das quanto ao primeiro momento (r = 0,94, ρ < 0,0001), 27b) medição con- duzida por um HCP em 181 pacientes consecutivos em uma clínica médica de paciente de ambulatório (r = 0,97; ρ < 0,0001), e 27c) medição conduzida por 33 Não-HCP's como auto medição, conduzida duas vezes ao dia durante um período de duas semanas (r = 0,95; ρ < 0,0001).
O nível observado de confiabilidade de medição PT é corres- pondente ao nível de métodos diagnósticos não-invasivos e não-químicos contemporâneos: medição audiométrica repetida (r = 0,70), temperatura da axila versus retal (r = 0,73) e temperatura retal versus núcleo (r = 0,94).
A dor é um processo ativo gerado parcialmente na periferia e parcialmente dentro do sistema nervoso central por múltiplas mudanças que juntas determinam o ganho do sistema, com o objetivo total de criar um óti- mo potencial de sobrevivência (Woolf CJ & Salter MW 2000). De acordo com isto, a sensação de dor é influenciada por processamento cognitivo e emo- cional no cérebro, pela atenção, bem como por fatores sociais.
A dor fisiológica é iniciada por fibras receptoras sensórias espe- ciais que inervam os tecidos periféricos: o receptor polimodal. A entrada sensória ativa os neurônios na medula espinal, que se projetam do córtex do cérebro através de estações de abastamento no tâlamo. Uma entrada nociva também ativa um reflexo de retirada, bem como respostas emocionais, autô- nomas e neurohumorais. Modulações da sensibilidade são mudanças reversíveis na exci-
tabilidade dos neurônios principais e centrais mediados por alterações nos receptores/canais de íon por cascatas de transdução de sinal intracelular. Um aumento na sensibilidade à dor pode levar a uma situação na qual estí- mulos que regularmente jamais produziriam dor, o fazem (alodínia) ou estí- mulos nocivos produzem mais dor que o usual (hiperalgesia). Tal sensibili- zação pode acontecer perifericamente como, por exemplo, em inflamação, ou centralmente como em estimulação de C-fibra repetida. A depressão de mecanismo inibitórios espinais pode contribuir para a sensibilização central- mente medida. A ativação pelo ácido gama-aminobutírico neurotransmissor (GABA) de fibras aferentes de delta A responde por esta depressão. A ativa- ção seletiva de neurônios RAIC sustentando receptor de GABA(B) produz a hiperalgesia através de projeções para a amídala, uma área envolvida por medo e, portanto, estresse psicológico.
Os canais de potencial receptor transitório (TRP) representam uma família de canais de Cation, que são expressos em quase todos os ti- pos de células tanto nos invertebrados como nos vertebrados. Eles são ex- pressos em quase todo o tecido e tipo de célula. Na célula receptora polimo- dal, uma subfamília dos canais TRP1 a família TRPV 1-6, está envolvida na percepção de temperatura, dor e acidez. O subgrupo TRPV 4 é especial- mente relacionado à pressão com a sensação sendo transmitida através de fibras A, bem como C, e com diversidade moduladora pronunciada, refletin- do entrada simpática, bem como parassimpática.
Neste ambiente, pode ser concluído que uma base funcional, estrutural e molecular para a modulação observada está presente, com um receptor polimodal delta A sendo o mediador, e o canal Cation TRVP 4 sen- do o local molecular da modulação. A presente série de estudos neste exemplo mostra que a medi-
ção PT no ponto de acupuntura de osso de tórax CV 17 representa um novo método para medir as mudanças transitórias, bem como estresse psicológi- co de linha de base. Atualmente, não existe nenhum consenso internacional referente a medição do estresse em geral. Visto que o método é confiável e fácil de ser usado tanto por profissionais como por não-profissionais, as pre- sentes descobertas sugerem uma ampla faixa de aplicações práticas.
O estresse psicológico é um fato patogenético forte na síndrome metabólica, que afeta aproximadamente 40 milhões de americanos, e é um fator de risco para doença cardiovascular e morte prematura. Independente desta aplicação óbvia no controle de risco e prognóstico de doença cardio- vascular, as pessoas saudáveis da população podem se beneficiar do méto- do, em termos de registro da implicação psicológica de seu ambiente de tra- balho, bem como de sua vida comum e estilo de vida, provendo o potencial para reflexões cognitivas apropriadas e ações. Na criação de animais, a pesquisa futura pode focalizar no potencial do método para ajudar a assegu- rar um ambiente vivo não-estressante também, com impacto significativo sobre a qualidade nutricional dos produtos associados. Etapas específicas do método:
Um algômetro com as seguintes características especiais foi u-
sado:
1) As leituras de algômetro ficaram ocultas até que a medição estivesse completa a fim de não influenciar a pessoa e o pesquisador. Para análise, foi usada a média das duas medições consecutivas.
2) A pressão do algômetro aplicada foi matematicamente trans- formada em uma escala logarítmica de níveis de sensibilidade similares à escala de Decibéis. A Medição Algométrica (PT) = Log 200 - Log 100 (1 OOIimiar em quilo/14 quilo)). Um aumento em 30 unidades PT correspon- de a um aumento de 100% na sensibilidade (= limiar de dor mais baixo).
3) A fim de impedir danos à pele, um som de alarme foi ativado para quando a pressão alcançasse 14 quilogramas.
4) Uma placa de suporte de medição de borracha especial foi incorporada com o objetivo de permitir a determinação do limiar de dor de pressão no osso, sem aplicar uma estimulação nociva à pele, visto que tal estimulação pode, em vez disso, levar a uma determinação do limiar de pressão da pele.
A condução de medição de limiar de dor: Todas as medições foram executadas com a pessoa na posição supina. A pessoa foi instruída para dizer: "pare" tão logo sinta desconforto ou dor. Se o pesquisador obser- vou um reflexo de medo ou de retirada, a medição foi interrompida. Cada sessão de medição começou com 2 medições no dedo indicador e, subse- qüentemente duas medições na tórax. No estudo de trainees de ópera (cf. abaixo), a primeira medição do dia consistiu de duas medições. Para as me- dições restantes, apenas uma medição foi usada a fim de impedir danos do receptor sensório. Localizações de medição: 1) Ponto ativo: ponto de acupuntura CV 17 no meio do osso de tórax, identificado por palpação pelo observador como o ponto mais brando dentro de um círculo de 5 centímetros de diâme- tro da descrição chinesa do ponto no nível com o mamilo e o espaço inter- costal adiante. 2) ponto de controle: na parte dorsal da falange média no de- do indicador esquerdo.
A pressão sangüínea e o batimento cardíaco foram registrados por um monitor automático de pressão sangüínea Thusasne, modelo W0840 002 001 (Microlife ref. BP-3AA1-2, BP 243 - 92307 Levallois-Perret Cedex, França). Para análise, foi usada a média das duas medições consecutivas. O Produto da Pressão Sangüínea Sistólica-Batimento Cardíaco (PRP) foi calculado como pressão sangüínea sistólica χ batimento cardíaco (HR). A pressão sangüínea média (MBP) é calculada como 2/3 de uma pressão san- güínea diastólica χ 1/3 de pressão sangüínea sistólica. As amostras de corti- sol de saliva foram obtidas no local e analisadas por um método de ensaio radioimune.
Espera-se que a pressão sangüínea, o batimento cardíaco, o produto da pressão sangüínea sistólica-batimento cardíaco e o cortisol de saliva mudem, quando da mudança do nível de estresse psicológico (R.E. Noble, Metabolism 51(5), 37-39 (2002); B. Harl1 B. Wesisshuhn, Η. H. Kers- chaum. Neuro Endrocrinolog Letter 27(5), 669-674 (2006).
O reflexo de retirada em resposta a um estímulo nocivo (NWR) durante a medição foi registrado como a presença de contrações de músculo involuntárias nas regiões dos olhos, bochechas (= reflexo de medo) ou nos músculos flexores do pescoço e da extremidade superior. O NWR é conside- rado como uma ferramenta objetiva para explorar os sistemas de controle de dor em seres humanos (V. Skljarevski, N.M. Ramadan, Pain 96, 3-8 (2002)). Planejamento das pessoas e do estudo
Em geral, espera-se que cantores de ópera sejam expostos ao estresse psicológico relacionado à performance (D. T. Kenny, P. Davis, J. Oates, J. Anxiety Disord. 18(6), 757-777 (20024)), e que cantores solos de ópera sejam exposto a um nível extraordinariamente alto de estresse no au- ge de sua performance solo, especialmente em uma performance de estreia. Estudo 1: Mudanças no limiar de dor (PT) e variáveis fisiológicas para es- tresse em condições com mudanças prognosticáveis no estresse
Fase A: Foi feita a medição em 48 membros do Coro da Ópera Real antes e depois de uma performance de ópera de 3 horas. Visto que a medição PT foi considerada como sendo confiável e foi registrada como mais baixa antes do que depois da performance, a hipótese inicial foi confir- mada, e a fase B foi estabelecida.
Fase Β: A configuração experimental foi mudada a fim de au- mentar as mudanças no estresse psicológico registrado e diminuir a influên- cia dos fatores de confusão: Apenas cantores solos foram incluídos (N = 26: 16 mulheres e 10 homens), e preferivelmente durante uma performance de estreia. A idade média era de 46 anos. Três medições foram registradas no mesmo dia: 1) antes do início da performance; 2) logo depois do auge da performance no nível de pico esperado de seu estresse e 3) no final da noi- te, isto é, tão tarde quanto possível depois do auge da performance, permiti- do uma restituição máxima dentro das limitações da logística do estudo. As primeira e terceira medições foram conduzidas na área da sala de estudo dos cantores, enquanto que a segunda medição foi conduzida em uma esta- ção de medição temporária no fundo do palco a fim de minimizar o período de tempo entre a performance de pico e a medição. Para variáveis de efeito, foram incluídos o PRP1 a HP, a MBP e cortisol de saliva.
Fase C: Quando mudanças no PRP e no PT foram registradas para cantores solos de ópera, duas medições foram desviadas do padrão geral (indicadas pelas setas na Figura 25a): um aumento no PRP foi associ- ado com um decréscimo no PT. Uma exploração de possíveis explanações revelou que comparados ao restante dos cantores, estes dois tiveram um alto nível de atividade física nos últimos minutos antes da segunda medição (correndo pelo palco e subindo uma escada). Consequentemente, foi esta- belecida a fase C, na qual 26 trainees de ópera participaram em dois testes diferentes em dias separados: uma audição de canto e um teste de exercício em bicicleta. Cada teste foi iniciado e concluído com 10 minutos de repouso na posição supina. Além disso, foi solicitado que as pessoas não ingerissem nenhuma medicação, café, álcool ou tabaco por 2 horas antes dos testes e a não praticarem atividade física intensa durante a última hora antes do teste. A idade média era de 27 anos, 11 sendo homens e 15 sendo mulheres.
O teste de canto consistiu em duas medições: 1) tão próximo
quanto possível da audição de canto, mas depois de 10 minutos de repouso e 2) logo após a audição, mas novamente depois de 10 minutos de repouso. Consequentemente, quaisquer mudanças registradas no PRP e no PT foram relacionadas ao restabelecimento depois da audição. O teste em bicicleta foi conduzido em uma bicicleta ergométrica
Kettler, modelo Xc (X3) Siemens elektronik cadiofitnes / SD 4, 8,5,9. Freizeit Marke Kettler, Heinz Kettler GmbH & Co, KG postfach 1020, D-59463 Ense- Parsit, Alemanha, e consistiu em 4 medições: 1) depois de 10 minutos de repouso, 2) depois de 2 minutos de exercício com o objetivo de aumentar o PRP com 25%, quando comparado com o PRP de repouso, e) depois de outros 2 minutos de exercício com o objetivo de aumentar o PRP com um mínimo de 40%, quando comparado com o PRP de repouso, mas abaixo com uma carga de trabalho máxima de 80% da carga de trabalho máxima estimada por idade/batimento cardíaco. A 4a. medição se deu depois de 10 minutos de repouso.
Dependendo da estimativa do trainee individual concernente a sua condição de boa saúde física, a carga de trabalho inicial foi de 50/75 Watt e 80 revoluções por minuto (rpm) para mulheres e 75/100 Watt e 80 rpm para homens. Para a segunda fase de exercícios, a carga de trabalho foi aumentada para 75/100/125 Watt e 90/100/110 rpm para mulheres e 100/150/200 Watt e 90/100/110 rpm para homens com a possibilidade de aumentar o tempo de bicicleta para 3 minutos. Uma pessoa foi excluída na medida em que seu PRP aumentou de 9700 para 33.300 durante o segundo teste de exercício com um batimento cardíaco de 197 (80% de limite ajusta- do por idade para batimento cardíaco = 154).
Estudos 2 e 3: Valores de repouso de limiar de dor (PT), variáveis fisiológi- cas para estresse, e presença de um reflexo de retirada em resposta a um estímulo nocivo (NWR)
Foram incluídos 181 pacientes consecutivos (126 mulheres e 55 homens) em uma clínica médica de paciente de ambulatório particular. A idade média era de 58 anos. Seus diagnósticos eram: câncer 55; doença cardíaca 49; estresse 19 e outros 58. Os valores em repouso do PT, da pressão sangüínea, do batimento cardíaco e da presença/ausência de NWR foram transmitidos na posição supina depois de 10 minutos de repouso e sem serem influenciados por dois grupos de pesquisa separados: PT e NWR por um grupo; pressão sangüínea e batimento cardíaco pelo outro grupo. Para a determinação de PT, a medição no ponto de acupuntura CV 17 no osso do tórax foi considerada como o ponto de medição ativo, e a medição do dedo indicador como local de medição de controle. Para uso clínico, a escala PT foi feita em uma escala de 3 degraus, para cada aumento de 100% na sensibilidade; PT < 30; 30 <= PT < 60, PT => 60. A mesma foi usa- da quando da comparação da medição de PT e NWR. Estudo 4. Testes de confiabilidade da medição PT
Os testes de confiabilidade da medição PT foram conduzidos em três situações, em cada uma das quais a medição PT foi conduzida duas vezes com 5 segundos entre as medições: 1) medição conduzida por HCP em 103 pessoas saudáveis, nas quais são feitas medições pela primeira vez, 2) medição conduzida por um HCP em 181 pacientes consecutivos em uma clínica médica de paciente de ambulatório, e 3) medição conduzida por 33 Não-HCP's como auto medição, conduzida duas vezes ao dia durante um período de duas semanas. Estatísticas
As estatísticas foram executadas por um estatístico independen- te, com o uso de software SAS. 5% foram usados como limite significativo. Ética
Todas as pessoas receberam informação verbal e escrita e re- ceberam um conteúdo escrito antes da primeira medição. O comitê ético lo- cal aprovou o estudo em cantores e trainees de ópera. O estudo restante foi conduzido como parte do trabalho médico diário na clínica, de acordo com os regulamentos médicos e normas de procedimento ICH dinamarqueses para uma boa prática clínica (7). Exemplo 13
Este exemplo demonstra 1) a criação de performance de pico durante períodos de estresse transitório, 2) o uso de medição de elasticidade como uma distinção entre esforço transitório e persistente e 3) o efeito de 12 semanas de automedição, processamento cognitivo da informação obtida e condução de ações apropriadas. Cf. Figuras 28-30. Ambiente fisiológico
Uma condição anterior para uma performance de pico em uma
situação com estresse transitório é uma ativação da resposta ao estresse do organismo. Isto é mostrado como um aumento na WSS e na DRS.
Para conduzir a resposta ao estresse, o cérebro precisa de tra- balho extra, aumentando assim a demanda de oxigênio. Similarmente, para
os músculos, que executam os aspectos físicos da resposta de defesa. Con- sequentemente, o coração precisa trabalhar mais. Isto é mostrado como um aumento no trabalho do coração medido como PRP (Batimento cardíaco χ Produto de Pressão Sangüínea Sistólica) (PRP), Batimento cardíaco (HR), Pressão Sangüínea Média (MBP).
As variáveis cardiofisiológicas acima mencionadas são afetadas,
não apenas pelo estresse, mas também pelo trabalho físico - por exemplo, exercício de brando a moderado em uma bicicleta. Consequentemente, es- tas medidas não podem ser medidas autônomas para estresse, mas apre- senta medidas úteis para estresse, quando combinadas com WSS e DRS.
25
A elasticidade indica a capacidade do organismo ao ajuste apro- priado de função em resposta à mudança nas circunstâncias. Uma boa elas- ticidade indica que o organismo se ajusta rápida e adequadamente a tais mudanças. Em relação a uma situação específica do estresse transitório,
isto significa que a resposta ao estresse é ativada suficientemente no pico da performance, essa homeóstase sendo restabelecida rapidamente, quan- do a situação tiver terminado. Neste exemplo, são usadas três situações de teste separadas:
a) Teste em uma audição de canto: medição conduzida nos se- guintes períodos: 1) depois de 10 minutos de repouso e antes da audição, 2) logo após a audição, e 3) depois de 10 minutos de repouso logo após a me- dição no. 2.
b) Teste em uma bicicleta 1) depois de 10 minutos de repouso, 2) depois de 4 minutos de exercício que em relação ao aumento no trabalho do coração é igual àquele de uma audição de canto, e 3) depois de 10 minu- tos de repouso.
c) Teste em um teste de estresse mental de 10 minutos usando aritmética em combinação com tempo e tensão de performance: 1) depois de 10 minutos de repouso, 2) duas vezes durante o teste e 3) depois de 10 minutos de repouso.
Resultados são relatados nas legendas das figuras às Figuras
28-30.
Claims (115)
1. Método de determinar o estado de sensibilidade do sis- tema de advertência (WSS)/sensibilidade de reação/reflexo de defesa (DRS) em uma pessoa, que inclui as etapas de: medir um estímulo aplicado em um valor limiar do estímulo em um ou mais pontos neutros de tono simpático e medir um estímulo aplicado no mesmo valor limiar em um ou mais pon- tos dependentes de tono simpático, ou medir um estímulo aplicado em um valor limiar em um ou mais pontos dependentes de tono simpático, e opcionalmente comparar o dito valor limiar com um valor limiar de cali- bração predeterminado ou pré-estabelecido.
2. Método, de acordo com a reivindicação 1, em que o valor limiar do estímulo é o valor limiar de nocicepção do estímulo.
3. Método, de acordo com a reivindicação 1 ou 2, em que o estímulo aplicado é provido por meio de um estímulo mecânico aplicado, tal como uma força compressiva aplicada e, uma força vibratória aplica- da, ou em que o estímulo aplicado é provido por meio de um estímulo térmico aplicado, tal como uma fonte de calor ou frio aplicada, ou em que o estímulo aplicado é provido por meio de um estímulo elétrico a- plicado tal como uma corrente alternada ou corrente contínua, ou em que o estímulo aplicado é provido por meio de uma radiação aplicada, tal como uma luz infravermelha, visível e/ou ultravioleta aplicada ou es- pectros combinados das mesmas.
4. Método, de acordo com a reivindicação 1, ou 2, em que o estímulo aplicado é provido por meio de um estímulo químico aplicado.
5. Método, de acordo com a reivindicação 4, em que o estí- mulo químico aplicado é provido por meio de um composto orgânico ou inorgânico aplicado.
6. Método, de acordo com a reivindicação 1, em que o estí- mulo aplicado no ponto dependente de tono simpático é um estímulo direto de pelo menos uma célula sensora polimodal e em que o valor limiar em um ou mais pontos dependentes de tono simpático é o limiar de disparo de pelo menos uma dita célula sensora polimodal.
7. Método, de acordo com a reivindicação 6, em que o estí- mulo direto é selecionado a partir de um estímulo CA1 de um estímulo CC1 de um estímulo com um neurotransmissor e de um estímulo quími- co.
8. Método, de acordo com qualquer das reivindicações 1 a 7, em que a determinação é executada por meio de um sistema para medir o estímulo aplicado.
9. Método, de acordo com qualquer das reivindicações 1 a 8, em que a medição de um estímulo aplicado em um valor limiar do es- tímulo em um ou mais pontos neutros de tono simpático é executada anteriormente no lado superior da clavícula e/ou posteriormente na co- luna espinal correspondendo a TH 10-11 e/ou em um dedo da mão e/ou um dedo do pé.
10. Método, de acordo com qualquer das reivindicações an- teriores 1 a 9, em que a medição de um estímulo aplicado em um valor limiar do estímulo é executada em um ou mais pontos dependentes de tono simpático em uma ou mais localizações na pele que inervacional- mente corresponde(m) ao suprimento nervais para o coração do sistema nervoso simpático.
11. Método, de acordo com qualquer das reivindicações an- teriores 1 a 10, em que a medição de um estímulo aplicado em um valor limiar do estímulo em um ou mais pontos dependentes de tono simpáti- co é executada em um ou mais pontos C.V. 17 no meio do esterno e/ou St 18 entre duas costelas abaixo do mamilo e/ou Per 1 entre o mamilo e a prega axilar anterior e/ou na coluna espinal correspondendo a TH 3-6, onde é escolhido o ponto mais inflamado dos ditos pontos.
12. Método de determinação quantitativa e/ou qualitativa de tono simpático e/ou nível de estresse e/ou estado de WSS/DRS em um animal, incluindo um ser humano, o dito método incluindo: a) o armazenamento de um valor limiar de calibração e um valor limiar de estímulo, o valor limiar de calibração sendo uma medida quantitativa de um valor limiar de nocicepção em um ponto neutro de tono simpático no ou dentro do corpo do animal e o valor limiar de estí- mulo sendo uma medida quantitativa de um valor limiar de nocicepção em um ponto dependente de tono simpático no ou sobre corpo do ani- mal, e subseqüentemente; b) o cálculo de um valor de indicação WSS e/ou DRS e/ou tono simpático e/ou nível de estresse com a comparação do valor limiar de estímulo com o valor limiar de calibração, por meio do que o valor de indicação de WSS e/ou DRS e/ou tono simpático e/ou nível de estresse é uma medição da sensibilidade do sistema de advertência e/ou tono simpático e/ou nível de estresse no ser humano.
13. Método de determinação quantitativa e/ou qualitativa de estado de WSS/DRS e/ou tono simpático e/ou nível de estresse em um animal, incluindo um ser humano, o dito método incluindo: a) o armazenamento de um valor limiar de calibração e um valor limiar de estímulo, o valor limiar de calibração sendo uma medida quantitativa de limiar de disparo de célula sensora polimodal em um ponto neutro de tono simpático no ou dentro do corpo do animal e o va- Ior limiar de estímulo sendo uma medida quantitativa do limiar de dispa- ro de célula sensora polimodal em um ponto dependente de tono simpá- tico no ou dentro do corpo do animal, e subseqüentemente; b) o cálculo de um valor de indicação de sensibilidade do sistema de advertência por meio da comparação do valor limiar de estí- mulo com o valor limiar de calibração, por meio do que o valor de indi- cação de sensibilidade do sistema de advertência e/ou tono simpático e/ou nível de estresse é uma medição da sensibilidade do sistema de advertência e/ou tono simpático e/ou sensibilidade do sistema de adver- tência no animal.
14. Método, de acordo com a reivindicação 11 ou 12, em que o valor limiar de calibração é um valor constante predeterminado ou preestabelecido que é permanentemente armazenado.
15. Método, de acordo com a reivindicação 11 ou 12, em que o valor limiar de calibração é zero, por meio do que o valor de indi- cação é idêntico ao valor limiar de estímulo ou é uma função do valor limiar de estímulo.
16. Método, de acordo com a reivindicação 11, em que o valor limiar de calibração e o valor limiar de estímulo são substancial- mente medidos simultaneamente.
17. Método, de acordo com a reivindicação 16, em que o valor de indicação do tono simpático é uma combinação matemática do valor limiar de calibração e do valor limiar de estímulo.
18. Método, de acordo com a reivindicação 16, em que o valor de indicação é uma função, tal como uma função monotônica, da relação entre o valor limiar de calibração e o valor limiar de estímulo.
19. Método, de acordo com a reivindicação 16, em que o valor de indicação é uma função da diferença entre o valor limiar de ca- libração e o valor limiar de estímulo.
20. Método para controlar o progresso do regime terapêutico de um paciente, onde a eficácia e/ou a complacência do paciente do dito regime é dependente do tono simpático e/ou nível de estresse e/ou nível de WSS e/ou DRS no dito paciente, que compreende: i) a determinação de uma ou mais vezes durante o curso do regime terapêutico do tono simpático e/ou nível de estresse no dito pa- ciente, e ii) o ajuste do regime terapêutico com base em uma medi- ção integrada do benefício do paciente proveniente do regime terapêuti- co e do tono simpático e/ou nível de estresse e/ou nível de determina- ção WSS e/ou DRS na etapa i.
21. Método, de acordo com a reivindicação 20, em que a determinação na etapa i é executada de acordo com o método como definido em qualquer das reivindicações 1 -19.
22. Método, de acordo com a reivindicação 20 ou 21, em que o regime terapêutico é selecionado do grupo que consiste do trata- mento com SSRI (Inibidores de Reabsorção de Serotonina Seletivos), tratamento psicofarmacológico de distúrbios psicológicos, mentais ou comportamentais, que são influenciados por estresse, incluindo a de- pressão, outros distúrbios de humor, vício, distúrbio de dependência, neurose, e comportamento suicida, tratamento de insulina no diabetes, substituição de nicotina usada como terapia adjuvante na cessação de fumar, terapia hormonal nas síndromes pós-menopausa, hormônio e outro meio terapêutico com relação ao tratamento de reprodução, fertili- dade e aborto espontâneo, terapia antiinflamatória em inflamação aguda e crônica, terapia antiinfecciosa em doenças infecciosas, tratamento de condições de hipo ou hipertiroidismo, tratamentos com relação ao trata- mento dentário, tratamento de doenças do coração, vasos, e fígado u- sando drogas cardiovasculares, tratamento de úlceras, síndrome de in- testino irritável, má absorção, náusea, e outros sintomas usando drogas gastrointestinais, tratamento farmacológico com drogas de diminuição de peso corpóreo, programas de exercícios, programas de relaxamento, programas de dieta, aconselhamento ou desenvolvimento de competên- cia, programas de controle de estresse, programas de desenvolvimento pessoal, programas de desempenho pessoal e programas de autotrata- mento.
23. Método para a prevenção ou a redução de estresse in- desejado ou improdutivo ou a redução de WSS/DRS em um paciente, o método compreendendo: a) a determinação de tono simpático e/ou nível de estresse e/ou nível de WSS e/ou DRS no paciente, de acordo com o método co- mo definido em qualquer das reivindicações 1-19, e b) se a determinação na etapa a indicar um tono simpático e/ou nível de estresse e/ou nível aumentado de WSS e/ou DRS elevado, submeter um ponto dependente de tono simpático a um estímulo apre- sentando uma menor intensidade do que o valor limiar de estímulo por um período de tempo.
24. Método, de acordo com a reivindicação 23, que adicio- nalmente compreende, depois da etapa b, c) a determinação de tono simpático e/ou nível de estresse e/ou nível de WSS e/ou DRS no paciente, de acordo com o método de definido em qualquer uma das reivindicações 1-19, e se a determinação não indicar um tono simpático e/ou nível de estresse e/ou nível de WSS e/ou DRS menos elevado, submeter um ponto dependente de tono sim- pático a um estímulo apresentando uma menor intensidade do que o valor limiar de estímulo por um período de tempo que é diferente do pe- ríodo de tempo na etapa a, e d) a repetição da etapa c até que a determinação indique um tono simpático e/ou nível de estresse ou nível de WSS e/ou DRS menos elevado do que a determinação na etapa a.
25. Método, de acordo com a reivindicação 23 ou 24, em que a sujeição do ponto dependente de tono simpático à intensidade de estímulo inferior é controlada pela indicação de uma intensidade de es- tímulo correta por meio de uma indicação visível ou audível.
26. Método para o prognóstico ou profilaxia de uma doença em um paciente, que compreende: 1)a determinação do estado de WSS e/ou DRS e/ou tono simpático e/ou nível de estresse no paciente, e, subseqüentemente,2) a provisão de um prognóstico para o paciente com rela- ção à doença por meio da incorporação, na determinação do prognósti- co do resultado da determinação na etapa 1, de uma determinação na etapa 1 indicando um tono simpático baixo e/ou nível de estresse e/ou nível de WSS e/ou DRS que é indicativo de um melhor prognóstico do que uma determinação na etapa 1 de um tono simpático e/ou nível de estresse e/ou nível de WSS e/ou DRS mais alto.
27. Método, de acordo com a reivindicação 26, em que a determinação na etapa 1 é executada de acordo com o método definido em qualquer das reivindicações 1 -19.
28. Método, de acordo com a reivindicação 26 ou 27, em que a doença é selecionada do grupo que consiste em: uma condição inflamatória aguda, subaguda ou crônica; uma condição na qual as reações imunológicas causam pre- juízo aos órgãos humanos ou na qual função insuficiente do sistema imunológico produz uma função prejudicada e/ou doença; uma doença infecciosa aguda, subaguda ou crônica; um distúrbio cardiovascular, que é afetado pelo tono simpá- tico, tais como choque circulatório, arteriosclerose, trombose, uma con- dição isquêmica, infarto, arritmia cardíaca, hipertensão; um distúrbio de crescimento neoplástico; um distúrbio metabólico adquirido; danos de envenenamento ou físicos devido à energia me- cânica, térmica, elétrica ou por radiação; um distúrbio psicológico, mental ou comportamental, que é influenciado pelo tono simpático, tal como depressão ou outros distúr- bios de humor, uma distúrbio de vício ou de dependência de qualquer tipo, uma neurose, um comportamento suicida, um distúrbio do sono, fadiga, uma queixa relacionado ao estresse de caráter psicológico e/ou metal; uma diminuição da fertilidade tanto nos homens como nas mulheres; um distúrbio ginecológico, que é influenciado pelo tono sim- pático, tais como síndrome pré-menstrual, dismenorréia, problemas da menopausa, hiperêmese da gravidez, pré-eclâmpsia e eclâmpsia, traba- lho de parto prematuro, situs invertus (transposição lateral das víceras toráxicas ou abdominais), indução do trabalho de parto, hemorragia pós- parto; um distúrbio otolaringológico, que é influenciado pelo tono simpático, tal como zumbido no ouvido e presbiacusia; um distúrbio dermatológico, que é influenciado pelo tono simpático, tal como prurido; uma doença gastrointestinal com sinais e sintomas clínicos sensíveis ao estresse, tais como gastrite e úlcera duodenal, síndrome de intestino irritável, má absorção, diarréia, constipação, náusea, e vô- mitos; um distúrbio neurológico, tais como dor de cabeça de ten- são, enxaqueca, concussão, doença de Parkinson, doença de Alzhei- mer, traumas intracranianos, e neuropatias, um distúrbio endocrinoló- gico, tais como diabetes, hipotiroidismo, hipertiroidismo, um distúrbio adrenocortical, distúrbio adrenomedular, um distúrbio hipotâmico, um distúrbio de pituitária, e síndrome de ovário policístico; uma alergia, tal como aquela com reações na pele, nos brônquios, e no trato gastrointestinal; uma doença pulmonar com troca de gás prejudicada, tais como bronquite e enfisema; uma doença nas juntas e nos ossos, tais como artrite e os- teoporose aguda ou crônica; um distúrbio relacionado às mudanças na composição do peso do corpo, tal como obesidade, perda de peso, caquexia; um estado de doença de retenção de sódio e água, tais co- mo falha do coração, falha do rim, falha do fígado; e dor.
29. Sistema para medir o tono simpático e/ou nível de es- tresse e/ou o estado de WSS/DRS em um animal, incluindo um ser hu- mano, o dito sistema incluindo: a) um meio de memória para armazenar um valor limiar de calibração de nocicepção determinado em um ponto neutro de tono simpático no ou dentro do corpo do animal e para armazenar um valor limiar de estímulo de nocicepção determinado em um ponto dependente de tono simpático no ou dentro do corpo do animal; b) um circuito eletrônico programado para processar os da- dos do valor limiar de calibração de nocicepção e do valor limiar de es- tímulo de nocicepção de modo a se obter a medição; e c) um meio operado pelo usuário para aplicar um estímulo evocativo de desconforto ao corpo do animal e um meio de armazena- mento operado pelo usuário adaptado para armazenar o valor limiar de estímulo de nocicepção resultante de uma primeira operação de usuá- rio; d) um meio operado pelo usuário para aplicar um estímulo evocativo de desconforto no corpo do animal e um meio de armazena- mento operado pelo usuário adaptado para armazenar o valor limiar de estímulo de nocicepção resultante de uma segunda operação do usuá- rio; onde o estímulo evocativo de desconforto envolve 1) a vibração apli- cada por meio de uma primeira base de vibração e/ou 2) o calor aplica- do por meio de uma primeira base de aquecimento e/ou 3) a eletricidade aplicada por meio de uma primeira base de eletricidade, e onde o meio para aplicar um estímulo evocativo de desconforto é adaptado para apli- car um estímulo que é gradualmente aumentado, o meio de armazena- mento sendo adaptado para armazenar um nível de estímulo em um momento no tempo correspondendo às primeira e segunda operações de usuário, respectivamente.
30. Sistema, de acordo com a reivindicação 29, em que o valor limiar de calibração é um valor constante predeterminado ou pre- estabelecido que é permanentemente armazenado.
31. Sistema, de acordo com a reivindicação 29, em que o valor limiar de calibração é zero.
32. Sistema, de acordo com a reivindicação 30 ou 31, em que o meio para aplicar um estímulo evocativo de desconforto é contido em uma primeira unidade e onde o dito circuito eletrônico é contido em uma segunda unidade.
33. Sistema, de acordo com a reivindicação 32, onde as primeira e segunda unidades são adaptadas para permitirem a comuni- cação sem fio entre as primeira unidade e segunda unidade.
34. Sistema, de acordo com a reivindicação 30 ou 31, em que o meio para aplicar um estímulo evocativo de desconforto e o dito circuito eletrônico são integrados em um mesmo aparelho.
35. Sistema, de acordo com qualquer das reivindicações 29- .34, em que a base de vibração compreende uma cabeça de vibração essencialmente esférica ou hemisférica.
36. Sistema, de acordo com a reivindicação 35, em que o diâmetro da cabeça de vibração é menor do que 1 cm, tal como entre 0,05 mm e 0,5 mm, ou menor do que 0,5 mm, tal como entre 1 mm e 4 mm.
37. Sistema, de acordo com a reivindicação 35 ou 36, que adicionalmente compreende um atuador magnético.
38. Sistema, de acordo com a reivindicação 37, onde o atu- ador é disposto ao longo de um eixo essencialmente linear.
39. Sistema, de acordo com a reivindicação 37 ou 38, em que o atuador compreende uma barra corrediça e uma pluralidade de elementos corrediços dispostos ao longo da barra corrediça.
40. Sistema, de acordo com a reivindicação 39, em que os elementos corrediços definem pelo menos uma ranhura circunferencial para suportar os enrolamentos em torno dos elementos corrediços.
41. Sistema, de acordo com qualquer das reivindicações 37- 40, que adicionalmente compreende uma pluralidade de magnetos e separadores.
42. Sistema, de acordo com a reivindicação 41, em que a barra corrediça define uma cavidade ou orifício interno que se estende longitudinalmente, e em que os magnetos e os separadores são alterna- tivamente posicionados na dita cavidade ou orifício de deslizamento.
43. Sistema, de acordo com qualquer das reivindicações 39- 42, em que a barra corrediça é revestida com um material de redução de atrito.
44. Sistema, de acordo com qualquer das reivindicações 41- 43, em que os magnetos são dispostos para criarem um campo magné- tico essencialmente perpendicular à barra corrediça.
45. Sistema, de acordo com qualquer das reivindicações 40- 44, que adicionalmente compreende uma unidade de controle que per- mite a alternação de uma corrente que flui nos enrolamentos.
46. Sistema, de acordo com a reivindicação 45, em que o atuador magnético é disposto para criar as vibrações com a alternação da corrente que flui nos enrolamentos.
47. Sistema para medir o tono simpático e/ou o nível de es- tresse e/ou o estado da WSS/DRS em um animal, incluindo um ser hu- mano, o dito sistema incluindo uma base de vibração com uma cabeça de vibração adaptada para exercer uma força vibratória externa sobre o corpo do animal, um sensor para medir a força vibratória exercida pela base de vibração sobre o corpo, um circuito eletrônico adaptado para armazenar uma primeira força vibratória medição e uma segunda força vibratória medição, respectivamente, e para calcular um valor de leitura como uma expressão da relação entre a primeira força vibratória medi- ção e a segunda força vibratória medição.
48. Sistema, de acordo com a reivindicação 47, que adicio- nalmente compreende uma unidade de leitura para exibir o valor de lei- tura.
49. Sistema, de acordo com a reivindicação 47 ou 48, em que a base de vibração e o sensor são integrados em uma primeira uni- dade e em que o dito circuito eletrônico é integrado em uma segunda unidade.
50. Sistema, de acordo com a reivindicação 49, em que as primeira e segunda unidades são adaptadas de tal modo a permitirem a comunicação sem fio entre a primeira unidade e a segunda unidade.
51. Sistema, de acordo com a reivindicação 47, em que a base de vibração, o sensor e o dito circuito eletrônico são integrados em um mesmo aparelho.
52. Sistema, de acordo com qualquer das reivindicações 47-51, em que a cabeça de vibração da base de vibração é essencialmente esférica ou semiesférica.
53. Sistema, de acordo com a reivindicação 52, em que o diâmetro da cabeça de vibração é menor do que 1 cm, preferivelmente entre 0,05 mm e 0,5 mm.
54. Sistema, de acordo com qualquer das reivindicações 47-53, em que o sensor compreende um sensor de força piezoresistivo.
55. Sistema, de acordo com qualquer das reivindicações 47-54, o dito sistema sendo portátil e alimentado com energia por uma ou mais baterias.
56. Sistema, de acordo com qualquer das reivindicações 48- 55, em que a unidade de leitura compreende um visor eletrônico.
57. Sistema, de acordo com qualquer das reivindicações 48- 55, em que o circuito eletrônico é adaptado para determinar o valor de leitura como um, por exemplo, quatro, de inúmeros valores de leitura discretos (0, 1, 2, 3), a relação entre o primeiro valor medido e o segun- do valor medido sendo alocada em um valor de leitura discreto (0, 1, 3, 4) exibido na unidade de leitura.
58. Sistema, de acordo com a reivindicação 57, em que o valor de leitura discreto (0, 1, 2, 3) é não-proporcional à relação entre o primeiro valor medido e o segundo valor medido.
59. Sistema, de acordo com qualquer das reivindicações 47- 58, em que o circuito eletrônico é adaptado para calcular o primeiro va- lor medido como uma média de inúmeros valores medidos e para calcu- lar o segundo valor medido como uma média de inúmeros valores medi- dos.
60. Sistema, de acordo com qualquer das reivindicações 29- 46, em que a área de uma face de contato da base de aquecimento é menor do que 4 cm2, tal como entre 1 e 2 cm2, ou menor do que 1 cm2, tal como entre 0,5 e 1 cm2.
61. Sistema, de acordo com a reivindicação 60, que adicio- nalmente compreende uma unidade de controle, a unidade de controle sendo provida para mudar a temperatura da face de contato.
62. Sistema, de acordo com a reivindicação 61, em que a unidade de controle aumenta a temperatura da face de contato até que uma temperatura máxima integrada seja alcançada ou até que um usuá- rio interrompa o movimento de temperatura ascendente.
63. Sistema, de acordo com a reivindicação 61 ou 62, em que a face de contato é resfriada por resfriamento natural.
64. Sistema para medir o tono simpático e/ou nível de es- tresse e/ou estado de WSS/DRS em um animal, incluindo um ser huma- no, o dito sistema incluindo uma base de aquecimento com uma face de contato adaptada para aplicar calor sobre o corpo do animal, um sensor para medir a temperatura aplicada pela base de aquecimento no corpo, um circuito eletrônico adaptado para armazenar uma primeira tempera- tura medida e uma segunda temperatura medida, respectivamente, e para calcular um valor de leitura como uma expressão da relação entre a primeira temperatura medida e a segunda temperatura medida.
65. Sistema, de acordo com a reivindicação 64, que adicio- nalmente compreende uma unidade de leitura para exibir o valor de lei- tura.
66. Sistema, de acordo com a reivindicação 64 ou 65, em que a base de aquecimento e o sensor são integrados em uma primeira unidade e em que o dito circuito eletrônico é integrado em uma segunda unidade.
67. Sistema, de acordo com a reivindicação 66, em que as primeira e segunda unidades são adaptadas de tal modo a permitirem a comunicação sem fio entre a primeira unidade e a segunda unidade.
68. Sistema, de acordo com a reivindicação 64, em que a base de aquecimento, o sensor e o dito circuito eletrônico são integra- dos em um mesmo aparelho.
69. Sistema, de acordo com qualquer das reivindicações 64-68, em que a área de uma face de contato da base de aquecimento é menor do que 4 cm2, preferivelmente entre 1 e 2 cm2.
70. Sistema, de acordo com qualquer das reivindicações 64-69, em que o sensor compreende um sensor termoresistivo.
71. Sistema, de acordo com qualquer das reivindicações 64-70, o dito sistema sendo portátil e alimentado com força por uma ou mais baterias.
72. Sistema, de acordo com qualquer das reivindicações 65- 71, em que a unidade de leitura compreende um visor eletrônico.
73. Sistema, de acordo com qualquer das reivindicações 65- 72, em que o circuito eletrônico é adaptado para determinar o valor de leitura como um, por exemplo, quatro, de inúmeros valores de leitura discretos (0, 1, 2, 3), a relação entre o primeiro valor medido e o segun- do valor medido sendo alocada em um valor de leitura discreto (0, 1, 3, 4) exibido na unidade de leitura.
74. Sistema, de acordo com a reivindicação 73, em que o valor de leitura discreto (0, 1, 2, 3) é não-proporcional à relação entre o primeiro valor medido e o segundo valor medido.
75. Sistema, de acordo com qualquer das reivindicações 64- 74, em que o circuito eletrônico é adaptado para calcular o primeiro va- lor medido como uma média de inúmeros valores medidos e para calcu- lar o segundo valor medido como uma média de inúmeros valores medi- dos.
76. Sistema, de acordo com qualquer das reivindicações 29- 46 e 60-63, em que a base de eletricidade compreende uma cabeça de eletricidade essencialmente esférica ou hemisférica.
77. Sistema, de acordo com a reivindicação 76, em que o diâmetro da cabeça de eletricidade é menor do que 1 cm, tal como entre 0,05 mm e 0,5 mm, ou menor do que 0,5 mm, tal como entre 1 mm e 4 mm.
78. Sistema, de acordo com a reivindicação 76 ou 77, que adicionalmente compreende um atuador elétrico.
79. Sistema, de acordo com a reivindicação 78, que adicio- nalmente compreende uma unidade de controle que permite o fluxo de corrente na cabeça de eletricidade.
80. Sistema, de acordo com a reivindicação 79, em que a unidade de controle adicionalmente permite a mudança de corrente de corrente alternada para corrente contínua e vice-versa.
81. Sistema, de acordo com a reivindicação 79 ou 80, em que a unidade de controle é disposta para aumentar um fluxo de corren- te contínua na cabeça de eletricidade até que um fluxo de corrente má- ximo incorporado seja alcançado ou até que um usuário interrompa o fluxo de corrente crescente.
82. Sistema, de acordo com a reivindicação 79 ou 80, em que a unidade de controle é disposta para aumentar uma freqüência de um fluxo de corrente alternada na cabeça de eletricidade até que uma freqüência máxima incorporada seja alcançada ou até que um usuário interrompa a freqüência crescente.
83. Sistema para medir o tono simpático e/ou nível de es- tresse e/ou o nível de WSS e/ou DRS em um animal, incluindo um ser humano, o dito sistema incluindo uma base de eletricidade com uma cabeça de eletricidade adaptada para exercer uma força elétrica externa sobre o corpo do animal, um sensor para medir a força elétrica exercida pela base de eletricidade sobre o corpo, um circuito eletrônico adaptado para armazenar uma primeira força elétrica medida e uma segunda for- ça elétrica medida, respectivamente, e para calcular um valor de leitura como uma expressão da relação entre a primeira força elétrica medida e a segunda força elétrica medida.
84. Sistema, de acordo com a reivindicação 83, em que o sistema inclui uma unidade de leitura para exibir o valor de leitura.
85. Sistema, de acordo com a reivindicação 83 ou 84, em que a base de eletricidade e o sensor são integrados em uma primeira unidade e em que o dito circuito eletrônico é integrado em uma segunda unidade.
86. Sistema, de acordo com a reivindicação 85, em que as primeira e segunda unidades são adaptadas de tal modo a permitirem a comunicação sem fio entre a primeira unidade e a segunda unidade.
87. Sistema, de acordo com a reivindicação 82, em que a base de eletricidade, o sensor e o dito circuito eletrônico são integrados em um mesmo aparelho.
88. Sistema, de acordo com qualquer das reivindicações 83- .87, em que a cabeça de eletricidade da base de eletricidade é essenci- almente esférica ou hemisférica.
89. Sistema, de acordo com a reivindicação 88, em que o diâmetro da cabeça de eletricidade é menor do que 1 cm, preferivelmen- te entre 0,05 mm e 0,5 mm.
90. Sistema, de acordo com qualquer das reivindicações 83- 89, em que o sensor compreende um sensor elétrico.
91. Sistema, de acordo com qualquer das reivindicações 83-90, o dito sistema sendo portátil e alimentado com energia de uma ou mais baterias.
92. Sistema, de acordo com qualquer das reivindicações 84- 91, em que a unidade de leitura compreende um visor eletrônico.
93. Sistema, de acordo com qualquer das reivindicações 84-92, em que o circuito eletrônico é adaptado para determinar o valor de leitura como um, por exemplo, quatro, de inúmeros valores de leitura discretos (0, 1, 2, 3), a relação entre o primeiro valor medido e o segun- do valor medido sendo alocada em um valor de leitura discreto (0, 1, 3, 4) exibido na unidade de leitura.
94. Sistema, de acordo com a reivindicação 93, em que o valor de leitura discreto (0, 1, 2, 3) é não-proporcional à relação entre o primeiro valor medido e o segundo valor medido.
95. Sistema, de acordo com qualquer das reivindicações 83- 94, em que o circuito eletrônico é adaptado para calcular o primeiro va- lor medido como uma média de inúmeros valores medidos e calcular o segundo valor medido como uma média de inúmeros valores medidos.
96. Uso de medição(ções) de maior nocicepção (hiperalge- sia) para determinar o estado de WSS/DRS em uma pessoa.
97. Uso de medição(ções) de limiar de disparo de célula sensora polimodal para determinar o estado de sensibilidade do sistema de advertência em uma pessoa.
98. Método para determinar o consumo de oxigênio miocar- dial em uma pessoa, o método compreendendo a determinação de tono simpático e/ou nível de estresse e/ou estado de sensibilidade do siste- ma de advertência de acordo com o método definido em qualquer das reivindicações 1-19 na pessoa e a determinação do nível de consumo de oxigênio miocardial com base em uma correlação predeterminada às medições ou tono simpático e/ou nível de estresse e/ou estado de sen- sibilidade do sistema de advertência.
99. Método, de acordo com a reivindicação 98, em que a correlação se baseia em uma correlação preestabelecida entre determi- nações de tono simpático e/ou nível de estresse e/ou WSS e/ou DRS e determinações PRP (Produto da Pressão Sangüínea Sistólica-Batimento Cardíaco).
100. Método de determinar a capacidade de trabalho do co- ração em uma pessoa, o método compreendendo uma determinação de acordo com o método definido em qualquer das reivindicações 1-19 sob condições de estresse e durante repouso, respectivamente, e determi- nando a capacidade de trabalho do coração sob condições de estresse e durante repouso.
101. Método, de acordo com a reivindicação 100, em que a combinação matemática é selecionada a partir de uma diferença, uma relação, e qualquer função monotônica das mesmas.
102. Método para indiretamente determinar o nível de he- moglobina glicada em uma pessoa diabética, o método compreendendo uma determinação de acordo com o método definido em qualquer das reivindicações 1-19 e determinando o nível de hemoglobina glicada co- mo uma função monotônica da dita determinação.
103. Método, de acordo com a reivindicação 102, em que foi preestabelecido que a pessoa não sofre de um alto nível de esforço crô- nico ou apresenta um aumento no nível de WSS e/ou DRS.
104. Método para impedir/reduzir o estresse, de acordo com qualquer das reivindicações 23-25, em uma pessoa diabética, que com- preende a consolidação das medições de valores limiares de estímulo com pelo menos uma medição de hemoglobina glicada.
105. Método, de acordo com a reivindicação 104, em que uma medição indicando um nível elevado de hemoglobina glicada indica que a pessoa está cronicamente estressada em um alto nível e/ou apre- senta um nível elevado de WSS e/ou DRS.
106. Método, de acordo com qualquer das reivindicações 1- 19, para monitorar o nível e/ou a natureza do estresse e/ou o nível de WSS e/ou DRS em uma pessoa que esteja passando por um exame investigativo de uma natureza potencialmente relevante ao estresse ou de uma natureza potencialmente sensível ao sistema de advertência.
107. Método para determinar o estado de sensibilidade do sistema de advertência (WSS) em uma pessoa, que compreende a de- terminação de um estímulo aplicado em um valor limiar em ponto(s) no ou dentro do corpo onde a nocicepção é dependente do tono simpático e a correlação do limiar de estímulo com um valor WSS.
108. Método, de acordo com a reivindicação 107, em que a pessoa está um ambiente substancialmente isento dos fatores de indu- ção de estresse agudo ou outros fatores que poderiam efetuar um maior tono simpático.
109. Método, de acordo com a reivindicação 107 ou 108, em que a medição do estímulo aplicado é executada conforme definido em qualquer das reivindicações 1-19.
110. Método para modular o estado de sensibilidade do sis- tema de advertência, o método compreendendo a) a determinação de tono simpático e/ou nível de estresse e/ou WSS em um paciente, como definido em qualquer das reivindicações 1-19 e 107-109, e se a deter- minação indicar um tono simpático e/ou nível de estresse e/ou WSS e- levado, submeter um ponto dependente de tono simpático a um estímu- lo apresentando uma menor intensidade do que o valor limiar de estímu- lo por um período de tempo.
111. Método, de acordo com a reivindicação 110, em que a simulação apresentando uma menor intensidade é selecionada a partir da acupressão, da terapia de acupuntura, e do estímulo direto de célu- Ias sensoras polimodais.
112. Método para determinar se o nível de estresse e/ou o nível de tono simpático e/ou WSS é elevado em um animal, tal como um ser humano, o método compreendendo a determinação da presença no animal de um reflexo de retirada em resposta a um estímulo nocivo (N- MR) em resposta a um estímulo, o dito estímulo sendo aquele que não obtém um NWR na maioria de animais individuais em uma população apresentando um tono simpático normal ou não estando estressada ou não tendo um maior nível de WSS e/ou DRS1 mas que obtém um NWR na maioria de animais individuais em uma população apresentando um maior tono simpático ou nível alto de estresse ou maior nível de WSS e/ou DRS1 onde a observação de um NWR em resposta ao dito estímu- lo é uma indicação de que o dito animal apresenta um tono simpático e/ou nível de estresse e/ou nível de WSS e/ou DRS maior.
113. Método para reduzir o nível de tono simpático e/ou ní- vel de estresse e/ou percepção de dor e/ou nível de WSS e/ou DRS em uma pessoa em necessidade dos mesmos, o método compreendendo: a) o estímulo de célula(s) sensora(s) polimodal(ais) na pes- soa de modo a aferir o limiar de disparo, onde o estímulo preferivelmen- te se dá por meio de estímulos elétricos; b) o monitoramento de impulsos aferentes originários da(s) céluia(s) sensora(s) polimodal(ais) em resposta ao estímulo na etapa a); c) se o monitoramento na etapa b) revelar um menor limiar para disparo, que é indicativo de estresse psicológico e/ou nível de WSS e/ou DRS elevado, estimular fibras de nervo eferentes para mudar o es- tado fisiológico da pessoa, e, d) repetir as etapas a)-c).
114. Método, de acordo com a reivindicação 113, em que o estímulo de fibras de nervo eferentes, na etapa c), envolve o estímulo da medula espinal epidural.
115. Dispositivo de elo fechado para o estímulo controlado de fibras de nervo eferentes, que compreende: - um meio para aplicar estímulos elétricos às células senso- ras polimodais, - um meio para medir impulsos aferentes originários das cé- lulas sensoras polimodais ou das células nervosas motor eferentes; - um meio para comparar impulsos aferentes medidos com valores padrões; - um meio para aplicar estímulos elétricos às fibras de nervo eferentes; e - um meio para controlar a aplicação de estímulos elétricos às fibras de nervo eferentes como uma resposta à comparação entre os impul- sos aferentes com os valores padrões.
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