BR112020000314A2 - medição de qualidade de canal em implementações não licenciadas - Google Patents

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Abstract

A extensão das comunicações NB-IoT e eMTC no espectro não licenciado introduz vários problemas associados a medição e relatório de qualidade de canal. São apresentados um método, um aparelho e um meio legível por computador que fornecem uma técnica para medição e relatório de qualidade de canal que aborda esses problemas. Um aparelho UE mede uma medição de CQI para cada um dentre uma pluralidade de grupos de frequências de salto, em que um conjunto de frequências de salto é agrupado dentro da pluralidade de grupos e relata um CQI para cada um dentre a pluralidade de grupos. Uma estação base pode configurar o UE para o relatório de CQI e pode receber um CQI para cada um dentre uma pluralidade de grupos de frequências de salto, em que um conjunto de frequências de salto é agrupado dentro da pluralidade de grupos. O conjunto de frequências de salto compreende frequências em um espectro não licenciado.

Description

“MEDIÇÃO DE QUALIDADE DE CANAL EM IMPLEMENTAÇÕES NÃO LICENCIADAS” REFERÊNCIAS CRUZADAS A PEDIDOS RELACIONADOS
[0001] Este pedido reivindica o benefício do Pedido Provisório Norte-Americano Nº de Série 62/532,676, intitulado "MEDIÇÃO DE QUALIDADE DE CANAL EM IMPLEMENTAÇÕES NÃO LICENCIADAS" e depositado em 14 de Julho de 2017, e o Pedido de Patente Norte-Americano Nº 16/001,155, intitulado "MEDIÇÃO DE QUALIDADE DE CANAL EM IMPLEMENTAÇÕES NÃO LICENCIADAS" e depositado em 6 de Junho de 2018, que são expressamente incorporados por referência neste documento na sua totalidade.
FUNDAMENTOS Campo
[0002] A presente descrição refere-se no geral a sistemas de comunicação e, mais particularmente, a medição e relatório de qualidade de canal na comunicação em banda estreita na banda de frequência não licenciada. Fundamentos
[0003] Os sistemas de comunicação sem fio são amplamente implementados para fornecer vários serviços de telecomunicações, tais como telefonia, vídeo, dados, troca de mensagens e difusões (broadcasts). Os sistemas de comunicação sem fio típicos podem empregar tecnologias de acesso múltiplo capazes de suportar a comunicação com múltiplos usuários, compartilhando recursos de sistema disponíveis. Exemplos dessas tecnologias de acesso múltiplo incluem sistemas de acesso múltiplo por divisão de código (CDMA), sistemas de acesso múltiplo por divisão de tempo (TDMA), sistemas de acesso múltiplo por divisão de frequência (FDMA), sistemas de acesso múltiplo por divisão de frequência ortogonal (OFDMA), sistemas de acesso múltiplo por divisão de frequência de única portadora (SC- FDMA) e sistemas de acesso múltiplo por divisão de código síncrono com divisão de tempo (TD-SCDMA).
[0004] Essas tecnologias de acesso múltiplo foram adotadas em vários padrões de telecomunicações para fornecer um protocolo comum que permite que diferentes dispositivos sem fio se comuniquem nos níveis municipal, nacional, regional e até mesmo global. Um exemplo de padrão de telecomunicações é o Evolução a Longo Prazo (LTE). O LTE é um conjunto de aperfeiçoamentos para o padrão móvel do Sistema Universal de Telecomunicações Móveis (UMTS), promulgado pelo Projeto de Parceria de 3ª Geração (3GPP). O LTE foi projetado para suportar acesso à banda larga móvel por meio de eficiência espectral aperfeiçoada, custos reduzidos e serviços aperfeiçoados utilizando OFDMA no downlink, SC-FDMA no uplink e tecnologia de antena por múltiplas entradas múltiplas saídas (MIMO). No entanto, como a demanda por acesso à banda larga móvel continua a aumentar, existe a necessidade de mais melhorias na tecnologia LTE. Essas melhorias também podem ser aplicáveis a outras tecnologias de acesso múltiplo e aos padrões de telecomunicações que empregam essas tecnologias.
[0005] A comunicação em banda estreita fornece um mecanismo para implementar comunicações de baixa potência. Essas comunicações em banda estreita também estão sendo estendidas para o espectro não licenciado. As comunicações em banda estreita envolvem a comunicação com uma largura de banda de frequência limitada em comparação com a largura de banda de frequência utilizada nas comunicações LTE. Um exemplo de comunicação em banda estreita é a internet das coisas (IoT) de banda estreita (NB)(NB-IoT), que é limitada a um único bloco de recursos (RB) de largura de banda de sistema, por exemplo, 180 kHz. Outro exemplo de comunicação em banda estreita é a comunicação tipo máquina aperfeiçoada (eMTC), que é limitada a seis RBs de largura de banda de sistema.
[0006] A extensão das comunicações NB-IoT e eMTC no espectro não licenciado apresenta uma série de problemas associados a medição e a relatórios de qualidade de canal para equipamentos de usuário e estações base suportando dispositivos eMTC e NB-IoT e outros dispositivos sem fio que fazem uso do espectro não licenciado. Por conseguinte, existe uma necessidade de mecanismos aperfeiçoados de medição e de relatório de qualidade de canal para estações base, por exemplo, suportando comunicação em banda estreita em implementações de dispositivos sem fio não licenciados.
SUMÁRIO
[0007] A seguir, é apresentado um sumário simplificado de um ou mais aspectos, a fim de fornecer uma compreensão básica de tais aspectos. Este sumário não é uma visão geral abrangente de todos os aspectos contemplados, e seu objetivo não é nem identificar elementos-chave ou críticos de todos os aspectos, nem delinear o escopo de qualquer um ou de todos os aspectos. Seu único propósito é apresentar alguns conceitos de um ou mais aspectos de forma simplificada como um prelúdio para a descrição mais detalhada que apresentada mais à frente.
[0008] Em contraste ao LTE licenciado, onde o número de bandas estreitas é limitado a 4 por UE, no eMTC LTE não licenciado (eMTC-U), um UE pode ser configurado para monitorar muito mais bandas estreitas, por exemplo, entre 15 a 60 bandas estreitas. Devido a este número aumentado de bandas estreitas, bem como a outros aspectos da comunicação no espectro não licenciado, o UE pode relatar a medição de uma banda estreita com vários segundos passados.
[0009] Adicionalmente, no espectro não licenciado, pode haver uma quantidade significativa de interferência em porções isoladas específicas da banda de frequência, em contraste com o LTE licenciado, onde todas as estações base seguem um padrão de salto aleatório em um amplo espectro e todos os ocupantes do canal são conhecidos. Se um UE estiver configurado para relatar um indicador de qualidade de canal de banda larga (CQI), o CQI de banda larga refletirá uma média que inclui essa medição de alta interferência (baixa qualidade) sobre a parte da banda, juntamente com a medição de alta qualidade para a banda estreita restante. Se o CQI nessas frequências em colisão for calculado como média em outras frequências de salto, então ele poderá reduzir a capacidade do sistema devido à maior interferência média em todas as bandas monitoradas. Assim, as medições de banda larga que funcionam no espectro licenciado podem não funcionar em um espectro não licenciado devido à ocupação do canal em regiões muito específicas da banda não licenciada.
[0010] Além disso, o salto de frequência é pseudoaleatório, portanto, a interferência no salto atual pode não estar correlacionada com a interferência no salto seguinte.
[0011] Os aspectos apresentados neste documento incluem um método e um aparelho para operar em uma banda de espectro de radiofrequência não licenciada ou compartilhada, oferecendo oportunidades para maior capacidade de transmissão de dados e abordando também os desafios únicos na transmissão de comunicação sem fio em banda estreita. Especificamente, os aspectos incluem técnicas para dividir um conjunto de frequências de salto em vários grupos e relatar CQI para cada um desses grupos separadamente, por exemplo, como se fosse um CQI de banda larga regular.
[0012] Em um aspecto da descrição, um método, um meio legível por computador e um aparelho são fornecidos. O aparelho pode ser um equipamento de usuário. O aparelho mede uma medição de CQI para cada um dentre uma pluralidade de grupos de frequências de salto, em que um conjunto de frequências de salto é agrupado dentro da pluralidade de grupos e relata um CQI para cada um dentre a pluralidade de grupos. As frequências de salto podem compreender frequências no espectro não licenciado. As frequências de salto dentro de cada grupo da pluralidade de grupos podem ser contínuas em uma ordem padrão de salto para o conjunto de frequências de salto e podem ser descontínuas em frequência física.
[0013] Em outro aspecto da descrição, um método, um meio legível por computador e um aparelho são fornecidos. O aparelho pode ser uma estação base. O aparelho configura um equipamento de usuário para relatórios de CSI e recebe um CQI para cada um dentre uma pluralidade de grupos de frequências de salto, em que um conjunto de frequências de salto é agrupado dentro da pluralidade de grupos. O aparelho pode agrupar o conjunto de frequências de salto dentro da pluralidade de grupos de frequências de salto. As frequências de salto podem compreender frequências no espectro não licenciado. As frequências de salto dentro de cada grupo da pluralidade de grupos podem ser contínuas em uma ordem padrão de salto para o conjunto de frequências de salto e podem ser descontínuas em frequência física.
[0014] Para a consecução dos fins anteriores e relacionados, os um ou mais aspectos compreendem as características completamente descritas a seguir e particularmente apontadas nas reivindicações. A descrição a seguir e os desenhos anexos estabelecem em detalhes certas características ilustrativas de um ou mais aspectos. Essas características são indicativas, no entanto, de apenas algumas dentre as várias maneiras pelas quais os princípios de vários aspectos podem ser empregados, e esta descrição pretende incluir todos esses aspectos e seus equivalentes.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
[0015] A FIG. 1 é um diagrama ilustrando um exemplo de um sistema de comunicações sem fio e uma rede de acesso.
[0016] As Figs. 2A, 2B, 2C e 2D são diagramas ilustrando exemplos de LTE de uma estrutura de quadro DL, canais DL dentro da estrutura de quadro DL, uma estrutura de quadro UL e canais UL dentro da estrutura de quadro UL, respectivamente.
[0017] A FIG. 3 é um diagrama ilustrando um exemplo de um Nó B evoluído (eNB) e equipamento de usuário (UE) em uma rede de acesso.
[0018] A FIG. 4 ilustra uma porção de um conjunto de frequências de banda estreita.
[0019] A FIG. 5 é um diagrama de comunicação sem fio entre uma estação base e um UE.
[0020] A FIG. 6 é um fluxograma de um método de comunicação sem fio.
[0021] A FIG. 7 é um diagrama de fluxo de dados conceitual ilustrando o fluxo de dados entre diferentes meios/componentes em um aparelho exemplar.
[0022] A FIG. 8 é um diagrama ilustrando um exemplo de implementação de hardware para um aparelho empregando um sistema de processamento.
[0023] A FIG. 9 é um fluxograma de um método de comunicação sem fio.
[0024] A FIG. 10 é um diagrama de fluxo de dados conceitual ilustrando o fluxo de dados entre diferentes meios/componentes em um aparelho exemplar.
[0025] A FIG. 11 é um diagrama ilustrando um exemplo de implementação de hardware para um aparelho empregando um sistema de processamento.
[0026] A FIG. 12 ilustra grupos de frequências de banda estreita com um padrão de salto.
DESCRIÇÃO DETALHADA
[0027] A descrição detalhada estabelecida abaixo, em conexão com os desenhos anexos, pretende ser uma descrição de várias configurações e não representa as únicas configurações nas quais os conceitos descritos neste documento podem ser praticados. A descrição detalhada inclui detalhes específicos com o propósito de fornecer uma compreensão completa de vários conceitos. No entanto, será evidente para aqueles versados na técnica que esses conceitos podem ser praticados sem esses detalhes específicos. Em alguns casos, estruturas e componentes bem conhecidos são mostrados na forma de diagrama de blocos para evitar obscurecer esses conceitos.
[0028] A extensão das comunicações NB-IoT e eMTC no espectro não licenciado introduz vários problemas associados com medição e relatórios de qualidade de canal para equipamentos de usuário e estações base suportando dispositivos eMTC e NB-IoT e outras implementações de dispositivos sem fio (por exemplo, LTE não licenciado nas proximidades, Dispositivos Bluetooth, Wi-Fi e ZigBee) que fazem uso do espectro não licenciado. Por conseguinte, existe uma necessidade de mecanismos aperfeiçoados de medição e relatório de qualidade de canal para estações base, por exemplo, suportando comunicação em banda estreita em implementações de dispositivos sem fio não licenciados.
[0029] Em contraste ao LTE licenciado, onde o número de bandas estreitas é limitado a 4 por UE, no eMTC LTE não licenciado (eMTC-U), um UE pode ser configurado para monitorar muito mais bandas estreitas, por exemplo, entre 15 a 60 bandas estreitas. Devido a este número aumentado de bandas estreitas, bem como a outros aspectos da comunicação no espectro não licenciado, o UE pode relatar a medição de uma banda estreita com vários segundos passados.
[0030] Adicionalmente, no espectro não licenciado, pode haver uma quantidade significativa de interferência em porções isoladas específicas da banda de frequência, em contraste com o LTE licenciado, onde todas as estações base 102 seguem um padrão de salto aleatório através de um amplo espectro e todos os ocupantes do canal são conhecidos. Se um UE estiver configurado para relatar um CQI de banda larga, o CQI de banda larga refletirá uma média que inclui essa medição de alta interferência (baixa qualidade) sobre a porção da banda, juntamente com a medição de alta qualidade para a banda estreita restante. Se o CQI nessas frequências em colisão for calculado como média em outras frequências de salto, então ele poderá reduzir a capacidade do sistema devido à maior interferência média em todas as bandas monitoradas. Assim, as medições de banda larga que funcionam no espectro licenciado podem não funcionar em um espectro não licenciado devido à ocupação do canal em regiões muito específicas da banda não licenciada.
[0031] Além disso, o salto de frequência é pseudoaleatório, portanto, a interferência no salto atual pode não estar correlacionada com a interferência no salto seguinte.
[0032] Os aspectos apresentados neste documento incluem um método e um aparelho para operar em uma banda de espectro de radiofrequência não licenciada ou compartilhada, fornecendo oportunidades para maior capacidade de transmissão de dados aperfeiçoada e também abordando os desafios exclusivos na transmissão de comunicação sem fio em banda estreita. Especificamente, os aspectos incluem técnicas para dividir um conjunto de frequências de salto em vários grupos e relatar CQI para cada um desses grupos separadamente, por exemplo, como se fosse um CQI de banda larga regular.
[0033] Vários aspectos de sistemas de telecomunicações serão agora apresentados com referência a vários aparelhos e métodos. Esses aparelhos e métodos serão descritos na descrição detalhada a seguir e ilustrados nos desenhos anexos por vários blocos, componentes, circuitos, processos, algoritmos, etc. (referidos coletivamente como "elementos"). Esses elementos podem ser implementados utilizando hardware eletrônico, software de computador ou qualquer combinação dos mesmos. Se tais elementos são implementados como hardware ou software, depende da aplicação particular e das restrições de projeto impostas ao sistema como um todo.
[0034] A título de exemplo, um elemento, ou qualquer porção de um elemento, ou qualquer combinação de elementos pode ser implementado como um "sistema de processamento" que inclui um ou mais processadores. Exemplos de processadores incluem microprocessadores, microcontroladores, unidades de processamento gráfico (GPUs), unidades de processamento central (CPUs), processadores de aplicativos, processadores de sinal digital (DSPs), processadores de computação de conjunto reduzido de instruções (RISC), sistemas em um chip (SoC), processadores de banda base, arranjos de portas programáveis em campo (FPGAs), dispositivos lógicos programáveis (PLDs), máquinas de estado, porta lógica, circuitos de hardware discretos, e outro hardware adequado configurado para realizar as várias funcionalidades descritas ao longo desta descrição. Um ou mais processadores no sistema de processamento podem executar o software. Software deve ser interpretado de forma ampla para significar instruções, conjuntos de instruções, código, segmentos de código, código de programa, programas, subprogramas, componentes de software, aplicativos, aplicativos de software, pacotes de software, rotinas, sub- rotinas, objetos, executáveis, threads de execução, procedimentos, funções, etc., quer seja referido como software, firmware, middleware, microcódigo, linguagem de descrição de hardware, ou de outra forma.
[0035] Por conseguinte, em uma ou mais modalidades de exemplo, as funções descritas podem ser implementadas em hardware, software ou qualquer combinação dos mesmos. Se implementadas em software, as funções podem ser armazenadas ou codificadas como uma ou mais instruções ou código em um meio legível por computador. O meio legível por computador inclui meio de armazenamento por computador. O meio de armazenamento pode ser qualquer meio disponível que possa ser acessado por um computador. A título de exemplo, e não como uma limitação, esses meios legíveis por computador podem compreender uma memória de acesso aleatório (RAM), uma memória somente de leitura (ROM), uma ROM programável eletricamente apagável (EEPROM), armazenamento em disco óptico, armazenamento em disco magnético, outros dispositivos de armazenamento magnético, combinações dos tipos de meios legíveis por computador acima mencionados, ou qualquer outro meio que possa ser utilizado para armazenar código executável por computador na forma de instruções ou estruturas de dados que possam ser acessadas por um computador.
[0036] A FIG. 1 é um diagrama ilustrando um exemplo de um sistema de comunicações sem fio e uma rede de acesso 100. O sistema de comunicações sem fio (referido também como uma rede de área ampla sem fio (WWAN)) inclui as estações base 102, os UEs 104 e um Núcleo de Pacote Evoluído (EPC) 160. As estações base 102 podem incluir macro células (estação base celular de alta potência) e/ou pequenas células (estação base celular de baixa potência). As macro células incluem eNBs. As pequenas células incluem femto células, pico células e micro células.
[0037] As estações base 102 (coletivamente referidas como Rede de Rádio Acesso Terrestre de Sistema de Telecomunicações Móveis Universal Evoluído (UMTS) (E- UTRAN)) fazem interface com o EPC 160 através de links de canal de transporte de retorno (backhaul) 132 (por exemplo, interface SI). Em adição às outras funções, as estações base 102 podem realizar uma ou mais dentre as seguintes funções: transferência de dados de usuário, cifragem e decifragem de canais de rádio, proteção de integridade, compressão de cabeçalho, funções de controle de mobilidade (por exemplo, handover, dupla conectividade), coordenação de interferência intercelular, configuração e liberação de conexão, balanceamento de carga, mensagens de estrato de não acesso (NAS) para distribuição, seleção de nó NAS, sincronização, compartilhamento de rede de acesso de rádio (RAN), serviço multicast broadcast multimídia (MBMS), rastreamento de equipamento e de assinante, gerenciamento de informação RAN (RIM), alerta (paging), posicionamento e distribuição de mensagens de aviso. As estações base 102 podem se comunicar direta ou indiretamente (por exemplo,
através do EPC 160) umas com as outras através de links de canais de transporte de retorno 134 (por exemplo, interface X2). Os links de canais de transporte de retorno 134 podem ser com fio ou sem fio.
[0038] As estações base 102 podem se comunicar de forma sem fio com os UEs 104. Cada uma dentre as estações base 102 pode fornecer cobertura de comunicação para uma respectiva área de cobertura geográfica 110. Podem existir áreas de cobertura geográfica 110 sobrepostas. Por exemplo, a pequena célula 102' pode ter uma área de cobertura 110' que se sobrepõe à área de cobertura 110 de uma ou mais macro estações base 102. Uma rede que inclua tanto pequenas células quanto macro células pode ser conhecida como uma rede heterogênea. Uma rede heterogênea pode também incluir Nós B Evoluídos (eNBs) Domésticos (HeNBs), que podem fornecer serviço a um grupo restrito conhecido como um grupo de assinantes fechados (CSG). Os links de comunicação 120 entre as estações base 102 e os UE 104 podem incluir transmissões em uplink (UL) (referido também como link reverso) a partir de um UE 104 para uma estação base 102 e/ou transmissões em downlink (DL) (referido também como link direto) a partir de uma estação base 102 para um UE
104. Os links de comunicação 120 podem utilizar a tecnologia de antena MIMO, incluindo multiplexação espacial, conformação de feixes e/ou diversidade de transmissão. Os links de comunicação podem ser através de uma ou mais portadoras. As estações base 102/UE 104 podem utilizar espectro de até Y MHz (por exemplo, 5, 10, 15, 20 MHz) de largura de banda por portadora alocada em uma agregação de portadoras até um total de Yx MHz (x portadoras de componentes) utilizadas para transmissão em cada direção. As portadoras podem ou não ser adjacentes umas às outras. A alocação de portadoras pode ser assimétrica em relação a DL e UL (por exemplo, mais ou menos portadoras podem ser alocadas para DL do que para UL). As portadoras de componentes podem incluir uma portadora de componente primária e uma ou mais portadoras de componente secundárias. Uma portadora de componente primária pode ser referida como uma célula primária (PCell) e uma portadora de componente secundária pode ser referida como uma célula secundária (SCell).
[0039] O sistema de comunicações sem fio pode adicionalmente incluir um ponto de acesso (AP) Wi-Fi 150 em comunicação com estações (STAs) Wi-Fi 152 através de links de comunicação 154 em um espectro de frequência não licenciado de 5 GHz. Quando em comunicação em um espectro de frequência não licenciado, as STAs 152/AP 150 podem realizar uma avaliação de canal livre (CCA) antes da comunicação, a fim de determinar se o canal está disponível.
[0040] A pequena célula 102' pode operar em um espectro de frequência licenciado e/ou não licenciado. Quando operando em um espectro de frequência não licenciado, a pequena célula 102' pode empregar LTE e utilizar o mesmo espectro de frequência não licenciado de 5 GHz utilizado pelo AP Wi-Fi 150. A pequena célula 102', empregando LTE em um espectro de frequência não licenciado, pode aumentar a cobertura e/ou aumentar a capacidade da rede de acesso. LTE em um espectro não licenciado pode ser referido como LTE-não licenciado (LTE-U), acesso assistido licenciado (LAA) ou MuLTEfire.
[0041] A estação base de onda milimétrica (mmW) 180 pode operar em frequências mmW e/ou frequências próximas a mmW em comunicação com o UE 182. A frequência extremamente alta (EHF) faz parte do RF no espectro eletromagnético. EHF tem uma faixa de 30 GHz a 300 GHz e um comprimento de onda entre 1 milímetro e 10 milímetros. Ondas de rádio na banda podem ser referidas como uma onda milimétrica. Próximo a mmW pode se estender descendentemente até uma frequência de 3 GHz com um comprimento de onda de 100 milímetros. A banda de frequência super alta (SHF) se estende entre 3 GHz e 30 GHz, também referida como onda centimétrica. As comunicações utilizando a banda de radiofrequência mmW/próximo a mmW apresentam perda de percurso extremamente alta e um curto alcance. A estação base mmW 180 pode utilizar a formação de conformação de feixes (beamforming) 184 com o UE 182 para compensar a perda de percurso extremamente alta e o curto alcance.
[0042] O sistema de comunicação sem fio 100 pode incluir comunicação 192 diretamente entre UEs 104.
[0043] O EPC 160 pode incluir uma Entidade de Gerenciamento de Mobilidade (MME) 162, outras MMEs 164, um Gateway Servidor 166, um Gateway de Serviço Broadcast Multicast Multimídia (MBMS) 168, um Centro de Serviço Broadcast Multicast (BM-SC) 170 e um Gateway de Rede de Dados em Pacote (PDN) 172. A MME 162 pode estar em comunicação com um Servidor de Assinante Doméstico (HSS)
174. A MME 162 é o nó de controle que processa a sinalização entre os UEs 104 e o EPC 160. Geralmente, a MME
162 fornece gerenciamento de portadoras e conexões. Todos os pacotes de protocolo de Internet (IP) de usuário são transferidos através do Gateway Servidor 166, que está conectado ao Gateway PDN 172. O Gateway PDN 172 fornece alocação de endereço IP de UE, bem como outras funções. O gateway PDN 172 e o BM-SC 170 estão conectados aos serviços IP 176. Os Serviços IP 176 podem incluir a Internet, uma intranet, um Subsistema de Multimídia IP (IMS), um Serviço de Streaming PS (PSS) e/ou outros serviços IP. O BM-SC 170 pode fornecer funções para provisionamento e entrega de serviço de usuário MBMS. O BM-SC 170 pode servir como um ponto de entrada para a transmissão MBMS do provedor de conteúdo, pode ser utilizado para autorizar e iniciar os Serviços de Portadora MBMS dentro de uma rede móvel terrestre pública (PLMN) e pode ser utilizado para programar transmissões MBMS. O Gateway MBMS 168 pode ser utilizado para distribuir o tráfego MBMS para as estações base 102 pertencentes a uma área da Rede de Frequência Única de Difusão Multicast (MBSFN) transmitindo um serviço específico e pode ser responsável pelo gerenciamento de sessões (iniciar/parar) e pela coleta de eMBMS relacionados às informações de carregamento.
[0044] A estação base pode ser referida também como Nó B, Nó B evoluído (eNB), um ponto de acesso, uma estação base transceptora, uma estação base de rádio, um transceptor de rádio, uma função transceptora, um conjunto de serviços básicos (BSS), um conjunto de serviço estendido (ESS) ou alguma outra terminologia adequada. A estação base 102 fornece um ponto de acesso ao EPC 160 para um UE 104. Exemplos de UEs 104 incluem um telefone celular, um telefone inteligente, um telefone de protocolo de início de sessão (SIP), um laptop, um assistente digital pessoal (PDA), um rádio por satélite, um sistema de posicionamento global, um dispositivo de multimídia, um dispositivo de vídeo, um reprodutor de áudio digital (por exemplo, MP3 player), uma câmera, um console de videogame, um tablet, um dispositivo inteligente, um dispositivo vestível ou qualquer outro dispositivo de funcionamento semelhante. O UE 104 pode ser referido também como uma estação, uma estação móvel, uma estação de assinante, uma unidade móvel, uma unidade de assinante, uma unidade sem fio, uma unidade remota, um dispositivo móvel, um dispositivo sem fio, um dispositivo de comunicação sem fio, um dispositivo remoto, uma estação de assinante móvel, um terminal de acesso, um terminal móvel, um terminal sem fio, um terminal remoto, um aparelho telefônico, um agente de usuário, um cliente móvel, um cliente ou alguma outra terminologia adequada.
[0045] Fazendo referência novamente à FIG. 1, em certos aspectos, o UE 104 e a estação base 102 podem ser configurados para suportar comunicações em banda estreita (198), incluindo medição e relatório de CQI, através de um espectro de frequência não licenciado. Além disso, a estação base 102 pode configurar o UE 104 para o relatório de CQI para cada um dentre uma pluralidade de grupos de frequências de salto, conforme descrito neste documento. O UE 104 pode ser configurado para medir uma medição de CQI para cada um dentre uma pluralidade de grupos de frequências de salto, conforme descrito neste documento, em que um conjunto de frequências de salto é agrupado dentro da pluralidade de grupos e relata um CQI para cada um dentre a pluralidade de grupos.
[0046] A FIG. 2A é um diagrama 200 ilustrando um exemplo de uma estrutura de quadro DL em LTE. A FIG. 2B é um diagrama 230 ilustrando um exemplo de canais dentro da estrutura de quadro DL em LTE. A FIG. 2C é um diagrama 250 ilustrando um exemplo de uma estrutura de quadro UL em LTE. A FIG. 2D é um diagrama 280 ilustrando um exemplo de canais dentro da estrutura de quadro UL em LTE. Outras tecnologias de comunicação sem fio podem ter uma estrutura de quadro diferente e/ou canais diferentes. Em LTE, um quadro (10 ms) pode ser dividido em 10 subquadros de tamanhos iguais. Cada subquadro pode incluir duas partições de tempo consecutivas. Uma grade de recursos pode ser utilizada para representar as duas partições de tempo, cada partição de tempo incluindo um ou mais blocos de recursos (RBs) concorrentes (referidos também como RBs físicos). A grade de recursos é dividida em vários elementos de recursos (REs). Em LTE, para um prefixo cíclico normal, um RB contém 12 subportadoras consecutivas no domínio da frequência e 7 símbolos consecutivos (para símbolos DL, OFDM; para símbolos UL, SC-FDMA) no domínio do tempo, para um total de 84 REs. Para um prefixo cíclico estendido, um RB contém 12 subportadoras consecutivas no domínio da frequência e 6 símbolos consecutivos no domínio do tempo, para um total de 72 REs. O número de bits transportados por cada RE depende do esquema de modulação.
[0047] Conforme ilustrado na FIG. 2A, alguns dos REs transportam sinais de referência (piloto) DL (DL-RS) para estimativa de canal no UE. O DL-RS pode incluir sinais de referência específicos de célula (CRS) (algumas vezes referidos também como RS comuns), sinais de referência específicos de UE (UE-RS) e sinais de referência de informação de estado de canal (CSI-RS). A FIG. 2A ilustra CRS para as portas de antena 0, 1, 2 e 3 (indicadas como R0, R1, R2 e R3, respectivamente), UE-RS para a porta de antena 5 (indicada como R5) e CSI-RS para a porta de antena 15 (indicado como R). A FIG. 2B ilustra um exemplo de vários canais dentro de um subquadro DL de um quadro.
O canal indicador de formato de controle físico (PCFICH) está dentro do símbolo 0 da partição 0 e transporta um indicador de formato de controle (CFI) que indica se o canal de controle de downlink físico (PDCCH) ocupa 1, 2 ou 3 símbolos (a FIG. 2B ilustra um PDCCH que ocupa 3 símbolos). O PDCCH transporta informações de controle de downlink (DCI) dentro de um ou mais elementos de canal de controle (CCEs), cada CCE incluindo nove grupos de RE (REGs), cada REG incluindo quatro REs consecutivos em um símbolo OFDM.
Um UE pode ser configurado com um PDCCH aperfeiçoado específico de UE (ePDCCH) que também transporta DCI.
O ePDCCH pode ter 2, 4 ou 8 pares de RB (a FIG. 2B mostra dois pares de RB, cada subconjunto incluindo um par de RB). O canal indicador de solicitação de repetição automática (ARQ) híbrido (HARQ) físico (PHICH) também está dentro do símbolo 0 da partição 0 e transporta o indicador HARQ (HI) que indica a realimentação de confirmação (ACK)/ACK negativo (NACK) HARQ com base no canal compartilhado de uplink físico (PUSCH). O canal de sincronização primário (PSCH) está dentro do símbolo 6 da partição 0 dentro dos subquadros 0 e 5 de um quadro, e transporta um sinal de sincronização primário (PSS) que é utilizado por um UE para determinar a temporização de subquadro e uma identidade de camada física. O canal de sincronização secundário (SSCH) está dentro do símbolo 5 da partição 0 dentro dos subquadros 0 e 5 de um quadro e transporta um sinal de sincronização secundário (SSS) que é utilizado por um UE para determinar um número de grupo de identidade de célula da camada física. Com base na identidade de camada física e no número do grupo de identidade da célula da camada física, o UE pode determinar um identificador de célula física (PCI). Com base no PCI, o UE pode determinar as localizações do DL-RS acima mencionado. O canal de transmissão físico (PBCH) está dentro dos símbolos 0, 1, 2, 3 da partição 1 do subquadro 0 de um quadro e transporta um bloco de informação principal (MIB). O MIB fornece um número de RBs na largura de banda de sistema DL, uma configuração PHICH e um número de quadro de sistema (SFN). O canal compartilhado de downlink físico (PDSCH) transporta dados de usuário, informações de sistema de transmissão não transmitidas através do PBCH, tais como SIBs (blocos de informações de sistema) e mensagens de alerta.
[0048] Conforme ilustrado na FIG. 2C, alguns dos REs transportam sinais de referência de demodulação (DM-RS) para estimativa de canal no eNB. O UE pode adicionalmente transmitir sinais de referência sonora (SRS) no último símbolo de um subquadro. O SRS pode ter uma estrutura de pente e um UE pode transmitir SRS em um dos pentes. O SRS pode ser utilizado por um eNB para estimar a qualidade do canal para permitir a programação dependente de frequência no UL. A FIG. 2D ilustra um exemplo de vários canais dentro de um subquadro UL de um quadro. Um canal de acesso aleatório físico (PRACH) pode estar dentro de um ou mais subquadros dentro de um quadro com base na configuração PRACH. O PRACH pode incluir seis pares consecutivos de RB dentro de um subquadro. O PRACH permite que o UE realize o acesso inicial ao sistema e obtenha a sincronização UL. Um canal de controle de uplink físico (PUCCH) pode estar localizado nas bordas da largura de banda do sistema UL. O PUCCH transporta informação de controle de uplink (UCI), tais como solicitação de programação, um indicador de qualidade de canal (CQI), um indicador de matriz de pré- codificação (PMI), um indicador de nível (RI), e realimentação de ACK/NACK HARQ. O PUSCH transporta dados e pode adicionalmente ser utilizado para transportar um relatório de status de buffer (BSR), um relatório de headroom de energia (PHR) e/ou UCI.
[0049] A FIG. 3 é um diagrama de blocos de um eNB 310 em comunicação com um UE 350 em uma rede de acesso. No DL, os pacotes IP do EPC 160 podem ser fornecidos a um controlador/processador 375. O controlador/processador 375 implementa a funcionalidade da camada 3 e da camada 2. A camada 3 inclui uma camada de controle de recurso de rádio (RRC) e a camada 2 inclui uma camada de protocolo de convergência de dados de pacote (PDCP), uma camada de controle de radioenlace (RLC) e uma camada de controle de acesso ao meio (MAC). O processador/controlador 375 fornece funcionalidade de camada RRC associada com a difusão de informações de sistema (por exemplo, MIB, SIBs), controle de conexão RRC (por exemplo, alerta de conexão RRC, estabelecimento de conexão RRC, modificação de conexão RRC e liberação de conexão RRC), mobilidade de tecnologia de acesso inter-radio (RAT) e configuração de medição para o relatório de medição de UE; funcionalidade de camada PDCP associada com compressão/descompressão de cabeçalho, segurança (cifragem, decifragem, proteção de integridade, verificação de integridade) e funções de suporte de handover; funcionalidade da camada RLC associada com transferência de unidades de pacotes de dados (PDUs) de camada superior, correção de erros através de ARQ, concatenação, segmentação e remontagem de unidades de dados de serviços de RLC (SDUs), ressegmentação de dados de RLC de PDUs, e reordenação de dados de RLC de PDUs; e funcionalidade de camada MAC associada com o mapeamento entre canais lógicos e canais de transporte, multiplexação de SDUs MAC em blocos de transporte (TBs), demultiplexação de SDUs MAC a partir de TBs, programação de relatório de informação, correção de erros através de HARQ, tratamento prioritário e priorização de canal lógico.
[0050] O processador de transmissão (TX) 316 e o processador de recepção (RX) 370 implementam a funcionalidade da camada 1 associada com várias funções de processamento de sinal. A camada 1, que inclui uma camada física (PHY), pode incluir detecção de erros nos canais de transporte, codificação/decodificação de correção antecipada de erros (FEC) dos canais de transporte, intercalação, taxa de correspondência, mapeamento em canais físicos, modulação/demodulação de canais físicos, e processamento de antena MIMO. O processador TX 316 lida com o mapeamento para sinalizar constelações com base em vários esquemas de modulação (por exemplo, deslocamento de fase binária (BPSK), deslocamento de fase em quadratura (QPSK),
deslocamento de fase M (M-PSK), modulação de amplitude em quadratura M (M-QAM)). Os símbolos codificados e modulados podem então ser divididos em fluxos paralelos. Cada fluxo pode então ser mapeado para uma subportadora OFDM, multiplexada com um sinal de referência (por exemplo, piloto) no domínio do tempo e/ou da frequência, e então combinado utilizando uma Transformada de Fourier Inversa Rápida (IFFT) para produzir um canal físico transportando um fluxo de símbolos OFDM no domínio do tempo. O fluxo OFDM é pré-codificado espacialmente para produzir múltiplos fluxos espaciais. Estimativas de canal a partir de um estimador de canal 374 podem ser utilizadas para determinar o esquema de codificação e modulação, bem como para processamento espacial. A estimativa de canal pode ser derivada a partir de um sinal de referência e/ou realimentação da condição de canal transmitidos pelo UE
350. Cada fluxo espacial pode então ser fornecido para uma antena diferente 320 através de um transmissor TX separado
318. Cada transmissor TX 318 pode modular uma portadora de RF com um respetivo fluxo espacial para transmissão.
[0051] No UE 350, cada receptor RX 354 recebe um sinal através de sua respectiva antena 352. Cada receptor RX 354 recupera informação modulada em uma portadora de RF e fornece a informação para o processador de recepção (RX)
356. O processador TX 368 e o processador RX 356 implementam a funcionalidade da camada 1 associada com várias funções de processamento de sinal. O processador RX 356 pode realizar processamento espacial na informação para recuperar quaisquer fluxos espaciais destinados ao UE 350. Se múltiplos fluxos espaciais são destinados ao UE 350,
eles podem ser combinados pelo processador RX 356 em um único fluxo de símbolos OFDM. O processador RX 356 converte então o fluxo de símbolos OFDM do domínio do tempo para o domínio da frequência utilizando uma Transformada de Fourier Rápida (FFT). O sinal de domínio da frequência o um fluxo de símbolos OFDM separado para cada subportadora do sinal OFDM. Os símbolos em cada subportadora e o sinal de referência, são recuperados e demodulados pela determinação dos pontos de constelação de sinal mais prováveis transmitidos pela estação base 310. Estas decisões suaves podem se basear em estimativas de canal computadas pelo estimador de canal 358. As decisões suaves são então decodificadas e deintercaladas para recuperar os dados e os sinais de controle que foram originalmente transmitidos pela estação base 310 no canal físico. Os dados e sinais de controle são então fornecidos para o processador/controlador 359, que implementa as funcionalidades da camada 3 e da camada 2.
[0052] O processador/controlador 359 pode ser associado com uma memória 360 que armazena códigos de programa e dados. A memória 360 pode ser referida como um meio legível por computador. No UL, o processador/controlador 359 fornece demultiplexação entre os canais lógicos e de transporte, remontagem de pacotes, decifragem, descompressão de cabeçalhos, e processamento de sinais de controle para recuperar pacotes IP a partir do EPC 160. O processador/controlador 359 é responsável também pela detecção de erros utilizando um protocolo ACK e/ou NACK para suportar operações HARQ.
[0053] Similarmente à funcionalidade descrita em conexão com a transmissão DL através do eNB 310, o processador/controlador 359 fornece a funcionalidade de camada RRC associada com a aquisição de informações de sistema (por exemplo, MIB, SIBs), conexões de RRC e relatório de medição; a funcionalidade de camada PDCP associada com a compressão/descompressão de cabeçalho, e segurança (cifragem, decifragem, proteção de integridade, verificação de integridade); a funcionalidade da camada RLC associada com a transferência de PDUs de camada superior, correção de erros através de ARQ, concatenação, segmentação e remontagem de RLC SDUs, ressegmentação de dados RLC PDUs e reordenamento de dados RLC PDUs; e a funcionalidade de camada MAC associada com o mapeamento entre os canais lógicos e os canais de transporte, multiplexação de SDUs MAC em TBs, demultiplexação de SDUs MAC a partir de TBs, programação de relatório de informação, correção de erros através de HARQ, tratamento prioritário e priorização de canais lógicos.
[0054] As estimativas de canal derivadas através de um estimador de canal 358 a partir de um sinal de referência ou realimentação transmitida através do eNB 310 podem ser utilizadas pelo processador TX 368 para selecionar os esquemas de codificação e modulação apropriados e para facilitar o processamento espacial. Os fluxos espaciais gerados pelo processador TX 368 podem ser fornecidos para diferentes antenas 352 através de transmissores TX 354 separados. Cada transmissor TX 354 pode modular uma portadora de RF com um respectivo fluxo espacial para transmissão.
[0055] A transmissão UL é processada no eNB 310 de uma maneira similar à descrita em conexão com a função de receptor no UE 350. Cada receptor RX 318 recebe um sinal através de sua respectiva antena 320. Cada receptor RX 318 recupera informações moduladas em uma portadora de RF e fornece as informações para um processador RX 370.
[0056] O processador/controlador 375 pode ser associado com uma memória 376 que armazena códigos de programa e dados. A memória 376 pode ser referida como um meio legível por computador. No UL, o processador/controlador 375 proporciona demultiplexação entre os canais de transporte e lógicos, remontagem de pacote, decifragem, descompressão de cabeçalho, processamento de sinal de controle para recuperar pacotes IP a partir do UE 350. Os pacotes IP do processador/controlador 375 podem ser fornecidos ao EPC
160. O processador/controlador 375 também é responsável pela detecção de erros utilizando um protocolo ACK e/ou NACK para suportar operações de HARQ.
[0057] As comunicações em banda estreita envolvem a comunicação com uma largura de banda de frequência limitada em comparação com a largura de banda de frequência utilizada nas comunicações LTE. Um exemplo de comunicação em banda estreita é o eMTC, que é limitado a seis RBs de largura de banda de sistema. Outro exemplo de comunicação em banda estreita é a comunicação NB-IoT, que é limitada a um único RB de largura de banda de sistema, por exemplo, 180 kHz.
[0058] A comunicação NB-IoT e o eMTC podem reduzir a complexidade de dispositivo, possibilitar a vida útil da bateria por vários anos e fornecer cobertura para alcançar localizações desafiadoras, tais como dentro de edifícios. No entanto, como a cobertura fornecida pelas comunicações em banda estreita pode incluir localizações desafiadoras (por exemplo, um medidor de gás inteligente localizado no porão de um edifício), há uma chance maior de que uma ou mais transmissões não sejam recebidas adequadamente.
[0059] Em eMTC LTE, a medição de CSI é realizada nas bandas estreitas contendo um canal de controle de downlink físico MTC (MPDCCH). MPDCCH é um tipo de PDCCH projetado para operação com largura de banda reduzida direcionada para dispositivos MTC e inclui informações comuns para operação em banda estreita (por exemplo, sinalização comum e específica para UE, informação de nível de repetição).
[0060] Em LTE de espectro licenciado, um UE pode ser configurado para monitorar MPDCCH sobre no máximo de 4 bandas estreitas (cada uma com seis RBs de largura de banda de sistema). As medições de informação de estado do canal podem ser realizadas em bandas estreitas configuradas para ter MPDCCH. Por exemplo, dada uma largura de banda de 20 MHZ, múltiplas bandas estreitas de 1 MHz (por exemplo, 3-4 bandas estreitas podem ser configuradas). Cada banda estreita pode ter uma largura de seis RBs, que é a banda estreita padrão para MTC.
[0061] A estação base 102 pode configurar um padrão de salto para o UE incluindo múltiplas bandas estreitas. Por exemplo, um UE que foi configurado pela estação base servidora 102 para monitorar 2 bandas estreitas com MPDCCH, pode monitorar M subquadros na primeira banda estreita e então pular para a segunda banda estreita. Se um UE for configurado para monitorar mais de duas bandas estreitas, o UE deverá ser configurado com um padrão de salto através do qual o UE alterna em ciclos. Os valores para M e o padrão de salto podem ser configurados pela estação base ou podem ser pré-determinados ou uma combinação dos mesmos.
[0062] Um UE pode monitorar e medir recursos de referência de informação de estado de canal (CSI) nas bandas estreitas configuradas para conter MPDCCH. Se todas as bandas estreitas forem configuradas para conter MPDCCH, então o UE monitorará a CSI em todas as bandas. Alternativamente, se um subconjunto de bandas estreitas for configurado para conter MPDCCH, então o UE monitorará a CSI no subconjunto de bandas estreitas. Tipicamente, se um UE for configurado para seguir um padrão de salto, o MPDCCH também saltará com base no padrão de salto em todas as frequências no padrão de salto.
[0063] Quando na medição da CSI, o UE pode monitorar todos os RBs no domínio da frequência (por exemplo, todos os seis RBs). No domínio do tempo, o UE monitorará os últimos N subquadros em cada uma dentre as bandas estreitas nas quais o MPDCCH é monitorado, em que N é definido por:
[0064] N = ceil(csi-NumRepetitionCE/Número de bandas estreitas)
[0065] onde csi-NumRepetitionCE é um valor configurado pela estação base 102. Por exemplo, se o csi- NumRepetitionCE for definido como 32, este é o número de subquadros para os quais o UE monitorará a CSI e manterá um registro da CSI. Se o UE for configurado para monitorar apenas 1 banda estreita, então o UE computará a CSI com base nos últimos 32 subquadros na banda estreita. Se o UE for configurado para monitorar 2 bandas estreitas, então o UE computará a CSI com base nos últimos 16 subquadros em cada uma entre as 2 bandas estreitas para as quais o UE monitora MPDCCH. Se o UE for configurado para monitorar 4 bandas estreitas, então o UE computará a CSI com base nos últimos 8 subquadros em cada uma dentre as 4 bandas estreitas para as quais o UE monitora MPDCCH.
[0066] Para relatar um indicador de qualidade de canal (CQI), existem dois modos diferentes: periódico e aperiódico. A realimentação de CQI periódica inclui o modo 1-0 e o modo 1-1. A realimentação de CQI aperiódica inclui o modo 2-0.
[0067] O modo 1-0 é um relatório de CQI de banda larga. Os relatórios para o modo 1-0 refletem a transmissão em todas as faixas estreitas no recurso de referência de CSI. Portanto, se um UE for configurado para monitorar MPDCCH em 4 bandas estreitas, então o UE utilizará medições dos sinais de referência em todas as 4 bandas estreitas para calcular um CQI comum e relatar o CQI comum à estação base 102.
[0068] Similar ao modo 1-0, o modo 1-1 também é um CQI de banda larga. No modo 1-1, um UE relata um CQI de banda larga e uma matriz de pré-codificação comum (PMI) refletindo a transmissão em todas as bandas estreitas no recurso de referência de CSI. Assim, ao relatar o CQI para o modo 1-1, um UE utilizará medições de sinais de referência em todas as bandas estreitas monitoradas para computar um CQI comum e relatar o CQI comum juntamente com um indicador de matriz de pré-codificação (PMI). O PMI identificará uma matriz de pré-codificação para a estação base 102 para ser utilizada nas comunicações com o UE.
[0069] O modo 2-0 é um modo que inclui realimentação de sub-banda selecionada de UE. Neste modo, o UE relata o CQI de banda larga e também relata uma banda estreita que o UE mediu como tendo a melhor qualidade de canal. Assim, se o UE estiver monitorando a CSI em 4 banda estreita, ele pode selecionar uma banda estreita e relatar o CQI para essa banda estreita, ao longo com uma indicação identificando a banda estreita selecionada. A estação base 102 pode fazer uso da banda estreita relatada quando programar o UE no futuro. Como nos modos 1-0 e 1-1, o CQI de banda larga no modo 2-0 é calculado com base em todas as bandas estreitas monitoradas. Ao relatar o CQI da banda estreita selecionada, o valor reflete o CQI medido apenas sobre a banda estreita selecionada. Este valor é codificado diferencialmente em relação à CQI de banda larga.
[0070] Em contraste com o LTE licenciado, onde o número de bandas estreitas é limitado a 4 por UE, no eMTC LTE não licenciado (eMTC-U), um UE pode ser configurado para monitorar entre 15 e 60 bandas estreitas no eMTC-U. Assim, como uma estação base 102 pula mais de 60 bandas estreitas, o UE servido também pulará sobre as 60 bandas estreitas. Além disso, em LTE licenciado, o UE pode gastar alguns ms por banda e então pular para outra banda. No entanto, como no espectro não licenciado é necessário realizar procedimentos de escute antes de falar (LBT), os dispositivos procurarão utilizar um tempo de transmissão mais longo. Portanto, dependendo da estrutura de quadro empregada, uma estação base 102 pode gastar 40 ou 80 ms por banda estreita antes de saltar. Em virtude desse atraso e do grande número de banda estreita, pode levar vários segundos antes que uma estação base 102 volte para uma determinada banda estreita. Assim, alguns segundos (por exemplo, até 5 segundos) podem passar entre medições sucessivas de um canal. Além disso, dada a natureza de LBT, a estação base 102 pode não transmitir em algumas frequências de salto, assim o subquadro de referência que é realmente utilizado para computar o CQI pode ter vários ciclos passados. Isto pode ocorrer porque a estação base 102 não transmite em um determinado ciclo, porque o UE não decodifica a transmissão da estação base 102 ou porque o UE ignora uma transmissão. Isto leva o UE a relatar uma medição anterior da banda estreita que pode ter muitos segundos passados.
[0071] No espectro não licenciado, pode existir uma quantidade significativa de interferência em porções isoladas específicas da banda de frequência. Isso contrasta com o LTE licenciado, onde todas as estações base 102 seguem um padrão de salto aleatório através de um amplo espectro e todos os ocupantes do canal são conhecidos. Por exemplo, se um nó Wi-Fi for implementado na banda de 2,40 a 2,42 GHz e causar interferência em um UE (por exemplo, porque é próximo ao UE), então o CQI medido seria diferente para as frequências de salto de banda de 2,40 a 2,42 GHz que sobrepõem essa parte da banda versus outras que não se sobrepõem a essa banda. No entanto, se o UE for configurado para relatar um CQI de banda larga, o CQI de banda larga refletirá uma média que inclui essa medição de alta interferência (baixa qualidade) em uma faixa de 2,40 a 2,42 GHz, juntamente com a medição de alta qualidade para a banda estreita restante. Se o CQI nessas frequências de colisão for calculado como média em outras frequências de salto, ela poderá reduzir a capacidade de sistema devido à interferência média mais alta em todas as bandas monitoradas. Assim, as medições de banda larga que funcionam no espectro licenciado podem não funcionar em um espectro não licenciado devido à ocupação de canal em regiões muito específicas da banda não licenciada.
[0072] Além disso, o salto de frequência é pseudoaleatório, portanto, a interferência no salto atual pode não estar correlacionada com a interferência no salto seguinte. Isto é, como a interferência na banda não licenciada pode ser localizada em uma única banda estreita ou em algumas bandas estreitas agrupadas, a CSI medida na banda estreita atual pode não ser preditiva de interferência em outra banda estreita. Este problema é parcialmente devido ao fato de que o salto de frequência deve ser pseudoaleatório por regulação. Por exemplo, se uma estação base 102 for configurada para utilizar 60 bandas estreitas, a escolha do salto entre as bandas seguirá um padrão efetivamente aleatório. Embora possa haver algum benefício em analisar estatísticas de longo prazo para descobrir como programar um UE, não há relacionamento confiável entre um salto ou o próximo.
[0073] Os aspectos apresentados neste documento incluem um método e um aparelho para operar em uma banda de espectro de radiofrequência não licenciada ou compartilhada, oferecendo oportunidades para maior capacidade de transmissão de dados e também abordando os desafios exclusivos na transmissão de comunicação sem fio em banda estreita. Especificamente, os aspectos incluem técnicas para dividir um conjunto de frequências de salto dentro de vários grupos e relatar o CQI para cada um desses grupos separadamente, por exemplo, como se fosse um CQI de banda larga regular.
[0074] A FIG. 5 ilustra um aspecto exemplar de um sistema 500 para comunicação sem fio entre uma estação base 502 (por exemplo, 102, 310) e um UE 504 (por exemplo, 104, 350) incluindo medição e relatório de CQI. O sistema 500 ilustra um exemplo em que um conjunto de frequências de salto pode ser dividido em vários grupos para medições e relatórios de CQI.
[0075] Um conjunto de frequências de salto pode ser dividido em vários grupos. Por exemplo, um conjunto de 15 frequências de salto pode ser dividido em 3 grupos de 5 frequências. Em outro exemplo, um conjunto de 60 frequências de salto pode ser dividido em 10 grupos de 6 frequências. O conjunto de frequências de salto pode ser dividido e agrupado pela estação base, por exemplo. A FIG. 5 ilustra, na etapa 505, que a estação base 502 pode determinar uma configuração para relatório de CQI, incluindo uma divisão de um conjunto de frequências de salto em grupos. Esta informação pode ser fornecida par o UE através da estação base, por exemplo, em 510, a estação base 502 pode transmitir uma configuração para relatório de CQI para um UE 504. Essa configuração pode ser fornecida através de RRC, SIBs ou pode ser transmitida junto com a solicitação de relatório de CQI. O CQI pode ser relatado através do UE para cada um desses grupos separadamente, por exemplo, como se o grupo fosse um CQI de banda larga regular. Tais agrupamentos e relatórios podem reduzir a carga de relatórios no UE e os recursos utilizados para relatórios de uplink na estação base. A FIG. 4 ilustra um conjunto de frequências de salto compreendendo 15 bandas estreitas (por exemplo, NB1 - NB15). O padrão de salto é ilustrado como compreendendo um salto a partir de NB5 em 402 para NB 8 em 404 para NB 11 em 406. O padrão de salto continua para NB6 em 408, NB9 em 410, NB 12 em 412 e B15 em
414.
[0076] Em uma primeira opção, cada grupo de frequências pode ser descontínuo na ordem do conjunto de saltos, mas pode abranger um subconjunto contíguo de frequências físicas. A FIG. 4 ilustra um exemplo de agrupamento de acordo com esta primeira opção, com o Grupo 1 416 compreendendo NB 1-5, o Grupo 2 418 compreendendo NB 6-10 e o Grupo 3 420 compreendendo NB 11-15. O número de bandas estreitas dentro de cada grupo pode ser determinado pela estação base, grupos de 5 bandas estreitas é apenas um exemplo. Essa opção pode levar à detecção de interferência em uma porção da banda de frequência, por exemplo, interferência a partir de um nó WiFi que abrange apenas 20 MHz da banda de 80 MHz. Em um exemplo, o relatório de CQI pode ser realizado na última frequência do salto definida em cada grupo. Em outro exemplo, o relatório de CQI pode ocorrer após uma visita à Nésima frequência de salto no conjunto, em que N é configurado pela estação base ou especificado na especificação. A estação base pode receber algum aviso antecipado sobre o nível de interferência no conjunto de saltos e pode utilizar o aviso antecipado para configurar o relatório de CQI.
[0077] Em uma segunda opção, cada grupo de frequências pode ser contínuo na ordem de conjunto de saltos, mas pode ser descontínuo na frequência física. Por exemplo, na FIG. 4, um primeiro grupo de acordo com esta segunda opção pode compreender NB5, NB8 e NB11, um segundo grupo pode compreender NB6, NB9 e NB12. Um terceiro grupo pode compreender NB15 e as duas frequências de salto a seguir no padrão de salto, e assim por diante. A FIG. 12 ilustra os exemplos de padrões de salto a partir da FIG. 4 com o agrupamento contínuo na ordem do salto, mas descontínuo na frequência. Grupos de três bandas estreitas é apenas um exemplo, e um número diferente de bandas estreitas pode ser utilizado para agrupar as bandas estreitas no conjunto de frequências.
[0078] Em 515, o UE 504 mede e computa o CQI com base na configuração para relatório transmitida através do eNB 502. Com base na configuração, o UE pode calcular e relatar CQI separada para os grupos de frequências no conjunto de frequências.
[0079] Em 520, o UE transmite o relatório de CQI para o eNB 502. Qualquer uma dentre as várias configurações de relatório pode ser utilizada pelo UE para relatar o CQI. Em uma primeira opção, um UE pode relatar apenas um CQI de banda larga para cada grupo de frequências de salto no conjunto de frequências de salto. Em uma segunda opção, um UE pode relatar um CQI de banda larga para cada grupo de frequências de salto e também pode relatar um CQI de sub-
banda por frequência de salto ou em um subconjunto de frequências de salto dentro dos grupos. Em uma terceira opção, um UE pode relatar um CQI de banda larga para todo o conjunto de saltos e também pode relatar um CQI de sub- banda de grupo com base na configuração de grupo.
[0080] Para qualquer uma dentre essas opções de relatório, a configuração para relatório pode ser configurada pela estação base, por exemplo, em 510. Por exemplo, um RRC ou SIB pode ser utilizado para fornecer o UE com a configuração correspondente a partir da estação base.
[0081] Em 525, a estação base 502 pode processar o relatório de CQI e pode programar o UE em 530, por exemplo, sobre o seu padrão de salto com base nos resultados dos relatórios de UE.
[0082] Um subquadro de referência pode ser utilizado para computar um CQI para cada grupo de frequências de salto. Em Acesso Assistido por Licença (LAA) e em MulteFire (MF), o subquadro de referência para CQI é o último subquadro válido antes da instância de relatório. Se a estação base não transmitir por muito tempo, isso leva à questão que o relatório de CQI se baseará em transmissões da estação base muito antigas. Se não houver subquadros de referência disponíveis, por exemplo, se a célula acabou de ser ativada etc., então um CQI 0 é relatado.
[0083] Os aspectos apresentados neste documento fornecem uma técnica para evitar a inclusão de subquadros de referência CQI mais antigos nos relatórios de CQI. Por exemplo, ao realizar relatórios de CQI de grupo, por exemplo, em 520, para grupos de bandas estreitas dentro de um conjunto de frequências, o UE pode pular uma frequência na qual o LBT falha com o propósito de computar a CQI de banda larga dentro do grupo correspondente. Ao não incluir a frequência que falhou ao computar um CQI, os subquadros de referência de CQI mais antigos não contaminam a CQI de banda larga recém-computada ou a CQI de sub-banda de grupo. Se a estação base não transmitir em nenhuma das frequências do grupo, o UE pode transmitir a CQI 0 ou um valor de CQI padrão.
[0084] Se a estação base for uma estação base de banda larga (por exemplo, estação base com 4 bandas estreitas em 5 MHz), então um UE pode medir oportunisticamente a CQI nas outras bandas estreitas dentro da transmissão da estação base nos subquadros de downlink em que o UE não precisa monitorar PDCCH ou receber PDSCH.
[0085] Em um primeiro exemplo, quando o UE não recebe PDCCH ou recebe um PDCCH que não programa PDSCH, o UE pode monitorar outras bandas estreitas dentro do eNB de banda larga nos subquadros de downlink restantes que não fazem parte do espaço de busca de PDCCH.
[0086] Em um segundo exemplo, quando o espaço de busca de PDCCH é configurado em várias bandas estreitas dentro da transmissão da estação base de banda larga ou quando o PDSCH é programado para abranger múltiplas bandas estreitas, o UE pode medir a CQI no espaço de busca de PDCCH ou nos subquadros de PDSCH, por exemplo, se o modo de transmissão permite essa medição.
[0087] Outra questão para o relatório de CQI pode ocorrer quando um UE desperta de DRX ou faz a transição a partir de um estado ocioso de RRC. Quando o número de bandas estreitas por UE é pequeno, por exemplo, como em eMTC LTE, pode ser mais fácil computar a CQI de banda larga utilizando as transmissões em todas as bandas estreitas. No entanto, para o eMTC-U no espectro não licenciado, onde o número de frequências de salto e, portanto, bandas estreitas, pode ser grande, o UE pode nem mesmo visitar todas as frequências antes de transmitir a CQI. Por exemplo, para transmissões de pacotes pequenos, o UE pode visitar apenas um número muito pequeno de frequências durante um período DRX ON. De forma similar, o UE pode visitar apenas um pequeno número de frequências quando faz a transição a partir de RRC ocioso para o RRC conectado.
[0088] Os aspectos apresentados neste documento fornecem uma solução para os relatórios de CQI nessas situações.
[0089] Em uma primeira opção, se um CQI de banda larga ou sub-banda de grupo estiver configurado, o UE poderá utilizar apenas os subquadros de referência disponíveis nas frequências de salto visitadas pelo eNB após o atual ciclo de ativação para computar a CQI necessária. Assim, o UE pode não levar em consideração as frequências de salto para as quais possui dados obsoletos ou nenhum dado.
[0090] Em uma segunda opção, o UE pode realizar uma inicialização com base em canal âncora. Nesta opção, o UE pode computar um CQI de banda larga no canal âncora e um CQI diferencial pode ser relatado para cada frequência de salto ou grupo de frequências de salto. Isso pode reduzir os requisitos iniciais de relatório para o UE. Uma vez que todo o conjunto de frequências de salto esteja completo, o
UE pode mudar para a CQI de banda larga utilizando os subquadros de referência não âncora, por exemplo, para refletir melhor as condições de interferência.
[0091] Em uma terceira opção, o UE pode realizar apenas relatórios de CQI com base em canais âncora, periódicos ou aperiódicos. Por exemplo, o UE pode ser configurado para realizar apenas relatórios de CQI com base em canais âncora, periódicos ou aperiódicos.
[0092] Em uma quarta opção, o UE pode relatar CQI com base na primeira banda estreita ou nas primeiras frequências de banda estreita/salto que monitora. A CQI nessas frequências iniciais de banda estreita/salto que o UE monitora pode ser baseado em uma configuração de CQI padrão. Em um exemplo, os relatórios de CQI em Msg 3 ou 5 de um procedimento de instalação da conexão RRC podem ser baseados em uma configuração de CQI padrão. A estação base pode utilizar esta CQI inicial para programar transmissões até que a primeira CQI completa esteja disponível a partir do UE.
[0093] A FIG. 6 é um fluxograma 600 de um método de comunicação sem fio, incluindo a medição de qualidade de canal. O método pode ser realizado por um equipamento de usuário (por exemplo, UE 104, 350, 504, o aparelho 702, 702'). Os aspectos opcionais são ilustrados utilizando uma linha tracejada.
[0094] Em 604, o UE mede uma medição de CQI para cada um dentre uma pluralidade de grupos de frequências de salto, em que um conjunto de frequências de salto é agrupado dentro pluralidade de grupos. O conjunto de frequências de salto pode compreender frequências em um espectro não licenciado.
[0095] Em um exemplo, as frequências de salto dentro de cada grupo da pluralidade de grupos podem ser contínuas em uma ordem padrão de salto para o conjunto de frequências de salto, conforme ilustrado no exemplo da FIG. 12). As frequências de salto dentro de cada grupo da pluralidade de grupos podem ser descontínuas em frequência física.
[0096] Em outro exemplo, as frequências de salto dentro de cada grupo da pluralidade de grupos podem abranger um subconjunto contíguo de frequências físicas, conforme descrito em conexão com o exemplo da FIG. 4. As frequências de salto dentro de cada grupo da pluralidade de grupos podem ser descontínuas em uma ordem padrão de salto para o conjunto de frequências de salto.
[0097] A medição de CQI em 604 pode ser medida em uma banda estreita dentro de uma banda de transmissão de uma estação base e fora de um espaço de busca de canal de controle de downlink, quando o equipamento de usuário não recebe um canal de controle de downlink ou recebe um canal de controle de downlink que não programa uma transmissão de dados de downlink.
[0098] A medição de CQI em 604 pode ser medida em um canal de dados de downink quando um espaço de busca de canal de controle de downlink é configurado em múltiplas bandas estreitas dentro de uma banda de transmissão de uma estação base ou quando o canal de dados de downlink é programado para abranger múltiplas bandas estreitas.
[0099] Em 608, o UE relata um CQI para cada um dentre a pluralidade de grupos. Em um exemplo, o CQI pode ser relatado, por exemplo, com base em uma última frequência no padrão de salto dentro de cada um dentre a pluralidade de grupos. Em outro exemplo, uma temporização para relatar o CQI para cada grupo pode ser baseada em um número configurado de saltos no padrão de salto dentro de cada um dentre a pluralidade de grupos.
[0100] Em um primeiro exemplo, um CQI de banda larga pode ser relatado para cada um dentre a pluralidade de grupos. Um CQI de banda larga para um grupo específico pode compreender um valor de CQI com base em todas as frequências de salto medidas de um determinado grupo no pelo menos um grupo dentre a pluralidade de grupos. Em um segundo exemplo, um CQI de banda larga pode ser relatado para cada um dentre a pluralidade de grupos, por exemplo, um único valor de CQI com base em todas as frequências de salto medidas no grupo e um CQI de sub-banda pode ser relatado para um subconjunto de frequências de salto dentro de cada grupo dentre a pluralidade de grupos. Um CQI de sub-banda pode compreender um valor de CQI para um subconjunto de frequências de salto dentro de um grupo de frequências de salto. Em um terceiro exemplo, um CQI de banda larga pode ser relatado para o conjunto de frequências de salto e um CQI de sub-banda de grupo pode ser relatado para cada grupo dentre a pluralidade de grupos. Um CQI de banda larga para o conjunto de frequências de salto pode compreender um valor de CQI com base em todas as frequências de salto medidas no conjunto de frequências de salto. Um CQI de sub-banda do grupo pode compreender um valor de CQI com base em todas as frequências de salto medidas de um determinado grupo.
[0101] O UE pode receber uma configuração para relatório de CQI a partir de uma estação base, por exemplo, em 602, em que o UE relata o CQI para cada um dentre a pluralidade de grupos com base na configuração para relatório de CQI recebida a partir da estação base.
[0102] Conforme ilustrado em 606, o UE pode pular uma frequência na qual um procedimento de escute antes de falar falha ao computar um CQI de banda larga (por exemplo, um valor de CQI com base em todas as frequências de salto medidas no grupo) dentro de um grupo correspondente dentre a pluralidade de grupos.
[0103] O UE pode relatar o CQI para medições tomadas em frequências de salto dentro de um ciclo de despertar atual.
[0104] O UE pode relatar um CQI de banda larga para um canal âncora e um CQI diferencial para cada um dentre os múltiplos grupos, quando o equipamento de usuário desperta de um modo de recepção descontínuo ou de um modo ocioso.
[0105] O UE pode relatar um CQI de banda larga para um canal âncora quando o equipamento de usuário desperta de um modo de recepção descontínuo ou de modo ocioso.
[0106] O UE pode relatar um CQI parcial para um subconjunto inicial de frequências de salto quando o equipamento de usuário desperta de um modo de recepção descontínuo ou ocioso e antes de relatar o CQI para cada um dentre a pluralidade de grupos.
[0107] A FIG. 7 é um diagrama de fluxo de dados conceitual 700 ilustrando o fluxo de dados entre diferentes meios/componentes em um aparelho exemplar 702. O aparelho pode ser um UE (por exemplo, UE 104, 350, 504, 1050). O aparelho inclui um componente de recepção 704 que recebe comunicação de downlink a partir da estação base 750, um componente de transmissão 706 que transmite comunicação de uplink, incluindo CQI para a estação base 750. O aparelho pode incluir um componente de medição de CQI 710 configurado para medir uma medição de CQI para cada um dentre uma pluralidade de grupos de frequências de salto, um componente de relatório de CQI 712 configurado para relatar um CQI para pelo menos um dentre a pluralidade de grupos, um componente de configuração de CQI 708 configurado para receber uma configuração para relatório de CQI a partir de uma estação base e um componente de LBT 714 configurado para pular uma frequência na qual um procedimento de escute antes de falar falha ao computar um CQI de banda larga dentro de um grupo correspondente dentre a pluralidade de grupos.
[0108] O aparelho pode incluir componentes adicionais que realizam cada um dos blocos do algoritmo nos fluxogramas das FIGs. 5 e 6 mencionados acima. Como tal, cada bloco nos fluxogramas das FIGs. 5 e 6 mencionados acima podem ser realizados por um componente e o aparelho pode incluir um ou mais desses componentes. Os componentes podem ser um ou mais componentes de hardware configurados especificamente para realizar os processos/algoritmo declarados, implementados por um processador configurado para realizar os processos/algoritmos declarados, armazenados em um meio legível por computador para implementação por um processador ou por alguma combinação dos mesmos.
[0109] A FIG. 8 é um diagrama 800 ilustrando um exemplo de implementação de hardware para um aparelho 702' empregando um sistema de processamento 814. O sistema de processamento 814 pode ser implementado com uma arquitetura de barramento, representada geralmente pelo barramento 824. O barramento 824 pode incluir qualquer número de barramentos e pontes de interconexão, dependendo da aplicação específica do sistema de processamento 814 e das restrições gerais de projeto. O barramento 824 interliga vários circuitos, incluindo um ou mais processadores e/ou componentes de hardware, representados pelo processador 804, pelos componentes 704, 706, 708, 710, 712, 714 e pelo meio legível por computador/memória 806. O barramento 824 pode também interligar vários outros circuitos, tais como fontes de temporização, periféricos, reguladores de tensão e circuitos de gerenciamento de energia, que são bem conhecidos na técnica e, portanto, não serão mais descritos.
[0110] O sistema de processamento 814 pode ser acoplado a um transceptor 810. O transceptor 810 é acoplado a uma ou mais antenas 820. O transceptor 810 fornece um meio de comunicação com vários outros aparelhos através de um meio de transmissão. O transceptor 810 recebe um sinal a partir de uma ou mais antenas 820, extrai informação a partir do sinal recebido e fornece a informação extraída para o sistema de processamento 814, especificamente o componente de recepção 704. Além disso, o transceptor 810 recebe informação a partir do sistema de processamento 814, especificamente o componente de transmissão 706 e, com base na informação recebida, gera um sinal para ser aplicado às uma ou mais antenas 820. O sistema de processamento 814 inclui um processador 804 acoplado a um meio legível por computador/memória 806. O processador 804 é responsável pelo processamento geral, incluindo a execução do software armazenado no meio legível por computador/memória 806. O software, quando executado pelo processador 804, faz com que o sistema de processamento 814 realize as várias funções descritas acima para qualquer aparelho particular. O meio legível por computador/memória 806 pode ser utilizado também para armazenar dados que são manipulados pelo processador 804 ao executar o software. O sistema de processamento 814 inclui adicionalmente pelo menos um dentre os componentes 704, 706, 708, 710, 712, 714. Os componentes podem ser componentes de software em execução no processador 804, residentes/armazenados no meio legível por computador/memória 806, um ou mais componentes de hardware acoplados ao processador 804, ou alguma combinação dos mesmos. O sistema de processamento 814 pode ser um componente do UE 350 e pode incluir a memória 360 e/ou pelo menos um dentre o processador TX 368, o processador RX 356 e o controlador/processador 359.
[0111] Em uma configuração, o aparelho 702/702' para comunicação sem fio inclui meios para medir uma medição de CQI para cada um dentre e uma pluralidade de grupos de frequências de salto, meios para relatar um CQI para cada um dentre a pluralidade de grupos, meios para receber uma configuração para relatório de CQI a partir de uma estação base e meios para pular uma frequência na qual um procedimento de escute antes de falar falha ao calcular um CQI de banda larga dentro de um grupo correspondente dentre a pluralidade de grupos. Os meios acima mencionados podem ser um ou mais entre os componentes acima mencionados do aparelho 702 e/ou o sistema de processamento 814 do aparelho 702' configurado para realizar as funções recitadas pelos meios acima mencionados. Conforme descrito acima, o sistema de processamento 814 pode incluir o processador TX 368, o processador RX 356 e o controlador/processador 359. Como tal, em uma configuração, os meios acima mencionados podem ser o Processador TX 368, o Processador RX 356 e o controlador/processador 359 configurado para realizar as funções recitadas pelos meios acima mencionados.
[0112] A FIG. 9 é um fluxograma 900 de um método de comunicação sem fio, incluindo medição de qualidade de canal. O método pode ser realizado por uma estação base (por exemplo, estação base 102, 310, 502, o aparelho 1002, 1002'). Os aspectos opcionais são ilustrados utilizando uma linha tracejada.
[0113] Em 904, a estação base configura um UE (por exemplo, UE 104, 350, 504, o aparelho 702, 702') para relatórios de CQI para uma pluralidade de grupos de frequências de salto. Conforme ilustrado em 902, a estação base pode agrupar o conjunto de frequências de salto dentro da pluralidade de grupos de frequências de salto antes de configurar o UE para o relatório de CQI.
[0114] O conjunto de frequências de salto pode compreender frequências em um espectro não licenciado.
[0115] Em um exemplo, as frequências de salto dentro de cada grupo da pluralidade de grupos podem ser contínuas em uma ordem de padrão de salto para o conjunto de frequências de salto. As frequências de salto dentro de cada grupo da pluralidade de grupos podem ser descontínuas em frequência física.
[0116] Em outro exemplo, as frequências de salto dentro de cada grupo da pluralidade de grupos podem abranger um subconjunto contíguo de frequências físicas. As frequências de salto dentro de cada grupo da pluralidade de grupos podem ser descontínuas em uma ordem padrão de salto para o conjunto de frequências de salto.
[0117] Em 906, a estação base recebe um CQI para pelo menos um grupo da pluralidade de grupos de frequências de salto, em que um conjunto de frequências de salto é agrupado dentro da pluralidade de grupos.
[0118] A CQI relatada pode ser medida em uma banda estreita dentro de uma banda de transmissão de uma estação base e fora de um espaço de busca de canal de controle de downlink, quando o equipamento de usuário não recebe um canal de controle de downlink ou recebe um canal de controle de downlink que não programa dados de transmissão em downlink.
[0119] O CQI relatado pode ser medido em um canal de dados de downlink quando um espaço de busca de canal de controle de downlink é configurado em várias bandas estreitas dentro de uma banda de transmissão de uma estação base ou quando o canal de dados de downlink é programado para abranger várias bandas estreitas.
[0120] Em um aspecto, o CQI relatado pode ser baseado em uma última frequência no padrão de salto dentro de cada um dentre a pluralidade de grupos. Em outro aspecto, uma temporização para relatar o CQI para cada grupo pode ser baseada em um número configurado de saltos no padrão de salto dentro de cada um dentre a pluralidade de grupos.
[0121] Em um primeiro exemplo, o CQI relatado pode compreender um CQI de banda larga para cada um dentre a pluralidade de grupos. Por exemplo, um CQI de banda larga para pelo menos um grupo dentre a pluralidade de grupos pode compreender um valor de CQI com base em todas as frequências de salto medidas de um determinado grupo no pelo menos um grupo dentre a pluralidade de grupos. Em um segundo exemplo, o CQI relatado pode compreender um CQI de banda larga, por exemplo, um único valor de CQI com base em todas as frequências de salto medidas no grupo, para cada pluralidade de grupos e um CQI de sub-banda pode ser relatado para um subconjunto de frequências de salto dentro de cada grupo dentre a pluralidade de grupos. Assim, um CQI de sub-banda pode compreender um valor de CQI para um subconjunto de frequências de salto dentro de um grupo dentre a pluralidade de grupos de frequências de salto. Em um terceiro exemplo, o CQI relatado pode compreender um CQI de banda larga para o conjunto de frequências de salto e um grupo de CQI de sub-banda pode ser relatado para cada grupo dentre a pluralidade de grupos. Um CQI de banda larga para o conjunto de frequências de salto pode compreender um valor de CQI com base em todas as frequências de salto medidas no conjunto de frequências de salto. Um grupo de CQI de sub-banda pode compreender um valor de CQI com base em todas as frequências de salto medidas de um determinado grupo.
[0122] A CQI relatada pode ser baseada na CQI para medições realizadas em frequências de salto dentro de um ciclo de despertar atual.
[0123] A CQI relatada pode compreender um CQI de banda larga para um canal âncora e um CQI diferencial para cada um dentre a pluralidade de grupos, por exemplo, quando o equipamento de usuário desperta de um modo de recepção descontínuo ou de um modo ocioso. A CQI de banda larga para o canal âncora pode compreender um CQI para a faixa de frequência do canal âncora.
[0124] A CQI relatada pode compreender um CQI de banda larga para um canal âncora, por exemplo, quando o equipamento de usuário desperta de um modo de recepção descontínuo ou de um modo ocioso.
[0125] O CQI relatado pode compreender um CQI parcial para um subconjunto inicial de frequências de salto, por exemplo, quando o equipamento de usuário desperta de um modo de recepção descontínuo ou ocioso e até que o equipamento de usuário possa relatar um primeiro CQI completo.
[0126] A FIG. 10 é um diagrama de fluxo de dados conceitual 1000 ilustrando o fluxo de dados entre diferentes meios/componentes em um aparelho exemplar 1002. O aparelho pode ser uma estação base (por exemplo, estação base 102, 310, 502, 750). O aparelho inclui um componente de recepção 1004 que recebe comunicação de uplink a partir de pelo menos um UE 1050, incluindo indicações de qualidade de canal, e um componente de transmissão 1006 que transmite comunicação de downlink para o UE 1050. O aparelho pode incluir um componente de configuração de CQI 1008 configurado para configurar o UE 1050 para relatório de CQI para uma pluralidade de grupos de frequências de salto e um componente de CQI 1010 configurado para receber um CQI para pelo menos um grupo dentre a pluralidade de grupos de frequências de salto, em que um conjunto de frequências de salto é agrupado dentro da pluralidade de grupos, por exemplo, conforme descrito em conexão com as FIGs. 5 e 9. O aparelho pode incluir um componente de agrupamento 1012 configurado para agrupar o conjunto de frequências de salto dentro da pluralidade de grupos de frequências de salto.
[0127] O aparelho pode incluir componentes adicionais que realizam cada um dos blocos de algoritmo nos fluxogramas das FIGs. 5 e 9 mencionados acima. Como tal, cada bloco nos fluxogramas das FIGs. 5 e 9 mencionados acima pode ser realizado por um componente e o aparelho pode incluir um ou mais desses componentes. Os componentes podem ser um ou mais componentes de hardware configurados especificamente para realizar os processos/algoritmo declarados, implementados por um processador configurado para realizar os processos/algoritmos declarados, armazenados em um meio legível por computador para implementação por um processador ou por alguma combinação dos mesmos.
[0128] A FIG. 11 é um diagrama 1100 ilustrando um exemplo de implementação de hardware para um aparelho 1002' empregando um sistema de processamento 1114. O sistema de processamento 1114 pode ser implementado com uma arquitetura de barramento, representada geralmente pelo barramento 1124. O barramento 1124 pode incluir qualquer número de barramentos e pontes de interconexão, dependendo da aplicação específica do sistema de processamento 1114 e das restrições gerais de projeto. O barramento 1124 interliga vários circuitos, incluindo um ou mais processadores e/ou componentes de hardware, representados pelo processador 1104, pelos componentes 1004, 1006, 1008, 108, 1010, 1012 e pelo meio legível por computador/memória
1106. O barramento 1124 pode também interligar vários outros circuitos, tais como fontes de temporização, periféricos, reguladores de tensão e circuitos de gerenciamento de energia, que são bem conhecidos na técnica e, portanto, não serão mais descritos.
[0129] O sistema de processamento 1114 pode ser acoplado a um transceptor 1110. O transceptor 1110 é acoplado a uma ou mais antenas 1120. O transceptor 1110 fornece um meio de comunicação com vários outros aparelhos através de um meio de transmissão. O transceptor 1110 recebe um sinal a partir de uma ou mais antenas 1120, extrai informação do sinal recebido e fornece a informações extraída para o sistema de processamento 1114, especificamente o componente de recepção 1004. Além disso, o transceptor 1110 recebe informações a partir do sistema de processamento 1114, especificamente o componente de transmissão 1006, e com base na informação recebida, gera um sinal para ser aplicado às uma ou mais antenas 1120. O sistema de processamento 1114 inclui um processador 1104 acoplado a um meio legível por computador/memória 1106. O processador 1104 é responsável pelo processamento geral, incluindo a execução do software armazenado no meio legível por computador/memória 1106. O software, quando executado pelo processador 1104, faz com que o sistema de processamento 1114 realize as várias funções descritas acima para qualquer aparelho particular. O meio legível por computador/memória 1106 pode também ser utilizado para armazenar dados que são manipulados pelo processador 1104 ao executar o software. O sistema de processamento 1114 inclui adicionalmente pelo menos um dentre os componentes 1004, 1006, 1008, 1010, 1012. Os componentes podem ser componentes de software em execução no processador 1104, residentes/armazenados no meio legível por computador/memória 1106, um ou mais componentes de hardware acoplados ao processador 1104 ou alguma combinação dos mesmos. O sistema de processamento 1114 pode ser um componente do eNB 310 e pode incluir a memória 376 e/ou pelo menos um dentre o processador TX 316, o processador RX 370 e o controlador/processador 375.
[0130] Em uma configuração, o aparelho 1002/1002' para comunicação sem fio inclui meios para configurar um equipamento de usuário para relatórios de CQI para uma pluralidade de grupos de frequências de salto, meios para receber um CQI para cada um dentre uma pluralidade de grupos de frequências de salto, em que um conjunto de frequências de salto é agrupado dentro da pluralidade de grupos e meios para agrupar o conjunto de frequências de salto dentro da pluralidade de grupos de frequências de salto. Os meios acima mencionados podem ser um ou mais entre os componentes acima mencionados do aparelho 1002 e/ou o sistema de processamento 1114 do aparelho 1002' configurado para realizar as funções recitadas pelos meios acima mencionados. Conforme descrito acima, o sistema de processamento 1114 pode incluir o processador TX 316, o processador RX 370 e o controlador/processador 375. Como tal, em uma configuração, os meios acima mencionados podem ser o Processador TX 316, o Processador RX 370 e o controlador/processador 375 configurado para realizar as funções recitadas pelos meios acima mencionados.
[0131] Entende-se que a ordem específica ou hierarquia de blocos nos processos/fluxogramas descritos é uma ilustração de abordagens exemplares. Com base nas preferências de projeto, entende-se que a ordem ou hierarquia específica de blocos nos processos/fluxogramas pode ser reorganizada. Além disso, alguns blocos podem ser combinados ou omitidos. O método acompanhante reivindica elementos presentes dos vários blocos em uma ordem de amostra, e não se destina a ser limitado à ordem ou à hierarquia específica apresentada.
[0132] A descrição anterior é fornecida para permitir que qualquer pessoa versada na técnica pratique os vários aspectos descritos neste documento. Várias modificações a estes aspectos ficarão prontamente evidentes para aqueles versados na técnica, e os princípios genéricos definidos neste documento podem ser aplicados a outros aspectos. Assim, as reivindicações não se destinam a ser limitadas aos aspectos mostrados neste documento, mas devem estar de acordo com o escopo completo consistente com as reivindicações da linguagem, em que a referência a um elemento no singular não se destina a significar "um e somente um" a menos que especificamente assim declarado, mas sim "um ou mais". A palavra "exemplar" é utilizada neste documento para significar "servir como um exemplo, uma instância ou uma ilustração". Qualquer aspecto descrito neste documento como "exemplar" não é necessariamente para ser interpretado como preferido ou vantajoso em relação a outros aspectos.
A menos que seja estabelecido de outra forma, o termo "alguns" refere-se a um ou mais.
Combinações como "pelo menos um dentre A, B ou C", "um ou mais dentre A, B ou C", "pelo menos um dentre A, B e C", "um ou mais dentre A, B e C" e "A, B, C, ou qualquer combinação destes” incluem qualquer combinação de A, B e/ou C, e podem incluir múltiplos de A, múltiplos de B, ou múltiplos de C.
Especificamente, combinações tais como "pelo menos um dentre A, B ou C", "um ou mais dentre A, B ou C", "pelo menos um dentre A, B e C", "um ou mais dentre A, B e C," e "A, B, C, ou qualquer combinação dos mesmos” podem ser apenas A, apenas B, apenas C, A e B, A e C, B e C, ou A e B e C, onde qualquer uma dessas combinações pode conter um ou mais membros ou membros de A, B ou C.
Todos os equivalentes estruturais e funcionais aos elementos dos vários aspectos descritos ao longo desta descrição que são conhecidos ou que mais tarde se tornem conhecidos por aqueles versados na técnica são expressamente incorporados por referência neste documento e destinam-se a ser englobados pelas reivindicações.
Além disso, nada revelado neste documento destina-se a ser dedicado ao público independentemente de tal descrição ser explicitamente recitada nas reivindicações.
As palavras "módulo", "mecanismo", "elemento", "dispositivo" e similares não podem ser um substituto para a palavra "meios". Como tal, nenhum elemento reivindicado deve ser interpretado como um meio mais função a menos que o elemento seja expressamente definido utilizando a frase "meios para".

Claims (52)

REIVINDICAÇÕES
1. Método, realizado em um equipamento de usuário (UE) para medir a qualidade de canal, compreendendo: medir uma medição de indicador de qualidade de canal (CQI) para cada um dentre uma pluralidade de grupos de frequências de salto, em que um conjunto de frequências de salto é agrupado dentro da pluralidade de grupos; e relatar um CQI para pelo menos um dentre a pluralidade de grupos.
2. Método, de acordo com a reivindicação 1, em que o conjunto de frequências de salto compreende frequências em um espectro não licenciado.
3. Método, de acordo com a reivindicação 1, em que as frequências de salto dentro de cada grupo da pluralidade de grupos são contínuas em uma ordem padrão de salto para o conjunto de frequências de salto.
4. Método, de acordo com a reivindicação 3, em que as frequências de salto dentro de cada grupo dentre a pluralidade de grupos são descontínuas em frequência física.
5. Método, de acordo com a reivindicação 1, em que relatar o CQI para pelo menos um dentre a pluralidade de grupos inclui relatar um valor de CQI com base em todas as frequências de salto medidas de um determinado grupo no pelo menos um dentre a pluralidade de grupos.
6. Método, de acordo com a reivindicação 1, compreendendo adicionalmente: pular uma frequência na qual um procedimento de escute antes de falar falha ao computar um CQI de banda larga dentro de um grupo correspondente da pluralidade de grupos.
7. Método, de acordo com a reivindicação 1, em que o CQI relatado para cada um dentre a pluralidade de grupos compreende um CQI aperiódico.
8. Método, de acordo com a reivindicação 1, compreendendo adicionalmente: receber uma configuração de relatório de CQI a partir de uma estação base, em que o UE relata o CQI para cada um dentre a pluralidade de grupos com base na configuração de relatório de CQI recebida a partir da estação base.
9. Método, de acordo com a reivindicação 1, em que as frequências de salto dentro de cada grupo dentre a pluralidade de grupos abrangem um subconjunto contíguo de frequências físicas.
10. Método, de acordo com a reivindicação 9, em que o CQI é relatado com base em uma última frequência em um padrão de salto dentro de cada um dentre a pluralidade de grupos.
11. Método, de acordo com a reivindicação 9, em que uma temporização para relatar o CQI para cada grupo é baseada em um número configurado de saltos em um padrão de salto dentro de cada um dentre a pluralidade de grupos.
12. Método, de acordo com a reivindicação 1, em que um CQI de banda larga é relatado para o conjunto de frequências de salto e um CQI de sub-banda de grupo é relatado para cada grupo dentre a pluralidade de grupos.
13. Método, de acordo com a reivindicação 1, em que a medição de CQI é medida em uma banda estreita dentro de uma banda de transmissão de uma estação base e fora de um espaço de busca de canal de controle de downlink, quando o UE não recebe um canal de controle de downlink ou recebe o canal de controle de downlink que não programa uma transmissão de dados em downlink.
14. Método, de acordo com a reivindicação 1, em que a medição de CQI é medida em um canal de dados de downlink quando um espaço de busca de canal de controle de downlink é configurado em múltiplas bandas estreitas dentro de uma banda de transmissão de uma estação base ou quando o canal de dados de downlink está programado para abranger múltiplas bandas estreitas.
15. Método, de acordo com a reivindicação 1, em que o equipamento de usuário relata o CQI para medições realizadas em frequências de salto dentro de um ciclo de despertar atual.
16. Método, de acordo com a reivindicação 1, em que o equipamento de usuário relata um CQI de banda larga para um canal de ancoragem quando o equipamento de usuário acorda de um modo de recepção descontínuo ou de um modo inativo.
17. Método, de acordo com a reivindicação 1, em que o equipamento de usuário relata um CQI parcial para um subconjunto inicial de frequências de salto quando o equipamento de usuário acorda de um modo de recepção descontínuo ou de um modo inativo e antes de relatar o CQI para cada um dentre a pluralidade de grupos.
18. Aparelho para medir a qualidade de canal em um Equipamento de usuário (UE), compreendendo: meios para medir uma medição do indicador de qualidade de canal (CQI) para cada um dentre uma pluralidade de grupos de frequências de salto, em que um conjunto de frequências de salto é agrupado dentro da pluralidade de grupos; e meios para relatar um CQI para pelo menos um dentre a pluralidade de grupos.
19. Aparelho, de acordo com a reivindicação 18, compreendendo adicionalmente: meios para pular uma frequência na qual um procedimento de escute antes de falar falha ao computar um CQI de banda larga dentro de um grupo correspondente dentre a pluralidade de grupos.
20. Aparelho, de acordo com a reivindicação 18, compreendendo adicionalmente: meios para receber uma configuração de relatório de CQI a partir de uma estação base, em que o UE relata o CQI para cada um dentre a pluralidade de grupos com base na configuração de relatório de CQI recebida a partir da estação base.
21. Aparelho para medir a qualidade de canal em um equipamento de usuário (UE), compreendendo: uma memória; e pelo menos um processador acoplado à memória e configurado para: medir uma medição de indicador de qualidade de canal (CQI) para cada um dentre uma pluralidade de grupos de frequências de salto, em que um conjunto de frequências de salto é agrupado dentro da pluralidade de grupos; e relatar um CQI para pelo menos um dentre a pluralidade de grupos.
22. Aparelho, de acordo com a reivindicação 21, em que o conjunto de frequências de salto compreende frequências em um espectro não licenciado.
23. Aparelho, de acordo com a reivindicação 21, em que as frequências de salto dentro de cada grupo da pluralidade de grupos são contínuas em uma ordem padrão de salto para o conjunto de frequências de salto.
24. Aparelho, de acordo com a reivindicação 23, em que as frequências de salto dentro de cada grupo da pluralidade de grupos são descontínuas em frequência física.
25. Aparelho, de acordo com a reivindicação 21, em que relatar o CQI para pelo menos um dentre a pluralidade de grupos inclui relatar um valor de CQI com base em todas as frequências de salto medidas de um determinado grupo em pelo menos um dentre a pluralidade de grupos.
26. Aparelho, de acordo com a reivindicação 21, em que pelo menos um processador é adicionalmente configurado para: pular uma frequência na qual um procedimento de escute antes de falar falha ao computar um CQI de banda larga dentro de um grupo correspondente da pluralidade de grupos.
27. Aparelho, de acordo com a reivindicação 21, em que pelo menos um processador é adicionalmente configurado para: receber uma configuração de relatório de CQI a partir de uma estação base, em que o UE relata o CQI para cada um dentre a pluralidade de grupos com base na configuração de relatório de CQI recebida a partir da base estação.
28. Meio legível por computador armazenando código executável por computador para medir a qualidade de canal em um Equipamento de Usuário (UE), compreendendo código para: medir uma medição de indicador de qualidade de canal (CQI) para cada um dentre uma pluralidade de grupos de frequências de salto, em que um conjunto de frequências de salto é agrupado dentro da pluralidade de grupos; e relatar um CQI para cada um dos vários grupos.
29. Meio legível por computador, de acordo com a reivindicação 28, compreendendo adicionalmente código para: pular uma frequência na qual um procedimento de escute antes de falar falha ao computar um CQI de banda larga dentro de um grupo correspondente da pluralidade de grupos.
30. Meio legível por computador, de acordo com a reivindicação 28, compreendendo adicionalmente código para: receber uma configuração de relatório de CQI a partir de uma estação base, em que o UE relata o CQI para cada um dentre a pluralidade de grupos com base na configuração de relatório de CQI recebida a partir da estação base.
31. Método realizado em uma estação base para medir a qualidade de canal, compreendendo: configurar um equipamento de usuário (UE) para relatório de indicador de qualidade de canal (CQI) para uma pluralidade de grupos de frequências de salto; e receber um CQI para pelo menos um grupo dentre a pluralidade de grupos de frequências de salto, em que um conjunto de frequências de salto é agrupado dentro da pluralidade de grupos.
32. Método, de acordo com a reivindicação 31, compreendendo adicionalmente: agrupar o conjunto de frequências de salto dentro da pluralidade de grupos de frequências de salto antes de configurar o UE para o relatório de CQI.
33. Método, de acordo com a reivindicação 31, em que o conjunto de frequências de salto compreende frequências em um espectro não licenciado.
34. Método, de acordo com a reivindicação 31, em que as frequências de salto dentro de cada um dentre a pluralidade de grupos são contínuas em uma ordem padrão de salto para o conjunto de frequências de salto.
35. Método, de acordo com a reivindicação 34, em que as frequências de salto dentro de cada um dentre a pluralidade de grupos são descontínuas em frequência física.
36. Método, de acordo com a reivindicação 31, em que o CQI para pelo menos um grupo dentre a pluralidade de grupos compreende um valor de CQI com base em todas as frequências de salto medidas de um determinado grupo no pelo menos um grupo dentre a pluralidade de grupos.
37. Método, de acordo com a reivindicação 36, em que o CQI para o pelo menos um grupo dentre a pluralidade de grupos compreende adicionalmente um valor de CQI para um subconjunto de frequências de salto dentro do pelo menos um grupo.
38. Método, de acordo com a reivindicação 31, em que o CQI relatado para cada grupo dentre a pluralidade de grupos compreende um CQI aperiódico.
39. Método, de acordo com a reivindicação 31, em que as frequências de salto dentro de cada grupo dentre a pluralidade de grupos abrangem um subconjunto contíguo de frequências físicas.
40. Método, de acordo com a reivindicação 39, em que as frequências de salto dentro de cada grupo dentre a pluralidade de grupos são descontínuas em uma ordem padrão de salto para o conjunto de frequências de salto.
41. Método, de acordo com a reivindicação 40, em que uma temporização para relatar o CQI para cada grupo é baseada em um número configurado de saltos no padrão de salto dentro de cada grupo dentre a pluralidade de grupos.
42. Aparelho para comunicação sem fio em uma estação base, compreendendo: meios para configurar um equipamento de usuário (UE) para relatório de indicador de qualidade de canal (CQI) para uma pluralidade de grupos de frequências de salto; e meios para receber um CQI para pelo menos um grupo dentre a pluralidade de grupos de frequências de salto, em que um conjunto de frequências de salto é agrupado dentro pluralidade de grupos.
43. Aparelho, de acordo com a reivindicação 42, compreendendo adicionalmente: meios para agrupar o conjunto de frequências de salto dentro da pluralidade de grupos de frequências de salto antes de configurar o UE para o relatório de CQI.
44. Aparelho para comunicação sem fio em uma estação base, compreendendo: uma memória; e pelo menos um processador acoplado à memória e configurado para: configurar um equipamento de usuário (UE) para relatório de indicador de qualidade de canal (CQI) para uma pluralidade de grupos de frequências de salto; e receber um CQI para pelo menos um grupo dentre a pluralidade de grupos de frequências de salto, em que um conjunto de frequências de salto é agrupado dentro da pluralidade de grupos.
45. Aparelho, de acordo com a reivindicação 44, em que o pelo menos um processador é adicionalmente configurado para: agrupar o conjunto de frequências de salto dentro da pluralidade de grupos de frequências de salto antes de configurar o UE para o relatório de CQI.
46. Aparelho, de acordo com a reivindicação 44, em que o conjunto de frequências de salto compreende frequências em um espectro não licenciado.
47. Aparelho, de acordo com a reivindicação 44, em que as frequências de salto dentro de cada um dentre a pluralidade de grupos são contínuas em uma ordem padrão de salto para o conjunto de frequências de salto.
48. Aparelho, de acordo com a reivindicação 47, em que as frequências de salto dentro de cada um dentre a pluralidade de grupos são descontínuas em frequência física.
49. Aparelho, de acordo com a reivindicação 44, em que o CQI para o pelo menos um grupo dentre a pluralidade de grupos compreende um valor de CQI com base em todas as frequências de salto medidas de um determinado grupo no pelo menos um grupo dentre a pluralidade de grupos.
50. Aparelho, de acordo com a reivindicação 49, em que o CQI para o pelo menos um grupo dentre a pluralidade de grupos compreende adicionalmente um valor de CQI para um subconjunto de frequências de salto dentro de pelo menos um grupo.
51. Meio legível por computador armazenando código executável por computador, compreendendo código para: configurar um equipamento de usuário (UE) para relatório de indicador de qualidade de canal (CQI) para uma pluralidade de grupos de frequências de salto, e receber um CQI para pelo menos um grupo dentre a pluralidade de grupos de frequências de salto, em que um conjunto de frequências de salto é agrupado dentro da pluralidade de grupos.
52. Meio legível por computador, de acordo com a reivindicação 51, compreendendo adicionalmente código para: agrupar o conjunto de frequências de salto dentro da pluralidade de grupos de frequências de salto antes de configurar o UE para o relatório de CQI.
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